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Data: 21/7/2017

Volkswagen tenta reconquistar simpatia do consumidor brasileiro
O ano passado foi bastante difícil para David Powels, no comando da Volkswagen do Brasil desde 2015 e de toda a operação na América do Sul desde 2016. Uma polêmica briga com um fornecedor em torno de preços de peças suspendeu entregas de bancos, entre outros itens importantes, e obrigou a montadora a paralisar a produção nas quatro fábricas do Brasil várias vezes. Entre os muitos efeitos dessas paradas, a Volks, líder de mercado no passado, viu a participação no país cair para 6,9% em outubro.

Para piorar a situação, a filial brasileira sofreu os efeitos de um dos maiores escândalos da indústria automobilística mundial. O grupo Volkswagen foi o principal alvo de investigação que trouxe à tona uma fraude para falsificar testes de emissões em seus veículos. O chamado “dieselgate” obrigou a empresa a reparar milhões de veículos.

Mas agora Powels está disposto a virar a página e partir para a construção do que ele chama de “nova Volkswagen”. Não se trata de uma simples renovação de produtos, embora esse seja um ponto importante do plano. A linha de veículos da marca será totalmente renovada em três anos.

O plano é complexo. Trata-se, diz, de uma mudança de atitude. O executivo traçou uma série de metas para tornar a imagem da Volks “mais quente”, como ele mesmo diz. Powels reconhece que, com o aumento da concorrência e chegada principalmente de marcas asiáticas, nos últimos dez anos a Volks distanciou-se de um consumidor que no passado lhe jurava fidelidade eterna.

“Perdemos imagem e ficamos com um portfólio velho”, diz o executivo, com uma profunda dose de humildade. E o faz com grande pesar. A Volkswagen, seu segundo empregador, é responsável, diz, por três décadas de grandes oportunidades de um desenvolvimento profissional. Além da filial da Volks na África do Sul, onde exerceu várias funções, também trabalhou na Alemanha e Brasil, onde assumiu a vice-presidência de finanças durante cinco anos.

Seu primeiro emprego, de contador, foi na filial sul-africana da Delloite. Ali permaneceu durante três anos. Mas Powels, pertencente à terceira geração de uma família de Porto Elizabeth, descendente da mistura de ingleses belgas e holandeses, achava o trabalho em consultoria “muito chato”. Partiu para a indústria automobilística, de onde nunca mais saiu. A Volks no Brasil

Além da renovação da linha de produtos, que começa daqui a três meses com o novo Polo, Powels elaborou um projeto para o que chama de “latinização” da Volks. O ponto de partida foi sua promoção, há um ano, a presidente de toda a operação que reúne Brasil, Argentina e mais 27 países, incluindo o Caribe.

O grupo Volks era um dos poucos, entre as grandes montadoras, a não ter toda a região sul-americana sob comando de quem dirige a operação no Brasil. Até a nomeação de Powels para o cargo quem cuidava das vendas nesses países vizinhos ficava na Alemanha. “Muito longe”, diz o executivo. Por conta da distância, até hoje a marca amarga participação pequena, de 2%, nos mercados da região excluindo Brasil e Argentina, onde estão as fábricas. Agora Powels planeja elevar a fatia para 5% em três anos e para 7% a médio prazo.

Uma parte da expansão de vendas nesses mercados se dará por meio da renovação dos carros produzidos no Brasil e Argentina. A fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC, a maior, terá linha do Polo este ano e de um sedã derivado da mesma plataforma, o Virtus, previsto para o primeiro semestre de 2018. A unidade de São José dos Pinhais (PR) receberá versões picape e utilitário esportivo dessa mesma plataforma. E para a Argentina o executivo começa a pensar na produção de um novo utilitário esportivo.

A diferença em relação a lançamentos recentes, destaca o executivo, é que, embora as plataformas sejam globais, as preferências do consumidor brasileiro serão mais relevantes no desenvolvimento do desenho e conteúdo dos veículos. Powels também promete mudanças, que incluem custo de franquia, no relacionamento com os 545 concessionários da marca.

Na área trabalhista, o executivo comemora os contratos com validade de cinco anos, fechados em 2016 com cada um dos sindicatos que representam os 16 mil funcionários no Brasil. Segundo ele, esses acordos, que privilegiam, sobretudo, a flexibilização de jornada, foram imprescindíveis para a renovação da linha.

A chegada de novos carros suspende a necessidade de trabalhar com jornada reduzida. Há poucos dias, foi anunciada a volta da jornada completa, de cinco dias, na fábrica de Taubaté (SP). “Foi a primeira boa notícia dos últimos 30 meses”, destaca Powels. Segundo ele, quando a produção do Polo começar a jornada voltará a ser de cinco dias também em São Bernardo.

Segundo o executivo, a crise ajudou a companhia a montar uma estratégia de futuro. E com isso, em dois anos houve um ganho de produtividade de cerca de 25%.

Mas não é só em relação ao consumidor que Powels pretende tornar a Volks “menos fria”. Há algum tempo ele decidiu adotar no Brasil um programa que inventou quando era presidente da filial da África do Sul. O presidente faz visitas periódicas nas fábricas, nas quais conversa e até almoça com alguns operários. “Queremos ser uma companhia mais aberta”.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos





 

Data: 21/7/2017

Nissan inicia segundo turno no Complexo Industrial de Resende
O presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva, inaugurou oficialmente, está semana, o segundo turno de produção do Complexo Industrial de Resende. Durante sua visita à fábrica, Marco fez questão de cumprimentar os 600 novos funcionários. O novo turno de operação da unidade industrial foi implementado para absorver a demanda nacional pelo Nissan Kicks, crossover global da marca, que passou a ser produzido no Sul Fluminense em abril deste ano.

"É um momento importante para a Nissan, no qual, além de reforçarmos nosso compromisso com o Brasil, por meio da produção do Kicks nacional, mostramos que a companhia está num momento de expansão, investindo no país e gerando empregos", afirma Marco Silva, presidente da Nissan do Brasil.
A produção do Nissan Kicks no Complexo Industrial de Resende faz parte de um investimento de R$ 750 milhões. A nova força de trabalho foi incorporada à planta de forma gradativa, para que toda a equipe pudesse ser treinada e desenvolvida dentro dos padrões globais de qualidade da Nissan.

"Os processos de produção da Nissan no Brasil estão dentro do que há de mais moderno no mundo no que diz respeito à qualidade dos produtos, à sustentabilidade e à eficiência da manufatura. Por isso, capacitar cada funcionário foi uma das nossas prioridades, para que eles chegassem neste momento e assumissem o segundo turno com autonomia, precisão, eficiência e também com segurança", explicou Marco Silva.

Os recém-contratados são oriundos do Formasan, um curso específico, realizado em parceria entre a Nissan e o SENAI. Aqueles que concluíram o curso com o aproveitamento exigido, seguiram para o processo seletivo da Nissan, onde cumpriram outras etapas eliminatórias. Em seguida, passaram pelas quatro fases do treinamento interno da Nissan, antes de assumirem suas funções definitivas.

O Complexo Industrial da Nissan passa a contar com uma força de trabalho de 2.400 pessoas. Operando em dois turnos, a fábrica, inaugurada há três anos, produz o crossover Kicks, os compactos March e Versa, além dos modernos motores 1.0 12V de 3 cilindros e 1.6 16V de 4 cilindros.

Fonte : Revista Publiracing





 

Data: 21/7/2017

MAN lança chassi leve para carro-forte com mais capacidade de carga
A MAN Latin America, líder no segmento de transporte de valores, apresenta mais uma novidade para o segmento: o chassi leve para carro-forte VW 9.160 CE, com PBT (Peso Bruto Total) aumentado de 8,5 mil quilos para 9,3 mil quilos, o maior da categoria.

Para permitir a maior capacidade de carga 10% superior, o novo VW 9.160 CE acelerou em robustez, com melhorias que tornaram o chassi apto a levar o peso extra.

