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Data: 21/9/2017

Iveco prepara lançamentos em comemoração aos 20 anos no Brasil
A Iveco chegou ao Brasil em 1997 e, neste ano, completa duas décadas de atuação no país. A montadora inaugurou em 2000 a fábrica em Sete Lagoas (MG), onde são desenvolvidos e produzidos veículos comerciais, veículos para o transporte de passageiros e veículos de defesa. Agora, a marca se prepara para apresentar versões comemorativas e novos veículos, como o Tector Auto-Shift, além de programar ações de interação com os caminhoneiros em diferentes regiões do país.

O vice-presidente da Iveco para a América Latina, Marco Borba, destaca que a operação da montadora no Brasil se consolidou como uma das principais do grupo no mundo. “Nossos produtos fazem parte de frotas no Brasil e no exterior, seja no transporte de cargas ou de passageiros. No primeiro semestre desse ano cerca de 1.700 unidades foram exportadas para os mercados latino-americanos. Isso representa um aumento de 144% nas exportações em relação ao mesmo período de 2016”, explica.

O setor de Peças e Serviços e a área de pós-venda também trazem novidades no aniversário da Iveco. A linha de peças NexPro e os planos de Revisão com Preço Fixo foram apresentados recentemente aos clientes.

A participação da fabricante na Fenatran, evento mais importante do setor de Transportes da América Latina, será mais um momento para expor novidades no portfólio. “Os visitantes poderão ver de perto o que estamos preparando para incrementar nossa linha de produtos”, conclui o diretor de Marketing da Iveco para a América Latina, Ricardo Barion.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 21/9/2017

Grupo de empresas quer mais carros elétricos no País
Um grupo de empresas dos setores de energia, automotivo, tecnologia e de postos de combustível se prepara para uma ofensiva em prol dos carros elétricos e híbridos no Brasil. A visão do grupo é que o País não pode ficar muito atrás na eletrificação automotiva caso queira se integrar às diretrizes da indústria global.

Uma das ações será o lançamento, até o fim do ano, de uma rede de postos de recarga rápida, que permite que 80% da bateria seja carregada em até meia hora. O grupo também aguarda anúncio da produção do primeiro carro elétrico no País.

O movimento ocorre num momento em que governos e várias montadoras da Europa, China e Estados Unidos anunciam planos ambiciosos de eletrificação de suas frotas e estabelecem prazos para encerrar a produção de veículos a combustão, principalmente para atender metas de emissão de poluentes.

A discussão de como tornar viável o mercado de carros não poluentes também é tema do Salão de Veículos Elétricos, de hoje a sábado no Expo Center Norte, em São Paulo. No evento, organizado pela Associação Brasileira de Veículos Elétricos (ABVE), visitantes podem testar elétricos vendidos no País.

O Rota 2030 – nova política industrial para o setor automotivo, com duração de 15 anos – deve estabelecer regras para incentivar a venda de elétricos e híbridos no País, mas isso talvez não ocorra na primeira fase do programa, que deve ser anunciada no início de outubro.

“A discussão é complexa e deve ficar para o médio prazo”, disse Luiz Miguel Batuira, do Ministério da Indústria (MDIC). Há três semanas foi criado um grupo com representantes do governo e empresas para avaliar a inserção brasileira nessa mudança tecnológica que abre caminho para os autônomos.

Produção. Várias empresas aguardam a decisão do governo para confirmar projetos. As montadoras chinesas BYD e Chery anunciaram intenção de produzir carros elétricos no País. A japonesa Toyota tem projeto para o híbrido Prius. Alegam, porém, que investimentos só se justificam para produção de 3 mil a 5 mil unidades ao ano. E demanda, dizem, se cria com incentivos, como ocorre nos outros países. O presidente da Chery, Luis Curi, disse que o grupo deve concluir em 2018 estudo de viabilidade para a produção local do compacto QQ elétrico. “Dependendo do resultado poderemos iniciar a montagem em 2019, primeiro para frotistas e taxistas”.

