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Data: 15/8/2018

Novo veículo compacto global da Volks deve ser desenvolvido no País
Em uma visita que durou pouco mais de 12 horas à unidade de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, onde se reuniu com a direção local da empresa, concessionários e dirigentes sindicais, o presidente mundial da Volkswagen, Herbert Diess, disse ontem que o País está cotado para desenvolver um novo carro compacto global da marca para ser lançado após 2020, quando o grupo deverá iniciar um novo ciclo de investimentos no Brasil.

Voltado para mercados de toda a América Latina, mas com possibilidades de ir para outras regiões, seja por exportação ou produção local, o modelo a ser criado pela engenharia brasileira deve ser o substituto do Gol que, junto com o up!, são os atuais produtos da marca nesse segmento, que responde por cerca de metade das vendas no País. Na conversa com os sindicalistas, deixou claro que precisa da contribuição de todos para que o projeto seja economicamente viável. “A fábrica precisa ser muito competitiva”, afirmou Diess, sem dar detalhes sobre qual das três plantas estaria mais apta para o projeto.

Para produzir o novo Polo e o Virtus no ABC, a empresa também fez acordos com os trabalhadores que, em razão da crise, abriram mão de reajustes salariais e, por um tempo, aceitaram trabalhar com jornadas e salários reduzidos.

Diess afirmou ainda que, nos piores momentos da crise, a direção mundial da Volkswagen chegou a pensar em fechar uma de suas três fábricas de automóveis no Brasil. Com capacidade para 800 mil veículos por ano, em 2016 a produção beirou 300 mil unidades. “Mas já decidimos que vamos manter a capacidade atual”, afirmou.

O plano de investimento para o período de 2017 a 2020, de R$ 7 bilhões, não inclui aumento de capacidade. Prevê modernização das fábricas e 20 lançamentos, dos quais faltam dez. O foco principal são os utilitários-esportivos, segmento que mais cresce em vendas no País e do qual a marca não participa com produtos locais. Serão cinco novos SUVs. Um deles, o T-Cross, será produzido na unidade de São José dos Pinhais (PR) no fim do ano para início de vendas no primeiro semestre de 2019. Uma nova picape também será apresentada em novembro.

Confiante no desempenho da marca no Brasil, onde as vendas de janeiro a julho cresceram 34%, para 197,8 mil unidades, enquanto o mercado total teve alta de 14%, Diess espera retorno da empresa à lucratividade no próximo ano. A Volkswagen opera no vermelho na América do Sul desde 2013. O Brasil, sozinho, responde por quase 70% das vendas na região.

Global. Diess esteve no Brasil em novembro, quando ainda era presidente global da marca Volkswagen. Ele assumiu a presidência global e abril, em substituição a Mathias Müller.

Sobre o recente entendimento com a Ford, para o desenvolvimento conjunto de veículos comerciais leves, o executivo disse apenas que os estudos ainda estão em fase inicial.

Montadora lucra quase € 10 bi no primeiro semestre

Embora a empresa registre prejuízo na América do Sul, a operação global da Volkswagen registrou lucro de 9,8 bilhões no primeiro semestre, cifra quase 10% acima do resultado de igual período de 2017, mesmo com o escândalo conhecido como Dieselgate, que levou a empresa a perder participação de mercado em sua casa, a Alemanha.

A companhia vendeu globalmente 11 milhões de veículos com um sistema que fraudava a medição de emissões de poluentes, o que lhe rendeu prejuízos de ¤ 25 bilhões, boa parte em ações judiciais. Só no primeiro semestre foi pago ¤ 1,6 bilhão a clientes que foram à Justiça.

Na primeira metade do ano, o grupo, que detém 12 marcas, vendeu em todo o mundo 5,5 milhões de veículos, 7,15% a mais que entre janeiro e junho do ano passado, mantendo-se como líder em vendas, posto que tirou da Toyota no ano passado.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 15/8/2018

Com capacidade no limite, Hyundai chega a 1 milhão de veículos no Brasil
A Hyundai encerrou 2016 com 10% do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, seu recorde até hoje, e na quarta posição no ranking de marcas mais vendidas. Em 2017 sua participação ficou aquém disso, 9,3%, o que garantiu apenas a quinta posição. E no acumulado dos sete primeiros meses deste ano, a montadora coreana negociou 115 mil veículos, equivalentes a fatia de 8,6%, também na quinta posição.

Mas pelo ritmo do mercado interno, e com a Renault apenas 0,2 ponto porcentual atrás, é quase certo que a Hyundai perderá também este quinto lugar ao final de 2018 - isso se não deixar escapar ainda a sexta posição para a Toyota, que tem 8% no acumulado do ano.

Essa curva descendente, entretanto, não atrapalhou o encontro que a montadora teve com representantes de seus mais de duzentos pontos de venda nesta terça-feira, 14, em São Paulo. Ao contrário, durante o evento, que comemorou oficialmente a produção do veículo 1 milhão em apenas 5 anos e dez meses de operação na fábrica de Piracicaba (SP) - tempo recorde na história do setor aqui - o clima era visivelmente de satisfação com os negócios.

