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Data: 25/9/2018

Minas Gerais paga contrato de R$ 24 milhões de carros da GM
O governo de Minas Gerais teria quitado o contrato de R$ 24 milhões com a montadora General Motors relativo à compra de 323 carros que foram entregues entre abril e maio deste ano, afirmou uma fonte com conhecimento do assunto ao Estado. Há cerca de duas semanas, a montadora havia conseguido liminar na Justiça que exigia a devolução dos veículos. Com a quitação, a questão agora deve ser encerrada.

Segundo apurou o Estado com fonte próxima ao assunto, a ação judicial foi uma forma de pressionar pelo pagamento. Além disso, foi uma maneira que a companhia americana encontrou de não cair nas dívidas pagas por precatórios, o que pode significar cerca de uma década de espera para receber, em meio ao caos financeiro do governo mineiro.

Conforme apurou a reportagem, os carros do modelo Spin são veículos de passeio e eram usados para transporte de servidores e cidadãos. Os veículos foram entregues pouco antes do início da campanha do governador Fernando Pimentel (PT) à reeleição. A renovação da frota estadual foi tema de propagandas de rádio e TV do candidato.

O pagamento também evitou um prejuízo à GM. Isso porque, caso recebesse os carros de volta, a estratégia provavelmente seria revendê-los rapidamente, por um valor bem abaixo do cobrado por automóveis novos.

Procurado, o governo de Minas Gerais não respondeu os contatos da reportagem. A GM não quis comentar.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 25/9/2018

Déficit das autopeças atinge US$ 4,48 bilhões no ano
Apesar de as importações terem recuado em agosto no comparativo com o mesmo mês de 2017, no acumulado do ano a indústria de autopeças registra déficit comercial de US$ 4,48 bilhões, 22,4% maior do que o registrado nos primeiros oito meses do ano passado.

De acordo com balanço do Sindipeças, os embarques de autopeças para 198 mercados somaram US$ 5,19 bilhões de janeiro a agosto, um aumento de 9,3% sobre idêntico período de 2017. As importações, no entanto, avançaram 15%, chegando a US$ 9,67 bilhões, originários de 174 países.

Divulgado pelo Sindipeças na segunda-feira, 24, o balanço do comércio exterior do setor tem por base dados do MDIC, Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços. A Argentina mantém-se em primeiro lugar na lista de destinos das exportações e a China, no topo do ranking de origem das importações.

Em agosto, particularmente, as exportações cresceram 9,2% em relação ao mesmo mês do ano passado, totalizando US$ 763 milhões. Já as aquisições de autopeças no exterior encolheram 1,7%, ficando em US$ 1,23 bilhão no mês.

Como resultado do balanço entre exportações mais forte e importações menores, o déficit comercial do setor em agosto recuou 15,4% em comparação a idêntico mês do ano passado”, informa o Sindipeças.

As exportações para a Argentina, que vêm desacelerando nos últimos meses por causa da crise do mercado automotivo no país vizinho, registraram pequena alta de 3,7% no acumulado de janeiro a agosto. Mas outros mercados relevantes, como México, Estados Unidos e Alemanha, apresentaram desempenho bem mais positivo no acumulado ano, com altas de, respectivamente, 46,2%, 17,7% e 16,6%.

Com relação às importações, a China totalizou US$ 1,24 bilhão em embarques de autopeças para o Brasil, 24,8% a mais do que no mesmo período do ano passado. A Alemanha registra volume próximo, da ordem de US$ 1,16 bilhão, com aumento de 33%. As vendas de autopeças dos Estados Unidos para cá chegaram a US$ 1,09 bilhão, crescimento de 9,8%.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 25/9/2018

Apesar do cenário político, vendas de caminhões devem crescer
Apesar da incerteza em torno do cenário que se desenhará após as eleições presidenciais, as montadoras estão otimistas quanto à manutenção do crescimento do mercado de caminhões em 2019, após a alta registrada este ano. Esse foi um dos aspectos destacados por executivos de algumas das montadoras com maior participação no mercado brasileiro durante o IAA 2018, maior salão de veículos comerciais do mundo, que ocorre até o dia 27 de setembro, em Hannover, na Alemanha.

