[ 26/9/2018 ]
Scania acelera produção em São Bernardo ...

[ 26/9/2018 ]
Effa Motors planeja novos modelos e ampl...

[ 26/9/2018 ]
Autopeças brasileiras ganham espaço na A...

[ 26/9/2018 ]
De janeiro até a terceira semana de sete...

[ 26/9/2018 ]
Atlas da Acidentalidade aponta os piores...

[ 26/9/2018 ]
O perigo de comprar SUVs no Brasil...

[ 26/9/2018 ]
DAF começa a produzir caminhões na Austr...

[ 26/9/2018 ]
BMW faz alerta sobre lucro, culpa guerra...

[ 26/9/2018 ]
Audi lança serviço de assinatura que per...

[ 26/9/2018 ]
Projeto limita emissão de poluentes por ...

[ 25/9/2018 ]
Minas Gerais paga contrato de R$ 24 milh...

[ 25/9/2018 ]
Déficit das autopeças atinge US$ 4,48 bi...

[ 25/9/2018 ]
Apesar do cenário político, vendas de ca...

[ 25/9/2018 ]
Mercado reduz previsão de crescimento do...

[ 25/9/2018 ]
Mercado financeiro aumenta estimativa de...

[ 25/9/2018 ]
Petrobras reduz o preço da gasolina nas ...

[ 25/9/2018 ]
Veículos elétricos devem ter preços de c...

[ 25/9/2018 ]
Brasil reciclou cerca de 92 milhões de p...

[ 25/9/2018 ]
Randon, de Caxias, anuncia mudanças na á...

[ 25/9/2018 ]
Grupo Traton surge como um gigante em tr...




 

Data: 26/9/2018

Scania acelera produção em São Bernardo do Campo
Para dar conta das entregas de pedidos da última safra de caminhões PGR, a Scania acelera o ritmo de produção na unidade de São Bernardo do Campo (SP) com a introdução do segundo turno na linha de montagem e a contratação de 170 pessoas no quadro de funcionários.

A decisão ocorre para sustentar o atendimento do aumento de pedidos dos clientes diante do anunciado fim da linha de caminhões PGR. “Depois de muito tempo, desde 2013, a linha de montagem não operava em dois turnos”, contou Christopher Podgorsky, presidente da Scania América Latina, durante o Salão de Hannover, Alemanha. “O último pedido firme da série PGR já foi feito. A partir da segunda quinzena de outubro estaremos preparados para receber os pedidos da nova geração.”

A atual geração de caminhões da Scania tem data que marca o fim de sua produção no mundo, 27 de dezembro próximo. Até lá, a unidade segue produzindo de 80 a 85 unidades/dia e mais 15, no segundo turno. Podgorsky revela que a fábrica de cabine também segue em ritmo acelerado, em dois turnos e, quando necessário, um terceiro turno apoia a programação, assim como a unidade de usinagem.

A linha PGR deixa a linha de montagem após duas décadas de produção. Com a chegada da nova geração na Europa, em 2016, a operação brasileira se tornou responsável pelo abastecimento dos veículos no mundo. “Com a queda do mercado brasileiro, a Scania ocupou capacidade. Foi a única que não reduziu força de trabalho”, lembra o Podgorsky. “Seguimos com a vantagem de não ter perdido competências, nível de investimento e competitividade.”

Da produção da Scania, 70% é exportada, deste volume 50% segue para América Latina e 50% para o que chama de overseas, uma carteira de cliente que reúne mais de trinta mercados. Com o encerramento da produção da série PGR, a unidade Scania volta a ser inserida no sistema global de produção da companhia.

A Scania reservou investimento de R$ 2,6 bilhões para o período de 2016 a 2020, dos quais R$ 1,5 bilhões já foram consolidados, boa parte para as adequações necessárias na fábrica de São Bernardo para chegada a nova geração de caminhões. Durante as férias coletivas programadas em janeiro, a unidade recebe mais de 1.100 pessoas com a missão de preparar as linhas para a produção dos novos produtos.

O presidente da Scania estima que encerrará 2018 com 27 mil unidades produzidas, uma evolução por volta de 28% em relação ao volume do ano passado, de pouco mais de 21 mil caminhões.

Fonte : AutoIndústria/Décio Costa





 

Data: 26/9/2018

Effa Motors planeja novos modelos e ampliar a rede
A Effa Motors planeja ampliar sua linha de veículos comercializada no mercado brasileiro em 2019 e abrir novas concessionárias. Com fábrica em Manaus (AM), a empresa produz quatro modelos de picapes e iniciará a montagem de um modelo de van para passageiros e um furgão para carga.