O motor que equipa o veículo é o Cummins ISF com tecnologia SCR de emissões Euro 5, que apresenta um ótimo desempenho e durabilidade, com baixo nível de manutenção como consequência. A maior faixa de torque, com ampla faixa de rotações, contribuindo para a redução do número de trocas de marchas e maximizando a economia de combustível.

O chassi é equipado com transmissão ZF S5-420 HD com 05 marchas à frente (sincronizadas) e 01 à ré, e acionamento direto, o que proporciona maior durabilidade ao conjunto.

A segurança é reforçada com freio de serviço a ar, tambor nas rodas dianteiras e traseiras com sistema ABS mais EBD. Juntos eles impedem o travamento das rodas, gerenciado automaticamente a quantidade de força aplicada em cada roda a fim de maximizar a potência de frenagem mantendo o controle veicular.

“Oferecemos veículos que contribuem para mais segurança no transporte de cargas, tanto no que diz respeito à condução quanto proteção de valores”, afirma Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Família de valores

Pioneira no segmento de transporte de valores, a MAN Latin America oferece hoje o maior portfólio de veículos para o segmento de valores, com os chassis vocacionais 5.150 CE, 8.160 CE e 9.160 CE, além do caminhão rígido Delivery 10.160 e o Constellation 24.280 e agora o cavalo-mecânico Constellation 25.420.

Os modelos vêm com configuração adequada para a blindagem e a segurança que a operação exige. Com a vantagem de contar com garantia de fábrica para todas as modificações. A linha para transporte de valores combina alta tecnologia, desempenho elevado e atendimento às mais pesadas exigências operacionais, reconhecida por sua força, tecnologia embarcada e capacidade operacional.

Fonte : O Documento





 

Data: 21/7/2017

Prazo para novas regras sobre produtos perigosos foi ampliado
A ANTT, Agência Nacional de Transportes Terrestres, prorrogou prazo para que o transportador de adapte às novas regras do transporte de produtos perigosos. A Resolução nº 5.232/2016 aprovou instruções complementares ao Regulamento Terrestre do Transporte de Produtos Perigosos. No documento anterior o setor dispunha de sete meses para se adequar às novas regulamentações, agora o prazo se estende até 16 de dezembro de 2017.

As novas exigências são baseadas nas recentes atualizações do Regulamento Modelo da Organização das Nações Unidas, o Orange Book, documento elaborado por comitê de peritos em transporte de produtos perigosos da ONU e referência para a maior parte dos países.

A regulamentação acrescenta mais segurança ao transporte dessas cargas. O texto prescreve itens mais atualizados no que diz respeito às exigências de embalagem, sinalização, operação de transporte e transporte em quantidade limitada. O documento ainda traz regras para o transporte de novos produtos químicos perigosos que foram incorporados ao regulamento internacional nos últimos anos.

Fonte : Estradão





 

Data: 21/7/2017

Governo eleva PIS/Cofins sobre combustíveis
O governo federal promoveu forte elevação nas alíquotas de PIS/Cofins sobre combustíveis, prevendo uma injeção de 10,4 bilhões de reais nos cofres públicos, e também anunciou nesta quinta-feira um contingenciamento adicional de 5,9 bilhões de reais no Orçamento, buscando assegurar o cumprimento da meta fiscal em meio à ainda cambaleante recuperação econômica.

Do lado dos impostos, a maior contribuição virá do aumento da alíquota de PIS/Cofins sobre a gasolina, para o patamar de 0,7925 real por litro ante 0,3816 real hoje - uma expansão de 41 centavos. A previsão de arrecadação no ano com a investida é de 5,192 bilhões de reais.

A alíquota de PIS/Cofins sobre o diesel, por sua vez, passou de 0,2480 para 0,4615 real por litro, o que deverá render à União 3,962 bilhões neste ano.

Em relação ao etanol produtor, a alíquota sofreu um ajuste mais modesto, de 0,1200 para a 0,1309 real por litro. Para a categoria etanol distribuidor, no entanto, o percentual passou de zero para 0,1964 real por litro. Nos dois casos, a expectativa de arrecadação é de 115 milhões e de 1,152 bilhão de reais em 2017, respectivamente.

