[ 26/5/2017 ]
Sindipeças não conta com linhas de finan...

[ 26/5/2017 ]
Mercedes-Benz fecha o maior contrato dos...

[ 26/5/2017 ]
Indústria de carros responde por mais de...

[ 26/5/2017 ]
Construção, máquinas e autos devem sofre...

[ 26/5/2017 ]
Prisma vira ano e traz novidades ...

[ 26/5/2017 ]
SUVs compactos caem no gosto popular...

[ 26/5/2017 ]
Diesel perde força e recua 15% na Europa...

[ 26/5/2017 ]
Volkswagen e JAC firmam joint-venture pa...

[ 26/5/2017 ]
Geely assume o controle acionário da bri...

[ 26/5/2017 ]
GM é processada nos EUA por suposta frau...

[ 25/5/2017 ]
Mercedes-Benz vê início de retomada do m...

[ 25/5/2017 ]
Aumento das exportações impulsiona contr...

[ 25/5/2017 ]
EPE vê carros elétricos com fatia de 2,5...

[ 25/5/2017 ]
CAOA Consórcios cria grupos para imóveis...

[ 25/5/2017 ]
Volkswagen Fox chega ao “ano novo” mais ...

[ 25/5/2017 ]
Fiat Toro chega à linha 2018 mais cara e...

[ 25/5/2017 ]
Contran divulga resolução que atualiza r...

[ 25/5/2017 ]
SUV totalmente elétrico da Ford será apr...

[ 25/5/2017 ]
Renault troca comando no Brasil a partir...

[ 25/5/2017 ]
Citroën do Brasil tem nova diretora come...




 

Data: 26/5/2017

Sindipeças não conta com linhas de financiamento
A mais recente crise política estourou no momento em que a indústria automotiva iniciava um longo diálogo com o governo com vistas a um complexo programa voltado ao alinhamento do setor às normas que regem a competitividade global. Mas, segundo o presidente do Sindicato da Indústria Nacional de Componentes Automotivos (Sindipeças), Dan Ioschpe, o cronograma dos trabalhos não foi interrompido. Seja por meio de reuniões ou tele¬conferências, as equipes técnicas de ambos os lados ¬ indústria e governo ¬ estão, diz, "a mil por hora".

O setor está sob pressão porque em dezembro encerra¬se o prazo do Inovar¬Auto, programa governamental, criado em 2012, que ofereceu incentivos para o setor investir na produção no Brasil. "O trabalho não parou nem um dia", afirma Ioschpe. São seis grupos, que discutem com frequência mínima de uma vez por semana.

O Ministério do Desenvolvimento é a porta de entrada desse trabalho que Ioschpe evita chamar de política industrial. "Estamos tratando de um regimento automotivo que criará regras para definir as características essenciais dos veículos em termos de segurança, eficiência energética e emissões, além de conectividade", afirma. A ideia, diz, é ter até 2030 um mapa evolutivo que dará à indústria a chance de se programar com antecedência e, ainda, ampliar a competitividade brasileira.

A direção do Sindipeças se contrapõe, entretanto, a uma ideia recorrente, entre as montadoras, de que a falta de investimentos no parque industrial dos fornecedores é, em grande parte, responsável pela falta de competitividade. Recentemente, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos (Anfavea), Antonio Megale, defendeu a criação de linhas de financiamento para autopeças como medida mais emergencial no novo programa, chamado de Rota 2030.

"Respeitando a posição de Megale, que falou na melhor das intenções, tenho muito temor em relação a mecanismos que alterem do dia para a noite a realidade de um setor. Isso me parece pouco provável e pouco recomendável, pois teriam algum custo. Não é assim que a maioria dos países age", diz Ioschpe.

Para o dirigente, a maior parte das soluções para o setor está relacionada à agenda macroeconômica. "Não temos uma bala de prata para resolver problemas que são horizontais do país, como a reforma trabalhista, juros e falta de infraestrutura", afirma.

Nos últimos cinco anos, a indústria de autopeças fechou 67,2 mil empregos no Brasil, o que representou corte de quase 30% na força de trabalho. No mesmo período, o ritmo de investimentos foi reduzido a um quinto. Na última análise setorial, baseada em consultas aos associados, o Sindipeças concluiu que haveria uma ligeira recuperação este ano, tanto no faturamento como no nível de investimentos. A projeção indica crescimento de 2,7% na receita global do setor, que chegaria a US$ 20,4 bilhões em 2017.

