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Data: 20/7/2018

Itaú Unibanco firma parceria com Jaguar Land Rover para financiamento de veículos
A partir deste mês de julho, os veículos da montadora britânica Jaguar Land Rover passarão a ser financiados no Brasil pela Itaú Unibanco. A parceria entre as duas empresas, que tem como objetivo potencializar o desenvolvimento do mercado automotivo no país, foi firmada nesta quinta-feira, 19.

A partir desta colaboração, a instituição financeira passará a administrar integralmente o Jaguar Serviços Financeiros e o Land Rover Serviços Financeiros. Além disso, o serviço contará com uma estrutura exclusiva, personalizada e inovadora voltada exclusivamente para o público da marca.

O acordo também tem como objetivo o aproveitamento da marca em seus respectivos segmentos. Ele também pretende ofertar o produto mais adequado à demanda dos consumidores.

Fonte : O Povo





 

Data: 20/7/2018

Indústria de autopeças reduz ritmo de crescimento
Apesar do péssimo desempenho de maio, decorrente da greve dos caminhoneiros que afetou a economia em geral, a indústria de autopeças mantém crescimento de dois dígitos no acumulado do ano. No comparativo dos primeiros cinco meses deste ano em relação ao mesmo período de 2017, o setor contabiliza aumento de 18,1% no faturamento nominal.

Os dados, divulgados na quinta-feira, 19, pelo Sindipeças, indicam uma desaceleração no ritmo de expansão dos negócios das autopeças, visto que no acumulado até abril a alta era de 26,2. A receita do setor, segundo a entidade, foi altamente afetada pela greve dos caminhoneiros na última semana de maio.

“Por conta da paralisação do transporte rodoviário, foram registradas várias interrupções nas atividades fabris, o que acabou provocando recuo de 4 pontos porcentuais no nível de utilização da capacidade”, informa o Sindipeças em seu relatório de pesquisa conjuntural, destacando que a ociosidade, que estava em 30% em abril, subiu para 34% no mês seguinte.

A respeito de novas contratações, houve incremento de quase 9% frente a maio do ano passado, o que espelha o aquecimento que vinha sendo observado no setor até abril. É provável, segundo a entidade, que esfriem as admissões nos próximos meses.

Com relação a maio, o Sindipeças explica que “comparando-se ao que vinha sendo observado até abril, o faturamento do setor sofreu intensa e atípica redução”. As variações para todos os canais de vendas de autopeças foram negativas em dois dígitos, gerando queda no faturamento total de 19,2% no comparativo de maio com abril.

Para as montadoras, a receita nominal dos fabricantes de autopeças encolheu 20,9%. A queda foi de 13,1% no mercado de reposição e de 15,8% nos negócios intrassetoriais.

A greve dos caminhoneiros, segundo o Sindipeças, afetou também as exportações, que já vinham sendo prejudicadas pela crise na Argentina. O faturamento decorrente das vendas externas caiu 24,2% em dólares e 19,1% em reais.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 20/7/2018

Déficit comercial atinge US$ 2,8 bilhões
O déficit comercial da indústria de autopeças atingiu US$ 2,8 bilhões no acumulado de janeiro a maio, valor 21,6% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, de quase US$ 2,3 bilhões.

A balança comercial do setor foi afetada pela paralisação do transporte de cargas em maio e as incertezas que afloraram com a crise financeira na Argentina, segundo informações do Sindipeças divulgadas na quinta-feira, 19.

De acordo com a entidade, o impacto da greve sobre as exportações foi sensivelmente maior do que nas importações. Em maio, as vendas para o exterior totalizaram US$ 532,3 milhões, com retração de 20,8% em relação a abril, enquanto as aquisições feitas lá fora somaram US$ 1 bilhão 153 milhões e recuaram apenas 5,9%. O déficit comercial, dessa forma, somou US$ 621,1 milhões em maio, avançando 12% em relação ao mês anterior.

Na comparação com maio do ano passado, as exportações caíram 15% e as importações tiveram alta de 11,1%. O Sindipeças explica que no caso das vendas externas, a interrupção dos caminhoneiros impediu que os produtos alcançassem a zona portuária.