Segundo a companhia, a produção começa em 2019 e os modelos começam a chegar nas lojas ainda no primeiro semestre. Com revendas em Itaboraí (RJ), Anápolis (GO), Belém (PA), Porto Velho (RO), Salvador (BA), Pouso Alegre (MG), São Paulo (SP), Criciúma (SC), São Bernardo do Campo (SP), Curitiba (PR), Belo Horizonte (MG), Araras (SP), Araçatuba (SP), Florianópolis (SC), Rio Verde (GO), Itápolis (SP) e Recife (PE), a rede deverá crescer 50% até o fim do próximo ano, atendendo todos os estados e as principais capitais.

Desde 2007, quando começou sua operação local, a empresa vendeu mais de 23 mil veículos no mercado brasileiro.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 26/9/2018

Autopeças brasileiras ganham espaço na América do Norte
Enquanto a América do Sul perde espaço nos negócios da indústria brasileira de autopeças, o mercado norte-americano ganha ainda maior importância para o setor. As exportações para o México cresceram 46,2% no acumulado dos primeiros oito meses deste ano em relação ao mesmo período de 2017, totalizando US$ 615 milhões. Em idêntico comparativo, as vendas para os Estados Unidos tiveram alta de 17,9%, num total de US$ 930 milhões.

Com o crescimento das vendas para esses dois países, a participação da América do Norte nas exportações totais de autopeças brasileiras, que era de 26,1% nos primeiros oito meses do ano passado, saltou para 30,4% no acumulado deste ano até agosto. Em contrapartida, o mercado sul-americano teve fatia reduzida de 42,1% para 39,8% no período.

Argentina ainda é o principal mercado dos fabricantes brasileiros de autopeças, mas as vendas para o país vizinho estão em processo de desaceleração nos últimos meses. As exportações no acumulado até agosto para o mercado argentino cresceram apenas 3,7%, num total de US$ 1,5 bilhão este ano.

Como esse índice é inferior ao da média de crescimento das vendas externas do setor, que é de 15% este ano, a participação da Argentina nos negócios brasileiros baixou de 34,2% para 29,2% no comparativo anual, conforme dados divulgados pelo Sindipeças esta semana.

No ranking dos mercados que mais compram autopeças do Brasil, os Estados Unidos ocupam a segunda colocação e o México a terceira. Juntos, os dois países norte-americanos adquiriram mais de US$ 1,54 bilhão este ano, 27% a mais do que o valor registrado nos primeiros oito meses de 2017, de US$ 1,21 bilhão.

A Alemanha é o quarto colocado nesse ranking. As exportações para o país europeu atingiram US$ 365,1 milhões até agosto, alta de 16,6% no comparativo com os primeiros oito meses de 2017. A Europa como um todo teve participação de 20,1% nas exportações das autopeças brasileiras este ano, índice um pouco inferior ao registrado no mesmo período do ano passado, que foi de 21,5%.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 26/9/2018

De janeiro até a terceira semana de setembro balança comercial acumula saldo de US$ 42 bilhões
De janeiro até a terceira semana de setembro, a balança comercial acumula um superávit comercial de US$ 42,048 bilhões, com exportações de US$ 173,858 bilhões e importações de US$ 131,810 bilhões. Na terceira semana de setembro, o saldo atingiu a cifra de US$ 2,012 bilhões, com exportações no valor de US$ 5,421 bilhões e importações da ordem de US$3,409 bilhões. No mês, as exportações somam US$ 14,954 bilhões e as importações, US$ 10,583 bilhões, com saldo positivo de US$ 4,371 bilhões. Os dados foram divulgados hoje (24) pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Terceira semana

A média das exportações da terceira semana chegou a US$ 1,084 bilhão, 2,4% acima da média de US$ 1,059 bilhão registrada até a segunda semana de setembro. Esse resultado se deve ao crescimento das exportações de básicos (10,2%), principalmente petróleo em bruto, soja em grãos, milho em grãos, farelo de soja, algodão em bruto. Também aumentaram as vendas ao exterior de semimanufaturados (7,4%), puxadas pelos semimanufaturados de ferro e aço, ouro em formas semimanufaturadas, óleo de soja em bruto, catodos de cobre, madeira em estilhas.

Por outro lado, caíram as vendas de produtos manufaturados (-10,7%), em razão, principalmente, de tubos flexíveis de ferro e aço, motores e turbinas para aviação, chocolate e preparações alimentícias com cacau, hidrocarbonetos e seus derivados halogenados, autopeças.