“No mercado brasileiro, ainda há desafios, mas estamos nos encaminhando para a recuperação”, disse o CEO do Grupo Traton, Andreas Renschler, à Agência CNT de Notícias.

O incremento nas vendas, além disso, não deve estar atrelado somente à recuperação da atividade econômica do país. Para os executivos, há uma demanda de renovação da frota de caminhões, cuja idade média é superior a dez anos, e de investimento em infraestrutura rodoviária.

A Scania estima crescimento de 30% nas vendas de caminhões neste ano. “Ninguém fala que a crise brasileira passou. Mas há um setor de transporte que está funcionando. Há necessidade de renovação da frota, de colocar um certo número de veículos no parque. Esperamos que este seja um ano recorde em relação aos últimos anos”, analisa Mathias Carlbaum, vice-presidente executivo e chefe de operações comerciais da empresa.

“A gente vai crescer. É óbvio que, a depender do candidato eleito, esse crescimento poderá ter velocidades diferentes. Mas já começamos a sentir a recuperação. Nos primeiros oito meses deste ano, tivemos um crescimento de 50% em vendas, na comparação com o ano passado. E o que vende caminhão é o PIB”, disse Roberto Cortes, CEO e presidente da Volkswagen Caminhões e Ônibus para a América Latina.

A Mercedes-Benz, por sua vez, projeta crescimento de 30% nas vendas de caminhões no Brasil em 2018. Mas a preocupação é com a forma como a economia irá se comportar a partir de 2019. “As eleições são uma bola de cristal. Isso nos deixa um pouco inquietos para o ano que vem”, disse Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO da América Latina.

Fonte : Agência CNT de Notícias





 

Data: 25/9/2018

Mercado reduz previsão de crescimento do PIB pela 5ª semana consecutiva
A expectativa de alta para o PIB este ano passou de 1,36% para 1,35%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado nesta segunda-feira, 24, pelo Banco Central. É a quinta semana consecutiva de redução na estimativa de alta da economia brasileira. Há quatro semanas, a projeção era de crescimento de 1,47%. Para 2019, o mercado manteve a previsão de alta do PIB de 2,50%, igual ao visto quatro semanas atrás.

Já a projeção de inflação neste ano, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), passou de alta de 4,09% para elevação de 4,28%. Há um mês, estava em 4,17%. A projeção para o índice em 2019 foi de 4,11% para 4,18%. Quatro semanas atrás, estava em 4,12%.

No fim de julho, o BC reduziu sua projeção para o PIB em 2018, de 2,6% para 1,6%. A instituição atribuiu a mudança na estimativa à frustração com a economia no início do ano.

No fim de agosto, foi a vez de o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informar que o PIB cresceu apenas 0,2% no segundo trimestre, em função dos efeitos da greve dos caminhoneiros ocorrida em maio e junho. No primeiro semestre, a alta acumulada foi de 1,0%.

No relatório Focus desta segunda-feira, 24, a projeção para a produção industrial de 2018 foi de alta de 2,67% para elevação de 2,78%. Há um mês, estava em 2,61%. No caso de 2019, a estimativa de crescimento da produção industrial seguiu em 3,00%, igual ao visto quatro semanas antes.

A pesquisa Focus mostrou ainda que a projeção para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB para 2018 seguiu em 54,32%. Há um mês, estava em 54,25%. Para 2019, a expectativa passou de 57,75% para 57,90%, ante os 57,40% de um mês atrás.

Mercado espera câmbio mais elevado no final do ano

O relatório também mostrou alteração no cenário para a moeda norte-americana em 2018 e 2019. A mediana das expectativas para o câmbio no fim deste ano foi de R$ 3,83 para R$ 3,90, ante os R$ 3,75 verificados há um mês.