Já no que diz respeito às importações, mesmo que as mercadorias permaneçam nos depósitos alfandegários, o desembaraço das compras ocorre assim que é feito o registro no sistema do MDIC (Siscomex). “Por isso, as estatísticas mostram que as exportações foram mais afetadas pela greve do que as importações”, esclarece o Sindipeças.

Também contribuiu para esse comportamento a desvalorização do real, e, sobretudo, a instabilidade do câmbio. A paridade com o dólar passou de R$ 3,21 em janeiro para R$ 3,64 em maio, ou seja, uma depreciação da ordem de 13,4%.

A Argentina segue como principal parceira comercial do setor automotivo brasileiro. Com 30,6% de participação no volume total exportado, o mercado argentino absorveu 13% a mais de autopeças brasileiras no acumulado até maio frente a igual período do ano anterior. Na sequência vêm os Estados Unidos, México, Alemanha e Chile, com respectivas participações de 17,9%, 10,3% e 7,3% e 3,4%.

Com respeito à origem das importações, a China prossegue com participação de 12,4% no total importado. Alemanha e Estados Unidos, com 11,8% e 11,3%, respectivamente.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 20/7/2018

Em Minas, setor automotivo espera impulso com o Rota 2030
O programa Rota 2030, transformado na Medida Provisória 843, de 5 de julho, que substituiu o Inovar-Auto, deve impulsionar o desenvolvimento da cadeia automotiva em Minas Gerais, que já responde por cerca de 13% da produção do setor em todo o País. Os maiores incentivos estão direcionados para pesquisas e desenvolvimento (P&D), o que se encaixou muito bem ao momento da Fiat Chrysler Automobiles (FCA), com aportes anunciados de R$ 14 bilhões entre 2018 e 2022 na América Latina, sendo R$ 8 bilhões somente na planta da montadora em Betim, na Região Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).

Entre as principais novidades do novo regime automotivo, poderão se habilitar ao Rota 2030 todas as empresas que forneçam autopeças a montadoras de veículos de passageiros e utilitários, incluindo caminhões, ônibus, tratores e fabricantes de chassis, além das montadoras que produzam ou comercializem veículos no Brasil, que já eram autorizadas para adesão ao regime anterior.

A habilitação ao Rota 2030 também será permitida a empresas do setor que tenham projeto de desenvolvimento e produção tecnológica aprovado no processo de produção dentro do País, o que vale para novos veículos ou novos modelos de veículos. A premissa caiu como uma luva para a FCA, que tem um plano de investimento de R$ 14 bilhões entre 2018 e 2022 para a América Latina, sendo R$ 8 bilhões só na planta de Betim (RMBH).

Em recente entrevista ao DIÁRIO DO COMÉRCIO, dias antes da publicação da MP que estabeleceu o Rota 2030, o presidente da FCA na América Latina, Antonio Filosa, frisou que “programa é a premissa básica para o aporte de R$ 14 bilhões”. Dentro do plano da montadora até 2022, está incluído o lançamento de 25 automóveis, entre novos modelos e fortemente renovados, sendo 15 da marca Fiat, a grande maioria fabricada em Betim, o que deixa a fabricante apta a se habilitar ao programa.

De acordo com o governo federal, o programa tem como objetivos principais apoiar o desenvolvimento tecnológico, a competitividade, a inovação, a segurança veicular, a proteção ao meio ambiente, a eficiência energética e a qualidade dos automóveis, caminhões, ônibus e tratores produzidos ou comercializados no País.

“O programa contém propostas mais objetivas em relação ao Inovar-Auto, que, certamente, conduzirão a indústria automotiva do Estado e as autopeças ao avanço no processo de investimentos em P7D e inovação. Isso é positivo para a indústria, de uma forma geral, porque estamos falando de uma cadeia com extensão grande”, afirmou o superintendente de Ambiente de Negócios da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg), Guilherme Leão.

