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Data: 24/4/2017

MAN fecha primeiro trimestre perto da meta de exportação
A MAN Latin America, fabricante dos veículos comerciais Volkswagen, trabalha para elevar as exportações. Com as negociações do primeiro trimestre, a montadora já está muito perto de atingir a meta de 30% da produção destinada às vendas ao exterior.

"Historicamente, as exportações representavam 15% do volume produzido em Resende (RJ). Mas com a nossa política de internacionalização, temos aumentado consideravelmente os embarques", afirmou ao DCI o presidente da MAN, Roberto Cortes.

Recentemente, o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale, comentou que as montadoras deixaram as exportações de lado no auge das vendas domésticas, em meados de 2012. "Espero que tenhamos aprendido que não podemos desprezar o mercado externo como fizemos no passado, quando o Brasil estava demandando muito", disse o dirigente em balanço mensal da entidade.

Conforme a Anfavea, o recorde de exportações do setor ocorreu em 2005, quando os embarques atingiram quase um milhão de unidades. Para 2017, entidade projeta 558 mil unidades exportadas, alta de 7% sobre o ano passado. No segmento de caminhões e ônibus, a previsão é de crescimento de 10%, para 34,4 mil veículos.

Perenidade

Cortes garante que a montadora nunca deixou de olhar para o mercado externo. "Como política, sempre preservamos as exportações. Mas com o boom que o Brasil viveu há alguns anos, naturalmente tivemos que nos concentrar mais no mercado doméstico."

A Argentina é hoje o principal destino da MAN. "Estamos exportando quase 3 mil unidades para o país", pontua. Contudo, a companhia tem vendido também para outros países como Chile e Peru. "Realizamos nossa maior venda do ano no mês passado. Fechamos a exportação de 304 produtos para o México", conta ele.

O negócio envolveu a Heineken e um grande transportador. "No nosso segmento, as negociações demoram muito e, no caso dessa venda, levou seis meses", revela.

Cortes explica que a exportação de caminhões e ônibus tem uma particularidade que os veículos leves não têm.

Para o médio prazo, os planos da MAN incluem exportar para mercados com características semelhantes ao do Brasil.

"Um dos nossos focos é o Oriente Médio, por exemplo. Eventualmente o Irã", revela o presidente da montadora.

Fonte : DCI/Juliana Estigarríbia





 

Data: 24/4/2017

Brasil quer ampliar participação dos serviços na exportação
O Brasil espera ampliar, nas próximas décadas, a participação do setor de serviços na exportação, segundo Marcelo Maia, secretário do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Segundo último levantamento do Banco Central, de 2015, os serviços responderam por 1,91% das exportações brasileiras e 4% das importações.

O resultado é discrepante se comparado à participação dos serviços no mercado interno, em que setor respondeu por 71% do Produto Interno Bruto (PIB) do país. O tema foi debatido durante o 8º Encontro Nacional de Comércio Exterior de Serviços (EnaServ), realizado na sede da Fecomercio-SP, em São Paulo.

Segundo o MDIC, o serviço registrou queda de 15,5% nas exportações entre 2014 e 2015, ocupando a 32ª posição entre os maiores exportadores. Quanto à importação de serviços, o Brasil, no período entre 2010 e 2015, avançou 19,2%, percentual inferior à média mundial, que foi de 24,9%.

De acordo com o secretário, o ministério estimula empresas do setor, visto que as mesmas geram empregos qualificados e agregação de valor e sofisticação aos bens agrícolas e industriais.

O presidente da Associação de Comércio Exterior do Brasil, José Augusto de Castro, lamentou que a participação dos serviços no comércio exterior seja pequena. Para ele, “exportar serviço significa exportar inteligência, característica de países desenvolvidos”.

Fonte : Agência Brasil de Notícias





 

Data: 24/4/2017

Analistas fazem indicações atentos à recuperação da economia do País
O mercado de ações sempre antecipa fatos. Neste momento, as recomendações são balizadas pela possível retomada da economia, algo que, por enquanto, não passa de uma expectativa. A atividade apenas deve se recuperar de fato no ano que vem ou, em um cenário mais otimista, ao final deste ano, opina o economista-chefe da Quantitas Asset Management, Ivo Chermont. A trajetória de queda da taxa Selic ajuda nesse processo, mas demora um certo tempo para ter efeito concreto sobre a economia.

Para o time do Santander, os setores mais expostos ao nível de endividamento das famílias e ao mercado de trabalho, como o automotivo e o de construção civil, devem mostrar os primeiros sinais de recuperação nos balanços a partir do segundo semestre de 2017 ou do início de 2018. A Guide e a XP apostam que isso ocorrerá nos últimos seis meses deste ano.

No entanto, na bolsa de valores, vale a famosa expressão “sobe no boato e cai no fato”. A pergunta que os analistas têm feito é: com a economia voltando, quais ações estariam baratas? Quais empresas apresentam menor risco de execução? Com isso, os papéis de companhias expostas ao consumo têm conquistado espaço nas carteiras.

A Quantitas, por exemplo, tem a companhia de vestuário Guararapes, dona das lojas Riachuelo, em seu portfólio. O analista Vinicius Piccinini lembra que a empresa tem trabalhado para aprimorar a gestão. Recentemente, entregou um novo centro de distribuição, que vai ajudar a atender os clientes mais rapidamente no que se refere às alterações da moda. Além disso, “a empresa está mais assertiva nas coleções, tendo contratado uma consultoria de moda”, diz. Do ponto de vista macroeconômico, a aposta é no retorno do consumidor aos shopping centers.

Já a Lerosa tem BRMalls na carteira. O analista Vitor Suzaki diz que a inflação em queda tende a levar a uma menor corrosão do poder aquisitivo dos brasileiros. Além disso, o analista vê com bons olhos a recente mudança na diretoria da empresa e lembra que a estrutura de remuneração dos executivos está sendo alterada.

A Guide Investimentos, por sua vez, tem a Direcional entre suas indicações. O analista Luis Gustavo Pereira está otimista com as medidas de estímulo do governo ao setor imobiliário e com o recuo da Selic. Outra casa que está atenta ao cenário econômico e à queda da taxa de juros é a Rico, que tem, por exemplo, Ambev e Raia Drogasil na sua seleção. Já a Coinvalores tem nas indicações a São Carlos Empreendimentos e a EzTec.

Mais uma vez, os analistas responderam a perguntas de investidores. Uma das indagações é se as ações dos grandes bancos estariam caras. O Citi, que a partir da semana que vem vai contribuir com a coluna, ainda enxerga espaço para a valorização dos papéis, explica o analista Cauê Pinheiro. O time de análise da Planner também compartilha dessa visão.

Outra dúvida é o que vai acontecer com o preço do minério de ferro, que costuma ditar o rumo das ações da Vale e das siderúrgicas. A equipe do Santander acredita que, embora a matéria-prima já tenha recuado cerca de 28% desde o preço máximo registrado em fevereiro, há a possibilidade de uma queda ainda maior. A premissa do banco é que o preço fique em US$ 50 a tonelada no longo prazo, ante o nível atual de US$ 65. Confira, abaixo, a lista completa de recomendações:

Banco Fator: Itaú Unibanco PN, Hypermarcas ON, Cielo ON, Equatorial ON, Sabesp ON.

BB Investimentos: Cielo ON, Itaú Unibanco PN, Fibria ON, Transmissão Paulista PN, Via Varejo UNIT

Bradesco BBI: Cesp PNB, B3 ON, Banco do Brasil ON, Usiminas PNA, Cemig PN

Coinvalores: São Carlos ON, EzTec ON, Alupar UNIT, B3 ON, RaiaDrogasil ON

Guide Investimentos: Direcional ON; Cesp PNB; Hypermarcas ON; Equatorial ON; Sabesp ON

Lerosa: Minerva ON, Hypermarcas ON, BRMalls ON, Petrobras PN, Sanepar PN

Magliano: Bradesco PN, Petrobras PN, B3 ON, Fibria ON, Cielo ON

Planner: Klabin UNIT, Sabesp ON, Taesa UNIT, Telefônica Vivo PN, Raia Drogasil ON

Quantitas: Petrobras PN, Gerdau Metalúrgica ON, B3 ON, Guararapes ON, SLC Agrícola ON

Rico: Vale PNA, Ambev ON, Via Varejo UNIT, Santander UNIT, Raia Drogasil ON

Santander Corretora: Petrobras PN, CVC ON, Suzano PNA, Banco do Brasil ON, B3 ON

Terra Investimentos: Itaúsa PN, BRMalls ON, Gerdau PN, Via Varejo UNIT, Petrobras PN

XP Investimentos: Hypermarcas ON, CCR ON, Itaú Unibanco PN, Petrobras PN, Banco do Brasil ON

Fonte : Agência Estado/Karin Sato





 

Data: 24/4/2017

Câmara rejeita projeto de isenção a taxa de renovação da CNH de caminhoneiros
A Comissão de Finanças e Tributação (CFT) da Câmara dos Deputados rejeitou proposta que previa a isenção de taxas de renovação da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para os caminhoneiros (PL 1433/15). O projeto tem caráter conclusivo e será arquivado, a não ser que haja recurso para ser decidido pelo Plenário da Câmara.

O relator do projeto, deputado Hildo Rocha (PMDB-MA), apresentou parecer pela rejeição do texto. “Somadas às outras gratuidades concedidas em lei por assembleias estaduais, essa isenção aumenta o risco de precarização dos serviços por falta de recursos suficientes, o que pode resultar em aumento da taxa cobrada dos demais motoristas”, justificou o parlamentar.

Isenção

A isenção, proposta pelo ex-deputado Marcelo Belinati, seria aplicada a qualquer condutor profissional que exerça atividade de motorista de caminhão e acrescentaria a previsão no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97). Antes da análise na Comissão de Finanças, o projeto também foi rejeitado na Comissão de Viação e Transportes.

Fonte : Agência Câmara Notícias





 

Data: 24/4/2017

Volkswagen Caminhões lança modelo para coleta de resíduos
Líder no mercado com caminhões sob medida para operação de coleta de resíduos, com cerca de 45% de participação, a MAN Latin America sai na frente mais uma vez para atender ao segmento. A montadora acaba de lançar o VW Constellation 17.230 Compactor em configuração especial: esse é o primeiro vocacional da indústria com transmissão mecânica a contar com sistema automático de partida em rampa, sem o uso de manetim. O veículo vem ainda com novo entre-eixo para mais produtividade.

“Esse é o segmento de nicho que mais cresce no Brasil e a Volkswagen Caminhões tem o portfólio mais completo, com seis modelos sob medida, para que o cliente possa sempre decidir pelo melhor custo total de operação para seu negócio”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

É um modelo com tração 4×2, ideal para caixas compactadoras de 15 metros cúbicos, com entre-eixo de 4.180 milímetros para gerar a melhor distribuição da carga. O Constellation 17.230 Compactor tem ainda como diferencial o MAN D08, com o maior torque da categoria em motor de quatro cilindros, chegando a entregar 850 Nm e 226 cavalos de potência.

Inovação no sistema de partida em rampa

Esse é o primeiro caminhão Volkswagen com transmissão mecânica que conta como a opção de vir dotado do EasyStart, o sistema auxiliar da montadora para partida em rampa. Antes destinado somente aos veículos automatizados, o dispositivo permite travar os freios dianteiros e traseiros do veículo por até três segundos em rampa.

O sistema garante que, mesmo com o pedal de freio desacionado, o caminhão ou ônibus se mantenha estável em aclives ou declives durante esse período, enquanto o condutor faz a movimentação necessária ao controle da partida com o acelerador. Com isso, o veículo parte em rampa de modo seguro sem o risco de descer e causar um acidente. “Essa é uma oferta exclusiva nossa no segmento de coleta de resíduos”, explica Ricardo Alouche.

Diferenciais de mercado com garantia de fábrica

Sua tecnologia EGR também é uma exclusividade dos caminhões Volkswagen no mercado de coleta de resíduos e agrega benefícios à aplicação: além da redução no custo operacional por não requerer o abastecimento com Arla 32, proporciona um melhor aproveitamento do espaço no chassi, sem interferir no encarroçamento, e não agrega peso significativo ao veículo. Há ainda a opção de tomada Repto para compactação de cargas em movimento.

Outra característica que o cliente encontra apenas no portfólio da Volkswagen é o banco para três passageiros, que atende de forma mais adequada à realidade da operação, tornando-a inclusive mais segura. O modelo está equipado ainda com um parachoque mais robusto: metálico e mais curto para o maior ângulo de ataque.

A linha Compactor também oferece o chicote elétrico para cargas adicionais já instalado de fábrica, facilitando e agilizando a instalação do implemento. “Configuramos o veículo ouvindo as necessidades de nossos clientes, que foram especialmente consultados para esse desenvolvimento. Nossa engenharia trabalha visando sempre à melhor relação custo-benefício e à garantia de fábrica para todas as suas demandas”, afirma o executivo.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 24/4/2017

Fabricante de autopeças deverá ter filial no Brasil
A nova divisão para produção de transmissões automatizadas para caminhões e ônibus, fruto da joint venture global entre as autopeças Cummins e Eaton, anunciada neste mês, deve ter uma filial no Brasil.

De acordo com dirigentes das duas empresas no País, o equipamento deverá ser importado após seu lançamento, em 2018, “mas rapidamente será montado localmente”, afirma Antonio Galvão, presidente do Grupo Veículos da Eaton para América do Sul.

Pelo acordo que criou a nova divisão, chamada de Eaton Cummins Tecnologias de Transmissão Automatizada, a Eaton receberá US$ 600 milhões da Cummins por 50% de participação na joint venture.

O grupo tem quatro fábricas no Brasil, sendo três em São Paulo (Valinhos, Mogi Mirim e São José dos Campos) e uma em Caxias do Sul (RS). As duas primeiras são mais cotadas para receber a unidade da nova divisão. Galvão não revela, por enquanto, a previsão do valor a ser investido.

O investimento maior será em pesquisa e desenvolvimento, informa Galvão, pois a empresa já produz transmissões automatizadas em Valinhos. Segundo ele, a nova geração de componentes a ser desenvolvida pela joint venture será a mais avançada do mercado mundial. Vai equipar apenas caminhões médios e pesados, além de ônibus, e será fabricada inicialmente nos Estados Unidos.

Câmbio

O câmbio automatizado já equipa grande parte dos novos caminhões pesados no Brasil e começa a ampliar presença nos veículos médios. Segundo o presidente da fabricante de motores diesel Cummins

Brasil, Luis Pasquotto, entre as vantagens do câmbio automatizado estão economia de combustível, menor custo de manutenção e maior vida útil da embreagem.

Os dois executivos avaliam que a crise no setor automotivo brasileiro não deve provocar atrasos na chegada ao País da nova tecnologia. No ano passado, as vendas de caminhões registraram queda de 29,4% em relação a 2015, para um total de 50,5 mil unidades. O mercado de ônibus, por sua vez, teve recuo de 33,5%, na mesma comparação, para 11.162 unidades em 2016. No primeiro trimestre de 2017, as quedas continuaram próximas a esses porcentuais, na comparação com igual período do ano passado.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 24/4/2017

Prefeito de São Paulo quer dar prêmio a motoristas sem multas
Criticada por especialistas em trânsito devido ao aumento dos limites de velocidade nas marginais Tietê e Pinheiros, a gestão do prefeito João Doria (PSDB) vai lançar um programa para premiar bons motoristas, como forma de demonstrar preocupação com a segurança viária. O Motorista Legal é planejado para dar prêmios, em dinheiro e produtos, aos que ficarem 12 meses seguidos sem nenhuma multa.

A ideia é que esses condutores se cadastrem na prefeitura, junto com a placa de um carro, e concorram a sorteios. O secretário municipal de Transportes, Sergio Avelleda, negociava nos últimos dias parte da premiação com um fabricante de bicicleta.

“A ideia é estimular bom comportamento. Não pela sanção, mas pelo estímulo positivo”, disse Avelleda durante visita a Seul.

A capital coreana tem um tipo de ‘rodízio voluntário‘ baseado nesse princípio de estímulo. Motoristas dispostos a deixar seus carros um dia útil por semana na garagem podem se cadastrar na prefeitura. São controlados por chip e, se cumprirem, ganham benefícios como desconto em taxa municipal, em pedágios, combustível e produtos automotivos. A adesão, porém, só atinge 1% da frota.

Fonte : Jornal Agora





 

Data: 24/4/2017

GM paralisa operações na Venezuela após autoridades confiscarem unidade e ativos da montadora
A General Motors (GM) anunciou na última quarta-feira 19 a paralisação de suas operações na Venezuela depois que autoridades venezuelanas confiscaram uma unidade da montadora no centro industrial de Valencia, e prometeu "tomar todas as ações legais" para defender seus direitos.

A decisão foi tomada em meio a uma crise econômica cada vez mais grave na Venezuela, que já afetou diversas empresas americanas presentes no país.

A indústria automobilística venezuelana sofre com a falta de matéria-prima em razão dos complexos controles monetários e uma produção local estancada

"Na última terça-feira, a fábrica da GMV foi inesperadamente tomada pelas autoridades públicas, impedindo as operações normais. Além disso, outros ativos da companhia, como veículos, foram retirados ilegalmente de suas instalações", disse a General Motors Venezuelana (GMV), unidade da GM, em comunicado.

A montadora diz que vai pagar os benefícios aos quais têm direito os trabalhadores que serão demitidos em função do encerramento das atividades. A fábrica emprega 2.678 pessoas.

A planta da GM na Venezuela foi instalada em 1948 e é a mais antiga fábrica de veículos do país.