Para 2019, a projeção para o câmbio no fim do ano foi de R$ 3,75 para R$ 3,80, ante R$ 3,70 de quatro pesquisas atrás.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Fabrício de Castro





 

Data: 25/9/2018

Mercado financeiro aumenta estimativa de inflação
As instituições financeiras aumentaram suas expectativas para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), conforme publicação do Boletim Focus do Banco Central (BC), divulgado toda segunda-feira. Para 2018, o índice que mede a inflação oficial devera ficar em 4,28%, acima dos 4,09% divulgados na semana passada – foi o segundo reajuste para cima consecutivo.

De acordo com o mercado financeiro, a taxa de juros Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. A previsão do Produto Interno Bruto (PIB) 1,36% para 1,35% e, para o próximo ano, permanece em 2,5%. Já a expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 3,83 para R$ 3,90.

Fonte : Agência Brasil





 

Data: 25/9/2018

Petrobras reduz o preço da gasolina nas refinarias
A Petrobras reduziu em 0,59% o preço da gasolina em suas refinarias, depois de manter o preço estável por mais de uma semana. Com o reajuste, que entra em vigor na hoje, terça-feira (25), o litro do combustível recuará de R$ 2,2514 para R$ 2,2381.

Apesar da queda do preço, o combustível acumula uma alta de 4,7% em setembro, um aumento acumulado de 10 centavos por litro.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 25/9/2018

Veículos elétricos devem ter preços de carros flex a partir de 2025
Em sete anos, o preço de um automóvel elétrico deve começar a ser semelhante ao de um movido a combustíveis fósseis, como gasolina. A expectativa é da Associação Internacional do Cobre (International Copper Association, ICA, em inglês) e que foi apresentada durante o 15º Congresso Brasileiro de Eficiência Energética (COBEE), realizado pela Associação Brasileira das Empresas de Serviços de Conservação de Energia (ABESCO), em São Paulo.

Segundo o estudo, nos próximos anos, haverá uma queda nos preços das baterias, estimando-se que, a partir de 2025, os veículos elétricos irão atingir paridade de preços com os veículos à combustão.

Atualmente, carros elétricos no mercado brasileiro podem ser adquiridos a partir de aproximadamente R$ 126 mil e as baterias custam em torno de 35% o valor do veículo. No passado, o mesmo item já chegou a custar até 60% do custo total. “Se conseguirem solucionar essa questão da tecnologia da bateria, o cenário atual pode mudar. Por enquanto, ainda existe, no consumidor, uma dúvida muito grande com relação a este custo”, pondera o presidente da ABESCO, Alexandre Moana.

Para ele, a popularização dos carros elétricos no país também tem relação com a matriz energética, ou seja, a fonte de energia do carro elétrico. Acrescenta ainda que a energia fotovoltaica, produzida a partir de luz solar, é a mais indicada, apesar de ainda ser incipiente no Brasil.

“Atualmente é muito melhor, ambientalmente falando, colocar um carro a etanol rodando, porque o combustível gerado é oriundo de fonte renovável. Já um veículo com motor elétrico perde eficiência energética no caminho se sua energia for gerada por meio de uma termoelétrica”, aponta Moana, referindo-se à matriz que é mais poluente ao gerar energia por meio da queima de combustíveis fósseis.

Apesar disso, o presidente da ABESCO enxerga o país com boa perspectiva em relação ao mercado de carros ecologicamente corretos. “O Brasil é diferente. Ele já tem o carro elétrico mais eficiente do mundo. Ambientalmente, inclusive. O carro híbrido, a etanol e elétrico, já é o ideal. Resta apenas popularizá-lo”, completou.

No Brasil, segundo dados da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), há apenas 450 veículos elétricos no Brasil e outros mais de 6,4 mil híbridos, muito aquém de outros lugares do mundo.

De acordo com dados do Institute of Economic Affairs (IEA), na China, por exemplo, são mais de 1,24 milhão de carros elétricos. No mundo, esse número ultrapassa os 3,1 milhões de unidades. Diferentemente do carro elétrico – que usa apenas energia elétrica -, o carro híbrido ainda tem a possibilidade de usar etanol.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 25/9/2018

Brasil reciclou cerca de 92 milhões de pneus no ano passado
Preocupação mundial e histórica, os pneus velhos, aos poucos, estão deixando de ser um problema insolúvel no Brasil. Na verdade, hoje já até fazem parte de solução para alguns setores industriais ao servirem como insumo ou, em último caso, como combustível para fornos.

Somente no ano passado foram coletadas mais de 458 mil toneladas de pneus inservíveis no País. O trabalho é feito pelos próprios fabricantes de veículos por intermédio da Reciclanip, entidade que gerencia o processo de logística reversa do setor, criada em 2007 pela Anip, a associação nacional dos produtores de pneus.

O volume equivale a 101,78% da meta estabelecida pelo Ibama e a cerca de 91,6 milhões de pneus para carros de passeio. Desde 1999, os fabricantes já recolheram 4,5 milhões de toneladas de pneus inservíveis, o equivalente a 898 milhões de pneus.

No ano passado, a região Sudeste respondeu por 56,83% do total coletado, seguida pelo Sul, com 21,17%. Na sequência aparecem Centro-Oeste, Nordeste e Norte, com 9,77%, 9,05% e 3,17%, respectivamente, aponta o órgão ambiental no Relatório de Pneumáticos 2018.

Ultrapassar o índice proposto como meta de reciclagem tem sido rotineiro para a Reciclanip desde 2009. Em 2014 e 2015 a coleta chegou a mais de 106,9% da meta. Em peso, porém, 2017 é a recordista.

Os pneus inservíveis são coletados e destinados para empresas trituradoras. Depois desse processo, o material é reaproveitado como combustível alternativo nas indústrias de cimento, fabricação de solados de sapatos, borrachas de vedação, dutos pluviais, pisos para quadras poliesportivas, pisos industriais, além de tapetes para automóveis e a produção de asfalto-borracha.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 25/9/2018

Randon, de Caxias, anuncia mudanças na área de finanças
Com foco no aprimoramento da Governança Corporativa e na estratégia de internacionalização, as Empresas Randon, de Caxias, anunciaram nesta segunda-feira que Paulo Prignolato, 54 anos, acaba de ser contratado como CFO, sigla que representa o principal chefe executivo de finanças dentro de uma empresa.

Com mais de 30 anos de experiência em Finanças, Controladoria e Relações com Investidores, ele responderá pelas áreas de Finanças e Controladoria a partir de 2 de outubro, reportando-se diretamente à presidência e integrando, também, o Comitê Executivo juntamente com o presidente, o vice-presidente de Administração, Daniel Randon; o COO (diretor de operações) da Divisão Montadora, Alexandre Gazzi; e o COO da Divisão Autopeças, Sérgio de Carvalho. O anúncio foi feito pelo presidente do grupo, David Abramo Randon.

Prignolato ocupou, por 10 anos, diversas posições executivas na Confab Industrial antes de integrar o Grupo Votorantim. Mais recentemente, era o diretor Financeiro e de Relações com Investidores da Biosev.

O gestor consolidou sua carreira em multinacionais dos segmentos de agronegócio, cimento, papel e celulose e sucroenergético, atuando também no Exterior como Controller Financeiro, e em projetos de fusões e aquisições. O diretor de Finanças e Relações com Investidores, Geraldo Santa Catharina, e o diretor de Controlaria, Jaime Marchet, passam a reportar a Prignolato, mantendo suas responsabilidades atuais.

Com a chegada do novo CFO, Daniel Randon, que acumulava a área de Finanças, continua na vice-presidência, respondendo por Recursos Humanos, Compras, Centro de Serviços Compartilhados, Tecnologia da Informação e a área de Serviços Financeiros, integrada pelo Banco Randon e pela Randon Consórcios.