A BYD, fabricante de ônibus elétricos em Campinas (SP), iniciará em outubro a venda do sedã elétrico e5, importado da China. Vai custar cerca de R$ 220 mil. “Se tiver volume que justifique, vamos produzir no Brasil”, disse Adalberto Maluf, diretor da empresa. A marca já trouxe ao País 50 minivans e6 para taxistas. Recentemente, entregou um e5 e um e6 para a Guarda Civil de São Paulo. Segundo ele, a BYD mantém 40 postos de recarga no País. A BMW tem 41 postos. A marca já vendeu 200 elétricos i3 e híbridos i8 a preços entre R$ 159 mil e R$ 800 mil.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 21/9/2017

Montadoras já enxergam avanço de dois dígitos das vendas para 2018
A indústria automobilística deve registrar taxa de crescimento das vendas próxima a um patamar de 10% a partir de 2018, estimou nesta terça-feira (19) o presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), Antonio Megale.

Com a expansão prevista, o setor deverá atingir o segundo ano consecutivo de alta das vendas, após amargar quatro anos de retração. Entretanto, mesmo com a volta do crescimento, as vendas ficarão abaixo dos patamares recordes registrados em 2012 (3,802 milhões de unidades) e em 2013 (3,767 milhões).

"O crescimento em 2018 vai ser maior do que o registrado nesse ano, e eu diria que poderemos chegar aos dois dígitos", afirmou Megale.

Segundo ele, as melhores expectativas são justificadas pela redução dos juros, que deve alavancar a oferta de crédito; pela expansão do Produto Interno Bruto (PIB), que poderá chegar a 3% no ano que vem; e pela expectativa de recuo das taxas de desemprego, incrementando a renda disponível para a aquisição de bens duráveis.

O dirigente avaliou ainda que o mercado poderá retornar ao patamar de 3 milhões de unidades produzidas dentro de dois anos. "O que ajuda nisso é a exportação. Finalmente o País entendeu que esse assunto deve ser visto com atenção", explicou, acrescentando que essa volta de patamar de produção poderá reduzir a ociosidade da indústria, que está atualmente em cerca de 50%.

Revisão

Para este ano, a associação, que previa inicialmente uma alta de 4% das vendas, revisou neste mês esta expectativa, agora para um incremento de 7,3%. Dessa forma, as vendas poderão totalizar 2,2 milhões de veículos.

A melhora nas projeções ocorreu diante dos números registrados entre janeiro e agosto, que apontam uma alta de 5,3% em relação a igual intervalo de 2016. Em agosto ante julho, o indicador registrou uma alta de 17,2%.

"Todos os indicadores estão nos dando a confiança de que a retomada começou e que o fim da crise está próximo", comemorou o dirigente.

De acordo com ele, as vendas diárias de setembro estão cerca de 5% acima da média registrada no mês de agosto.

Na mesma linha, o presidente da General Motors Mercosul, Carlos Zarlenga, destacou que a empresa já está "vendo a recuperação se materializar". "Claro que ainda é um pouco incipiente, mas os números dos últimos meses foram melhores do que os respectivos do ano passado. Isso significa uma retomada", afirmou.

"Ainda existe uma certa incerteza com o futuro, mas sem dúvida nenhuma conseguimos enxergar um maior otimismo no mercado", acrescentou.

O executivo da GM reforçou que a volta da confiança e a retração dos juros está impulsionando o aumento das vendas. "Esses são os dois fatores mais importantes para a venda de carros", disse.

O vice-presidente de comunicação, relações externas e digital do Grupo PSA na América Latina, Fabricio Biondo, é mais ponderado sobre a recuperação, mas avalia que as vendas do setor poderão crescer entre 5% e 10% no próximo ano.

"Vamos ter um crescimento, mas baseado num mercado que caiu bastante", ressaltou. Biondo alertou sobre os riscos das altas taxas de desemprego, que ainda persistem.

"Nossos produtos dependem de renda e crédito, mas o poder aquisitivo não cresce com desemprego", disse, acrescentando que parte da expansão deste ano vem do mercado corporativo, em vez do consumidor Pessoa Física.

Caminhões

Enquanto a capacidade instalada do segmento de automóveis está em aproximadamente 50%, o ramo de caminhões conta com uma ociosidade ainda maior, entre 70% e 80%, afirmou Megale, da Anfavea.

Para o presidente da MAN Latin America (fabricante Volkswagen), Roberto Cortes, a área foi a que mais sofreu com a crise política e econômica. Em comparação a 2011, quando foram vendidos 170 mil veículos, houve uma queda de 75%. "Neste ano, observamos uma reversão da queda, mas ainda temos um longo caminho de recuperação", disse.

Cortes afirma que as vendas de caminhões poderão crescer cerca de 10% em 2018, mas que os patamares pré-crise deverão vir apenas em 2021.