A indústria automobilística venezuelana sofre com a falta de matéria-prima em razão dos complexos controles monetários e uma produção local estancada.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Reuters e Associated Press





 

Data: 24/4/2017

Após fraudes, VW será ‘vigiada’ por três anos nos EUA.
A Volkswagen foi condenada ontem, por um juiz federal de Detroit, nos Estados Unidos, a pagar uma multa de US$ 2,8 bilhões e a ficar por três anos sob supervisão independente devido ao escândalo de emissões de combustível. A decisão foi decretada seis semanas após a montadora alemã se declarar culpada pela venda de 590 mil veículos a diesel manipulados para ocultar emissões de poluentes.

No dia 10 de março, a Volks se declarou culpada perante um tribunal de Detroit pela conspiração para fraudar centenas de milhares de motoristas nos Estados Unidos como parte de um acordo alcançado com as autoridades.

Segundo o acordo, a Volkswagen pagará multa de US$ 2,8 bilhões, além de US$ 1,5 bilhão pela importação e venda nos Estados Unidos de veículos adulterados e por fraude alfandegária, totalizando US$ 4,3 bilhões. À época do acordo, o juiz do caso, Sean Cox, decidiu adiar a sentença para poder estudar o compromisso firmado entre montadora alemã e as autoridades.

Ontem, Cox validou a decisão. “Este é um caso de fraude deliberada e maciça”, disse o juiz, ao aprovar o acordo que exige que a montadora faça reformas significativas. “É um caso muito sério e muito preocupante envolvendo uma empresa icônica de automóveis”, acrescentou. “Simplesmente não consigo acreditar que Volkswagen esteja na situação em que se encontra hoje.”

Além de aceitar o acordo da Volkswagen com o governo dos EUA, o juiz rejeitou pedidos de indenizações feitos por advogados que representavam clientes individuais da companhia. Nenhuma das partes falou ao tribunal, embora tivessem sido convidadas a fazê-lo por Cox.

Fraude

A revelação, em setembro de 2015, que a Volks fraudou testes de emissões por pelo menos seis anos levou à demissão de seu presidente executivo à época, danificou a reputação da empresa em todo o mundo e resultou em maciças multas e indenizações.

A montadora alemã admitiu, em março, formalmente que cometeu atos criminosos de fraude, obstrução de Justiça e falsificação de declarações após admitir a instalação de software secreto em 590 mil veículos nos Estados Unidos. Falando em nome da Volkswagen, o advogado Manfred Doess disse que a empresa “lamenta profundamente o comportamento que deu origem a este caso”.

Na audiência de condenação, um promotor federal confirmou que o governo planeja no- mear Larry Thompson, ex-procurador-geral adjunto dos EUA, para servir como monitor independente.

No total, a Volkswagen concordou em gastar até US$ 25 bilhões no país para sanar de reclamações de consumidores, reguladores ambientais, governos e revendedores e fazer ofertas de recompra.

O Departamento de Justiça dos EUA também acusou sete executivos atuais e anteriores da companhia de crimes relacionados ao escândalo. Um executivo está em custódia e aguarda julgamento e outro se declarou culpado e concordou em cooperar com a Justiça. Promotores norte-americanos disseram, em janeiro, que cinco dos sete estão na Alemanha.

Os promotores alemães também estão conduzindo uma investigação criminal sobre as fraudes competidas pela empresa.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Reuters





 

Data: 24/4/2017

Volvo confirma produção de seu primeiro carro elétrico na China
A Volvo Cars anunciou no Salão do Automóvel de Xangai, a produção na China de um modelo totalmente elétrico. Ele será desenvolvido sobre a nova plataforma modular para veículos compactos (CMA) e estará disponível para venda em 2019.

A decisão de produzir seu primeiro carro elétrico na China destaca o papel central que o país vai desempenhar no futuro dos modelos Volvo. Ressalta, ainda, a crescente sofisticação da China como centro de manufatura para a indústria automotiva.

A China é o maior mercado de carros eletrificados do mundo e tem metas ambiciosas para expandir as vendas de veículos 100% elétricos e híbridos, para melhor lidar com problemas gerados por congestionamentos e qualidade do ar em suas cidades.

Por sua vez, a Volvo Cars tem o compromisso de vender 1 milhão de modelos eletrificados – incluindo carros totalmente elétricos e híbridos – até 2025. A fabricante sueca também está desenvolvendo um veículo totalmente elétrico utilizando sua plataforma modular para veículos grandes (SPA) e planeja lançar versões híbridas plug-in de cada modelo da linha.

A marca tem três unidades industriais na China: em Daqing, que fabrica os modelos da série 90; em Chengdu, que produz os carros da série 60; e em Luqiao, que fará os futuros automóveis da série 40.

Fonte : Revista Torque