Já a média das importações na terceira semana de setembro foi de US$ 618,8 milhões, valor 14,5% menor na comparação com o desempenho médio apresentado no mês até a segunda semana (US$797,1 milhões). Isso devido à redução nos gastos com combustíveis e lubrificantes, adubos e fertilizantes, veículos automóveis e partes, equipamentos mecânicos e equipamentos eletroeletrônicos.

Acumulado no mês

Nas três primeiras semanas do mês, a média diária das exportações é de US$ 1,068 bilhão. Em relação ao mês de setembro do ano passado (US$ 933 milhões), houve crescimento de 14,5%, com performance positiva das vendas das três categorias de produtos: básicos, semimanufaturados e manufaturados.

As vendas de básicos subiram 23,7%, impulsionadas por petróleo em bruto, soja em grãos, carnes bovina e de frango, farelo de soja, minério de ferro. As de semimanufaturados cresceram 10,7%, puxadas pelos semimanufaturados de ferro e aço, celulose, óleo de soja em bruto, ferro-ligas, ouro em formas semimanufaturadas. E as de manufaturados aumentaram 7,1%, por conta de motores e turbinas para aviação, óleos combustíveis, partes de motores e turbinas para aviação, tubos flexíveis de ferro/aço, chocolate e preparações alimentícias com cacau.

Nas importações, a média diária até a terceira semana de setembro de 2018 (755,9 milhões) ficou 12,1% acima da média de setembro de 2017. Nessa comparação, cresceram os gastos, principalmente, com adubos e fertilizantes (55,4%), veículos automóveis e partes (35,6%), siderúrgicos (33,9%), combustíveis e lubrificantes (30,8%) e instrumentos de ótica e precisão (20,7%).

Fonte : Comex do Brasil/Ana Cristina Dib





 

Data: 26/9/2018

Atlas da Acidentalidade aponta os piores trechos de rodovias
As rodovias federais tiveram uma redução de 2,5% de mortos e 13,3% de feridos graves em acidentes entre 2016 e 2017. Os dados foram apontados no Atlas da Acidentalidade no Transporte, editado pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST), em parceria com a Polícia Rodoviária Federal e a TecnoMetrica.

Os seis piores trechos de 10 quilômetros estão localizados nos estados de Santa Catarina, Espírito Santo, São Paulo, Pará, Paraná. A edição de 2018 do Atlas revela que o ranking dos estados com maior número de mortes por mil quilômetros de rodovia federal é composto por: Espírito Santo (246), São Paulo (237), Rio de Janeiro (237), Distrito Federal (228) e Sergipe (159), respectivamente. Em número absoluto de mortes: Minas Gerais (869); Paraná (613); Bahia (594); Rio Grande do Sul (391) e Santa Catarina (381).

“Os dados servem de orientação para a população em geral quanto aos riscos nas rodovias federais e também para as empresas de transportes, que poderão utilizar essa base rica para melhor gerenciar os riscos das viagens”, destaca Anaelse Oliveira, responsável pelo Programa Volvo de Segurança no Trânsito – PVST.

O portal Atlas da Acidentalidade no Transporte Brasileiro é uma das ações do Programa Volvo de Segurança no Trânsito (PVST) dentro da visão Zero Acidentes, que tem como ideal de futuro zerar o número de acidentes com veículos Volvo. Ele pode ser acessado gratuitamente no link: www.atlasacidentesnotransporte.com.br

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 26/9/2018

O perigo de comprar SUVs no Brasil
O brasileiro imagina que o governo se preocupa com a segurança veicular porque viu modelos brasileiros como VW Kombi e Fiat Mille deixando a linha de montagem por não se enquadrarem na legislação que tornou obrigatórios airbags e ABS. Confia estar minimamente protegido ao levar a sonhada máquina para a garagem.

Ledo engano. Não há preocupação efetiva do governo brasileiro em proteger o cidadão quando o tema é segurança veicular. Não adota postura rígida em relação às empresas do setor. Impera o lobby e vale a regra do salve-se quem puder. Reina a incompetência e desconhecimento técnico na maioria dos órgãos governamentais, desde o Denatran (órgão máximo do trânsito) até o Inmetro (responsável pela qualidade dos componentes de reposição).

A consequência natural desta leniência e passividade do governo é a igual postura das fábricas de automóveis e autopeças que relutam em oferecer modelos com segurança compatível aos padrões internacionais. Não foram poucas as vezes em que se flagrou – em testes – um carro produzido aqui sem proteção mínima aos ocupantes num impacto lateral.

A simulação revelou riscos consideráveis de morte ou ferimentos gravíssimos do passageiro num acidente real. As fábricas correm para explicar, no dia seguinte, que seus carros “seguem rigorosamente a legislação brasileira”. Em outras palavras, que se danem os brasileiros pois os carros obedecem o que diz a lei. Seus modelos locais custam mais porém protegem menos que similares produzidos por elas em outros países.

Comprova este absurdo uma outra amarga e vergonhosa situação: é uma entidade uruguaia (LatinNCAP) que vem buscar e testar nossos carros para comprovar sua fragilidade estrutural e carência de equipamentos de segurança. No frigir dos ovos, são uruguaios obrigando – por leniência do nosso governo – nossas fábricas a oferecer modelos mais seguros.

As autoridades de Brasília correm atrás do próprio rabo para equiparar nossas exigências com as da Argentina, mais avançadas que as brasileiras. Um descompasso flagrante no caso de automóveis novos, mas de complicada percepção quando se tratam de peças de reposição de qualidade duvidosa colocados livremente à venda no mercado brasileiro. Assunto de responsabilidade do Inmetro, órgão do governo que vive derrapando nas questões de segurança.

É impossível avaliar o volume de acidentes veiculares provocados por freios que não freiam, pneus que estouram, amortecedores que não amortecem e outras dezenas de aberrações disponíveis no mercado. Denatran e Inmetro assistem impassíveis a todas essas maracutaias que ameaçam a integridade do brasileiro.

“Detestáveis SUVs”

Exemplo altamente preocupante é dos utilitários esportivos. Estes detestáveis SUVs, entre outros problemas, são mais altos que os automóveis e exigem adoção de equipamentos eletrônicos para evitar que capotem em manobras emergenciais. Ou em curvas mais apertadas na estrada.

Se alguém acha ser exagero, basta verificar um adesivo no quebra-sol da primeira geração do Ford Ecosport: “Advertência: Risco de Capotamento. Evite manobras bruscas e elevadas velocidades”. Ele e outros SUVs como Suzuki e Tracker não contavam com o ESC (dispositivo eletrônico de segurança) e capotavam com frequência.

Caso emblemático foi o “teste do alce” do primeiro Mercedes Classe A, na época de seu lançamento em 1977. Era um hatch mais alto, como um SUV, e capotou no ensaio de uma revista sueca que simulava a manobra emergencial para se desviar de um hipotético alce atravessando a pista. O vexame obrigou a Mercedes a dotar o Classe A (fabricado no Brasil a partir de 1999) do ESC para reduzir as chances de o carro tombar lateralmente.

Pois acreditem se quiser: alguns dos SUVs produzidos no Brasil não oferecem o ESC como equipamento standard em todas as versões. Como ele será obrigatório apenas em 2022 (em 2020 para novos projetos), vendem-se hoje livremente no Brasil utilitários esportivos com razoável probabilidade de capotar numa curva mais apertada da estrada. Ou ao desviar de um bicho na estrada.

Depois do acidente, alguém vai se lembrar de investigar de quem é a culpa?

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 26/9/2018

DAF começa a produzir caminhões na Austrália
A linha de montagem de Bayswater, no estado de Victoria, na Austrália, produziu o primeiro caminhão DAF, após 47 aos montando modelos Kenworth, outra marca que faz parte do Grupo Paccar. Em cerimônia, as chaves do CF85 de 510 cavalos de potência foram entregues pelo diretor geral local, Andrew Hadjikakou aos diretores da Cahill Transport, Michael Cahill e Daniel Cahill, clientes da marca há anos.

A produção de modelos DAF na Austrália faz parte dos planos de expansão da marca em todo o mundo e permite à montadora oferecer mais customização aos seus clientes e reduzir os custos com componentes locais. Na Austrália, a Paccar trabalha com as empresas Kenworth, DAF, Paccar Parts, Paccar Financial e PacLease.

A DAF também produz caminhões em Ponta Grossa, no Brasil, em Eindhoven, na Holanda, em Leyland, no Reino Unido, e em Westerlo, na Bélgica, a fábrica central de eixos e cabines da marca.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 26/9/2018

BMW faz alerta sobre lucro, culpa guerra comercial e de preços
A montadora alemã BMW alertou que seu lucro antes de impostos vai cair este ano, ante expectativa anterior de um resultado estável, e cortou sua projeção para a margem de lucro dos carros, culpando a intensa concorrência de preços na esteira de novas regras de emissões.

As ações da BMW caíram 3,9% após a montadora se juntar à rival Daimler e uma série de fornecedores que no início deste ano culparam o conflito comercial global e a introdução de padrões antipoluição pela queda nos lucros.

A BMW está à frente de seus pares Volkswagen e Daimler em termos de venda de carros que estão em conformidade com o novo padrão mundial Harmonized Light Vehicle Test (WLTP), mas o início das regras levou a distorções e concorrência inesperada de preços.

A introdução do WLTP forçou algumas montadoras a reterem a venda de modelos que não estão em conformidade, levando-as a dar descontos em outros modelos para defender sua participação de mercado. O licenciamento de automóveis na Europa subiu 29,8% no mês passado.

As tensões comerciais internacionais, que deram origem a tarifas de importação, também estão alimentando a incerteza do mercado, disse a BMW. Como resultado, espera-se que o lucro antes dos impostos do ano todo caia moderadamente, em vez de permanecer no mesmo nível do ano passado.

Espera-se agora que a margem operacional na divisão automotiva da BMW seja de pelo menos 7%, em vez de estar alinhada com o objetivo do grupo de pelo menos 8% a 10%, acrescentou a BMW.

"Esse alerta de lucro é uma surpresa, mas isso ocorre porque as condições do mercado mudaram", disse o analista da NordLB, Frank Schwope, que ainda tem uma recomendação de "compra" para as ações da BMW.

Em agosto, a BMW reafirmou suas metas para o ano todo, mas analistas do Evercore ISI duvidaram na segunda-feira da capacidade da BMW de atingir sua meta de lucro antes dos impostos.

Fonte : Reuters/Edward Taylor





 

Data: 26/9/2018

Audi lança serviço de assinatura que permite trocar de carro todo mês
A Audi lançou um serviço de assinatura para clientes que desejam dirigir um carro da montadora, mas não necessariamente queiram comprá-los. Batizado de Audi Select, o serviço da montador alemã começa a operar em Dallas-Fort Worth, EUA, nesta semana.

Para ter acesso a ele, a companhia cobra uma mensalidade de US$ 1.395. A assinatura permite escolher entre uma variedade de veículos, incluindo o Audi A4 sedan, o A5 Cabriolet, o Audi Q5 e o Audi Q7 SUVs e o S5 Coupe e oferece ainda duas trocas de veículos por mês e os usuários podem escolher entre ter seu veículo entregue em casa ou buscá-los em uma concessionária local.

Seguro, manutenção, assistência na estrada e quilometragem ilimitada também estão incluídos, além de dois dias gratuitos de aluguel de carros pelo aplicativo da Audi por mês.

Assim como a Audi, montadoras têm repensado suas estratégias de mobilidade para além dos modelos tradicionais a medida que novas gerações se mostram cada vez menos entusiasmadas com a indústria. Em 2016, a Audi lançou seu serviço “Audi on demand” como um programa piloto em São Francisco, que oferece uma variedade de modelos para alugar por dia.

Outras companhias de automóveis também estão na mesma direção. A Porsche, Mercedes-Benz e a Volvo também testam serviços de assinatura.

Fonte : IDGnow





 

Data: 26/9/2018

Projeto limita emissão de poluentes por locomotivas e máquinas agrícolas
Projeto que limita a emissão de poluentes por locomotivas, máquinas agrícolas e veículos de transporte de equipamento industrial aguarda votação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). O relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE), é favorável à proposição.

Do deputado Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB-SP), o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 126/2017 estende a esses veículos a abrangência da regulação de emissões em vigor para veículos automotores no Brasil, em vigor desde 1996. Nesses casos, os motores serão classificados de acordo com quatro faixas de potência, cada uma com limites de emissão de monóxido de carbono, hidrocarbonetos, óxidos de nitrogênio e material particulado. As fábricas e importadoras terão três anos para adequar seus produtos aos novos limites, que não abrangerão veículos das Forças Armadas e especiais para obras de mineração ou engenharia pesada. Os infratores responderão por atividade lesiva ao meio ambiente segundo a Lei 9.605, de 1998.

No voto pela aprovação do projeto, Armando Monteiro lembra que, de acordo com o Ibama, a vigência dos Programas de Controle de Poluição do Ar por Veículos Automotores (Proconve) e de Controle da Poluição do Ar por Motociclos e Veículos Similares (Promot) conseguiu reduzir até 97% da emissão de poluentes. Ele afirma que os Estados Unidos e a União Europeia já limitam os poluentes emitidos por equipamentos como locomotivas, máquinas agrícolas e transporte de equipamento industrial. Também diz que uma legislação semelhante no Brasil “representará um avanço para a regulação da emissão de poluentes, e também deverá ter efeitos positivos ao estimular a modernização tecnológica do maquinário agrícola”.

Depois de votado na CAE, o projeto será encaminhado à Comissão de Meio Ambiente (CMA).

Fonte : Senado Notícias