Fonte : DCI/Rodrigo Petry





 

Data: 21/9/2017

Ritmo da tecnologia desafia as montadoras
Quando era criança e viajava com a família pelas estradas da Áustria, seu país de origem, o engenheiro Johannes Roscheck gostava de fazer uma fantasia. Ele imaginava como seria bom se seus pais pudessem girar os bancos dianteiros do carro para trás. Dessa forma ele poderia jogar cartas com eles. Cinco décadas vão se passar até o sonho do garoto austríaco tornar-se realidade A indústria calcula que a partir de 2020 os carros autônomos já estarão nas ruas dos países mais desenvolvidos. “Demorou mais do que eu esperava quando era menino”, diz Roscheck, que hoje é presidente da Audi do Brasil. Mas se nos tempos de infância a velocidade do automóvel do pai era o que mais chamava a sua atenção, hoje ele se impressiona com a rapidez no desenvolvimento da tecnologia. Um dos próximos desafios da indústria será garantir que, ao longo da sua vida útil, um carro possa receber todos os avanços tecnológicos na velocidade que eles acontecem.

Em geral, o ciclo de renovação de produtos na indústria automobilística leva de três a cinco anos. A cada três são feitas modernizações e depois de cinco anos, os modelos são completamente renovados. É um tempo distante demais se comparado com o que acontece na indústria de tecnologia. Mas para os representantes desse setor, isso não será um problema. “O ciclo deixará de ser longo porque o carro será um produto com mais software do que hardware”, afirma o presidente da Cisco do Brasil, Laércio Albuquerque.

“Bem-vindos à era do mundo controlado por softwares”, disse Albuquerque ontem, em São Paulo, durante um evento do setor automotivo. Como o automóvel já não é mais o mesmo, a revista “Quatro Rodas” convidou para seu fórum anual sobre tendências executivos de peso das maiores companhias de tecnologia da informação do mundo.

Para o presidente da Intel no Brasil, Maurício Ruiz, o carro tende a ser uma plataforma à qual serão adicionados serviços de tecnologia. “Caberá ao fabricante decidir se o produto termina nele mesmo ou se receberá constantes atualizações de serviços digitais”, destaca. Albuquerque diz não ter dúvidas de que o consumidor está hoje mais disposto a trocar a marca de um veículo por outro que ofereça mais vantagens digitais.

O chamado carro autônomo será desenvolvido em fases. A primeira, já muito usada, permite regular a velocidade do veículo para manter uma distância segura do que está à frente. No nível dois, testada há alguns anos, o condutor pode tirar a mão do volante.

“Quando dirigi o primeiro veículo assim, em 2007 eu podia ficar cinco segundos sem a mão no volante. Hoje chegamos a 15 segundos”, diz Roscheck. A Audi, afirma o executivo, está em fase de homologação, na Europa, do modelo A8, que funciona já na fase 3, que significa que a pessoa pode manter-se à frente da direção numa estrada sem necessidade de colocar as mãos nele e só assumir o controle quando o carro indica a necessidade.

Na fase 4, o motorista não precisará mais se preocupar com isso. Já na fase 5 o veículo circulará sem motorista. Em 2020, veículos da fase 4, ou seja, praticamente autônomos, estarão nas ruas, segundo o vice-presidente de mobilidade e serviços conectados da PSA na América Latina, Pablo Averame.

Para o presidente da Google no Brasil, Fábio Coelho, a maior vantagem do carro autônomo não é o conforto de não precisar dirigir, mas a segurança no trânsito. “Com uma massa de dados bem estruturada vamos poder nos deslocar melhor e evitar acidentes”, destaca o executivo.

No fórum de ontem, executivos do setor de tecnologia foram colocados lado a lado com os das montadoras, um debate que faria pouco sentido tempos atrás, mas necessário nos dias de hoje. Os mediadores tentavam saber como, no período de transição, carros autônomos vão conviver com os que precisam ser conduzidos por motoristas. Ou até que ponto os autônomos vão conseguir desviar de qualquer obstáculo em seu caminho.

“Vai ter gente perguntando: o carro consegue desviar de um cachorro, ok. Mas e se o cachorro for pequeno? Não sei é a melhor resposta hoje. Mas tem muita gente pensando nisso e essa discussão tende a evoluir cada vez mais. Eu diria, aliás, que tradicionalmente o uso sempre precede a norma ou a lei e, nesse, caso os benefícios vão superar os problemas”, diz Coelho.

A discussão sobre quem será responsabilizado pelo acidente provocado por um carro autônomo é bastante polêmica. Assim como a necessidade de mudar a legislação. “Na maior parte dos países hoje a lei proíbe que o motorista tire a atenção ao volante pelo uso do celular. Nosso trabalho será permitir o uso desses aparelhos sem tirar a atenção do que acontece na estrada”, afirma Roscheck.

O passo seguinte será a criação das cidades inteligentes. Roscheck aponta a Coreia do Sul como melhor exemplo de um programa para criar cidades inteligentes em menos de dez anos.

O novo momento também indica oportunidades para vender serviços. “É como acontece num avião. Algumas pessoas que passam quatro horas olhando o assento da frente estão dispostas a pagar por serviços que vão além da leitura da revista de bordo”, afirma Coelho. E, com o tempo, o carro passará a ser a extensão da casa.

A questão dos custos do desenvolvimento do veículo autônomo ainda é uma grande preocupação, embora, para a maioria, o início da produção em escala tende a reduzir as despesas. A PSA criou um programa chamado Veículos autônomos para todos. “Entre 2020 e 2030 queremos que todos os nossos clientes possam ter um modelo autônomo independentemente da faixa de preço”, afirma Averame.

No Brasil, a crise recente atrasou investimentos no desenvolvimento tecnológico dos veículos, segundo Frédéric Sebbagh, presidente, na América do Sul, da Continental, grupo alemão que produz pneus e componentes eletrônicos. Segundo ele, o encolhimento do mercado interno tirou a perspectiva de produzir componentes importantes que hoje são importados, como itens de segurança e eletrônica embarcada.

Por isso, o executivo da Continental defende mais abertura do mercado. “O Brasil ainda está muito defasado por ter uma das maiores proteções do mundo. Por isso, precisamos trabalhar com outros países”, destaca. Para Sebbagh, não só a crise como a aceleração no desenvolvimento tecnológico em outros países deixou o Brasil para trás.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos





 

Data: 21/9/2017

Consumo de aço mantém trajetória de recuperação
Sustentado pela maior demanda por aços planos, o consumo de produtos siderúrgicos no Brasil seguiu em recuperação durante agosto, mostram dados divulgados ontem pelas duas principais entidades do setor - o Instituto Aço Brasil e Inda, que reúne os distribuidores de aço plano.

Segundo o Aço Brasil, o consumo aparente - índice que reúne vendas internas e importações - foi a 1,74 milhão de toneladas no mês passado, 9,6% a mais ante o mesmo mês de 2016. Esse resultado veio com o aumento de 4,8% nas vendas das usinas, em igual comparação, para 1,55 milhão de toneladas, e alta de 73,6% nas importações, para 191 mil.

Com isso, nos 12 meses até agosto, o consumo encontra-se em 19 milhões de toneladas - taxa anualizada que representa alta de 3,4% sobre o total apresentado em 2016.

Já o Inda revelou avanço de 19,2% nas vendas da rede no mês, em base anual. O volume chegou a 301,7 mil toneladas. As importações, por sua vez, aumentaram 160,8% e atingiram 116,4 mil toneladas. Com isso, o giro dos estoques foi ao menor nível desde 2014, ficando em 3 meses. Segundo seus dados, o consumo aparente do produto, exceto folhas metálicas, totalizou 878 mil toneladas em agosto, 8,9% a mais do que no mesmo período de 2016.

“Definitivamente, os números mostram que o setor está se recuperando”, disse o presidente da entidade, Carlos Loureiro. A retomada é observada especialmente no segmento de aços planos, puxada pelo setor automotivo. Nessa área, Usiminas e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) são líderes.

A retomada está ligeiramente maior que a expectativa. Por isso, cresceram as chances de as vendas ficarem estáveis no ano. Por enquanto, a projeção oficial do Inda, segue em queda de 5%.

O Aço Brasil mostra que houve mais um mês de recuperação da venda pelas usinas de aço plano. Foram 928 mil toneladas, 9,8% em comparação anual. Cerca de um terço do consumo desse aço vem do setor automotivo. No caso de longos, ainda há baixa de 2,8%.

A importação continua sendo um fator acompanhado de perto pelo setor, mas, por enquanto, o movimento parece ter perdido força. Em relação a julho, de acordo com o Aço Brasil, as compras de produtos estrangeiros recuaram 6,4%. Considerando a análise de 12 meses, contudo, agosto foi o 12o mês consecutivo de alta na participação dos importados no consumo aparente, para 13,3%. Há um ano, essa penetração era de 8,9%.

Loureiro, do Inda, informou que encomendas feitas à China em meados de julho já estão chegando com força agora. Provavelmente, o número de importação vai surpreender em setembro, disse ele, principalmente de galvanizados e laminados a quente.

Nesse cenário de avanço dos importados, medidas de defesa comercial podem aliviar o mercado. Mas, para Loureiro, o alvo das siderúrgicas foi errado. “Essa briga pelo antidumping de laminados a quente (de China e Rússia) é tempestade em copo d’água”, comentou. “A penetração no consumo de laminados a quente não foi nem de 4% neste ano. A situação para zincados é muito pior”.

Está prevista para hoje a decisão da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) sobre o pedido da CSN, ArcelorMittal e Gerdau para uma tarifa antidumping nesse produto. A Abimaq, entidade de máquinas e equipamentos , protesta contra a adoção de sobretaxa, sob o argumento de que barrar as compras de aço estrangeiro abriria espaço para mais aumentos de preço das siderúrgicas.

Para o Citi, o momento positivo no mercado brasileiro deve persistir. Um dos motivos, diz relatório do banco, além da maior procura, é a continuidade dos altos níveis de preços internacionais. Os preços mais robustos do aço, especialmente na China, têm motivado reajustes por aqui. Para outubro já há pelo menos mais duas empresas promovendo aumento - um de 10,2%, da Usiminas, e outro igual de CSN. ArcelorMittal e Gerdau não informaram.

Esta rodada, no entanto, pode ter deixado os preços caros demais. Para Loureiro, o prêmio do laminado a quente, por exemplo, pode ficar entre 10% e 12%. Atualmente, antes dos últimos reajustes, esse prêmio estava entre 2% a 3%. No caso da bobina a frio, a situação é pior, pois o prêmio já se encontra ao redor de 12%, disse.

“A margem das siderúrgicas chinesas está na máxima pelo menos desde 2010, considerando o custo das matérias-primas e o preço do aço. Isso preocupa”, opinou. “Até que ponto as usinas vão conseguir manter esse nível, caso o mercado lá se enfraqueça? Por isso, parece que aqui as usinas estão indo com muita sede ao pote”.

Fonte : Valor Econômico/Renato Rostás





 

Data: 21/9/2017

Total Lubrificantes mira mercado de pesados e de motos para crescer no Brasil
A Total Lubrificantes, uma das quatro maiores empresas de gás e petróleo do mundo, revelou sua disposição de crescer no mercado brasileiro e alcançar 5% de market share até 2019, ante os 2% atuais. O anúncio foi feito pelo francês Olivier Bellion, diretor-geral da empresa no Brasil, durante coletiva com a imprensa especializada realizada hoje (20/set) em São Paulo. Para tanto, a petroleira vai concentrar suas ações em dois principais mercados: o de veículos comerciais e ainda o motocicletas.

"Apesar das dificuldades econômicas dos últimos anos, continuamos acreditando no Brasil e no seu potencial de recuperação. Queremos aproveitar todas as oportunidades para crescer por aqui, saindo um pouco dos nichos predominantes no mercado. Vamos mirar em produtos com margens mais altas de setores importantes para o nosso negócio”, explicou o executivo que representa as marcas de lubrificantes Elf e Total.

No segmento de veículos comerciais, a meta é saltar de 0,8% de participação de mercado para 2% no prazo de dois anos. O foco será nas empresas dedicadas ao transporte rodoviário de cargas através de ações de relacionamento e serviços, por meio da rede de distribuidores da marca. A Total Lubrificantes do Brasil conta com um total 45 revendedores espalhados pelo Brasil, número que deve chegar a 50 Casas até o final do ano, garante Olivier.

Entre os trunfos para a conquista de novos clientes, a empresa aposta no serviço de análise ANAC, que possibilita um diagnóstico completo do lubrificante, de forma personalizada para cada caminhão. O resultado da análise será disponibilizado para o cliente através da internet, no prazo máximo de 24 horas a partir da entrega da mostra na rede autorizada.

No caso das motocicletas, a estratégia é aumentar e consolidar as parcerias com os chamados aplicadores do produto, representados pelos mecânicos, frentistas e demais públicos de decisão da marca do lubrificante. A empresa também aposta na ampliação da rede de Postos de Troca de Óleo Rápida da Total Lubrificantes (Rapid Oil Change – ROC), que hoje conta com 46 unidades no país. “Temos um plano agressivo de expansão da rede ROC com a inauguração de mais 14 postos até o final de 2017”, explica Adriana Bracale, gerente de Marketing da Total.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 21/9/2017

Volkswagen Gol 1.0 MPI Track Flex 2017
Para seguir a onda dos aventureiros urbanos, a VW lançou uma versão do Gol mais adequada a pisos ruins, batizada como Gol Rallye. Ele vinha com suspensão elevada, motor 1.6 e era o topo da linha do compacto. Até a geração anterior, o Gol Rallye existiu, e foi o primeiro (e único) Gol a contar com o motor 1.6 16V MSI de 120 cv. Era muito rápido, mas durou pouco. Ainda na geração anterior, o Gol Track foi lançado, e se tratava de uma versão aventureira mais simples, com motor 1.0.

Após o facelifit mais atual, apenas o Gol Track voltou. Equipado com motor 1.0 MPI de 3 cilindros e 12V, o carro conta com detalhes visuais exclusivos, como farol com duplo refletor, capô, grade e para-choques exclusivos, herança da Saveiro Cross. Além disso, o carro conta com molduras de plástico pretas nos para-lamas e detalhes em preto na carroceria. Não há alterações na mecânica, nem mesmo suspensões elevadas, e isso é uma boa notícia, pois o Gol Track é bom de chão como qualquer outro Gol.

Seu propulsor entrega 75/82 cv @ 6.250 rpm de potência e 9,7/10,4 kgfm @ 3.000 rpm de torque (G/E). Moderno, o motor 1.0 de 3 cilindros é bem elástico e entrega desempenho razoável ao carro, que pesa 990 kg. Combinado ao motor está o câmbio MQ200, que possui engates rápidos e precisos, e ainda é uma referência no mercado nacional. Em nosso teste, o carro foi bem econômico com gasolina, fazendo 13 km/l na cidade e 15,4 km/l na estrada. Sua aceleração de 0-100 km/h foi feita em 14,4 segundos.

Simples e objetivo

Do lado de dentro a versão Track também não traz mudanças, e continua a trazer o painel de materiais simples com encaixes precisos. O visual lembra o Golf, especialmente com a vistosa central multimídia (que custa R$ 2.524). Seu preço básico é de R$ 43.990, mas equipado conforme o carro que testamos, sai por R$ 50.587. Só a pintura laranja custa R$ 1.780.

Dentro do Gol há espaço suficiente para 4 adultos de estatura mediana, sendo que pessoas mais altas carecem de espaço para as pernas no banco traseiro. Seu porta-malas de 285 litros é honesto. A posição de dirigir é razoável, e o banco conta com regulagem pouco precisa em altura. A coluna de direção não é regulável em altura ou profundidade. Já a visibilidade é excelente pelos retrovisores, e o sensor de estacionamento auxilia nas manobras, que são bem fáceis de realizar, graças ao diâmetro de giro de 10,8 m e as dimensões contidas do carro.

Rodando na cidade o Gol é suave, com suspensão bem calibrada para asfalto crocante ou liso. Seu isolamento acústico é bom e a solidez do carro é agradável, fruto da boa plataforma. O motor 1.0 tem uma certa apatia em baixos giros, mas acima de 3.000 rpm ganha força com vigor, entregando bom desempenho ao compacto, especialmente com Etanol no tanque.

De bem com a vida

Na estrada o carro roda com giros mais altos que o ideal, o que atrapalha um pouco o consumo, embora a suavidade do motor mascare um pouco as rotações elevadas. O lado bom disso é que o motor está sempre na faixa de torque ideal, fazendo com que as respostas e retomadas em ritmo rodoviário sejam sempre agradáveis. O carro tem ótima estabilidade e bom equilíbrio, além de bons freios, mas fica devendo itens de segurança ativa como controles de tração e estabilidade.

Em resumo, o Gol Track é uma opção interessante para quem pensa em um compacto, especialmente pelo seu visual exclusivo. Na prática ele seria ainda mais interessante com motor 1.6, de preferência o 1.6 16V, e quem sabe um refinamento maior no acabamento e em alguns mimos para o motorista, mas aí precisaria se chamar Rallye.

Confira nosso vídeo. https://www.youtube.com/watch?v=ut2WwJ67GdM

Fonte : Revista Torque/Marcelo Silva





 

Data: 21/9/2017

BMW lança linha Individual de cores externas exclusivas para o M3 Sedan
Ícone de esportividade a motor, dentro e fora das pistas, o BMW M3 Sedan já pode ser encomendado na rede de concessionárias autorizadas BMW com cores externas da linha BMW Individual. Esta nova gama de tonalidades exclusivas, e que acaba de ser disponibilizada pela BMW no país, traz opções de pintura externa que abrangem todo o espectro de cores, chamando a atenção para seus acabamentos brilhantes, efeitos que refletem o colorido do arco-íris e até aparência que remete ao metal líquido.

“A linha BMW Individual acentua ainda mais o caráter esportivo e sofisticado do BMW M3 Sedan agregando estilo e exclusividade ao esportivo, enfatizando as formas e contornos da carroceria e transformando-o em uma poderosa expressão da personalidade de seu dono”, explica Nina Dragone, diretor de Marketing e Produtos da BMW do Brasil.

Inspirada na coloração de pedras preciosas para projetar uma infinidade de acabamentos de pintura inimagináveis, a linha BMW Individual é referência em termos de profundidade e brilho, e sua luminosidade pode variar dependendo do ângulo de incidência da luz, podendo surpreender com seus efeitos iridescentes.

Acabamentos tipo mate, por exemplo, exibem um brilho sedoso, criando um aspecto distinto e enfatizando uma poderosa linguagem de design de cada modelo BMW. Nem a luz ou a ausência dela podem obscurecer a fascinante interação entre as superfícies precisamente esculpidas. O segredo, neste caso, é um tipo de pigmentação especial aplicado em várias camadas. O resultado é uma declaração clara e visível da máxima individualidade.

Em contrapartida, a pintura de acabamento metálico permite que cada veículo irradie seu próprio brilho especial. Graças a seus incomparáveis efeitos cintilantes, à refração da luz individual e a um intenso brilho fascinante, eles criam uma expressão definitiva.

Ao todo, a paleta de cores da linha BMW Individual, disponibilizada no Brasil, abrange 17 tonalidades diferentes, sendo quatro de acabamento sólido, nove de acabamento metálico – ambas oferecidas por R$ 15.000 –, e mais quatro, denominadas Metálico Frozen, cujo preço sugerido é de R$ 20.000.

Fonte : Cross Brasil





 

Data: 21/9/2017

Até 2030, carros a energia devem ser 10% da frota global
Estudo recente da FGV Energia mostra que a frota mundial de elétricos e híbridos no ano passado era de 2 milhões de veículos para passageiros (exclui ônibus e motocicletas). A previsão é que até 2020 chegue a 13 milhões e, em 2030, a 140 milhões, ou 10% da frota total de carros.

No Brasil, desde 2011 foram vendidos 5,9 mil carros elétricos e híbridos, dos quais 2.079 neste ano, quase o dobro de 2016. O número representa 0,3% das vendas totais. Sozinho, o híbrido Toyota Prius, que custa R$ 120 mil, respondeu por quase 80% das vendas deste ano, com 1.635 unidades.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) calcula que, em dez anos, 2,5% das vendas de carros no País serão de híbridos (o que equivalerá a 0,4% da frota total). Boa parte deles deve utilizar etanol como combustível para gerar a energia da bateria, tecnologia que está em desenvolvimento por empresas como Toyota e Nissan. A fatia dos elétricos não foi calculada.

A pesquisadora da FGV Energia, Tatiana Bruce, responsável pelo estudo que utiliza dados globais da International Energy Agency (IEA), diz que a principal dificuldade para a disseminação de veículos elétricos no Brasil é o alto custo, principalmente da bateria, que corresponde a 50% do valor do carro. Nos últimos anos o preço vem caindo, mas ainda é elevado.

Por enquanto, diz Tatiana, “os grandes responsáveis pela adoção mais acelerada do carro elétrico em outros países são os subsídios para aquisição”. Na China, mercado que mais cresce atualmente, o governo banca entre um terço e metade dos preços dos carros elétricos. A preocupação de ambientalistas é que a maior parte da energia local vem de térmicas a carvão.

No País, por enquanto, os incentivos são a isenção do Imposto de Importação para elétricos e redução da alíquota de 35% para até 7% para os híbridos. Alguns municípios, como São Paulo, oferecem isenção de IPVA e dispensa do rodízio.

Segundo Tatiana, o Brasil tem necessidades diferentes de outros países que precisam cumprir o Acordo de Paris, sobre o aquecimento global. “Temos uma indústria de biocombustível bem desenvolvida, uma vantagem que a maioria dos outros não tem”.

Além das decisões do Rota 2030, é aguardada e regulamentação da venda de energia para essa finalidade pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Hoje, os postos não podem cobrar pela recarga. Segundo a agência, a proposta de regulamentação será apreciada no primeiro semestre de 2018.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 21/9/2017

Salão dos Veículos Híbridos-Elétricos abre as portas em São Paulo
Começa nesta quinta-feira (21) o 13º Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias, evento que, até o dia 23, propõe ao público uma imersão completa no universo da mobilidade sustentável. Com a proposta de aproximar o publico ao tema, a expectativa é reunir cerca de 8 mil visitantes no pavilhão Amarelo do Expo Center Norte, na capital paulista.

Entre as autoridades confirmadas para debater o tema estarão representantes do MDIC (Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), o secretário de Mobilidade e Transportes de São Paulo Sérgio Avelleda, o vereador Gilberto Natallini, a secretária do Meio Ambiente de Sorocaba Karen Castelli e os vereadores Caio Miranda e José Pólice Neto.

O Salão abriga, em seus três dias de realização, o Congresso “Empreendedorismo, Design e Inovação em mobilidade a favor do clima”, que possui o objetivo de debater as tendências mundiais relacionadas à Mobilidade Elétrica. A programação visa unir as autoridades e empresas envolvidas para informar e discutir, junto aos participantes, questões pertinentes que possam auxiliar a viabilização de um avanço estrutural para a implantação do modal no país.

Um dos destaques da programação é a presença de Ricardo Amorim, considerado o economista mais influente do Brasil, segundo a Forbes Internacional, que, além de parte do time do programa Manhattan Connection da Globo News, desde 2003, é colunista na Revista IstoÉ. Sua palestra foca nas oportunidades em Mobilidade Sustentável para o desenvolvimento de Cidades inteligentes, abordando o aspecto inovador da economia sob o conceito de mobilidade sustentável, aplicativos e modais e o potencial do mercado brasileiro em investir neste segmento.

O evento também promove o 2º Encontro de Empreendedores da Eletromobilidade (2º EEE), que reunirá tomadores de decisão (como prefeitos, secretarias, representantes de ministérios, entre outros) e fornecedores de produtos e serviços destinados à mobilidade sustentável, para o debate sobre como o transporte se insere no conceito de SmartCities. A ideia é que, juntos, possam criar novas soluções para a implantação não só de infraestrutura, mas de acessibilidade dos veículos elétricos para o brasileiro em termos de custos.

O salão ainda propõe o Matchmaking, rodadas de negócios guiadas por temas específicos que possibilitarão o encontro de empresários, start ups e tomadores de decisão em prol de uma busca mais efetiva na realização de parcerias que beneficiem a população e o mercado de mobilidade sustentável.

Os visitantes poderão contar com três pistas de test drive. A principal delas conta com a gestão da TSO, empresa especializada em ações automotivas, e traz os veículos Renault Twizy, BMW i3, Volvo XC90 T8 Hybride e-Tech. O público encontra ainda a “Brinquedoteca”, pista de motos, bicicletas, skates, e hoverboards, todos elétricos, para o deleite dos visitantes, sobretudo para as famílias se divertirem juntas.

Em uma terceira área, a Segway, maior fabricante do mundo de hoverboards, propõe uma brincadeira com o público, ao transformar um de seus veículos em um robô para interação com os visitantes.

Já no estande da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) será possível pilotar um simulador de Fórmula E, equivalente a Formula 1 dos veículos elétricos. Como a cabine possui tamanho real, o visitante poderá se sentir dentro de uma competição de verdade, promovido pela entidade. Enquanto isso, no VE Experience, o público terá a oportunidade de interação com proprietários de veículos elétricos.

Na área intitulada VE Experience, proprietários de veículos elétricos e híbridos contarão as suas experiências como motoristas de vanguarda, explicando as dificuldades, os benefícios e suas histórias com seus carros movidos à energia sustentável.

Serviço

13º Salão Latino-Americano de Veículos Híbridos-Elétricos, Componentes e Novas Tecnologias
Expo Center Norte – Pavilhão Amarelo
Rua José Bernardo Pinto, 333 – Vila Guilherme / São Paulo
Exposição: 21 a 23 de setembro das 12h às 20h
Congresso: 21 e 22 de setembro das 8h às 20h
2º EEE: 21 de setembro das 8h às 11h
Informações http://www.velatinoamericano.com.br/

Fonte : Revista Torque