O superintendente da Fiemg explicou que, na medida em que os investimentos em P&D da indústria automotiva caminham na direção do desenvolvimento de veículos mais seguros e eficientes do ponto de vista energético e de consumo, os fabricantes de autopeças também refletirão esses avanços nos seus processos de produção e nos produtos. “Isso não mexe apenas com as montadoras, mas também nas autopeças, na indústria eletrônica, de materiais, de plástico, borracha, vidros e na própria metalurgia”, disse.

O programa prevê créditos fiscais que podem chegar a 12,5% do total investido com pesquisa e desenvolvimento (P&D), calculados a partir de 1º de agosto de 2018 e utilizados para compensação efetiva a partir de janeiro de 2019. O saldo eventualmente não compensado no período poderá ser usado em períodos futuros, sempre limitado a 30% dos tributos devidos.

Pesquisa

Os gastos elegíveis aos incentivos com P&D incluem as atividades de pesquisa básica dirigida, pesquisa aplicada, desenvolvimento experimental, capacitação de fornecedores, manufatura básica, tecnologia industrial básica, bem como serviços de apoio técnico. Além disso, o programa prevê créditos adicionais sobre dispêndios com P&D considerados estratégicos, que incluem manufatura avançada, conectividade, sistemas estratégicos, entre outros.

O Rota 2030 também introduziu um novo regime tributário de autopeças não produzidas, que prevê que as empresas que importam partes, peças, componentes, conjuntos e subconjuntos, acabados e semiacabados, e pneumáticos, sem capacidade de produção nacional equivalente, todos novos, poderão pleitear isenção do Imposto de Importação (II), quando comercializarem tais itens com finalidade de industrialização de produtos automotivos.

Fonte : Estado de Minas/Leonardo Francia





 

Data: 20/7/2018

Pedágios podem subir para compensar eixos suspensos
A suspensão de cobrança de pedágio sobre os caminhões que passam pela praça com os eixos suspensos pode gerar um reajuste nas tarifas, segundo reportagem publicada pela Folha de São Paulo. Segundo as concessionárias de rodovias, esta medida ajudaria a compensar a queda na receita.

Há 50 dias as concessionárias não podem cobrar o pedágio do eixo suspenso, uma das reivindicações dos caminhoneiros na greve do fim de maio. A Associação Brasileira das Concessionárias de Rodovias (ABCR) afirma não haver um cálculo do rombo no balanço das rodovias, mas o governo de São Paulo estima prejuízo de R$ 600 milhões por ano apenas no estado.

A proximidade das eleições, entretanto, poderá atrasar a solução aguardada pelas concessionárias. Isso porque a medida é impopular e poderá prejudicar a campanha dos governadores que tentam reeleição.

Mas o governador paulista Márcio França já avisou que entrará na Justiça para pedir ressarcimento à União para compensar a suspensão da cobrança.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 20/7/2018

Inovação é peça-chave da IVECO no segmento de transporte
Em 20 anos de operação no Brasil, a IVECO, marca da CNH Industrial, apresentou ao mercado produtos que têm em seu DNA conceitos inovadores como destaque. Um bom exemplo disso é a recém-lançada Daily City 30S13, chassi cabine e furgão, que foi projetada para atender ao transporte de cargas fracionadas.

“O modelo, assim como o desenvolvimento de outros caminhões, foi idealizado no Centro de Desenvolvimento de Produto (CDP), que completa uma década de existência neste ano. A área é fundamental no plano estratégico da marca para desenvolver e criar veículos pensando nas necessidades e nos diferencias de cada mercado em que a montadora atua”, afirma Darwin Viegas, diretor de Engenharia de Desenvolvimento de Produto da IVECO.

A estrutura, que abriga mais de 150 profissionais, entre engenheiros, projetistas e técnicos, foi o primeiro centro desse tipo construído fora da Europa, e é responsável pelas inovações no portfólio comercializado na América Latina. Junto ao Campo de Provas, inaugurado em 2015 no Complexo Industrial da IVECO em Sete Lagoas (MG), o CDP, com 5.045 m2, é responsável pelo desenvolvimento de engenharia avançada, trem de força, chassis e testes com protótipos e de combustíveis alternativos.