"O aumento das alíquotas do PIS/Cofins sobre combustíveis é absolutamente necessário tendo em vista a preservação do ajuste fiscal e a manutenção da trajetória de recuperação da economia brasileira", afirmaram os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo Oliveira, em nota.

O encarecimento dos combustíveis vem num momento em que o governo não mais se preocupa com um eventual impacto sobre a inflação, que segue em patamares bastante baixos após dois anos de profunda recessão econômica. Nos 12 meses até junho, o IPCA acumulou avanço de 3%, tocando o piso da meta oficial de 4,5%, com tolerância de 1,5 ponto percentual.

Em relação ao contingenciamento adicional, adiantado mais cedo pela Reuters, os ministros afirmaram que o "valor deverá ser compensado por receitas extraordinárias que ocorrerão ainda este ano".

A definição sobre o tamanho do novo congelamento se deu após reunião nesta tarde dos ministros com o presidente Michel Temer no Palácio do Planalto.

Isso porque, mesmo acertada a elevação dos tributos sobre combustíveis, técnicos do governo ainda apontavam rombo que deveria ser coberto por medidas adicionais.

Considerando as duas investidas, o governo contará com ajuda extra de cerca de 16 bilhões de reais para garantir o cumprimento da meta de déficit primário de 139 bilhões de reais deste ano, compromisso que Meirelles tem dito não abrir mão.

O cenário de fracas receitas tem estrangulado parte do andamento da maquina pública, o que levou alguns na equipe econômica a cogitar descontingenciar parte dos 39 bilhões de reais congelados no Orçamento deste ano. Mas, com o quadro fiscal delicado, o governo decidiu aumentar o contingenciamento para cerca de 43,9 bilhões de reais.

Em 12 meses até maio, último dado disponível, o rombo primário do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência) somava 167,6 bilhões de reais, bem acima da meta fechada para o ano.

Esta é a segunda vez que o governo Temer eleva impostos para assegurar o cumprimento da meta fiscal. Em março, havia anunciado equiparação da incidência do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para cooperativas de crédito com a que valia para bancos, além da reoneração da folha de pagamentos para cerca de 50 setores - esta última ainda pendente de aprovação pelo Congresso Nacional.

Naquela época, o contingenciamento foi definido em 42 bilhões de reais. Apesar de ter diminuído o tamanho do corte em maio, o governo voltou a endurecer o aperto a um patamar ainda mais alto agora, evidenciando os desafios para a retomada de uma trajetória fiscal sustentável.

Na nota divulgada nesta quinta-feira, Fazenda e Planejamento informaram que o relatório de avaliação de receitas e despesas do terceiro bimestre será divulgado na sexta-feira. O documento detalhará os cálculos feitos pelo governo que justificaram a decisão pelo aumento de tributos.

Fonte : Reuters





 

Data: 21/7/2017

Novo prazo anima
Portaria publicada nesta semana pelo Inmetro, no Diário Oficial da União, adiou pela quarta vez o prazo para que os ônibus rodoviários saiam de fábrica com plataformas elevatórias para pessoas com deficiência.

Com isso, a regra, que entraria em vigor neste mês, passa a valer só em 1º de julho de 2018.

A partir dessa nova data, ficará proibida a utilização da cadeira de transbordo para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida.

A novidade agrada os fabricantes de ônibus do país, que estavam com pedidos em suspenso no aguardo dessa definição, já que a inclusão de plataformas elevatórias nos ônibus implica custos extras aos operadores interessados em renovar as frotas.

Como a possibilidade de adiamento da medida era aventada, e trabalhada nos bastidores, o mercado ficou em compasso de espera.

A expectativa é de que 2 mil ônibus rodoviários estejam com os pedidos represados no aguardo da protelação, que desobriga o dispositivo, tornando o produto mais barato.

A primeira previsão era de que os ônibus já saíssem com os dispositivos mais confortáveis e seguros de fábrica a partir de 2015.

Quem sai prejudicado? Os consumidores com mobilidade reduzida.

Fonte : Pioneiro





 

Data: 21/7/2017

Concessionária Paulista comemora vendas do Audi Media Box
O Audi Media Box foi lançado recentemente e já é sucesso na nova Caraigá Morumbi, atraindo consumidores principalmente por sua interatividade, que inclui a utilização de mapas do aplicativo Waze.

Com o equipamento, o sistema multimídia passa a executar novos recursos, como a conexão à internet liberando acesso a sites por meio do browser web, leitura de e-mails e os passageiros podem ainda ouvir mais de 30 mil estações de rádio do mundo todo, além de broadcasts online.

O acesso à internet é realizado por meio da função wifi de compartilhamento, que utiliza dados de rede do celular dos passageiros. “O componente pode ser implantado atualmente no recém reestilzado Audi A3, em breve será repassado para outros modelos da marca. O Audi Media Box custa R$ 5.990,00, lembrando que a instalação é realizada gratuitamente por nossos funcionários especializados.”, completa Joice Candido, responsável pelo departamento de acessórios da Caraigá Morumbi.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 21/7/2017

Hyundai New Tucson ganha nova versão
Ainda convivendo com seus antecessores nas concessionárias, o Hyundai New Tucson passa a contar com algumas novidades. A configuração intermediária GLS recebe mais equipamentos e será vendido, durante julho, por R$ 138.900 - o preço normal é R$ 140.790. Passa a contar também com uma nova versão, a Limited, posicionada no topo da gama por R$ 159.600. O utilitário é produzido em Anápolis (GO) pela CAOA.

Novo Land Rover Discovery já chegou

Na versão GLS, o Hyundai New Tucson passa a ser vendido com teto solar panorâmico. Continua equipado com central multimídia composta por uma tela de 7 polegadas sensível ao toque e com conexão Android Auto e Apple Car Play, volante multifuncional, controle eletrônico de estabilidade e tração, rodas de liga leve de 17 polegadas, acabamento de couro para os bancos, volante e alavanca do câmbio, e rebatimento elétrico dos retrovisores.

O novo modelo topo de linha é o Limited (mesmo nome usado pela Jeep). É equipado com assistente de estacionamento, bancos elétricos para motorista e passageiro, detector de ponto cego, faróis de LED autodirecionais e com iluminação diurna, lanterna traseira em LED, painel de instrumentos com tela TFT de 4,2 polegadas e rodas de liga leve de 18 polegadas.

Fonte : Diário de S. Paulo





 

Data: 21/7/2017

CNT e Sest Senat celebram uma década do Programa Despoluir
A Confederação Nacional do Transporte (CNT) e o Sest Senat comemoram neste mês os dez anos de existência do Programa Ambiental do Transporte, mais conhecido como Despoluir. A ação chegou a marca de 2 milhões de avaliações de caminhões e de ônibus por meio do projeto Redução da Emissão de Poluentes pelos Veículos. No período, foram atendidas aproximadamente 19 mil empresas e cerca de 21 mil autônomos.
O presidente da CNT, Clésio Andrade, celebra a contribuição do programa para a redução da emissão de poluentes pelos veículos de carga e de passageiros e ressalta o incentivo que a ação promove aos transportadores na adoção de práticas ambientalmente responsáveis.

“O setor transportador foi pioneiro ao assumir sua parcela de responsabilidade socioambiental uma década atrás. Hoje temos orgulho de constatar que o Despoluir se tornou a maior ação empresarial de gestão ambiental em curso no Brasil e uma das maiores do mundo. As ações de conscientização, promovidas pelo programa, garantem benefícios diretos para o meio ambiente e para a saúde dos trabalhadores, além de aumentar a eficiência e contribuir para a redução dos custos operacionais das empresas”.

Fonte : Portal CNT





 

Data: 21/7/2017

“Brasil é um país cada vez mais caro”, diz presidente da VW
Esta não é a primeira vez que o sul-africano David Powels, presidente da Volkswagen, trabalha no Brasil. Sua primeira experiência foi entre 2002 e 2007, quando ocupou a vice-presidência de finanças da companhia. Entre o último ano de primeira passagem e o retorno ao país, em junho de 2015, chamou sua atenção a perda de competitividade brasileira. “Apesar da desvalorização cambial, o Brasil é um país cada vez mais caro em relação aos outros”, afirma. Para ele, esse é um problema que precisa ser atacado daqui para a frente. Mas, isso só poderá acontecer, destaca, mediante a aprovação das reformas.

Powels conversou com o Valor ontem, dia em que as manchetes do noticiário destacavam a decisão do governo de elevar PIS e Cofins sobre combustíveis para ajudar no cumprimento da meta fiscal do ano. A medida reforçou a sua ideia de que a reforma tributária é tão urgente quanto a trabalhista e a previdenciária.

Para o presidente da Volkswagen no Brasil e América do Sul, as reformas representam hoje o melhor caminho para o país elevar a competitividade. Para ele, apesar de variáveis macroeconômicas como controle inflacionário e notícias como a abertura de postos de trabalho reforçarem a tese de que a economia desconectou-se da crise política, as “turbulências” na política tendem a atrasar as reformas. Powels também acredita que o Banco Central “tem espaço para reduzir a taxa Selic de forma mais rápida e mais agressiva”, já que a inflação está sob controle.

Com formação na área de finanças, aos 55 anos de idade, dos quais 30 dedicados à Volkswagen, Powels não esconde a timidez. Mas fala com objetividade e domina o idioma português com facilidade suficiente para não se atrapalhar com expressões como “redimensionamento”. A palavra lhe serve para contar sobre a revolução que ele quer fazer na Volkswagen para voltar a atrair consumidores fiéis à marca que em quatro anos perdeu quase dez pontos percentuais no mercado brasileiro e hoje ocupa o terceiro lugar. Leia a seguir os principais trechos da entrevista:

Valor: A Volkswagen é o maior exportador da indústria automobilística brasileira. As condições atuais favorecem a expansão das vendas externas?
David Powels: Nós aumentamos bastante os volumes de exportação. Foram 53 mil no primeiro semestre do ano passado, quase 90 mil no período este ano. Um resultado espetacular. As vendas externas continuarão sendo nosso foco e estamos fazendo uma programação voltada para a América do Sul. Por outro lado, para garantir essa estabilidade na exportação é preciso ter competitividade. Duas coisas vão influenciar nesse processo: o aumento da produtividade em nossas fábricas e nas fábricas dos fornecedores, e também o câmbio.

Valor: O senhor considera a atual taxa de câmbio adequada?
Powels: Um câmbio entre R$ 3,20 e R$ 3,30 está bom. Mas se cair para R$ 2,90 ou R$ 3,0 vai ser difícil.

Valor: O senhor gostou das mudanças nas leis trabalhistas aprovadas pelo Senado?
Powels: São mudanças relevantes e necessárias. Temos confiança de que isso ajudará a indústria em geral. Temos muito potencial se o governo conseguir continuar a aprovar reformas, como a trabalhista. Temos custos no Brasil muito mais elevados em comparação com outros países. Temos, ainda, os custos de logística. Custa muito levar as peças para nossas fábricas e também transportar os carros acabados para as concessionárias.

Valor: O senhor não acha que a crise política pode atrapalhar a agenda de aprovação das reformas
Powels: As turbulências de hoje no sistema político vão atrasar um pouco as reformas. Mas temos confiança de que elas vão acontecer nos próximos 12, 18 meses.

Valor: E qual seria a reforma mais urgente agora?
Powels: A previdenciária é fundamental para o país.

Valor: Como funciona a aposentadoria na África do Sul?
Powels: A África do Sul não tem um plano muito bom. Se eu me aposentar lá vou receber menos de US$ 100 por mês. Felizmente tenho a aposentadoria da Volks.

Valor: A reforma da Previdência visa ajudar na contenção dos gastos. Mas ontem o governo anunciou a intenção de elevar a carga tributária nos combustíveis. O que o senhor acha dessa medida?
Powels: Esse aumento não vai ajudar a nossa indústria. Por isso digo que a terceira reforma mais importante é a tributária. Nossa indústria e muitas outras pagam impostos muito altos. É preciso reduzir essa carga para crescer. O primeiro passo, com a nova lei trabalhista, foi bom. Mas as reformas previdenciária e tributária têm que acontecer o mais rápido possível para o bem da atividade econômica.