Prignolato é graduado em Engenharia Metalúrgica pela Escola de Engenharia Mauá, com pós-graduação em Administração de Empresas pela Fundação Vanzolini, MBA em Finanças pelo IBMEC e formações complementares pela Harvard University, Kellogg School of Management e IMD.

Fonte : Pioneiro/Silvana Toazza





 

Data: 25/9/2018

Grupo Traton surge como um gigante em transportes
O IAA, o Salão Internacional de Veículos Comerciais de Hanover, Alemanha, de portas abertas até 27 de setembro, marcou a estreia do recém-criado Grupo Traton, agora com poder de dar os próprios passos independente do Grupo Volkswagen. Pela primeira vez estão reunidas sob o mesmo teto, as marcas MAN, Scania, Volkswagen Caminhões e Ônibus e RIO, cada uma delas com suas soluções e perfis.

“Apenas três anos depois da fundação da Volkswagen Truck & Bus, as marcas do Grupo Traton estão prontas para crescerem juntas e criar sinergias em várias áreas”, disse Andreas Renschler, CEO do grupo, durante evento que antecipou a abertura do Salão de Hanover. “Concebemos uma nova empresa para atender à uma nova era do transporte, aberta a mudanças e preparada para as transformações que virão.”

O Grupo Traton já nasce gigante, com 81 mil empregados, presença em 17 países e 112 mil veículos entregues no primeiro semestre, em alta de 16% sobre o ano anterior. De acordo com Renschler, o quadro prefeito para a abertura de capital, o próximo passo da empresa.

Antes mesmo do IPO, as estratégias da companhia já estão na mesa ao colocar foco no desempenho as marcas, especialmente na América Latina, na expansão global, na cooperação e sinergias dentro do grupo e com parceiros externos, além de novos modelos de negócios em segmento que se transforma a passos rápidos, “afinal, não podemos nos contentar em produzir apenas veículos”, resumiu o CEO.

Renschler estima que na próxima década 50% dos produtos do Grupo Traton terão a mesma base. A Volkswagen Caminhões e Ônibus, em Hanover, deu mostras do potencial das vantagens para as marcas.

Ao participar como uma empresa global no recém-criado grupo, a VWCO retoma seu nome original e avança em desenvolvimentos baseados nas sinergias. No Salão de Hanover, a fabricante de Resende (RJ) levou mais uma versão do e-Delivery, o caminhão elétrico da empresa apresentado na Fenatran 2017 como protótipo.

O modelo desembarcou na feira com trem de força e baterias desenvolvido pelo Grupo Traton. Ao contrário do motor WEG presente na primeira aparição, o veículo apareceu com o conjunto motor elétrico e inversor presente na linha de veículos elétricos de outras marcas do grupo. “Com as vantagens das sinergias e parcerias, não temos necessidade de começar nada zero para completar os desenvolvimentos com investimentos compartilhados”, avaliou Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO.

De acordo com Cortes, os testes dos e-Delivery já estão campo pelas mãos da Ambev e o caminhão deverá começar a ser produzido em série até 2020. Vale lembrar que até 2023 a fabricante entregará 1,6 mil caminhões elétricos para compor a frota de distribuição de bebidas da Ambev.

Exemplo em desenvolvimento a partir do potencial a ser usufruído exposto na área a que cabe à VWCO em Hanover, aparece no Constellation 33.440, protótipo que reúne a cabine brasileira e o chassi e o motor da MAN. O projeto busca atender aos segmentos canavieiro e madeireiro em tarefas severas com até 125 toneladas de capacidade máxima de tração.

Em serviços, a VWCO adianta que no começo do ano que vem estreará na América Latina a plataforma RIO. A solução de telemetria baseada na nuvem do Grupo Traton atenderá ao cliente com integração entre veículo, frotistas, pós-vendas e motoristas.

Fonte : Estradão