“A idade média da frota de caminhões no país é de 10 anos. Isso faz com que os principais componentes do veículo sejam projetados para ‘sobreviver’ sem maiores danos durante esse período, mesmo fora da garantia”, afirma o executivo.

Seja nas pesquisas para diminuir as emissões de poluentes, ou para o desenvolvimento de veículos mais econômicos e funcionais, o time de engenharia da montadora já assinou projetos como o protótipo Trakker Bi-fuel Etanol-Diesel, a linha Hi-Way e o Tector Auto-Shift. “A parceria com a Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil), com universidades, entre outras entidades de ensino e pesquisa, fortalece nosso trabalho de, cada vez mais, aprimorar o que está bom e investir em novos lançamentos”.

Para continuar entre os maiores players do mercado, a IVECO está investindo US$ 120 milhões no desenvolvimento de produtos para o setor de transportes de cargas no país. Atualmente, o segmento tem um total de nove milhões de veículos comerciais, entre leves, médios e pesados, segundo o Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação (IBPT). “O tamanho desse mercado e, por conseguinte, a forte concorrência refletem a necessidade de o transportador e o caminhoneiro terem produtos que proporcionem baixo custo operacional e alta tecnologia embarcada”, finaliza Viegas.

Mais inovadora do Brasil

Os projetos e os produtos da IVECO contribuíram diretamente para a CNH Industrial ser eleita, recentemente, como uma das empresas mais inovadoras do Brasil. A empresa foi condecorada na categoria Setor Automotivo e Veículos de Grande Porte. O reconhecimento foi concedido pela pesquisa Valor Inovação 2018, do jornal Valor Econômico, em parceria com a consultoria Strategy&. Além da liderança no seu segmento, o estudo classificou a companhia entre as 13 melhores de um ranking que analisou 216 empresas de 21 setores.

IVECO

IVECO, uma companhia da CNH Industrial, projeta, fabrica e comercializa uma completa gama de veículos comerciais leves, médios e pesados, caminhões fora-de-estrada, ônibus urbanos e intermunicipais, bem como veículos especiais para aplicações como combate a incêndios, missões off-road, defesa e proteção civil. A IVECO emprega mais de 26 mil pessoas em todo o mundo. A empresa gerencia centros de produção em 11 países distribuídos pela Europa, Ásia, África, Oceania e América Latina, onde fabrica veículos com as mais avançadas tecnologias. Um total de 5 mil pontos de vendas e postos de serviços em mais de 160 países garantem o suporte técnico onde quer que um veículo IVECO esteja em operação.

Para mais informações da IVECO, visite www.iveco.com.br

Para mais informações da CNH Industrial, visite: www.cnhindustrial.com

Fonte : Diário do Transporte





 

Data: 20/7/2018

Dois SUVs médios com preços incríveis
Os SUVs médios são a bola da vez. Depois da explosão de lançamentos de compactos, as montadoras este ano estão investindo em utilitários maiores. O problema é o preço dos lançamentos, que ultrapassam os R$ 125 mil iniciais. Porém, para quem quer pagar menos, Mitsubishi ASX e Hyundai ix35 são duas opções que, para a categoria, têm preços incríveis.

Referência e líder do segmento, o Jeep Compass começa em R$ 109.990. É um dos modelos mais baratos da categoria. Com exceção de ix35 e ASX, os demais têm tabela acima da do primeiro colocado.

A nova geração do Tiguan, por exemplo, parte de cerca de R$ 125 mil, e pode chegar aos R$ 180 mil na versão de topo. O Equinox sai por mais de R$ 135 mil e o 3008 ultrapassa os R$ 140 mil iniciais.

Já a nova geração do CR-V sofreu um aumento de preço pouco depois do lançamento. Em versão única, sai por R$ 189 mil.

Do time dos veteranos, o Kia Sportage parte de R$ 114.990. No momento, porém, está com bônus de R$ 5 mil, e sai por R$ 109.990, mesmo valor do Compass. Já o RAV4 começa em R$ 129.990.

O SUV médio mais barato do Brasil é o ix35. O modelo parte de R$ 99.990, ou R$ 10 mil a menos que o Compass. O ASX mais em conta é um pouquinho mais caro, a R$ 103.990.

Nas versões mais simples, é o ASX, entre os dois, o modelo que mais vale a pena. Essa opção do Mitsubishi já vem com o básico e mais um pouco.

De série, há central multimídia com tela de 6,2″, câmera de ré, ar-condicionado automático e partida sem chave. A tração é dianteira e as suspensões, independentes nos dois eixos.

Já o ix35 mais simples (também traz suspensões independentes) deixa muito a desejar no quesito equipamentos. O ar-condicionado é manual e não há central multimídia – apenas rádio com Bluetooth.

O Hyundai também não traz partida sem chave. Porém, o banco é parcialmente revestido de couro – de tecido no ASX.

Uma falha grave dos dois modelos é não oferecerem controle eletrônico de estabilidade nas versões de entrada. Esse item já está disponível, desde a base, em todos os outros concorrentes – e também na maioria dos SUVs compactos, mais baratos.

E é aí que o ix35 começa a fazer um pouco mais de sentido que o ASX. Por R$ 108.990, a versão intermediária inclui controles eletrônicos de estabilidade e tração.

Além disso, traz câmera de ré, botão de partida, start/stop e central multimídia com tela de 7″.

ASX intermediário

O “problema” do Mitsubishi é que a versão intermediária já vem com tração 4×4. O preço sobe muito em relação à versão de entrada. No entanto, ainda é competitivo na comparação com o de outros rivais – até pelo fato de ter tração nas quatro rodas.

A tabela vai a R$ 120.990 e, além do sistema 4×4, há start/stop, controle de estabilidade, hill holder, controlador de velocidade, central multimídia com tela maior e bancos de couro com ajuste elétrico.

Há ainda as versões de topo dos dois carros, estas um pouco menos interessantes na comparação com os demais rivais. A do ix35, a R$ 131.290, traz bancos totalmente revestidos de couro, câmera de ré, airbags laterais e do tipo cortina, controlador de velocidade e ar-condicionado de duas zonas.

A do ASX, por R$ 129.990, mantém a tração 4×4 e acrescenta teto solar e faróis de xenônio. A tração do ix35 é sempre dianteira.

Eles valem a pena?

Em minha opinião, valem muito. Mas só para quem não faz questão de ter “o carro do momento”, ou abrem mão de certa modernidade em prol da economia na hora de comprar o veículo.

Ambos trazem motores 2.0 flexíveis. São até 167 cv no ix35 e 170 cv de potência máxima no ASX. O Hyundai usa câmbio de seis marchas e o Mitsubishi, CVT.

O ASX tem desempenho digno. O câmbio o deixa um pouco lento nas retomadas com pé fundo no pedal do acelerador. Porém, para ganhar velocidade gradualmente, ele vai bem, graças à boa potência.

Ambos têm acabamento desprovido de modernidade, mas igualmente bem feitos. Não impressionam, mas também não decepcionam.

Eles também vão bem em dirigibilidade, com boas respostas da direção.

O espaço interno é equivalente ao do Compass, Sportage e RAV4, mas fica aquém dos oferecidos por Equinox e Tiguan (que estão em outro patamar de preço).

O ix35 tem 2,64 metros de entre-eixos e o ASX, 2,67 m. Eles acomodam bem duas pessoas atrás. O porta-malas do Hyundai, de acordo com a fabricante, tem 728 litros. O do ASX é menor, mas também bem espaçoso (415 litros).

Assim, se você precisa de espaço, porta-malas e não quer gastar muito além dos R$ 100 mil, essas são as melhores opções.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 20/7/2018

Hyundai Creta chega à linha 2019 mais caro
A Hyundai revelou a linha 2019 do Creta. A maior novidade para o modelo é a central multimídia das versões Pulse Plus, Sport e Prestige, que passa a vir com TV digital. A versão intermediária Pulse, que era oferecida com câmbio manual ou automático, também saiu de cena. Agora, o Hyundai Creta parte de R$ 77.890, alta de R$ 1.540 em relação à linha 2018.