Isso porque a queda da participação não se deve a um mau desempenho mercadológico dos HB20 hatch e sedã e do utilitário esportivo Creta, os três modelos fabricados no interior paulista. Na verdade, o problema é exatamente o inverso: a Hyundai vende tudo o que fabrica deles, mas sua capacidade produtiva está no limite praticamente desde o segundo ano de operação da planta.

Já foram fabricados 940 mil HB20 hatch e sedã e 60 mil Creta

Inaugurada em setembro de 2012, exatamente um ano depois a fábrica abriria o terceiro turno de trabalho e assim tem trabalhado desde então, independente de como caminharam as vendas totais do mercado nesse período.

Com algum esforço extra de áreas específicas aos sábados, Piracicaba tem fôlego para cerca de 180 mil veículos anuais, nada além disso.

Os números consolidados comprovam que a empresa não tem mais como driblar essa limitação há algum tempo: tanto que fabricou 179,7 mil veículos já em 2014 e quase o mesmo tanto no ano passado, 179,4 mil, além de ter cravado 163,7 mil em 2015 e 167,7 mil em 2016.

O quadro desse comemorado sufoco fica ainda mais claro quando se sabe que a quase totalidade dos 940 mil HB20 hatch e sedã e os 60 mil Creta produzidos em menos de seis anos permaneceu no mercado interno.

As exportações acumuladas para Uruguai, Paraguai e Bolívia não ultrapassaram ainda 5 mil unidades desde 2016, quando os primeiros hatches cruzaram as fronteiras. A primeira tímida remessa do SUV partiu para o Paraguai somente no segundo semestre do ano passado.

Angel Martinez, diretor de vendas, marketing e pós-vendas da Hyundai Motor Brasil, reconhece que por conta da falta de capacidade a Hyundai naturalmente tende a perder participação em um cenário de vendas médias crescentes, como está delineado para todo 2018.

Prova disso é o que já ocorreu até aqui. Enquanto os segmentos de automóveis e comerciais leves somados evoluíram 14,1% no acumulado de janeiro a julho, a Hyundai cresceu pouco mais de 4%. E, mesmo se considerados apenas os automóveis, segmento onde a marca está presente, a relação não é tão mais favorável, já que neste caso as vendas avançaram 13,5% no período.

Os planos para ampliar a fábrica de Piracicaba transitam pelas mesas dos principais dirigentes da montadora há bom tempo. Caberá a Eduardo Jin, presidente da operação brasileira desde julho, decidir encaminhar ou não o projeto que ampliará a área construída no complexo paulista.

E rapidamente, caso o mercado interno dê sinais de novo crescimento em 2019 e 2020. “Estamos acompanhando a economia. Não há uma definição ainda”, afirma Martinez.

De qualquer forma, apesar de recém-chegado, Jin sabe bem onde pisa e o quanto e quando terá que avançar na capacidade produtiva de Piracicaba. Ele foi um dos executivos que participaram da concepção e construção da fábrica, há mais de sete anos.

Vendas somaram 115 mil unidades no acumulado até julho

Na solenidade com os concessionários, da qual participou o Marcos Jorge de Lima, Ministro da Indústria, o executivo apresentou ainda a série comemorativa 1 Million de seus três modelos, que além de identificação na carroceria, oferecem itens exclusivos.

Serão apenas 2 mil unidades do Creta, 1,2 mil do HB20 e 1,3 mil do HB20S que começam a ser vendidas na semana que vem. Mais um bom problema a ser administrado pela rede de concessionárias, que, segundo Martinez, tem média de vendas anual de setecentos a oitocentos veículos, a maior entre as marcas.

Outra vantagem da rede apontada pelo executivo: apenas 6% dos Creta e 19% dos HB20 são negociados por meio de vendas diretas, modalidade crescente no País e que implica em redução de negócios nas próprias revendas.

“E nenhuma unidade vendida para locadoras”, assegura Martinez, que vê a necessidade de a marca ter no máximo mais dez pontos de vendas para apenas aprimorar, claro, a cobertura do pós-venda.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães





 

Data: 15/8/2018

Scania incorpora nova maneira de vender caminhão
A chegada da nova geração de caminhões da Scania não só traz um produto avançado, no mesmo nível tecnológico que é encontrado na Europa, mas também eleva o sistema de vendas da montadora ao patamar de consultoria. O veículo deixa de ser visto como mais um na linha de montagem em série para ganhar condição customizada de acordo com o negócio de transporte do cliente.

A Scania entende que cada caminhão é uma unidade de produção e quanto mais a ferramenta de trabalho for especificada, maiores serão as possibilidades de o transportador obter mais rentabilidade no negócio. Silvio Munhoz, diretor comercial da Scania no Brasil, conta que a partir do fim de outubro, quando a fabricante começará a receber as encomendas, a equipe de vendas e o cliente terão à disposição ferramenta capaz de estabelecer a melhor solução para cada tipo de aplicação.

“O caminhão passará a ser apenas mais item. Serão possíveis, no mínimo, montar 500 alternativas de tipo de caminhões. O sistema determinará a solução completa para o cliente ter em troca o melhor em todos os sentidos: cabine, eixos, trações, implemento, serviços e opção financeira. É mais uma revolução que se inicia no Brasil”, acredita Munhoz.

De acordo com Celso Mendonça, gerente de desenvolvimento de negócio, enquanto a fabricante faz o pré-lançamento do caminhão em viagem promocional por quatro países da América do Sul – Brasil, Argentina, Chile e Peru – pelos próximos dois meses, as equipes de venda mergulham em treinamento intensivo no novo sistema que será adotado pela marca. “O cliente agora tem à disposição o portfólio global da Scania e a oferta será guiada por ferramenta que indicará a melhor solução”.

Mendonça conta que o novo sistema de suporte de vendas é resultado de trabalho de armazenamento de dados da indústria de transporte, reunindo a experiência em caminhões, as condições da indústria e as necessidades dos clientes. “O transportador hoje é focado na rentabilidade. Não aceita mais desperdícios. Por mais dez anos, coletamos informações de milhares de veículos trabalhando pelo planeta e, pela sua importância, os dados do Brasil fizeram parte desta base”.

Muito baseada na conectividade, seara fundamental para maior eficiência na gestão da frota, a nova postura da Scania trata os gastos como um dado secundário, embora as reduções estejam intrínsecas na nova oferta como consequência.

“De maneira geral, a indústria trabalha com foco nos custos, em que os fatores mais óbvios são o valor de aquisição do veículo e gastos variáveis como combustível, bem como a percepção de que paradas para manutenção são desfavoráveis”, avalia o diretor comercial. “Mas com essa abordagem, se pode perder o fato de que o potencial de ganho, muito determinado pela configuração do veículo, também tem um grande impacto sobre a operação. A especificação e a manutenção corretas contribuem para que o caminhão esteja disponível e realize de forma eficiente seu trabalho”.

Fonte : Estradão





 

Data: 15/8/2018

Iochpe-Maxion reforça estratégia de internacionalização
A Iochpe-Maxion, companhia brasileira de capital aberto, se tornou uma multinacional ao longo de sua trajetória de um século a ser completado em novembro. Uma das maiores produtoras de rodas automotivas do mundo, volume que chega a 60 milhões de unidades/ano, e representativo fabricante de longarinas, chassis e travessas das Américas, a empresa mantém estratégia de conquistar maior participação global.

Atualmente a empresa tem 31 fábricas ao redor do mundo, em 14 países, sendo quatro unidades no Brasil – Limeira, Cruzeiro e Santo André (SP), Contagem (MG). Recentes passos dão sequência à expansão da empresa, como aumento de capacidade em alumínio na Europa e na América do Norte, estamparia para atender a região do Nafta e a construção de um fábrica de rodas na Índia, com capacidade para 2 milhões de unidades/ano, que entrará em operação no segundo semestre do ano que vem.

No Brasil, como parte de ação global, a empresa inaugurou recentemente na fábrica de Limeira unidade para produção de rodas de alumínio. Começa com capacidade para 800 mil rodas/ano, mas pode chegar a 2 milhões.

“Até alguns anos atrás, a empresa coloca muito foco no Brasil”, conta Marcos de Oliveira, CEO e presidente da companhia. “Por meio principalmente de aquisições avançamos com a internacionalização e pretendemos continuar aumentando nossa participação global com produção e vendas de rodas e componentes estruturais.”

A receita perseguida pela Iochope-Maxion se revelou como fortificante para seu desempenho. Se em 2010 o faturamento líquido da companhia chegou a R$ 2,2 bi, dos quais 18% provenientes das vendas externas e o restante do Brasil, no ano passado, dos R$ 7,5 bilhões contabilizados, 75,5% veio de fora, e 24,5% originados no País.

A empresa basicamente atua como fornecedora para montadoras, negócio que representa globalmente 97% da receita da empresa. “A reposição no segmento e rodas de aço é muito baixo e capacidade de produção de rodas de alumínio no mundo é limitada”, justifica Oliveira. “Depois, são poucas, hoje, as fabricantes de veículos que produzem as próprias rodas.”

Balanço

No segundo trimestre de 2018, a Iochpe-Maxion consolidou receita líquida de R$ 2,3 milhões, um crescimento de 26,2% sobre o resultado apurado no mesmo período do ano passado. Somente as vendas internas alcançaram faturamento de R$ 579,3 milhões, em alta de 26,7% na mesma base de comparação. O lucro líquido na companhia de abril a junho chegou a R$ 44,1 milhões.

Do resultado, os negócios na região da América do Sul participaram com 24%. De acordo com a empresa, a alavanca no desempenho positivo veio do mercado doméstico, que avançou 26,2% em decorrência do crescimento da produção brasileira de veículos leves (12,1%) e veículos pesados (27,1%).

Por ser empresa de capital aberto, Oliveira é impedido de projetar o desempenho da empresa, mas dá como potencial de crescimento da produção as estimativas da Anfavea, na faixa de 12%, para pouco mais de 3 milhões de veículo. “Com o foco adequado na economia, a expansão certamente continua em 2019”.

Fonte : AutoIndústria/Décio Costa





 

Data: 15/8/2018

Vendas especiais para o público PCD disparam – e preocupam
A aposentada Neila Cecilio tem artrose no joelho há 18 anos. Por isso, só dirige automóveis com câmbio automático. Quando soube por sua médica que poderia comprar carros novos com isenção fiscal, ela se surpreendeu. “Eu pensava que esse benefício só era dado a pacientes com limitações físicas mais sérias, como cadeirantes”, ela diz.

Neila se muniu de um dossiê de exames médicos, deu início aos trâmites e, seis meses depois, comprou um Volkswagen Polo. Sem IPI e ICMS, o hatch saiu quase 25% mais barato. “Eles analisaram a documentação e concederam a isenção dos impostos. Foi fácil, sem discussão.”

Histórias como a da aposentada vêm se multiplicando. Atualmente, as vendas para o chamado público PCD têm um peso significativo no setor automotivo do País. De acordo com dados da Associação Brasileira da Indústria, Comércio e Serviços de Tecnologia Assistiva (Abridef), as vendas de veículos com isenção passaram de cerca de 42 mil unidades em 2012 para 187,5 mil no ano passado, uma alta de 346%. Isso levou algumas montadoras a criar versões específicas para o segmento.

Embora a sigla PCD signifique “pessoas com deficiência”, o rol de situações que autorizam o benefício é bem maior. Inclui problemas neurológicos, câncer, diabetes, HIV, doenças degenerativas e outras que afetam a mobilidade, como artrose e tendinite.

A ampliação das possibilidades da lei e a maior divulgação do tema ajudam a explicar a disparada desse tipo de venda. Presidente da Abridef, Rodrigo Rosso diz que esse movimento foi gradual. “Até 2012, era preciso ser o condutor do veículo para ter a isenção. Quando o benefício se estendeu a pessoas que não podiam dirigir, pacientes com Síndrome de Down, deficientes visuais, tetraplégicos e autistas foram contemplados”, ele diz.

“Depois, quando a norma passou a falar em mobilidade reduzida, o leque abriu de vez. Câncer de próstata ou mama limita a força e o movimento. Diabetes causa amputação de membros. Se você vir a quantidade de doenças que deixam sequelas motoras, um em cada dois consumidores pode comprar com isenção.”

Recuo

Essa constatação acendeu uma luz de alerta no Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). “Ninguém controla a evolução na interpretação de uma lei, e ela está indo para um campo econômico que não havíamos calculado”, diz o coordenador dos secretários do Confaz, André Horta Melo. “Não era para ter essa extensão toda. Desse jeito, sai mais barato o Estado fazer logo o transporte da pessoa necessitada.”

No dia 5 de julho, o órgão elevou de dois para quatro anos o prazo mínimo para que um carro adquirido com isenção de ICMS possa ser revendido a um consumidor que não faça jus ao benefício. A ideia, segundo Melo, é corrigir distorções.

“O espírito original dessa isenção era compensar o custo que os deficientes tinham para fazer as adaptações nos carros. Eles pagavam caro e ficavam até mais de quatro anos com o veículo”, afirma Melo. “Com trocas permitidas a cada dois anos, muita gente estava comprando um carro novo toda hora. Isso não é isonomia (tratamento igualitário pela lei), mas vantagem financeira. Queremos limitar a financeirização desse benefício.”

Rosso diz que a medida prejudica consumidores de menor poder aquisitivo. “Quem tem dinheiro vai comprar um modelo mais caro (acima de R$ 70 mil, com isenção apenas do IPI) e continuar trocando a cada dois anos”, acredita. “Já quem só pode comprar até R$ 70 mil (sujeito à nova carência) será penalizado com a maior desvalorização. Terá de fazer um desembolso maior ao trocar de carro e estará mais sujeito a problemas mecânicos com o uso.”

Entenda: limite é diferente para casa imposto

Os benefícios fiscais na compra de carros novos por portadores de necessidades especiais estão em dispositivos diferentes da lei. O desconto do IPI surgiu em medida provisória de 1995 e foi regulamentado em lei federal de 2003. O abatimento do ICMS foi criado por um convênio do Confaz de 2012. Já a isenção do IPVA é conferida por cada Estado em lei específica.

O desconto do IPI é o que exige menos condições, já que se aplica a carros nacionais ou importados e de qualquer faixa de preço. Já a isenção do ICMS só é concedida para modelos feitos no Brasil ou Mercosul e que tenham preço sugerido de até R$ 70 mil.

Quando esse limite foi definido, em março de 2012, dava para comprar até sedãs médios, como o Toyota Corolla. Atualmente, boa parte dos modelos até esse valor são hatches e sedãs compactos.

Mesmo com a perda do poder de compra, causada por mais de seis anos de inflação, o Confaz não dá sinais de que irá atualizar esse teto. “A ideia não é atingir valores muito altos”, diz o coordenador do órgão, André Melo. “Queremos garantir a mobilidade ao deficiente de classe média, não àquele que possa pagar, que tenha condições financeiras.”

No caso do IPVA, o limite para isenção é de R$ 70 mil em São Paulo e R$ 85 mil no Rio de Janeiro, por exemplo. “Mas o governo de São Paulo deve aumentar esse teto para R$ 120 mil. A decisão será publicada em breve”, diz Rodrigo Rosso, presidente da Abridef.