Para Ioschpe, apesar de ter sido duramente atingida pela crise, a indústria de autopeças "mostrou um grau de resiliência inesperado". Para ele, ao longo da maior crise da história do setor, a única dificuldade mais relevante foi uma disputa particular. Ele refere¬se aos desentendimento entre a Volkswagen e um fornecedor, o Grupo Prevent, que levou à paralisação da linha de produção da montadora durante vários meses em 2016.

Ioschpe lembra que em 2013, quando foram produzidos no Brasil 3,7 milhões de veículos, o setor investiu esperando, como se projetava então, que em pouco tempo o país alcançaria uma produção anual de 5 milhões. "Mas acordamos em 2016 com uma queda para 2 milhões de veículos, com uma economia que saiu do controle e os juros subindo. Parecia que não íamos conseguir operar nessas condições. Mas não foi o que ocorreu. O setor está cumprindo seu papel, entregando as peças e avançando nos temas do momento, como qualidade e inovação", afirma Ioschpe. O dirigente diz que alguns estão mais à frente e outros ficaram mais atrás. "Mas não se trata de um atributo da grande ou da pequena empresa. Não é uma questão de empresa nacional versus multinacional".

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos





 

Data: 26/5/2017

Mercedes-Benz fecha o maior contrato dos últimos nove anos
No maior contrato fechado pela montadora de veículos comerciais em nove anos, a Mercedes-Benz anunciou ontem a venda de 524 caminhões a frotistas que prestam serviços de transporte à produtora de etanol e açúcar Raízen.

Do total, 286 unidades do modelo Atego foram vendidas à locadora Borgato e serão usadas nas lavouras da Raízen em atividades de apoio à produção, como o transporte de produtos e materiais até os canaviais. Nesse caso, as entregas começaram em abril e vão até setembro.

Outras 238 unidades são caminhões extrapesados Axor, modelo capaz de carregar até 123 toneladas. Esses já foram entregues a um grupo de empresas que fazem o transporte de cana-de-açúcar para a Raízen.

O valor do negócio não foi divulgado. Embora os veículos tenham sido adquiridos por prestadores de serviços terceirizados, a negociação do contrato, que inclui ainda plano de manutenção da frota, foi feita pela Raízen.

Segundo Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas da Mercedes-Benz, a encomenda não vai ajudar a reduzir significativamente a ociosidade da fábrica da marca alemã em São Bernardo do Campo, já que o impacto é diluído ao longo dos meses de produção num parque industrial no qual a empresa tem condições de montar 80 mil veículos por ano.

O executivo comemora, porém, que o pedido reforça a posição de liderança da montadora no segmento de extrapesados usados em operações fora de estrada – como atividades do campo e mineração –, em que a Mercedes tem participação de 66,4%, com 888 unidades entregues nos quatro primeiros meses do ano.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Eduardo Laguna





 

Data: 26/5/2017

Indústria de carros responde por mais de 50% dos empregos do Polo Petroquímico de Camaçari
A produção de automóveis desponta como um dos principais motores da economia baiana. De acordo com o Comitê de Fomento Industrial de Camaçari (Cofic), no Polo Petroquímico, principal complexo industrial da América Latina, a fabricação de carros responde por mais de 50% dos empregos diretos do lugar.

Além da fábrica da Ford, que emprega 7.680 pessoas - 5.082 na própria empresa e 2.598 em parceiros - estão sediadas no complexo unidades das fabricantes de pneus Continental e Bridgestone que, juntas, são responsáveis por cerca de três mil postos de trabalho. Segundo a Cofic, ao todo, o Polo Petroquímico possui 15 mil empregos diretos e outros 30 mil indiretos.

Para o superintendente de Comunicação da Cofic, Érico Oliveira, a chegada da indústria automotiva em Camaçari foi um marco na história do município, uma vez que diversificou a produção e alavancou os investimentos.

“O segmento automotivo elevou a oferta de empregos para a região, sobretudo para as cidades de Camaçari e Dias D’Ávila, abrindo espaço para um importante ramo gerador de trabalho e renda. E o fato de a maioria das pessoas morar no entorno do complexo mudou o parâmetro econômico da região”, diz Oliveira.