As outras versões restantes também aumentaram de preço. A Pulse Plus passou de R$ 89.990 para R$ 91.890, a Sport foi de R$ 96.350 para R$ 97.890 e a de topo Prestige subiu de R$ 102.580 para R$ 103.990.

O Creta Sport também ganhou suspensão recalibrada, com acerto mais firme para comportamento mais esportivo. Segundo a marca, o utilitário ficou mais estável com a nova configuração. Além disso, a versão com apelo esportivo ganhou moldura preta sobre a placa e emblemas “Sport” nas portas dianteiras.

A versão Attitude direcionada ao público PCD também tem novidades. O modelo agora tem rodas de aço cobertas com calotas de 16 polegadas. Todos os Creta são equipados com itens como ar-condicionado, direção assistida, trio elétrico e controles de tração e estabilidade. A versão de topo Prestige adiciona itens como chave presencial com partida por botão e bancos de couro marrom.

Veja abaixo todos os preços da linha Creta

Hyundai Creta Attitude 1.6 6MT – R$ 77.890
Hyundai Creta Pulse Plus 1.6 6AT – R$ 91.890
Hyundai Creta Sport 2.0 6AT – R$ 97.890
Hyundai Creta Prestige 2.0 6AT – R$ 103.990

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 19/7/2018

Queda de exportações faz Volkswagen dar férias coletivas a mil funcionários
A queda das exportações para a Argentina e o crescimento menor do que o esperado para as vendas no mercado interno, principalmente após a greve dos caminhoneiros, já estão levando montadoras a rever o ritmo de produção que vinha sendo acelerado desde o início do ano.

A Volkswagen vai dar férias coletivas de um mês para cerca de mil funcionários da sua maior fábrica no País, em São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde são produzidos dois dos modelos mais vendidos da marca, o Polo e Virtus.

Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o primeiro grupo de mil funcionários entrará em férias no dia 21 de agosto. Está prevista a dispensa de outros quatro grupos em quantidade e datas a serem definidos. Procurada, a direção da Volkswagen não quis comentar o assunto.

Dirigentes do sindicato afirmaram que a justificativa para as férias é a queda das vendas no mercado interno e a suspensão de pedidos da Argentina, país que fica com 70% de toda a exportação brasileira de veículos.

Em recente entrevista, o presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, afirmou que o mercado vai crescer um pouco menos do que se esperava. “Antes achávamos que as vendas totais do mercado chegariam a algo entre 2,5 milhões e 2,55 milhões de unidades. Agora, esperamos algo entre 2,45 milhões e 2,5 milhões de unidades.”

Segundo ele, o motivo não é só a greve. “A Copa do Mundo também afetou, com o fluxo nas lojas caindo nos primeiros dez dias de julho”. Além disso, disse o executivo, possíveis efeitos da eleição devem chegar durante a campanha, “de forma positiva ou não”. O câmbio também é um ponto de atenção.

Ele citou ainda que a produção destinada à Argentina está sendo compensada com outros países, como Chile e Colômbia. Segundo o executivo, somando todos os destinos, a marca vai exportar cerca de 6 mil veículos a menos do que previa inicialmente.

A Volkswagen é a maior exportadora do setor automotivo e, no ano passado, vendeu 163 mil veículos para diversos países, especialmente da América do Sul.

Projeções refeitas

No início do mês, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) reviu as projeções de vendas externas do setor de 800 mil para 766 mil unidades neste ano, ou seja, 34 mil a menos.

O crescimento para a produção, antes previsto em 13,2%, foi revisado para 11,9%, para 3,02 milhões de unidades. Já a projeção para vendas internas foi mantida em 2,5 milhões de unidades (11,7% a mais que em 2017), embora a intenção da Anfavea, antes da greve, era de rever essa previsão para cima.

Outras sete montadoras consultadas nesta quarta-feira, 18, informaram não ter, por enquanto, planos de parar as fábricas ou dar férias coletivas no momento.

A General Motors informou que a fábrica de Gravataí (RS) suspenderá a produção entre os dias 30 de julho e 5 de agosto, “para adequação da linha visando a implantação de novas tecnologias”.