Valor: Há poucos dias o senhor disse que as expectativas para o mercado estão melhores. O senhor elevou as projeções do mercado brasileiro de automóveis para 4% a 5% em 2017 e fez previsão ainda melhor, de 5% a 8% para 2018. O que o leva a ter essa expectativa otimista?
Powels: Acho que a recuperação da economia se desconectou da situação política. Muitos indicadores econômicas mostram a recuperação. A queda da inflação e da taxa de juros é um ponto. Também houve aumento no nível de emprego. Essas coisas nos trazem dados positivos. E todo o mundo sente. Mas a confiança precisa voltar. Se as reformas saírem haverá mais confiança.

Valor: Como o senhor avalia a tendência da queda da taxa básica de juros?
Powels: Com inflação estável eu acho que o Banco Central tem espaço para reduzir os juros de forma mais rápida e mais agressiva. Mesmo com a desvalorização do câmbio, o país tem perdido a competitividade. Temos que atacar essa questão.

Valor: Uma redução mais rápida nas taxas de juros estimularia as vendas de veículos financiadas...
Powels: Grande parte dos nossos clientes usa o financiamento para comprar carros. Os prazos dos financiamentos hoje estão em torno de quatro a cinco anos. Se houver condições para prazos menores melhor porque assim o cliente volta antes. Mas a taxa de juros hoje não permite. Vamos ver o que vai acontecer quando tivermos uma taxa de juros se 8% a 8,5%. Talvez o cliente vai se animar a reduzir o prazo do financiamento.

Valor: O senhor se preocupa com a falta de competitividade da indústria no Brasil?
Powels: Este país tem alguns desafios para ser competitivo. Eu trabalhei aqui entre 2002 a 2007 e voltei nove anos depois. Durante esse tempo, na minha percepção, o país perdeu bastante competitividade. Os custos de mão de obra aumentaram muito mais do que a inflação sem grande aumento de produtividade. Eu não estou falando sobre Volkswagen ou a indústria automobilística. Estou falando da economia em geral. O Brasil é um país caro em relação ao outros. Mesmo com a desvalorização do câmbio esse país perde competitividade. Daqui para a frente precisamos atacar esse assunto para segurar o futuro.

Valor: E como esse problema pode ser atacado?
Powels: Primeiro temos que primeiro fazer as reformas e também atacar a questão dos custos logísticos. Esses custos estão afetando a indústria a e a economia em geral. Se os custos continuarem a aumentar mais que a inflação e não houver ganho de produtividade será um problema. Isso aconteceu nos últimos dez anos. Precisamos evitar isso.

Valor: O senhor tem algum exemplo que indique essa perda de competitividade?
Powels: Na Volkswagen, estamos nos preparando para lançar novos veículos, em novas plataformas, com novos materiais. Mas no Brasil muitas vezes não temos esses novos materiais e novas tecnologias. Perdemos conteúdo local. Há alguns anos nossos carros tinham um conteúdo local de 90%. Hoje a média está entre 70% e 75%. Perdemos esses 15 pontos porque não temos competividade por um lado e por outro porque não há tecnologia e materiais necessário para peças disponíveis para as novas plataformas. Nessa indústria se continuarmos perdendo conteúdo local vamos perder mais competitividade. Importar peças da Europa para o Brasil não faz sentido.

Valor: Indústria automobilística e governo discutem uma nova política industrial para o setor, chamada de Rota 2030. Essa discussão tem avançado?
Powels: Com essa turbulência política que encontramos nos últimos meses vai ser difícil fechar esse programa até o fim do ano, como é o objetivo. Por outro lado, uma coisa importante é o governo agora falar de um programa não mais de cinco anos, mas 15 anos. Um plano de cinco anos não é bom para nossa indústria. Nos últimos meses temos discutido fortemente com vários grupos de trabalho que envolvem indústria e governo. Precisamos fazer pressão e ter certeza de que esse programa será criado para continuar com os investimentos.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos