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Data: 17/10/2017

Iveco investirá US$ 120 milhões em novos produtos
A Iveco aproveitou a Fenatran para anunciar investimento de US$ 120 milhões no desenvolvimento de novos produtos no Brasil. O aporte, segundo Ricardo Barion, diretor de marketing, será aplicado entre este segundo semestre e o primeiro semestre de 2019.

“No último ciclo de investimento, num total de R$ 650 milhões de 2014 até meados deste ano, nosso foco foi a parte industrial. Modernizamos a fábrica de Sete Lagoas, MG, e os novos processos produtivos. Agora vamos aplicar em P&D para renovar a linha com novos produtos. Teremos muitas novidades nos próximos dois anos”, garantiu Barion.

Dentre os produtos que estão sendo apresentados pela marca na maior feira de transporte da América Latina, que estará aberta ao público desta segunda-feira, 16, até sexta-feira, 20, no São Paulo Expo Exhibition&Convention Center, o grande destaque são os modelos Tector de 8 e 11 toneladas, que com a incorporação de mais um eixo podem transportar até 11 toneladas.

Os novos caminhões só chegam ao mercado no fim do próximo ano e representarão a entrada da Iveco no segmento de médios. A empresa também está mostrando séries especiais que comemoram os 20 anos da marca no Brasil, com edições limitadas e 20 que trarão na carroceria o nome do cliente que adquiriu o produto.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 17/10/2017

Fabricantes de motores retomam otimismo com mercado brasileiro
Os fabricantes de motores estão mais otimistas com o mercado brasileiro. Para este ano, as empresas projetam crescimento decorrente da melhora do cenário econômico e das novas exigências de emissões em máquinas agrícolas e de construção.

A norte-americana Cummins prevê aumento de 28% da produção neste ano, após um período extremamente difícil entre 2014 e 2016. "A crise política ainda não passou, mas é evidente que a equipe econômica do governo está conseguindo devolver a confiança ao País, o que já se reflete em crescimento da demanda", afirmou ao DCI a diretora executiva da companhia no Brasil, Neuraci Pereira de Carvalho.

Além da retomada da produção de veículos pesados e do crescimento do agronegócio, a fabricante aposta em novas tecnologias para a sustentabilidade da operação brasileira no médio e longo prazo. "Vamos continuar investindo em produtos com mais tecnologia embarcada", complementa ela.

Já a fabricante de motores FPT, do grupo CNH, enxerga oportunidades no programa de controle de emissão de poluentes para máquinas agrícolas e de construção - conhecido como MAR-I.

A transição das novas regras começou a valer no início deste ano e serão concluídas em dezembro de 2018, quando 100% das máquinas produzidas no Brasil terão que atender às novas exigências.

Segundo o presidente da FPT Industrial na América Latina, Marco Rangel, com a mudança na lei esperava-se uma antecipação de compras, entretanto, essa expectativa não se concretizou.

"Esperávamos um aumento dos volumes que não aconteceu. Mas para o ano que vem, teremos certamente uma alta das vendas decorrente das novas exigências", afirma Rangel.

Para este ano, o executivo espera um crescimento do mercado de motores entre 5% e 10%. "Nós devemos acompanhar este desempenho", diz.

Neuraci, da Cummins, comenta que hoje a matriz já consegue vislumbrar o mercado brasileiro com outros olhos. "Na crise, enxugamos custos, mas não deixamos de investir em inovação e tecnologia. Estamos prontos para atender às novas demandas, inclusive no âmbito do MAR-I", ressalta.

A empresa já produziu mais de cem mil motores na planta de Guarulhos (SP) e, no ano passado, fabricou apenas 28 mil unidades. Para 2017, porém, a expectativa é atingir 32 mil motores. "Além das vendas no mercado local, também estamos exportando", pondera.

A FPT tem capacidade instalada de aproximadamente 75 mil motores em Sete Lagoas (MG) e, no ano passado, produziu 36 mil unidades no complexo. "No auge da crise, chegamos à uma ociosidade de 70%. Hoje, esse índice é bem menor", pontua.

Em 2017, a expectativa da companhia é atingir um volume adicional entre 1,8 mil e 3,6 mil unidades em relação ao ano passado. "Com a queda da taxa básica de juros (Selic) e da inflação, hoje está mais interessante para o investidor apostar em bens de capital", reforça Rangel.

A executiva da Cummins também enxerga com otimismo o cenário econômico. "Não estamos eufóricos, mas os sinais de recuperação são muito positivos", observa Neuraci.

Apostas

Para 2018, as fabricantes vislumbram um cenário positivo. Rangel acredita que a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) e a recuperação das cotações das commodities agrícolas devem impulsionar o mercado.

"Estimamos um crescimento de 10% das vendas de caminhões e ônibus e de aproximadamente 8% para máquinas agrícolas e de construção em 2018", diz Rangel. Neste sentido, o executivo afirma que a FPT deve acompanhar a expansão do mercado.

Já a diretora da Cummins avalia que o Brasil tem potencial para a venda de 100 mil caminhões por ano. Em 2017, as montadoras projetam pouco mais de 45 mil unidades. "Se o País estimular investimentos em infraestrutura e renovação da frota, podemos facilmente dobrar o volume de vendas de caminhões", diz. Neuraci elenca, entre os pilares para o crescimento sustentável, "reter talentos, buscar rentabilidade e não deixaremos de investir".

Fonte : DCI/Juliana Estigarríbia





 

Data: 17/10/2017

Grandes fabricantes de máquinas agrícolas se animam com renovação da frota
Apesar da esfriada nas vendas domésticas de máquinas agrícolas desde a virada do primeiro para o segundo semestre detectada pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), as indústrias mantêm-se otimistas quanto ao desempenho neste ano e no próximo. Segundo fabricantes de tratores, colheitadeiras, pulverizadores e outros implementos ouvidos pelo Valor, o crescimento esperado nos negócios varia de 10% a 20% em 2017 e de 5% a 10% em 2018.

Essas projeções superam a nova estimativa da Anfavea, que no início deste mês reduziu de 13% para 6,9% a previsão de alta do mercado interno em 2017 em relação aos 43,7 mil equipamentos vendidos no atacado em 2016. A revisão foi feita após o segundo mês consecutivo de queda superior a 10% nos volumes frente a iguais períodos do ano passado, embora no acumulado até setembro ainda se registre alta de 8,5%, para 33,6 mil unidades, aí incluídas 869 máquinas rodoviárias.

A Jacto, fabricante de pulverizadores e colheitadeiras com sede em Pompeia (SP), prevê crescer 15% a 20% ante o faturamento de R$ 750 milhões de 2016, quando a alta sobre o ano anterior havia sido de 13%, diz o presidente Fernando Gonçalves Neto. De acordo com ele, a retomada depois de dois anos de queda - após o pico das vendas em 2013 - deveu-se à necessidade que os agricultores têm de máquinas mais produtivas e aos equipamentos lançados pela empresa em 2016 e 2017, com mais tecnologia embarcada.

Gonçalves admite que a baixa nos preços de produtos como soja e milho teve impacto negativo em agosto e setembro, mas não a ponto de frustrar as projeções para este ano e para 2018, quando a estimativa é crescer mais 5% a 10%. Com 1,5 mil funcionários, dos quais cem foram contratados no fim de 2016 para repor parte da redução de pessoal nos últimos dois anos, a empresa obtém perto de 30% das receitas no mercado externo e em dezembro inaugura uma fábrica na província argentina de Buenos Aires.

A Massey Ferguson, marca da americana AGCO, projeta alta de 10% a 15% em volume em 2017 ante 2016 e de mais 10% no primeiro semestre de 2018 frente a igual período deste ano, na média entre tratores e colheitadeiras. Segundo o diretor de vendas Rodrigo Junqueira, o crescimento da safra de grãos - mesmo com o recente recuo nas cotações do milho e da soja - e os preços melhores do açúcar e do álcool estimularam a renovação das frotas dos agricultores e usinas.

Conforme Junqueira, o desempenho da Massey também se deve ao lançamento de equipamentos mais modernos para atender às necessidades dos produtores. Para ele, o cenário é de retomada consistente, embora não se possa esperar que o mercado interno retorne “tão cedo” ao pico de 2013, quando a Anfavea reportou vendas domésticas de 84,4 mil máquinas agrícolas e rodoviárias. No entanto, acredita que “logo, logo” se possa retomar ao patamar de 2012, quando foram vendidas 70,1 mil unidades no país.

A Stara, que produz tratores, pulverizadores, plantadoras e outros implementos em Não-Me-Toque (RS), prevê crescer “um dígito” em 2017 ante receita líquida de R$ 562,5 milhões de 2016, e espera que 2018 também seja “melhor” do que este ano, diz o diretor de relações com investidores, Ricardo Diaz. Segundo o executivo, o desempenho está dentro do esperado, depois da queda de 26,5% na receita em 2015 ante o ano anterior - e da retomada iniciada no ano passado.

A Case, do grupo CNH, vê 2017 como um ano de recuperação para o setor também graças à alta produção de grãos e à necessidade de renovação da frota após a queda na demanda em 2015 e 2016, diz o gerente de grandes contas, Sílvio Campos. Segundo ele, a empresa já opera em ritmo semelhante ao de 2011 e 2012 nas três fábricas, em Curitiba, Sorocaba e Piracicaba, e prevê crescer 20% na venda de tratores e 10% em colheitadeiras neste ano. Para 2018, a estimativa é de alta média de 10% para o mercado.

Na New Holland, também do grupo CNH, a projeção é de crescimento de cerca de 10% em 2017 e uma alta similar em 2018 na média das linhas de produtos. Neste ano a alta é puxada pelas colheitadeiras, devido ao envelhecimento da frota nacional e à demanda pelos equipamentos mais modernos, conforme o vicepresidente da marca para a América Latina, Rafael Miotto.

O diretor de assuntos corporativos da John Deere América Latina, Alfredo Miguel Neto, reforça que a queda dos juros do programa Moderfrota, do BNDES, é importante para manter uma visão “otimista” para a agricultura brasileira em 2018. Neste ano, ele espera um crescimento de 20% nas vendas totais de tratores e colheitadeiras na América do Sul, graças à melhoria das condições econômicas no Brasil e na Argentina.

Fonte : Valor Econômico/Sérgio Ruck Bueno





 

Data: 17/10/2017

Risco climático estimula a contratação de seguros
Os executivos de seguros estão de olho na riqueza gerada pelo agronegócio, que representa 22% do Produto Interno Bruto (PIB). “O valor bruto da produção agrícola é de R$ 500 bilhões e apenas R$ 30 bilhões estão protegidos. Isso mostra o grande potencial a ser explorado”, afirma Gláucio Toyama, diretor de agronegócios do grupo BB e Mapfre, líder absoluto do segmento de seguro rural.

A exposição ao risco climático é a maior ameaça e por isso conta com subsídio do governo. Estudo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) revela que o programa de subvenção ao seguro rural vem crescendo, passando dos R$ 50 milhões em 2005 para R$ 3,6 bilhões em 2016. Mais de R$ 3 bilhões foram pagos em indenizações nesse período. Em 2016, o volume de indenizações chegou a R$ 1 bilhão.

Até setembro deste ano, o Mapa liberou duas tranches de subsídios pouco inferiores a R$ 400 milhões para a execução do programa de subvenção ao prêmio do seguro rural. “O programa chegou perto do estabelecido, mas para 2018 o previsto está abaixo dos R$ 400 milhões desta safra. Temos apenas R$ 260 milhões e disposição grande para conseguir elevar esse número”, conta Toyama.

Apesar do crescimento, o potencial ainda é enorme. Em 2016, dos 60,7 milhões de hectares de grãos cultivados, 5,6 milhões de hectares (9%) estavam protegidos por algum tipo de apólice contra riscos climáticos. “Um percentual muito pequeno”, destaca o executivo. Nos EUA, de 128,8 milhões de hectares de grãos, 94,5% estão segurados.

Segundo Toyama, em razão do limitado subsídio, os produtores já começam a comprar seguro mesmo sem o apoio do governo. “O Sul do país gerou mais de 1 mil pedidos de indenizações neste início de período de vendaval e granizo, e isso desperta o interesse dos produtores”, informou.

José Carlos Cardoso, CEO do IRB Brasil Re, contou que o ressegurador trabalha para se aproximar mais desse público com objetivo de desenvolver soluções específicas voltadas às suas realidades. “A estratégia da carteira é aprimorar o relacionamento para entender como pensa o produtor no seu dia a dia, quais são seus riscos e ameaças e, assim, identificar oportunidades para nossa empresa”, diz.

A Swiss Re Corporate Solutions lançou o seguro paramétrico, que cobre os prejuízos financeiros decorrentes das variações climáticas. “Trouxemos o produto para grandes produtores e outros participantes do mercado”, diz David Somlo, responsável por agro e energia da Swiss Re, que também atua com a venda de soluções de seguro de produtividade, pecuária, maquinário agrícola e bens, além do seguro de clima, uma grande inovação do mercado.

“Essas alterações climáticas provocaram mundialmente grandes perdas financeiras para as companhias. A criação desse seguro pode reduzir a incerteza para toda a cadeia de valor”, comenta Mateus Angelo, recomenda o especialista da Aon Brasil.

A Sompo destaca números da Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotivos (Anfavea). Até agosto, foram vendidas 37.841 máquinas agrícolas. Nessa conta estão incluídos tratores de rodas e esteiras, colheitadeiras, cultivadores motorizados e retroescavadeiras. “Os empresários do agronegócio continuam a investir em insumos, máquinas e implementos agrícolas, no transporte da safra e demais operações desse ramo que também vão demandar a contratação de seguros”, diz Adailton Dias, diretor de produtos e sinistros da Sompo Seguros.

O volume de novos negócios da corretora Marsh no agronegócio cresceu 61% no acumulado de janeiro a setembro em relação ao mesmo período do ano anterior. “Temos visto no campo drones equipados com sensores de precisão atuando no monitoramento constante em diversos fatores de risco e permitindo identificar anomalias em uma cultura específica. Isso proporciona ao segurador, ao agricultor e à agroindústria trabalhos em conjunto para aprimorar o gerenciamento de risco”, explica José Zanni, líder da prática de agronegócio.

O uso de inteligência artificial para plantio ainda está em implantação no mercado agrícola. Segundo Somlo, da Swiss Re, são necessárias mais safras para que os benefícios na redução das perdas sejam efetivamente incluídos no cálculo do seguro, pois ainda existe muita variação de resultados e poucos dados históricos que possam comprovar a mudança.

Júlia Guerra, diretora de agronegócios da corretora JLT, afirma que as soluções para carteiras de armazenagem e transporte podem ser a chave para o agronegócio, pois iriam facilitar a gestão do negócio, exigindo um pensamento holístico do corretor. “Além dos riscos financeiros, tanto na securitização como na proteção da carteira, com seguros estruturados de crédito.”

De acordo com os entrevistados, a expectativa é positiva para 2018 pela transformação digital, com visão focada no cliente final.

Fonte : Valor Econômico/Denise Bueno





 

Data: 17/10/2017

Carros de luxo blindados têm lance inicial de R$ 30 mil em leilão online
A Superbid está promovendo um leilão online de carros de luxo blindados em sua plataforma. Interessados em ter um pouco mais de segurança nas ruas têm a chance de adquirir um Range Rover Sport ou um Hyundai Tucson, por exemplo, com lances iniciais que giram entre R$ 30 mil e R$ 80 mil. As ofertas estarão disponíveis até às 15h30 de terça-feira, 17 de outubro.

Os lances já podem ser realizados por meio do portal Superbid. O destaque do leilão é um Range Rover Sport blindado (2008/2009), com valor inicial de R$ 80 mil.

Outras opções de carros blindados são um Jeep Cherokee STR8 (2008), com o primeiro lance em R$ 68 mil, um BMW X3 (2008), a partir de R$ 45 mil, e um Hyundai Tucson GLS (2009/2010), com preço inicial de R$ 30 mil. Os veículos pertencem à revendedora Luma e estão armazenados em São Paulo.

Também é possível realizar lances presenciais na sede da companhia, em São Paulo, na Avenida Engenheiro Luís Carlos Berrini, 105, Edifício Berrini One – 4º Andar. Para mais informações, os interessados podem telefonar para (11) 4950-9400.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 17/10/2017

Mercado de peças é terra de ninguém
Em qual confiar?

Seu carro sofreu um acidente, é necessário trocar um farol e você o procura no mercado. Vai na concessionária que tem o “genuíno”, na embalagem da montadora. Ou nas lojas de peças, que o oferecem por um preço menor, produzido e embalado pelo mesmo fornecedor da montadora.

Vale a pena levar o “genuíno” ou não justifica pagar mais por ele?

O vendedor da concessionária admite que o farol não é produzido pela fábrica do automóvel (mas pela fornecedora terceirizada) porém é garantido e submetido a controle de qualidade. O vendedor da loja de peças diz que seu farol é produzido pelo mesmo fornecedor da fábrica e a única diferença é da embalagem. É mais barato por ter um intermediário a menos: ele o recebe direto do fornecedor enquanto o da concessionária passa antes pela montadora.

Atualmente, Fiat, Ford e VW estão em pé de briga com as fábricas de peças que atuam no mercado de reposição. Alegam que investiram bilhões nos projetos de seus carros e patentearam seus desenhos industriais, inclusive dos componentes.

E o fabricante de peças? Se é fornecedor da montadora, tem um acordo permitindo (ou não) abastecer o mercado paralelo. Entretanto, existem também vários fabricantes de peças que não fornecem para a montadora mas fazem a chamada “engenharia reversa”. Dissecam um farol “genuíno”, registram suas medidas, materiais e outras características, e a partir destas informações produzem uma peça similar à original. Que pode (ou não) ter mesma qualidade.

Na batalha judicial, as três montadoras pedem a proibição da reprodução alegando desrespeito aos seus direitos autorais. As fábricas independentes são defendidas pela Associação Nacional das Fabricantes de Autopeças (Anfape) e não concordam com a exigência de pagar às montadoras pelos desenhos. A Anfape entrou no CADE com uma representação há cerca de dez anos. No último capítulo desta novela, o Ministério Publico Federal acaba de afirmar que a conduta das montadoras “é abusiva e afeta negativamente a economia do país e os consumidores”. O que leva a crer que a decisão final será favorável à Anfape. Vale observar que outras grandes marcas como a GM não entraram nesta briga e não se opoem à produção de peças similares.

Quais peças escolher?

E como fica o consumidor nesta troca de chumbo?

Sujeito a levar bala perdida, principalmente por uma perniciosa distorção tipicamente brasileira. No Primeiro Mundo, ninguém coloca no mercado qualquer peça de automóvel que não tenha sido certificada (“selo de qualidade”) por um órgão homologado pelo governo. Na nossa “terra de ninguém”, o processo de certificação engatinha há anos pois é de responsabilidade do Inmetro, uma repartição pública, órgão subordinado ao MDIC (Ministerio do Desenvolvimento, Industria e Comercio). Que certificou apenas uma meia-dúzia de peças (dezesseis, para ser mais preciso) entre as milhares de um automóvel. A Anfape pode até defender empresas sérias. Mas se ganha a causa, vai beneficiar também as do tipo “fundo-de-quintal”, que vão deitar e rolar pois não há certificação nem fiscalização. Não tem como separar o joio do trigo.

Confira: lista com as peças certificadas pelo Inmetro

Neste imbróglio do mercado de reposição, as peças podem ser:

– “genuínas” (ou originais) encontradas na rede de concessionárias, com qualidade assegurada pela montadora;
– “cativas”, produzidas exclusivamente pela montadora e só disponíveis nas concessionárias;
– produzidas pelas fornecedoras da montadora, porém vendidas também pelas lojas de peças, com embalagem própria;
– produzidas por fábricas que não fornecem à montadora, mas de reconhecida qualidade e tradição no mercado;
– fabricadas num “fundo de quintal”, importadas de alguns países asiáticos, ou falsificadas.

Ao cliente que resiste à peça da concessionária, só resta confiar na recomendação de seu mecânico ou dono da loja de peças. Pois ele está desamparado pelo governo federal, que não dá pelota para o assunto. Nem para vários outros que igualmente envolvem segurança veicular.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 17/10/2017

No seu carro, as cores da Amazônia
Pela primeira vez, a Basf, maior fabricante global de tintas automotivas, desenvolveu uma cor especial para a próxima geração de carros que serão produzidos na América do Sul, em especial no Brasil, nos próximos anos.

Inspirada nas nuances da floresta amazônica vista em diferentes horários, com claridades diversas, a Visual Arete, como foi batizada, é um verde metálico intenso com tons azulados que entrou na nova coleção de 65 cores da Basf, a ser apresentada hoje a representantes das principais montadoras da região.

“Foi um ano e meio de desenvolvimento que incluiu pesquisas, conversas com influenciadores, como artistas e gente ligada à moda, e visitas a vários locais para avaliar tendências”, diz Zenon Paul Czornij, responsável global pela área de design da Basf. Segundo ele, a escolha se deve à conexão dos consumidores locais com a natureza.

As regiões América do Norte, Ásia e Europa já haviam ganhado uma “cor chave” em coleções anteriores. “Entendemos a importância do mercado da região e por isso desenvolvemos essa cor, que será mostrada glo- balmente nas nossas apresentações”, diz Czornij. Dependendo da claridade, a Visual Arete pode ser confundida com preto. Mas, ao mudar o ângulo ou a luz, logo o verde se sobressai.

A Basf apresenta anualmente aos clientes mundiais um cardápio de 65 novas cores que buscam atender as tendências do mundo automotivo e usa como base a moda, joias, produtos eletrônicos, entre outros.

Na moda

A pesquisa atual constatou que o azul será a cor mais quente para os automóveis nos próximos três anos. “É a cor que fará a conexão entre o mundo digital e as pessoas; ela transmite confiança e segurança”, informa o executivo.

Ele ressalta, contudo, que o branco, prata, preto e cinza, em diferentes nuances, continuarão à frente na preferência dos consumidores brasileiros, assim como dos demais países. Globalmente, diz ele, cerca de 65% das vendas de automóveis estão concentradas nessas quatro cores. No Brasil, a participação passa dos 70%, segundo o último dados da Associação Nacional dos fabricantes Veículos Automotores (Anfavea).

O desafio da Basf, afirma Czornij, é criar tonalidades, brilhos e misturas para que essas cores não se tornem burocráticas. Foi o que ocorreu com o branco, antes visto como cor de carro de serviço, como táxis, no Brasil. “Conseguimos transformar o branco numa cor sexy, elegante e sofisticada”, diz. Hoje, quase 40% dos novos veículos vendidos no País têm essa cor.

O vermelho, também em diferentes tons, é outra cor que deve cobrir os automóveis que serão lançados entre 2020 e 2022, prevê o estudo da Basf.

Ao apresentar a nova coleção, a empresa também colocará à disposição dos clientes uma tecnologia com pigmentos que aju- dam a barrar o calor no interior de carros pretos, hoje evitados em regiões como o Nordeste. Tradicionalmente, as montadoras escolhem uma cor exclusiva e, muitas vezes, berrante para o lançamento de novos modelos e nem sempre as colocam no catálogo de vendas.

É o que ocorre com o novo Polo, lançado pela Volkswagen no mês passado. O marketing do modelo está sendo feito em um inédito amarelo kurkuma, criado pela Basf. Em nota, a Volkswagen informa que “dependendo da demanda do mercado, vai avaliar a possibilidade de produção em série do novo Polo nesta cor de lançamento".

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 17/10/2017

Fras-le vai inaugurar planta na China
A Fras-le espera inaugurar até 30 de novembro uma nova fábrica, na China. A unidade da empresa do segmento de autopeças da Randon terá capacidade para produzir anualmente até 5 milhões de peças em pastilhas e até 10 milhões de unidades de lonas.

Localizada em Pinghu, na Província de Zhejiang, a planta industrial deverá se tornar uma plataforma de exportação para os países da região Ásia Pacífico, afirma a Randon, que já opera uma fábrica no país oriental.

Inicialmente, a produção será de 1,75 milhão de pastilhas ao ano e de 4,0 milhões anuais em lonas.

A abertura da nova fábrica está alinhada à estratégia de internacionalização e diversificação de produtos, afirmou Sérgio Carvalho, diretor corporativo do braço de autopeças da Randon. Ele afirmou ainda que a divisão tem mostrado desempenho muito bom. "Estamos crescendo, não apenas no mercado doméstico mas também no internacional", acrescentou ele, durante coletiva de imprensa, ontem, no 21º Salão Internacional de Transporte Rodoviário de Cargas (Fenatran), em São Paulo.

Implementos

Já a quarta fábrica da Randon Implementos, que está sendo construída em Araraquara, no interior de São Paulo, deverá iniciar suas atividades no primeiro trimestre de 2018, anunciou o diretor corporativo da divisão, Alexandre Gazzi, durante o evento.

O empreendimento, lançado oficialmente em outubro de 2014, tem investimentos totais estimados em R$ 100 milhões. Serão fabricados vagões e semirreboques canavieiros.

Com unidades industriais operantes em Caxias do Sul (RS), Chapecó (SC) e na cidade argentina de Rosário, a Randon se prepara para inaugurar ainda uma quinta planta, em Lima, no Peru. Segundo Gazzi, esse empreendimento deverá estar funcionando em março ou abril do próximo ano.

Diferentemente do diagnóstico para o braço de autopeças, Gazzi afirmou ainda que o mercado não melhorou para a sua divisão. "A Randon Implementos está performando melhor em função das condições da concorrência". O diretor reforçou a importância das inovações feitas nos últimos cinco anos, que correspondem a 60% da receita, disse.

A divisão de Implementos da empresa também trouxe à feira novidades na linha de basculantes, graneleiros, siders, tanques e bases para contêiner.

Fonte : DCI/Agência Estado





 

Data: 17/10/2017

Mercedes-Benz exporta mais de 300 ônibus para o Equador
A Mercedes-Benz participa da renovação de frota no Equador com 308 ônibus exportados esse ano. Esses veículos serão entregues até o final de 2017 aos empresários equatorianos. Desse total, 237 são chassis urbanos que irão realizar o transporte público nas cidades Guayaquil e Cuenca, além de a capital Quito. Só na capital são transportadas diariamente cerca de 700 mil pessoas em rotas urbanas. Os outros 71 modelos rodoviários negociados serão destinados para viagens turísticas no território equatoriano.

Entre os chassis exportados estão os modelos urbanos OF 1721 e OF 1723 para as linhas interurbanas do país. O lote inclui também o micro-ônibus LO 915 para operações bairro a bairro, produto que se destaca pela sua agilidade nas regiões urbanas com áreas de topografia com aclives, declives, rotas estreitas e de difícil acesso.

No caso dos ônibus rodoviários exportados, o modelo escolhido pelos clientes foi o O 500 RS, desenvolvido para atender as viagens de curta e longa distância. Um dos destaques desse modelo é o conforto garantido pela suspensão pneumática e o motor Mercedes-Benz que desenvolve velocidades médias elevadas nos trajetos rodoviários.

Das 308 unidades comercializadas, 170 já seguiram para os empresários equatorianos entre janeiro e setembro deste ano, sendo 137 modelos urbanos e 33 rodoviários. Os outros 138 ônibus serão entregues até o final do ano. “O Equador está ganhando uma posição de destaque em nossas vendas para a América Latina. No mesmo período do ano passado foram comercializados 10 chassis para o Equador, enquanto esse ano alcançamos o número de 170 veículos comercializados. Isso representa um aumento de mais de 1000%”, afirma Philipp Schiemer, presidente da Mercedes-Benz do Brasil e CEO América Latina.

Essa negociação foi realizada por intermédio do representante comercial da Mercedes-Benz no país, o Autolider, presente nas cidades Guayaquil, Quito e Cuenca. “Os ônibus da marca têm forte aceitação nesse país, uma vez que as características de transporte coletivo brasileiro e equatoriano têm várias similaridades, além do amplo suporte oferecido aos clientes por meio dos serviços e peças da marca”, completa Schiemer.

Exportações da Mercedes-Benz no acumulado do ano

A Mercedes-Benz do Brasil exporta seus veículos comerciais para cerca de 60 países de vários continentes. As exportações da Empresa cresceram 26% no acumulado do ano, entre janeiro e setembro, considerando caminhões e ônibus. Foram exportados 11.157 veículos, enquanto no mesmo período do ano passado o volume atingido foi de 8.860 unidades.

Entre os meses de janeiro e setembro, a Empresa aumentou em 8,5% as exportações de ônibus. “O volume entregue nesse período é de 4.729 unidades ante as 4.359 exportadas no mesmo período do ano anterior. No segmento de caminhões o aumento foi ainda mais significativo, com crescimento de 43% comparando a exportação de 6.428 veículos nos primeiros nove meses desse ano com os 4.501 no mesmo período de 2016”, explica Schiemer.

A Mercedes-Benz produz caminhões para todos os segmentos, desde leves, médios e semipesados até os extrapesados. No caso de ônibus, a marca tem também uma linha completa para atender o transporte coletivo nas aplicações urbanas e rodoviárias. Toda essa linha de veículos comerciais também está disponível aos clientes do mercado externo.

Fonte : Meio Filtrante





 

Data: 17/10/2017

Noruega pretende taxar carros elétricos
O governo da Noruega anunciou que pretende cortar os incentivos sobre carros elétricos. A intenção é aplicar taxas que elevariam o preço do segmento, que fez o país ser reconhecido como paraíso dos automóveis movidos a energia elétrica.

A medida, chamada pela imprensa norueguesa de “Taxa Tesla”, vai afetar principalmente os carros com mais de duas toneladas, o que incluiria o Tesla Model X e Model S.

De acordo com a proposta de orçamento para 2018, o governo norueguês pretende mudar a isenção para as taxas de registro de veículos e descontar na taxação das companhias automotivas.

Com a “Taxa Tesla”, os preços dos automóveis poderão sofrer reajuste. O Tesla Model X, por exemplo, teria alta de 70 mil coroas norueguesas (aproximadamente R$ 28 mil). Segundo a proposta, porém, “carros elétricos continuarão levando vantagem nos preços em relação aos veículos movidos a combustíveis fósseis”.

Em 2016, 29% dos registros de novos veículos eram de carros elétricos ou híbridos, dando ao país o mais alto índice deste tipo de combustível no mundo. Os noruegueses deixaram para trás a Holanda, com 6,4%, e a Suécia, com 3,4%.

Com os incentivos, as vendas da Tesla tiveram um crescimento de 90% nos primeiros meses de 2017. Em comparação com o mesmo período do ano passado, o volume subiu de 2.500 veículos comercializados para 4.717. O Ministro de Meio Ambiente do país nórdico afirmou que os automóveis elétricos utilizam as estradas da mesma forma que os carros comuns. Segundo ele, os incentivos fiscais serviram para estimular as companhias a investirem na produção dos veículos movidos à eletricidade ao invés de veículos de luxo.

Fonte : Jornal do Carro