A Toyota informou que fará paradas programadas para manutenção, como faz anualmente. Os trabalhadores da Honda voltaram recentemente de um período de 10 dias de folgas e terão novo período de 10 dias de descanso no final do ano, também seguindo um cronograma tradicional na empresa.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva e André Ítalo R.





 

Data: 19/7/2018

BMW e EDP criam o maior corredor elétrico da América Latina
O Brasil terá, até o fim do ano, uma frota de apenas 10 mil carros elétricos e híbridos (modelos com bateria e motor a combustão), mas montadoras e empresas do setor de energia querem provar que esse tipo de veículo é viável no País e pode aumentar sua participação no mercado local, a exemplo do que ocorre em países da Europa e na China.

Na segunda-feira, a fabricante de carros de luxo BMW e a empresa do setor elétrico EDP, com apoio da rede Ipiranga, vão inaugurar seis postos de recarga na Rodovia Presidente Dutra, que interliga as duas maiores capitais do País – São Paulo e Rio de Janeiro. A ação recebeu R$ 1 milhão em investimentos.

“É o maior corredor elétrico da América Latina”, diz o presidente da BMW do Brasil, Helder Boavida. Segundo ele, com três pontos de recarga em cada um dos sentidos da rodovia, a uma distância de 120 quilômetros cada, os postos possibilitam “uma viagem tranquila” pelos 430 km entre as cidades, sem risco de desabastecimento.

O segundo maior trecho com postos de recarga na região está no Uruguai, numa extensão de 310 km. São Paulo já tem um “corredor elétrico” entre a capital e Campinas, com dois postos na Rodovia dos Bandeirantes e na Via Anhanguera. Outro projeto semelhante deve ser feito entre cidades de Santa Catarina e do Paraná.

O presidente da EDP Brasil, Miguel Setas, afirma que “o objetivo do corredor é divulgar a tecnologia, permitir que os consumidores percebam as vantagens (do carro elétrico)”. Ele e Boavida fizeram ontem o trajeto do Rio a São Paulo com um modelo BMW i3, que tem um pequeno motor a combustão que auxilia na recarga das baterias. A autonomia do modelo, que custa R$ 200 mil, varia de 180 a 210 quilômetros.

“Fizemos o trecho em cerca de seis horas, com três paradas para abastecer”, informa Boavida. São necessários cerca de 25 minutos para completar 80% da carga elétrica. “O custo, diz ele, equivaleria a um quarto do que seria gasto com um carro a combustão”.

Até o fim do ano, qualquer tipo de carro elétrico poderá ter a bateria carregada nos postos gratuitamente. A partir de 2019, as empresas vão avaliar os preços a serem cobrados. Com esses seis novos pontos, a BMW soma cem postos de recarga em todo o País feitos em parceria com diversas empresas. Outras empresas, como a BYD, também tem postos próprios.

Rota

O decreto assinado pelo presidente Michel Temer no dia 6, junto com o anúncio do programa Rota 2030, o novo regime automotivo do País, prevê a redução do IPI de modelos elétricos e híbridos de 25% para 7% a 20%. A tabela com as alíquotas para cada categoria de veículo ainda não está pronta, mas fabricantes já demonstram desapontamentos.

“A medida leva em conta, por exemplo, o peso do veículo e, como a bateria equivale a metade do peso do carro, não será muito favorecido pelo IPI menor, embora a redução é sempre importante”, diz Adalberto Maluf, diretor da BYD, fabricante de caminhões e ônibus elétricos e importadora de automóveis.

Ele cita que, para obter o porcentual mais baixo, de 7%, o carro precisa pesar no máximo 1,4 mil quilos. “Nenhum automóvel à venda no País atualmente atende essa exigência”. O minicarro Twizy, da Renault, é classificado como quadriciclo, diz.

No ano passado, dos 3.296 veículos híbridos e elétricos vendidos no País, somente 60 eram 100% movidos a eletricidade. Neste ano, foram vendidas até junho 1.944 unidades, a grande maioria também de híbridos.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva