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Data: 21/8/2017

Ford cancela 80 demissões e abre PDV em São Bernardo
Em assembleia realizada na manhã desta sexta-feira, os trabalhadores na Ford que tiveram a demissão anunciada no último dia 10 aprovaram a proposta apresentada pela montadora após quatro dias de negociação com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC. Pelo acordo, retornarão à fábrica 80 do total de 364 metalúrgicos demitidos.

Ao restante dos trabalhadores será oferecido um PDV (Programa de Demissão Voluntária) que pagará o valor referente a 83% do salário por ano trabalhado, com acréscimo de R$ 30 mil àqueles metalúrgicos que têm até dez anos de fábrica. Aos trabalhadores que possuem restrição médica, o valor pago será referente a 140% do salário por ano trabalhado, mais R$ 7,5 mil.

Como os trabalhadores tinham estabilidade até janeiro de 2018, garantida pelo acordo coletivo firmado em 2016, àqueles que não aderirem ao PDV a montadora pagará o valor de cinco salários referentes a esse período.

“Foi um processo muito difícil e o resultado que não atende a tudo, mas entendemos que foi o possível de construir”, avaliou o coordenador do Comitê Sindical na Ford, José Quixabeira de Anchieta. "Com muito esforço, conseguimos o retorno dos 80 trabalhadores. A empresa foi irredutível, alegando que haverá mais um corte no volume de produção em setembro."

Em nota, a Ford confirmou que, a pedido do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, vai reabrir na próxima semana o Programa de Demissão Voluntária (PDV) para os 364 empregados que estavam em lay-off. "Também foi acordado que 80 empregados do grupo em TLO serão reintegrados ao trabalho na fábrica a partir da semana que vem. O efetivo restante será desligado para cumprir o objetivo de administrar o excesso de empregados decorrente da redução do volume de produção em São Bernardo do Campo", disse a empresa.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 21/8/2017

Volkswagen pode importar o Atlas para a América do Sul
Nos próximos anos, a Volkswagen pode passar a importar o SUV grande Atlas para o nosso mercado. O modelo faria parte da estratégia de longo prazo da empresa para tentar recuperar ao menos parte do território perdido no segmento de utilitários esportivos. “Nós estamos investigando várias possibilidades, incluindo o Atlas”, afirma David Powels, presidente e CEO da Volkswagen do Brasil e América do Sul, em entrevista exclusiva à “Autoesporte”.

O Atlas foi apresentado em outubro do ano passado e fica posicionado entre a nova geração do Tiguan e o Touareg. Apenas como base de comparação, atualmente o Touareg é vendido no nosso mercado por R$ 338 mil a R$ 403 mil. “O Atlas é produzido nos Estados Unidos, com foco principalmente para os EUA e Canadá, mas eu acho que esse produto tem potencial na América do Sul também”, explica Powels. Sua produção local, porém, é descartada.

O grandalhão é feito a partir da plataforma MQB, que também dá origem a modelos como Polo, Golf, novo Tiguan e Passat. Ele tem 4,92 metros de comprimento e duas opções de motor: um 2.0 turbo de 241 cv e um 3.6 VR6 de 284 cv. O câmbio é sempre automático de oito velocidades, enquanto a tração integral é oferecida como opcional em todas as versões.

Um dos grandes diferenciais do Atlas é a versatilidade em espaço para levar até sete ocupantes com conforto, segundo a Volkswagen. A empresa garante que a terceira fileira de bancos tem acesso prático e acomoda dois passageiros, mesmo que a segunda fileira esteja ocupada com três adultos.

Entre os equipamentos de série e opcionais oferecidos há quadro de instrumentos digital, tela multimídia com Android Auto, Apple CarPlay e Mirror Link, controle adaptativo de velocidade, alerta de colisão e monitoramento de ponto cego. Como auxílio ao motorista há, também, assistente de mudança de faixa, park assist e frenagem automática pós-colisão.

Se trazer o Atlas para o Brasil ainda está em estudos pela montadora, outros SUVs já estão com produção confirmada ou passaporte carimbado para o nosso mercado. É o caso da nova geração do Tiguan, que chegará maior e com capacidade para levar até sete pessoas. O desembarque do carro, que será importado do México, está previsto para o primeiro trimestre de.

Já o T-Cross, modelo menor, que deve ocupar a faixa de entrada dos SUVs da Volkswagen no país, será fabricado em São José dos Pinhais (PR) a partir de 2019. “Com certeza, daqui três ou quatro anos nós vamos ter um portfólio de SUVs completo, com vários modelos novos. O segmento é muito importante para a nossa estratégia”, disse Powels.

Fonte : Valor Econômico/Guilherme Blanco Muniz e Marcus Vi





 

Data: 21/8/2017

Indústria mais "tecnológica" tem avanço maior
As indústrias que usam mais tecnologia em suas linhas de montagem, como as fabricantes de eletroeletrônicos, automóveis e máquinas, têm puxado a reação da produção industrial este ano. Um estudo do Instituto de Estudos para o Desenvolvimento Industrial (Iedi) obtido com exclusividade pelo ‘Estadão/Broadcast’ revela que esses setores cresceram acima da média no primeiro semestre deste ano.

O movimento foi puxado pela produção de telefones celulares, computadores, TVs, automóveis e máquinas para o setor agrícola. Uma demanda impulsionada pela liberação do Fundo de Garantia do Tempo de Serviços (FGTS) inativo, pelas exportações e pela supersafra de grãos.

O estudo do Iedi divide a indústria em quatro categorias de intensidade tecnológica: alta, média-alta, média-baixa e baixa. No primeiro semestre, as duas primeiras categorias cresceram acima da produção industrial total, que avançou 0,5% ante 2016, o primeiro crescimento após seis semestres de queda. A produção da indústria de alta intensidade avançou 1,4%, enquanto a de média-alta cresceu 2,7%. Já as indústrias de média-baixa e baixa intensidade ficaram com desempenho abaixo da média, com quedas de 3,1% e 0,2%, respectivamente.

O cenário mais positivo já surgiu, por exemplo, no balanço da Weg do segundo trimestre, divulgado há um mês. A fabricante de equipamentos eletroeletrônicos para automação registrou lucro líquido de R$ 272 milhões, crescimento de 6,7% sobre o mesmo período de 2016, embora a receita líquida tenha caído 2,3%, para R$ 2,3 bilhões.

Nos comunicados ao mercado sobre os resultados, a Weg citou que “o cenário doméstico é de relativa melhora”. Além disso, houve recuperação de vendas nos principais mercados da companhia no exterior, embora a receita com exportações tenha sido atrapalhada pelo câmbio, disse o diretor André Luís Rodrigues, a analistas no mês passado.

Segundo o Iedi, o crescimento na produção das indústrias mais tecnológicas também foi marcado por uma base de comparação ruim – no início de 2016, a atividade industrial foi fraca. Ainda assim, a safra de grãos recorde esperada para este ano estimulou a demanda no campo por bens de capital, o setor externo absorveu a fabricação de automóveis, enquanto a liberação de contas inativas do FGTS impulsionou as vendas de eletrodomésticos da linha marrom, como televisores.

Juros

Parte desses fatores perderá força no resto do ano, mas a queda nos juros pode ajudar esses setores, segundo Rafael Cagnin, economista-chefe do Iedi. “Os recursos do FGTS não terão a mesma força, mas outros fatores podem compensar, como a melhora no quadro de crédito, com quedas nas taxas de juros. A renda dos trabalhadores voltou a crescer, e a inflação mais baixa também está liberando a renda das famílias para outros consumos, para itens que não sejam essenciais”.

No primeiro semestre, a produção de equipamentos de TV e comunicação saltou 24,3%; equipamentos de informática cresceram 6%; veículos automotores aumentaram 11,7%; e máquinas e equipamentos mecânicos tiveram alta de 2,4%. Dados da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica apontam que o crescimento da produção da indústria eletroeletrônica (3,1%) no semestre ocorreu em função da alta de 18,5% na área eletrônica, uma vez que a indústria elétrica recuou 7,1%.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 21/8/2017

Consórcio de veículos volta a crescer
Mesmo com o abrandamento da crise e os primeiros sinais de expansão do crédito, os consórcios ainda atraem quem planeja comprar um automóvel. Eles ganharam força nos últimos dois a três anos com a restrição do financiamento bancário, principalmente pela inadimplência nessa modalidade.

No primeiro semestre, as vendas registradas pelos consórcios cresceram 27,2%, para R$ 21,5 bilhões, um ritmo superior ao das concessões de crédito para veículos, que aumentaram 20%, para R$ 40,5 bilhões. O total de concessões de crédito para aquisição de automóveis passou de R$ 95,3 bilhões em 2014 para R$ 79,5 bilhões no ano seguinte, uma queda de 16,6%. Em 2016, um novo recuo de 10,2% fez o montante chegar a R$ 71,4 bilhões. Enquanto isso, os consórcios cresceram 10% na passagem de 2014 para 2015 e mais 4% no ano seguinte.

O superintendente de consórcio do Santander, Vagner Rodrigues, conta que o banco voltou a trabalhar com o produto em abril de 2016, após perceber que o contexto econômico era favorável a ele. “Houve um aumento do cuidado do cliente em relação à tomada de decisão e o consórcio já não é mais visto como uma alternativa ao consumo, e sim como instrumento de poupança”, diz.

Fonte : Valor Econômico/Nathália Larghi





 

Data: 21/8/2017

Fiesp prevê fim de incentivos para “campeões nacionais”
O espaço para grandes incentivos do governo a setores específicos da economia está se estreitando e as empresas vão ter de buscar outras formas de autofinanciamento na nova fase da economia brasileira. É o que afirma o diretor do Departamento de Relações Internacionais e Comércio Exterior da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Thomaz Zanotto, ao comentar recente exame da política comercial do Brasil pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Economistas da OMC concluíram que incentivos bilionários dados pelo governo ao setor industrial não resultaram na melhora da competitividade da economia e custam caro ao contribuinte.

As estimativas em Brasília são de que os subsídios (benefícios financeiros e creditícios) concedidos pelo governo federal totalizaram R$ 723 bilhões em dez anos (2007-2016), dos quais 2/3 (R$ 499 bilhões) foram concedidos nos últimos cinco anos. O valor passou de R$ 31 bilhões em 2007 para R$ 115 bilhões em 2016, alta real de cerca de 16% ao ano. Em alguns casos, elevaram a necessidade de endividamento do governo.

Indagado sobre as conclusões da OMC, Zanotto diz que a questão da competitividade está sendo estudada. Ele menciona a frágil situação financeira do governo e uma nova visão em Brasília sobre o tema. “De maneira geral, a fase dos incentivos para grandes campeões nacionais ficou para trás e não vai mais haver recursos para isso.”

Para o representante da Fiesp, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), como banco de fomento e principal fonte de financiamento de longo prazo no Brasil, continua a exercer papel fundamental nos casos envolvendo, por exemplo, a aquisição de máquinas e equipamentos e de outros bens de capital incorporados ao processo de produção, e em projetos de construção e industriais no país.

“No entanto, quando se tratar de grandes operações de fusões e aquisições no exterior, as empresas terão que recorrer a fontes alternativas de financiamento, tais como sócios estrangeiros e bolsa de valores”, afirma.

No caso das exportações, Zanotto considera que praticamente não há mais subsídios. “O único é o Reintegra, que é 2% do valor exportado. A indústria quer manter o Reintegra, porque é uma devolução parcial de tributos acumulados”’, afirma. “São cerca de R$ 5 bilhões por ano, e nem é subsídio, porque diz respeito a tributo não recuperado, que não deveria ter sido sequer pago. O Brasil é um dos poucos países, talvez o único, que tributam exportação”, afirma.

Segundo ele, há centenas de milhões de reais de créditos de impostos estaduais, como o ICMS, acumulados por exportadores, que os governos não conseguem pagar. Menciona igualmente o Inovar-Auto, programa de estímulo ao setor automotivo condenado pelos juízes da OMC por discriminação contra o produto estrangeiro, que expira no fim do ano.

Para o representante da Fiesp, “o período de nacional-desenvolvimentismo dos últimos 80 anos está acabando”. A seu ver, “no Brasil a presença do governo na economia vai ser parecida com a de países desenvolvidos, que se dá na fiscalização, regras etc., e não em criar campeões nacionais”.

Em nota técnica sobre a revisão da política comercial brasileira na OMC, a Fiesp contesta a conclusão da entidade de que a economia segue fechada, com pouca participação das exportações no faturamento das empresas. Para a entidade, o Brasil “já se afastou de sua postura isolacionista das últimas décadas”’. Só que uma maior inserção na economia global requer tempo e os resultados em termos de ganhos de produtividade, aumento da competitividade e ganhos para os consumidores serão sentidos no médio e longo prazos.

“Além disso, é preciso resistir aos anseios por uma abertura unilateral da economia, o que desperdiçaria um grande trunfo econômico, que são as diversas barganhas que podem ser obtidas junto aos países que buscam um melhor acesso ao mercado brasileiro ’’, destaca a nota. Para a Fiesp, o governo mudou a postura e busca fortalecer a integração do país através de acordos de bens, serviços, investimentos, compras públicas e convergência regulatória.

Fonte : Valor Econômico/Assis Moreira





 

Data: 21/8/2017

Kia é responsável pelo transporte oficial do Festival de Cinema de Gramado
O 45º Festival de Cinema de Gramado, que segue até o dia 26 de agosto, conta com o transporte oficial da Kia Motors do Brasil. Responsável pelo apoio logístico ao evento, a Kia disponibiliza doze unidades do modelo Sportage aos serviços de transfer dos artistas, produtores, diretores e staff. A Kia Motors também tem um estande na rua Coberta, bem próximo ao tapete vermelho do festival. No local, aberto ao público, todos terão a experiência de se tornar capa de revista: as pessoas serão fotografadas, e as imagens serão aplicadas na capa da revista Caras. As fotos serão enviadas aos participantes por e-mail e também serão divulgadas na página da Kia Motors no Facebook.

Durante o evento, também em parceria com a revista Caras, a Kia Motors oferecerá um almoço aos artistas na Pousada La Hacienda. Ao longo dos 10 dias do Festival de Cinema, a Kia terá um telão no Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, desejando boas vindas, além de logo em todas as placas de rua de Gramado. A expectativa é de que o festival reúna um público de 300 mil visitantes.

A competição oficial começou nesta sexta-feira (18), logo após a exibição do longa "João, o Maestro", de Mauro Lima, sobre a vida e a carreira de João Carlos Martins. Durante todo o evento serão exibidos 44 filmes, entre curtas e longas metragens, nacionais e estrangeiros. O cineasta Otto Guerra e os atores Dira Paes e Antonio Pitanga estão entre os homenageados desta edição.

Fonte : O Brasil Sobre Rodas





 

Data: 21/8/2017

Fiat Strada 2018 tem preço entre R$ 47.250 e R$ 75.490
A Fiat fez algumas mudanças na Strada para a linha 2018. Entre as novidades, estão preço mais baixo para algumas versões (incluindo a de entrada) e visual mais voltado para o trabalho. O objetivo é distanciar a picape da irmã maior Toro, líder de vendas no país no acumulado do ano. Na linha 2018, a Strada tem preço inicial de R$ 47.250 e chega a R$ 75.490.

As versões Working e Hard Working, fazendo jus ao próprio nome, estão mais voltadas para o uso no trabalho. Isso porque ganharam revestimento escurecido nas colunas, teto, maçanetas, puxadores e forro de portas. O objetivo, segundo a empresa, é dar "aparência de mais limpo por mais tempo ao interior do carro". Além disso, em todas as configurações da picape a entrada USB foi reposicionada para o console central, priorizando a ergonomia.

A versão basicona Working tem como opcionais protetor de cárter, grade do vidro traseiro, predisposição para rádio, rádio com USB e ar quente. Apenas a partir da versão Hard Working há de série ar-condicionado, direção hidráulica, ajuste de volante, rodas escurecidas e protetor de cárter. Os opcionais da Hard Working são capota marítima, porta-óculos, soleira das portas com inscrição “Hard Working”, faróis de neblina, vidros e travas elétricas, janelas traseiras corrediças, sensores de ré, rádio com leitor de CD, USB e Bluetooth, calotas integrais e rodas de liga-leve de 14” (apenas para a versão cabine dupla).

Já a versão Adventure, mais voltada para o uso urbano e cotidiano, ganhou tela multimídia de 6,2 polegadas de série. O pacote de itens de série ainda oferece bússola e inclinômetros, volante revestido em couro e com comandos do rádio, capota marítima e rodas de liga-leve de 16 polegadas. O único opcional da Strada Adventure é o diferencial locker.

Cores

A Strada 2018 pode ser comprada em três opções de cores sólidas (branco, vermelho e preto) e três metálicas (prata, cinza e verde). Já a versão Adventure tem dois tons exclusivos: cinza e verde.

Fonte : Auto Esporte





 

Data: 21/8/2017

Iveco inaugura quinta concessionária no interior de São Paulo
A Iveco acaba de inaugurar sua quinta concessionária no interior de São Paulo, desta vez, em Regente Feijó, cidade próxima a Presidente Prudente, no sudoeste do estado. A unidade, criada em parceria com a Mercalf, conta com estrutura pronta para a venda de produtos e serviços de pós-venda.

“A Mercalf é um dos principais parceiros da Iveco. Em 15 anos de parceria a empresa sempre investiu em melhorias, seja na estrutura das lojas ou nos processos e treinamentos. O resultado é que a empresa possui um dos maiores índices de satisfação dos clientes na marca", afirma o responsável pela rede da Iveco na América Latina, Marcelo Assis.

No pós-venda a montadora oferece a Revisão com Preço Fixo, estratégia da fabricante para fidelizar os clientes que possuem modelos das linhas Daily, Tector, Stralis e Hi-Way, com uma tabela de preços para as revisões que devem ser executadas quando os veículos atingem entre 10 e 120 mil Km.

Destaque ainda para a nova linha de peças NEXPRO que foi lançada com o objetivo de manter a marca presente durante todo o ciclo de vida do caminhão, não só na garantia, como também no pós-garantia. A linha tem itens de prevenção, manutenção e desgaste, para oferecer qualidade, economia e performance para todos os equipamentos fora de garantia da empresa.

A loja tem 8 mil m² de área construída e uma equipe de 30 profissionais. Atualmente a Iveco conta com 67 unidades, entre concessionárias e pontos de atendimento.

Serviço:

Mercalf Regente Feijó
Endereço: Av. Atílio Albertini, 1860
CEP: 19570-00

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 21/8/2017

Após 30 anos, a Puma ensaia volta às ruas
Nos anos 70 e 80, ter um carro da Puma era para poucos. A marca nacional produzia esportivos de forma artesanal, que fizeram muito sucesso em uma época de mercado fechado aos importados.

No final da década de 80, mesmo antes da abertura das importações, a empresa não resistiu à crise e fechou as portas. Após algumas trocas de comando ao longo dos anos e tentativas de recomeço, agora a marca anuncia um renascimento. Sob nova direção, a Puma Automóveis pretende lançar no mês que vem um lote inicial de dez unidades, a R$ 150 mil.

Dirigimos um protótipo, ainda em desenvolvimento, e foi possível constatar que, mesmo após mais de três décadas, algumas características que fizeram a fama do Puma permanecem, caso do motor Volkswagen na traseira, das dimensões compactas, das linhas esportivas e da carroceria de fibra de vidro.

Assim que o botão de ignição foi acionado, o ronco forte denunciou que uma das novidades é o motor 1.6 transversal traseiro refrigerado a água, no lugar do tradicional 1.6 boxer a ar dos Puma GT e GTE do passado. Primeira engrenada, o modelo de dois lugares arranca com agilidade.

As boas acelerações podem ser creditadas mais ao baixo peso do veículo do que à potência do motor. A estrutura tubular de aço e a carroceria de fibra de vidro resultaram em um carro de somente 570 quilos. Com os cerca de 118 cv do motor EA111 (do Fox e família Gol), o conjunto ficou com relação peso-potência de apenas 4,8 kg/cv.

A volta do Puma

O circuito em que avaliamos o carro é uma pista particular bem travada, com poucas retas e muitas curvas, no interior de São Paulo. Foi um traçado insuficiente para engatar além da terceira marcha, mas o bastante para atestar a boa estabilidade em curvas fechadas.

O chassi é equilibrado e a suspensão, independente nas quatro rodas. Os amortecedores (dois verticais na frente e dois a 65º atrás) são da Bilstein. Os pneus largos e de perfil baixo (235/40 R18 na frente e 245/40 R18 atrás) colaboram bastante para o bom comportamento nas curvas.

De acordo com o diretor Luiz Gasparini da Costa, a receita desenvolvida nas pistas deverá ser aplicada no modelo de rua, mas o motor VW será substituído por um propulsor 2.4 aspirado, da própria Puma. Além disso, a carroceria deverá lembrar as linhas do modelo original, e será fechada ou do tipo targa (com teto removível).

Origem nos anos 60. O Puma foi projetado por Genaro “Rino” Malzoni em meados dos anos 60. Após um início vitorioso nas pistas, passou a ser produzido pela DKW Vemag. Tinha motor a dois tempos e três cilindros. Em 1967, a Vemag foi comprada e fechada pela Volkswagen.

Assim, saiu de cena o Puma DKW, ao mesmo tempo em que iniciou-se o projeto do Puma VW, em uma fazenda na cidade de Matão, interior de São Paulo. Inicialmente, o modelo recebeu motor 1.5 refrigerado a ar de 60 cv e chassi de Karmann-Ghia, encurtado em 25 cm.

Como a carroceria era de fibra de vidro, o esportivo pesava apenas 700 kg, o que resultava em boa relação peso-potência. O modelo recebeu o nome de Puma GT e mais tarde foi rebatizado de GTE (para enfatizar a intenção da empresa de exportá-lo).

Nos anos 70, a montadora chegou a vender o modelo na Europa. Com o carro de mecânica VW consolidado no mercado, em 1974 a Puma lançou o GTB, um esportivo maior, com motor de Opala. Em 1986, devido a dificuldades financeiras, a empresa foi vendida, mas nunca mais voltou a viver seus dias de glória.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 21/8/2017

Contran antecipa implementação da carteira de motorista eletrônica
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) decidiu antecipar a implantação, pelos estados, da nova Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica (CNH-e). Por meio de uma alteração no texto legal, o conselho responsável por regulamentar as normas de trânsito estabeleceu que os órgãos estaduais devem implantar o novo sistema até o dia 1º de fevereiro.

Pela Resolução 684, os órgãos e entidades de trânsito dos estados e do Distrito Federal deveriam estar aptos a fornecer e fiscalizar a Carteira Nacional de Habilitação Eletrônica a partir de 1º de fevereiro de 2018. Já a Resolução 687, publicada no Diário Oficial da União, estabelece que os estados devem estar aptos a fazê-lo até 1º de fevereiro de 2018.

Segundo a assessoria do Ministério das Cidades, pasta responsável por coordenar o Sistema Nacional de Trânsito, a antecipação foi aprovada em virtude da conclusão do aplicativo para aparelhos do tipo smartphone. Com a mudança, os departamentos de Trânsito (Detrans) podem começar a testar a emissão do documento digital, que será opcional, uma vez que a habilitação impressa continuará a ser emitida.

Um projeto-piloto começa a funcionar no próximo mês, em Goiás. Escolhido para o desenvolvimento da experiência, o estado deve começar a disponibilizar a CNH-e a todos os motoristas que solicitarem permissão provisória, renovação, adição de categoria e emissão de segunda via a partir do próximo mês. Junto à versão digital, os interessados continuarão recebendo o antigo modelo, impresso. Segundo o Detran-GO, o novo sistema não acarretará qualquer mudança na rotina dos cidadãos, nem gerará custos adicionais aos motoristas.

Fonte : EBC Agência Brasil