Segmento PCD tem versões novas e outras com venda suspensa

De olho na alta das vendas, várias montadoras criaram versões pensadas para o público PCD, com venda exclusiva ou não. Todas trazem câmbio automático, suficiente para facilitar o uso do carro por um número expressivo de portadores de limitações físicas. Como a conta precisa fechar abaixo de R$ 70 mil para permitir o desconto do ICMS, várias dessas versões deixam de fora itens de perfumaria como rodas de liga leve, central multimídia e faróis de neblina.

A Chevrolet já oferecia a versão Advantage de Onix e Prisma, com câmbio automático de seis marchas e acabamento simplificado. Para o hatch, a tabela parte de R$ 55.290. Agora, lançou uma configuração do Cobalt para PCD, com o mesmo tipo de transmissão, por R$ 69.990.

Até recentemente, o único Volkswagen com câmbio automático abaixo de R$ 70 mil era o Polo Comfortline 1.0 turbo. Agora, a marca oferece essa transmissão para Gol, Voyage, Polo e Virtus com motor 1.6 de até 117 cv. Com isso, a opção mais em conta para o público PCD passou a ser o Gol, com tabela de R$ 54.580.

Como os utilitários-esportivos passaram a ser os queridinhos do consumidor, a procura pelas versões destinadas às vendas especiais disparou. Tanto que algumas marcas deixaram de aceitar novos pedidos neste ano.

Com dificuldade de adequar a produção à demanda, as fabricantes corriam o risco de não conseguir entregar as encomendas dentro do prazo de 120 dias estipulado nas cartas de isenção, o que frustraria os clientes.

Para o Kicks S Direct, única versão com tabela abaixo do limite (R$ 68.640), a aceitação de novos pedidos foi suspensa no início de junho e só será retomada em janeiro do ano que vem. A Nissan informa que, de abril a junho deste ano, as vendas para PCD cresceram 300% ante o mesmo período de 2017.

A Hyundai dobrou o volume de produção do Creta Attitude 1.6, versão exclusiva para PCD, tabelada a R$ 69.990. Ao receber 10 mil encomendas apenas em julho, a empresa optou por interromper as vendas. “Nossa capacidade produtiva se esgotaria rapidamente e tínhamos de honrar os pedidos feitos”, diz um porta-voz da marca. As vendas só serão retomadas em 2019, ainda sem previsão de data.

Leitores do JC que tentaram comprar um Captur em abril também foram informados pela Renault que as vendas especiais do SUV foram interrompidas por tempo indeterminado. Na segunda-feira, porém, a empresa garantiu que as vendas para PCD estão normalizadas.

O modelo mais pedido é o Captur Life, a R$ 69.990, seguido do Duster Authentique, a R$ 59.990. Os dois utilitários-esportivos têm motor 1.6 flexível de até 120 cv e câmbio automático do tipo CVT.

Vale lembrar que, nas vendas especiais para PCD, o carro é faturado ao cliente diretamente pela fábrica. Por isso, as unidades expostas em concessionárias não podem atender esse tipo de pedido.

Passo a passo para comprar com isenção

1 – Laudo médico. Obtenha com seu médico um laudo que descreva a doença, explique suas necessidades especiais e informe as cirurgias já realizadas;

2 – Perícia do Detran. Em uma clínica credenciada ao Detran, será feita uma perícia para verificar se você efetivamente faz jus ao benefício;

3 – Habilitação especial. Em autoescola especializada, faça as aulas de direção em veículo adaptado e o exame prático, para a obtenção da CNH especial;

4 – Isenção do IPI. Munido da documentação necessária, solicite a carta de isenção do IPI a uma delegacia da Receita Federal. O trâmite pode ser feito pessoalmente ou por meio de empresa especializada;

5 – Compra do veículo. Escolha seu carro. Muitas autorizadas têm divisões exclusivas para vendas especiais;

6 – Isenção de ICMS. Vá à Secretaria da Fazenda do Estado, com uma carta emitida pela concessionária. Para ter isenção do ICMS, modelo deve ser nacional ou fabricado no Mercosul e sua tabela cheia não pode exceder os R$ 70 mil. Despachantes também podem fazer esse trâmite;

7 – Detran e DSV. O Detran expedirá o documento (CRV) do carro. Se houve isenção do ICMS, ele não poderá ser revendido por quatro anos. Cadastre o veículo na Prefeitura, para dispensá-lo do rodízio municipal, e solicite ao DSV um cartão DEFIS, para poder estacioná-lo em vagas exclusivas;

8 – Adaptações. Procure uma oficina especializada se necessitar de adaptações mecânicas no veículo.

Depoimento: “Hoje, eu não faria de novo”

“Depois de um acidente de carro, perdi o tônus do pulso esquerdo, tenho placas e parafusos e só posso guiar carro com direção hidráulica e câmbio automático. Já havia comprado um Focus com isenção fiscal em 2011 e deu tudo certo.

Desta vez, comprei um Honda City Personal e me arrependi. O desconto não é tão atrativo. A tabela cheia é de R$ 70 mil, mas o carro vem sem rádio, sem rodas (de liga leve), sem nada. Para colocar esses itens, você gasta R$ 5 mil, ou R$ 10 mil se quiser central multimídia. Então, é como trocar seis por meia dúzia.

Com o transtorno que tive com a obtenção das cartas de isenção, despachante, espera, hoje eu não faria uma compra PCD de novo. O teto de R$ 70 mil comprava muito mais há sete anos.

Em 2011, o processo foi muito mais rápido e peguei um carro com tudo o que eu queria. Já esse meu City é bem simples. Só nas rodas de liga leve, gastei mais de R$ 2.500, e nem são as que eu queria. Eu desci um degrau ao invés de subir. E ainda tenho de ficar quatro anos amarrado a esse carro”, Santiago Schultz, empresário.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 15/8/2018

SUVs e hatches pequenos continuam ganhando mercado
Os hatches pequenos e os SUVs continuam ganhando participação no mercado brasileiro, enquanto os veículos de entrada, aqueles de menor valor, perdem espaço no ranking de vendas por segmento, conforme dados publicados mensalmente pela Fenabrave.

Contra alta média de 14,1% nas vendas totais de automóveis e comerciais leves nos primeiros sete meses, o segmento de SUVs teve procura ampliada em 27,8% e o de hatches pequenos em 20,4%. Juntos, os dois segmentos respondem agora por 52,6% do mercado, ante os 48,1% que detinham há um ano.

A participação dos hatches pequenos, que ainda lidera o ranking por segmento, passou de 26,7% no ano passado para 28,4% este ano, com a venda de 321,8 mil unidades até julho, ante as 267,3 mil dos primeiros sete meses de 2017.

A fatia dos SUVs saltou de 21,4% para 24,2%, com 274 mil emplacamentos este ano contra os 214,7 mil nos primeiros sete meses do ano passado. Em 2014, os SUVs tinham apenas 10,7% do mercado, enquanto os veículos de entrada ocupavam o primeiro lugar, com 24,2% de participação.

O Jeep Compass lidera o segmento de SUVs, com 33,5 mil emplacamentos no período. Entre o segundo e quinto colocado a disputa é bem acirrada. O Honda HR-V, vice-líder, vendeu 26,6 mil unidades, seguido de perto pelo Jeep Renegade (25,5 mil), Nissan Kicks (25mmil) e Hyundai Creta (24,3 mil).

Entre os hatches pequenos, o Chevrolet Onix segue na liderança isolada – tanto do segmento como do mercado em geral –, com 106,5 mil licenciamentos, seguido pelo Hyundai HB-20, com 59,5 mil, VW Polo (40 mil) e Fiat Argo (33,5 mil).

As vendas dos veículos de entrada, que até 2014 dominavam o mercado, tiveram pequeno crescimento de 3,6% este ano, num total de 208,6 mil unidades. O Ford Ka lidera o segmento, com 57,8 mil emplacamentos.

No ranking por segmento, os sedans pequenos, médios e compactos respondem pela quarta, quinta e sexta colocação, com participações de, respectivamente, 14,2%, 7,2% e 3,7%, índices próximos aos registrados nos primeiros sete meses de 2017. Na soma dos três segmentos, os sedans mantêm fatia próxima de 25%, representando, assim ¼ do mercado brasileiro.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 15/8/2018

Brasil ganha nova geração do Porsche Cayenne
A Porsche Brasil apresentará, nos dias 14 e 15 de agosto, a terceira geração do seu Porsche Cayenne que conta agora com novos motores e chassi, além de um conceito de operação inovador e de maior conectividade. O design também foi aprimorado, seguindo o DNA da marca alemã.

Andreas Marquardt, diretor presidente da Porsche Brasil, fala que a empresa automotiva está otimista quanto à receptividade do modelo aqui no país. "A nova geração do Cayenne traz muitas novidades, como motores mais fortes e mais rápidos, suspensão ainda mais equilibrada e que, ao lado de um novo chassi, irá promover uma experiência única de dirigibilidade e esportividade a bordo de um Porsche”, declara.

Os preços variam de R$ 423.000 (novo Cayenne) a R$ 733.000 (Cayenne Turbo). Entre eles está o Cayenne S com valor inicial em R$ 523.000,00.

"Ao lado do Macan, o Cayenne é o grande líder de vendas da Porsche. A chegada desta nova geração faz parte da estratégia para conquistarmos ainda mais espaço no Mercado brasileiro”, afirma Werner Schaal, diretor de vendas da Porsche Brasil. Segundo ele, esta é “uma oportunidade de atingir resultados que superem os patamares de 2017, ano recorde da marca".

Motores ainda mais fortes

A nova geração do Cayenne chega com motores mais potentes. A versão inicial possui motor turbo de seis cilindros em V com 3 litros e 340 cv de potência e um torque de 450 Nm. Já o Cayenne S é movido por um V6 2.9 biturbo. Ele desenvolve 440 cv e 550 Nm de torque. O Cayenne Turbo é o topo de linha e gera 550 cv, superando o motor de seu antecessor em 30 cv, enquanto o torque máximo de 770 Nm representa um aumento de 20 Nm - boa opção para quem deseja mais potência e esportividade.

No quesito desempenho, o Cayenne acelera de zero a 100 km/h em 6,2 segundos (em 5,9 segundos com o pacote Sport Chrono). A velocidade máxima é de 245 km/h. Já o modelo Cayenne S faz a mesma aceleração em 5,2 segundos (4,9 segundos com pacote Sport Chrono) e tem velocidade máxima de 265 km/h. Na versão Cayenne Turbo, esta aceleração se dá em apenas 4,1 segundos (3,9 segundos com Sport Chrono) e alcança a velocidade máxima de 286 km/h. O câmbio é um tiptronic de 8 velocidades e a tração é ativa nas quatro rodas em todas as versões.

Dirigibilidade aperfeiçoada pelo novo chassi

O novo Cayenne possui sistemas ativos de chassi, que são analisados e sincronizados pelo Porsche 4D Chassis Control. Esse sistema trabalha em tempo real otimizando continuamente o comportamento de pilotagem.

Assim como no 911 e Panamera, o Cayenne pode ser agora equipado com o eixo traseiro direcional. Ele melhora a agilidade nas curvas e a estabilidade nas mudanças de faixa com velocidades mais altas. Além disso, o diâmetro de giro reduzido facilita o manuseio do carro no dia a dia.

A suspensão a ar adaptável - opcional com nova tecnologia de três câmaras -, aumenta significativamente a amplitude entre uma conexão rígida-esportiva e oferece conforto de viagem equiparável ao de um sedã. Esse sistema permite ajustar a altura do solo em terrenos fora de estrada. Com a estabilização de rodagem opcional Porsche Dynamic Chassis Control (PDCC), os motoristas esportivos beneficiam-se da troca do sistema hidráulico para o sistema elétrico. Uma rede de bordo de 48 volts de potência possibilita esta conversão. Tempos de reação mais curtos permitem maior precisão da dinâmica de direção, além do adicional conforto com direção mais moderada.

Design marcante e inovador

Os modelos possuem entradas de ar maiores na dianteira em virtude do aumento de potência nos motores; as lanternas de canto horizontais conferem ao SUV um visual mais largo e mais atlético. A nova geração do Cayenne chega 63 milímetros maior em comprimento do que o modelo anterior, mas mantém a mesma distância entre eixos (2.895 milímetros). Em altura, são nove milímetros a menos em relação ao modelo anterior, o que passa uma silhueta mais alongada e elegante ao Cayenne. O volume do bagageiro é de 770 litros - um aumento de 100 litros.

A versão inicial do Cayenne conta com rodas de 20 polegada em sua configuração padrão para o mercado Brasileiro. Entre as lanternas traseiras, o Cayenne possui um novo design tridimensional das luzes, e a faixa luminosa contínua de LED estende-se à inscrição Porsche marcante. Nos faróis, um novo conceito de iluminação em três níveis: cada Cayenne é equipado de série com faróis de LED. Além destes, no nível seguinte de expansão é disponibilizado para escolha o Porsche Dynamic Light System (PDLS), que possui diferentes modos de iluminação, tais como luz de curva e luz para autoestrada. O sistema mais sofisticado é o novo farol principal de LED Matrix com PDLS Plus. 84 diodos luminosos, controláveis individualmente e que possibilitam distribuição e intensidade totalmente variáveis da luz.

Esportividade e requinte estão presentes em todo o interior

Com esta nova geração, o Cayenne dá início a um capítulo da interação entre motorista e o carro: o Porsche Advanced Cockpit é integrado em um ambiente esportivo luxuoso. O elemento central do novo conceito de display e de operação da Porsche - que foi introduzido no ano passado com o novo Panamera -, é a nova tela touch Full HD de 12,3 polegadas da última geração do Porsche Communication Management (PCM). Aqui, inúmeras funções digitais podem ser operadas de modo intuitivo e também por comando de voz. Outras teclas são integradas harmonicamente na superfície touch vitrificada, semelhante à de um smartphone, emitindo uma resposta sonora e tátil adicional quando operados.

Seguindo o estilo da Porsche, do seu assento o motorista enxerga um tacômetro analógico centralizado. Este é ladeado por dois displays Full HD de sete polegadas, que exibem todos os demais dados de direção relevantes e informações personalizadas que podem ser selecionadas através do volante multifuncional. Os sistemas de assistência mais importantes incluem um assistente de visão noturna com câmera termográfica, um assistente para ponto cego, um de controle de troca de pista com reconhecimento de sinalizações de trânsito, e o ParkAssist com Surround View.

Fonte : Diário de Pernambuco/Vrum





 

Data: 15/8/2018

Tratores da Case IH serão entregues a pequenos agricultores ribeirinhos de Sergipe
A Case IH, junto com a concessionária Servel, de Sergipe, está entregando à Codevasf (Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São Francisco e do Parnaíba) um lote de 52 tratores Farmall 95, do modelo 4x4, cabinados e com 100 cavalos de potência. Essas máquinas irão ajudar o trabalho de campo dos pequenos agricultores ribeirinhos do Estado de Sergipe.

A distribuição dos equipamentos será coordenada pela autarquia que definirá quais municípios serão beneficiados com os tratores. Isso porque a CASE IH venceu a licitação para escolha da empresa responsável pelas máquinas. “A Case IH conhece as necessidades locais de cada região e sabe como pode ajudar o agricultor”, garante André Lourenço, especialista de Marketing de Varejo da Case IH.

A Codevasf atua para o desenvolvimento e a revitalização das bacias dos rios São Francisco, Parnaíba, Itapecuru e Mearim com a utilização sustentável dos recursos naturais e estruturação de atividades produtivas para a inclusão econômica e social. Além disso, a autarquia contribui para o fortalecimento dos arranjos produtivos locais em comunidades rurais, especialmente em áreas tradicionalmente afetadas por longas estiagens, promovendo a inclusão produtiva de famílias por meio do fomento a atividades do campo.

Segundo Lourenço, desde 2017, a Case IH trabalha, junto com a sua rede de concessionários, para participar mais ativamente de vendas aos governos federais, estaduais e municipais. “Sabemos que por meio de licitações podemos levar as melhores soluções agrícolas para o país inteiro”, comenta.

Fonte : Grupo Cultivar





 

Data: 15/8/2018

Aprenda a trocar os limpadores de para-brisa
Cuidar dos limpadores de para-brisa é uma das tarefas mais simples que se podem fazer no veículo. E o passo a passo para substituir a peça em casa é tema da segunda reportagem da série sobre dicas de manutenção.

Como qualquer sinal de defeito surge literalmente à frente do motorista, diagnosticar problemas no sistema é relativamente fácil. Falhas de limpeza na área varrida pelas palhetas de borracha, trepidação e ruído durante o uso são sinais de que chegou a hora da troca.

O ideal é fazer uma checagem periódica, a fim de detectar problemas com antecedência. O estado das peças diz muito sobre o uso do veículo. Borracha quebradiça indica a ação de produtos à base de álcool ou querosene.

Lâminas deformadas revelam que o modelo ficou muito tempo sob o sol forte, sem uso. Para evitar esse tipo de defeito, a fabricante Dyna recomenda esguichar água no para-brisa e movimentar os limpadores todos os dias, para hidratar a borracha.

Lâminas rasgadas são sinal de que as palhetas estão batendo nas guarnições do vidro, resultado de braços desregulados.

Na maioria dos casos, substituir as palhetas é uma tarefa simples e rápida. Prefira componentes idênticos aos originais, para não alterar a área varrida e o peso das peças do sistema.

Em linhas gerais, há dois tipos de limpadores. Os convencionais, com armação de metal, equipam carros antigos ou versões mais simples. Os mais modernos têm estrutura inteira de borracha. Além de mais eficientes, eles estão livres de corrosão.

Nos dois, as palhetas são presas aos braços do limpador por uma trava. Para soltá-las, basta pressionar a trava e movimentar as peças. Após recolocá-las, o “clique” indicará que o encaixe foi feito corretamente.

O preço varia conforme a fabricante e o modelo da peça e do veículo. Em lojas de autopeças da capital, o par convencional (com estrutura de metal) parte de cerca de R$ 40. Os mais sofisticados podem chegar a R$ 140.

Nível da água

Verifique periodicamente o nível do reservatório do limpador (ou limpadores, se houver também na traseira, algo comum em hatches). O jato d’água é fundamental para manter os vidros limpos, principalmente no início da chuva. Isso porque as primeiras gotas se misturam à poeira acumulada no para-brisa e vigia, reduzindo a visibilidade.

Certifique-se de que os esguichos estejam direcionando os jatos de água para o centro da área a ser varrida. Alguns veículos, como o Fiat Uno de primeira geração, por exemplo, têm bicos que se desregulam facilmente, até mesmo durante a lavagem, porque ficam muito saltados no capô. A regulagem pode ser feita usando uma agulha ou alfinete.

A Dyna recomenda adicionar à água do reservatório uma solução com função detergente. O aditivo é útil para auxiliar na remoção de resíduos impregnados no vidro, como insetos, fuligem e seiva de árvores, por exemplo. Nas lojas de autopeças esse produto custa cerca de R$ 5.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 15/8/2018

Kia apresenta tecnologia de sistema de som
A Kia Motors Corporation revelou a tecnologia de Sistema de Som Separado (SSZ) de última geração, que permite que cada passageiro de um veículo acesse conteúdos de áudio adaptado a necessidade de cada um, incluindo músicas, chamadas telefônicas de viva voz e alertas, mantendo um espaço social livre de fones de ouvido.

A tecnologia SSZ cria e controla os campos acústicos do carro, permitindo que o motorista e cada passageiro ouçam sons isolados. Os diversos alto-falantes instalados no veículo apresentam tecnologias que utilizam princípios científicos para reduzir ou aumentar os níveis de áudio das ondas sonoras. Isso impede a sobreposição de sons ouvidos em cada assento, criando o mesmo efeito que os atuais sistemas de cancelamento de ruído, mas sem a necessidade de fones de ouvido. Quando a SSZ é utilizada, as chamadas telefônicas hands-free também podem ser isoladas para cada passageiro, garantindo a privacidade das conversas telefônicas.

O sistema elimina sons desnecessários para o passageiro, mas importantes para o motorista. Sons de navegação ou vários alertas permitem que o condutor se concentre no controle do veículo, enquanto o sistema SSZ isola esses sons, mantendo uma área tranquila para os outros passageiros. Este recurso possui uma funcionalidade particularmente direcionada para os condutores acompanhados de crianças, por exemplo.

A tecnologia SSZ está em desenvolvimento desde 2014, e a expectativa é a de que o sistema de produção em massa esteja pronto para instalação em veículos dentro de um a dois anos.

Fonte : Farol Alto/Antonio Puga