Atualmente, além da montadora, a Ford mantém em Camaçari uma das suas fábricas de motores e atraiu grandes indústrias correlatas. “A Ford é um complexo dentro do complexo de Camaçari, pois agrupa parceiros que trabalham em conjunto para produzir cerca de 250 mil carros por ano”, completa.

Ford

Inaugurada em outubro de 2001, a fábrica contou com US$ 1,9 bilhão de investimento na construção (US$ 1,2 bi da própria Ford e US$ 700 mi dos fornecedores). Em fevereiro deste ano, após 11 meses de layoff, a fábrica voltou a operar em três turnos.

A unidade produz o Novo EcoSport - 34% da produção - e o Novo Ka Hatch e Sedan - 66% - e é o único Centro de Desenvolvimento de Produto da empresa alemã na América do Sul. Atualmente, 72% dos veículos produzidos abastecem o mercado interno e 28% vão para exportação.

De acordo com o gerente da fábrica, Silvio Illi, dentre os estados com potencial para receber a unidade, a Bahia foi o que ofereceu as melhores condições para a instalação. Illi diz ainda que foi considerado o fato de Camaçari possuir uma localização geográfica estratégica, entre o Sudeste e o Nordeste do país, e ainda o fato de a cidade já comportar um complexo industrial.

Outra vantagem foi a possibilidade de gerenciar um porto, o que permitiu ganho de produtividade nas operações de importação e exportação. Segundo ele, a unidade na Bahia é a única a administrar um terminal portuário privativo.

“A construção de uma nova fábrica em Camaçari foi um grande marco na virada da Ford. Foi a partir da vinda da Ford para Bahia que foi criada uma nova categoria automotiva de SUV no mercado brasileiro”, aponta Illi.

Sustentabilidade

Este ano, a Ford de Camaçari conseguiu zerar a emissão de resíduos para os aterros sanitários. A montadora realiza captação de água da chuva, tratamento de efluentes industriais e utiliza tinta à base de água e cabines automatizadas de pintura, que eliminam o desperdício. Há ainda o aproveitamento máximo da luz e ventilação naturais, que reduzem o consumo de energia.

A empresa mantém um centro de educação ambiental, onde realiza atividades, como plantio de hortas, produção de mudas e compostagem. Já foram atendidos no espaço mais de quatro mil alunos e professores de 132 escolas públicas de Camaçari. No entorno da fábrica, foi feito um trabalho de reflorestamento da Mata Atlântica, no qual já se plantou 211 mil mudas em 110 hectares.

Pneus

Além da produção de veículos, é expressiva também a fabricação de pneus no Polo. Juntas, as empresas Bridgestone e Continental produzem, diariamente, cerca de 33 mil unidades, que abastecem o mercado brasileiro, a América Latina e América do Norte.

Inaugurada em fevereiro de 2007, a Bridgestone emprega mais de 1,2 mil pessoas e já produziu cerca de 23 milhões de unidades. A Continental, que emprega cerca de dois mil, produz diariamente 23 mil pneus para carros de passeio, caminhões e ônibus.

Para a Continental, a Bahia foi escolhida para receber a fábrica pelo potencial logístico, parceiros de negócios e qualidade de trabalho, além dos incentivos do governo.

Já a Bridgestone disse pautar seus investimentos no longo prazo. “A empresa tem convicção da importância do mercado brasileiro e apostou na parceria com a Bahia como plataforma para um crescimento consistente e sustentável de suas operações”, diz.

Ford investe em mão de obra local e formação de líderes

Ao longo dos seus 15 anos de história no Polo de Camaçari, a Ford vem investindo na mão-de-obra da região e dando preferência aos profissionais em busca da primeira experiência. Segundo a empresa, 90% de mão de obra é local e 60% do quadro está no primeiro emprego.

O executivo de Manutenção e Engenharia Leandro Damasceno, 33 anos, é um desses casos. “Meu primeiro emprego foi aqui. Eu fazia curso técnico de eletrotécnica e, como meu pai trabalhou no Polo, sempre tive uma atração pela área industrial. Entrei no processo seletivo para os primeiros operadores da fábrica e fui treinado pelo Senai”, conta. Ele está há mais de 15 anos na empresa.

O impacto da chegada da indústria foi sentido também na área social. Além dos ganhos gerados pelo incremento no número de empregos, ações diretas têm melhorado a qualidade de vida da população.

Fonte : Correio da Bahia/Saulo Miguez e Juliana Montanha





 

Data: 26/5/2017

Construção, máquinas e autos devem sofrer mais na "nova" crise
Os setores de construção civil, máquinas e equipamentos e automotivo são os que estão sujeitos a sofrer revisões mais significativas nas projeções de desempenho para 2017 e 2018 por conta da crise política detonada com a divulgação de delações que envolvem o presidente Michel Temer, segundo avaliação da Tendências. A consultoria ressalta que a revisão não significa projeção de queda para a atividade dos três setores. A retomada da economia puxada pelos três segmentos a partir do segundo semestre, porém, deve se tornar mais demorada ainda do que já se imaginava.

A conclusão da Tendências baseia¬-se em relatório no qual a área de análise setorial e inteligência de mercado classifica de forma qualitativa 28 segmentos de atividade segundo a exposição ao risco com o eventual impacto da crise em alguns elementos¬-chave do cenário econômico.

O economista e diretor de análise setorial da Tendências, Adriano Pitoli, explica que a consultoria ainda não revisou as projeções para o ano e, de modo geral, não deve fazer grandes mudanças no cenário de atividade econômica. A consultoria, porém, deve revisar para baixo as projeções para os indicadores de atividade para mercado imobiliário, bens de capital e setor automotivo.

O economista destaca que não se trata de projetar novas quedas acentuadas nesses setores para 2017 ou 2018. A retomada deles e do restante da economia, porém, que já se imaginava lenta, deverá ocorrer em ritmo ainda mais lento. "A crise não irá abortar a reação, mas ela será mais volátil e mais demorada".

Os segmentos automotivo, de construção civil e de máquinas e equipamentos são pró¬cíclicos, explica Pitoli, e foram os que mais sofreram desde 2014. Exceto construção, ressalva, esses setores vinham exibindo indicadores de retomada de atividade. "Antes da nova crise esperávamos que esses segmentos puxassem a retomada contribuindo com variações maiores de taxas de crescimento no segundo semestre de 2017 e ao longo de 2018 e 2019".

Pitoli diz que as taxas de crescimento dos três segmentos, imaginava¬se, seriam destaque no segundo semestre do ano. Mas a perspectiva, pondera, não era de euforia. "Antes desse novo round de crise política já pensávamos que esses segmentos só iriam voltar para patamares de 2104 em 2020 ou 2021. Agora pode demorar mais", avalia.

"Tudo leva a crer que a economia sairá um pouco machucada, isso já está praticamente contratado", aponta o economista. Os três setores já citados, diz, que são bem sensíveis ao ciclo econômico, já estão "chamuscados". Por isso a retomada significativa para eles no segundo semestre de 2017 e em 2018 e 2019 já ficou menos provável.

Dentre 28 setores analisados pela Tendências, 12 estão submetidos a um risco maior com a mudança do quadro conjuntural por conta da nova crise. Foi analisada a exposição dos diversos segmentos a riscos em relação a eventuais efeitos da crise no câmbio, ciclo econômico, mercado de trabalho, restrição ao crédito, programa de concessões e confiança.

Pitoli alerta que ainda não é possível saber qual exatamente é o risco de mudança de cenário, já que o desfecho da nova crise política ainda não está claro. O quadro traçado até agora pela consultoria, porém, não é tão nebuloso.

"Estamos um pouco mais inclinados a considerar que o desfecho da crise teria consequências não tão danosas para a atividade econômica", diz ele. Para esse quadro a consultoria considera dois desfechos possíveis e que parecem mais favoráveis neste momento: o primeiro, no qual o presidente Michel Temer consiga restabelecer as condições de governabilidade e que o bombardeio se dissipe. O segundo, no qual Temer cai rapidamente e o novo presidente preserva a agenda econômica em curso.

São dois desfechos muito distintos do ponto de vista político, diz Pitoli, mas com mesmo impacto de contaminação limitada, do ponto de vista da economia. Para explicar isso, o economista faz um paralelo com alguns períodos da história recente do Brasil, como a década de 80. Naquele período, lembra ele, não havia consenso sobre o diagnóstico das origens da crise e sobre os remédios. "Hoje não só existe um consenso do que fazer para tirar o país da crise como essas medidas já estão sendo tomadas", compara.

Por isso, diz Pitoli, a preservação da equipe econômica atual seria condicionante fundamental para um desfecho benigno da crise. "Quem está na cadeira de presidente não é tão crucial desde que se garanta a continuidade da agenda econômica", avalia. Uma das medidas cruciais, exemplifica, é a reforma da previdência.

O que a consultoria considera neste momento como desfechos menos favoráveis, diz ele, seria a continuidade de Temer com manutenção da crise de governabilidade por longo tempo ou um novo presidente que não consiga aglutinar forças políticas para levar à frente a agenda atual.

Fonte : Valor Econômico/Marta Watanabe





 

Data: 26/5/2017

Prisma vira ano e traz novidades
O sedã compacto Chevrolet Prisma estreia a linha 2018 com novidades em todas as versões (Joy, LT e LTZ).

A versão de entrada Joy 1.0 (R$ 45.790) passa a ser vendida só na configuração Conforto, que adiciona trava elétrica das portas e alarme antifurto à lista composta por ar-condicionado, direção elétrica, painel com velocímetro digital e conta-giros, cinto do motorista com regulagem de altura, sistema de monitoramento da pressão dos pneus, vidros dianteiros elétricos, entre outros itens.

A intermediária LT 1.4 (R$ 55.790) e top de linha LTZ 1.4 (R$ 60.990) ganham nova opção cor para a carroceria, o Imperial Blue, um tom escuro de azul. O Carpress conferiu essa nova cor na fábrica de São Caetano do Sul (SP) e de fato ela chama muito a atenção. Outra novidade é a luz de neblina na parte inferior do para-choque traseiro.

“O Prisma é um carro bastante equipado para sua faixa de preço, com destaque para a oferta de itens de conectividade e de segurança exclusivos no segmento”, afirma Hermann Mahnke, diretor de Marketing da General Motors.

A linha 2018 traz também novo posicionamento dos logos de identificação do nome do carro e da versão na base da tampa traseira. A partir de agora, o nome do carro fica na esquerda, e o da versão, na direita. Essa mudança segue o padrão global da Chevrolet.

Fonte : Carpress





 

Data: 26/5/2017

SUVs compactos caem no gosto popular
O mercado brasileiro de veículos chegou em 2017 a uma situação inédita: a venda de utilitários esportivos, conhecidos pela sigla SUV, superou pela primeira vez o consumo de carros de entrada, que estão entre os mais baratos. De janeiro a abril, os SUVs alcançaram 21,4% do mercado de automóveis, contra 17,5% em igual período de 2016, segundo dados da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores).

Há quatro anos, quando as vendas de veículos bateram recorde no Brasil, este segmento representava apenas 8,9%. Os carros de entrada, por sua vez, fizeram o caminho inverso. Em 2012, tinham a maior fatia do mercado, com 31,3% do total. Hoje, no acumulado de 2017, são 20,7%.

Em 2013, quando a indústria automotiva atingiu a produção de 3,8 milhões de unidades, o segmento de SUVs compactos representava 5%. Mesmo com a queda da produção, que ano passado chegou à faixa de 2 milhões, conseguiu chegar a 13%. Os SUVs médios e grandes, como Tuckson e ASX, tiveram crescimento menor, ficando na faixa de 7%.

Virada

A virada começou a se desenhar em 2015, por meio de dois movimentos. De um lado, a alta do desemprego e a menor oferta de crédito por parte dos bancos reduziram a chance dos mais pobres de obterem financiamento para adquirir um carro zero. Do outro, as montadoras, percebendo que só os mais ricos continuariam com poder de compra, concentraram seus esforços no lançamento de veículos que pudessem agradar a este público, dando preferência aos SUVs.

Praticidade e agilidade são dois pontos que têm atraído o consumidor dos compactos. “As nossas pesquisas mostram que os clientes buscam design e espaço interno para a família e para a bagagem. O tamanho dos compactos também atrai pela praticidade de mobilidade, uma vez que os espaços para estacionamento estão cada vez menores”, comenta Juliana Fukuda, gerente de marketing da Nissan.

A altura dos SUVs também é um ponto importante, na avaliação da gerente, pois pelo lado de fora garante uma segurança em relação a fatores externos, como assaltos, e de dentro, o motorista tem uma visibilidade maior. “É um conjunto de fatores que tornam mais atrativos os SUVs”, disse.

Foco

A montadora está concentrando o seu foco no crossover Nissan Kicks, que desembarcou no País ano passado. Inicialmente, o modelo chegou apenas nas versões topo de linha, produzidas na planta do México. Mas a partir deste ano, a Nissan nacionalizou a produção e deve ampliar a gama de versões. “Hoje, o SUV representa em torno de 40% a 50% das nossas vendas. Estamos, inclusive, com falta de algumas versões do Kicks. As vendas aceleraram mais rápido do que esperávamos”, afirma Fukuda.

O crossover urbano é produzido no Complexo Industrial de Resende, no Estado do Rio de Janeiro. Com a chegada do modelo brasileiro, o Kicks conta com versões S, SV, SL, além de um modelo voltado para pessoas com deficiência (PcD) e táxis. Outras novidades são a oferta do câmbio manual e a disponibilidade de novos equipamentos – alguns deles inéditos para o segmento – e de novas cores e combinações 2-Tone.

Novos modelos

A Renault lançou uma ‘estratégia SUV’ no Salão do Automóvel de São Paulo, em novembro do ano passado, quando apresentou pela primeira vez o SUV compacto urbano Kwid, em versão conceitual; o Captur; e também o Koleos, um SUV topo de linha. Os três carros serão lançados este ano.

“Os três novos SUVs são fundamentais na nossa estratégia de continuidade de crescimento da Renault no Brasil. O novo design mundial da marca, aliado à conectividade para facilitar o dia a dia dos clientes, foram as prioridades no desenvolvimento destes produtos”, afirma Fabrice Cambolive, presidente da Renault do Brasil.

Totalmente em linha com a nova identidade da Renault, os veículos têm carroceria musculosa, linhas bem marcadas, distância elevada do solo e balanços dianteiros e traseiros pequenos, oferecendo ótimos ângulos de entrada e saída.

O Captur chegou às lojas em março. Amplo espaço interno e conectividade são os pontos fortes do novo SUV da montadora francesa. Mas a grande aposta da Renault é o Kwid. O novo compacto urbano será lançado no Salão do Automóvel de Buenos Aires, em junho. Na sequência, chega o Koleos, que foi apresentado recentemente no Salão de Paris. O carro chega com uma versão premium de grande porte com alta tecnologia embarcada. Traz, entre outros equipamentos, alerta de ponto cego, sistema de áudio Bose e sistema multimídia com tela de 8,7”.

A montadora conta com uma gama de SUVs, que tem ainda o Duster, considerado um modelo extremamente robusto e versátil. Além da Duster Oroch, picape baseada no SUV que inaugurou um segmento.

General Motors, Volkswagen, Toyota e até mesmo Fiat estudam produção local de SUVs pequenos. Por alguns anos, as vendas foram dominadas pela Ford, com o EcoSport, primeiro carro nacional dessa categoria, lançado em 2003.AFordnãorevelaaprevisão de lançamentos para este ano, mas de acordo com o porta-voz da montadora, Fernando Pfeiffer, o segmento, em especial o compacto, tem uma grande importância para a empresa.

Fonte : Folha de Londrina/Agência Estado/Aline Machado Par





 

Data: 26/5/2017

Diesel perde força e recua 15% na Europa em abril
Dados de mercado compilados pela empresa de consultoria JATO Dymanics mostram que, mês a mês, o domínio dos motores diesel vem perdendo força na Europa. Em abril, por exemplo, as vendas gerais do mercado recuaram cerca de 7,1%, ao passo que a participação do combustível caiu a mais do que o dobro. As planilhas apontam que a queda foi de mais de 15% na comparação com igual período do ano passado – e não há perspectiva de recuperação.

“Embora existam várias explicações para essa mudança, todas as evidências apontam para o Dieselgate como razão principal para o início deste declínio”, explica Felipe Munoz, analista automotivo. “Desde a descoberta deste escândalo, em 2015, o diesel tem sofrido grandes contratempos à sua reputação, e governos passaram a considerar novas leis que afetam diretamente proprietários de carros diesel – como planos no Reino Unido para um esquema de sucata diesel”, completa.

Há exatamente um ano, um em cada dois carros vendidos em Europa era alimentado por diesel. No mês passado, esse índice caiu para 46% e tirou do combustível o título de dominante entre os europeus. Paralelamente, o mercado de híbridos e elétricos só cresce e ganha cada vez mais a atenção dentro das grandes montadoras. Seria o fim dos motores diesel?

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 26/5/2017

Volkswagen e JAC firmam joint-venture para elétricos na China
A Volkswagen e a JAC acabam de anunciar na China a formação de uma joint-venturepara produção local de veículos equipados com propulsão elétrica. Conforme relata a agência de notícias Reuters, a aliança já recebeu luz verde por parte do governo chinês e foi, inclusive, aprovada pela Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reformas (NDRC, na sigla em inglês).
A cooperação entre as duas empresas prevê o investimento de US$ 740 milhões no negócio, com o objetivo de alcançar um número superior a 100 mil unidades produzidas por ano. Trata-se do ponta-pé inicial no ambicioso plano de eletrificação da Volkswagen em nível global. Só para a China, a meta é emplacar 400 mil exemplares/ano a partir de 2020, contando híbridos e elétricos.

A gigante alemã também encontra no próprio governo chinês um forte inventivo para o projeto. O país promove agressivamente o segmento como forma de reduzir a emissão de gases – problema constante nas grandes metrópoles asiáticas.

Fonte : Carplace/Dyogo Fagundes





 

Data: 26/5/2017

Geely assume o controle acionário da britânica Lotus
Dona da Volvo, a chinesa Geely comprou 49,9% das ações da fabricante malaia Proton acabou levando também a Lotus, que integrava o mesmo grupo automotivo. Agora, os chineses detêm 51% da marca britânica de esportivos fundada nos anos 50 por Colin Chapman e que até 2015 dava nome à tradicional equipe da Fórmula 1.

Fabricante de modelos leves e ágeis como Evora, Exige e Elise, a Lotus pertencia desde 1996 à Proton, montadora surgida nos anos 80 e conhecida por comercializar veículos compactos e acessíveis.

Os números do negócio não foram divulgados. Daniel Donghui Li, chefão da Geely, declarou que o acordo vai expandir a linha atual e acelerar o desenvolvimento de novos carros da Lotus, com o aporte de novas tecnologias.

O negócio também tem o objetivo de recuperar a Proton, que já deteve mais de 70% do mercado local, participação que caiu para cerca de 15%. Hoje, a Proton comercializa modelos de fabricantes estrangeiras com o seu emblema.

Fonte : Auto Estrada/Alessandro Reis





 

Data: 26/5/2017

GM é processada nos EUA por suposta fraude em testes de poluentes de caminhões
A General Motors foi acusada, em um processo movido por donos de caminhões a diesel, de usar um software para fraudar testes e com isso realizar emissões em níveis ilegais nos Estados Unidos. Proprietários do Chevrolet Silverado e do GMC Sierra Duramax abriram processo contra a montadora nesta quinta-feira, 25, em um tribunal federal de Detroit.

O processo tem como alvo mais de 705 mil veículos estimados nas ruas, com modelos entre 2011 e 2016. A GM afirmou que as alegações contra as empresas são "sem base" e que se defenderá "vigorosamente". A montadora disse que os veículos estão de acordo com todas as regulações do país.

O litígio é lançado após o Departamento de Justiça dos EUA abrir um processo civil contra a Fiat Chrysler Automobiles, na terça-feira, acusando-a de trapacear em testes de emissões de motores a diesel. A Fiat negou que tenha usado um software ilegal para burlar os reguladores.

A Volkswagen, por sua vez, admitiu a culpa para resolver uma investigação similar nos EUA. Os acordos da Volks com consumidores, concessionárias, reguladores, procuradores-gerais estaduais e promotores dos EUA totalizaram mais de US$ 25 bilhões, dependendo de quantos veículos a companhia comprar de volta.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Dow Jones Newswires