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Data: 17/11/2017

Volkswagen quer mais do que dobrar produção no Brasil até 2020
De olho na retomada da economia, a filial da Volkswagen no Brasil planeja chegar a 2020 com um ritmo de produção de 800 mil veículos por ano, mais do que o dobro do volume alcançado no ano passado, de 324,8 mil unidades, mas ainda abaixo do auge registrado em 2010, de 1 milhão de unidades. Além disso, a empresa espera atingir, também até 2020, a liderança do mercado nacional ou, pelo menos, estar entre os primeiros, com uma participação de 16% ou 17%, ante 11% em 2016.

As metas foram anunciadas nesta quinta-feira, 16, pelo novo presidente da montadora no País, Pablo Di Si, em evento de lançamento do novo sedan da marca, o Virtus, em São Paulo. Para 2018, o executivo espera que o mercado total chegue a 2,5 milhões de unidades, o que representaria crescimento de 16% em relação à previsão para este ano.

Boa parte do otimismo da Volkswagen para os próximos três anos, segundo o executivo, é explicada pelos sinais de retomada da economia. "Os indicadores de curto prazo no Brasil são muito positivos. O trabalho feito com a inflação é fantástico, o crédito está crescendo a cada mês e, por seis meses seguidos, o desemprego está caindo. A economia descolou um pouco da política e está crescendo", afirmou Di Si.

A Volkswagen foi a montadora que mais perdeu espaço no Brasil durante a queda do mercado de veículos nos últimos quatro anos, de 2013 a 2016. Enquanto as vendas do setor como um todo tiveram queda de 46% nesse período, as da Volkswagen recuaram 70%. Isso ocorreu porque a marca alemã é uma das que estão mais expostas ao consumidor de menor renda, que foi o mais afetado pela crise econômica.

Para apoiar a recuperação de mercado esperada até 2020, a Volkswagen planeja investir R$ 7 bilhões no Brasil, dos quais R$ 2,6 bilhões serão destinados à fábrica de São Bernardo do Campo. O restante será distribuído entre as outras três fábricas (São Carlos e Taubaté, no interior de São Paulo, e São José dos Pinhais, no Paraná), mas ainda sem valores definidos.

Apesar dos investimentos anunciados e da expectativa de aumento da produção, a empresa ainda não projeta contratações. "A indústria tem 44% de ociosidade, então temos muito para recuperar antes de começar a pensar em contratação. Temos algumas áreas específicas que precisam de novos quadros, outras não. Por enquanto nós vamos administrando de acordo com a demanda do mercado", afirmou Di Si.

Outra meta da Volkswagen é chegar a 1 milhão de vendas nas regiões da América do Sul, América Central e Caribe. Para isso, conta com o sucesso do Virtus e de outros 20 lançamentos nos próximos três anos. O Virtus, garantiu o presidente da montadora no Brasil, será exportado para toda a América do Sul. Também existe a intenção de que o modelo seja vendido para países da Oceania e da África.

Fonte : O Estado de S. Paulo/André Ítalo Rocha





 

Data: 17/11/2017

Temor de nova condenação na OMC trava Rota 2030
Uma suposta incompatibilidade com as regras da Organização Mundial do Comércio (OMC) por causa da fixação de “metas corporativas”, que podem gerar créditos tributários às montadoras, é o maior ponto de impasse em torno da nova política automotiva em elaboração no governo para substituir o Inovar-Auto.

O atual regime expira no fim dezembro e ainda há resistências internas ao Rota 2030, que foi concebido pelo Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). Na terça-feira, executivos de 19 montadoras foram ao Palácio do Planalto e levaram um apelo ao presidente Michel Temer para que não haja “vácuo” legal a partir de 1 de janeiro.

O Inovar-Auto tem uma alíquota adicional de 30 pontos do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). As empresas só ficam isentas mediante compromissos de nacionalização de peças e equipamentos, o que cria desequilíbrios entre montadoras com produção nacional e as importadoras. Esse sistema foi condenado recentemente pela OMC.

A ideia do Rota 2030 é reduzir o adicional de IPI para dez pontos. Esse extra deixaria de existir se forem aceitos outros tipos de compromissos - a maioria relacionados a questões de eficiência energética e segurança veicular.

Mas o “apoio ao fomento de etapas fabris”, que é um dos critérios para habilitação das montadoras ao novo programa, está sendo visto por setores do governo como uma forma disfarçada de exigência de conteúdo nacional - justamente o que foi julgado como ilegal pela OMC. A leitura é de que a ajuda ao desenvolvimento de fornecedores, na prática, tornar-se um critério aplicável somente a quem já tem fábricas no Brasil e discrimina as importadoras. Isso acabaria reproduzindo um dos “vícios” do Inovar-Auto e aumentaria o risco de nova condenação em Genebra.

O Brasil foi derrotado no processo movido pela União Europeia e pelo Japão. Houve recurso ao órgão de apelação da OMC, mas o próprio governo não vê chances concretas de reverter o resultado. Em última instância, depois do julgamento final, europeus e japoneses pedir sinal verde para retaliações caso as políticas condenadas pela OMC não tenham sido eliminadas ou reformadas. Por isso, o medo de deixar “rastros” do Inovar-Auto no regime automotivo que irá sucedê-lo.

Paralelamente, o estabelecimento de “metas corporativas” de redução de emissões é outro fator de racha dentro do governo. Uma ideia consensual é dar um desconto de IPI diretamente para os carros com eficiência energética melhor do que as metas, chamado tecnicamente de “nível do produto”. Por exemplo: um carro popular, que tem alíquota de 7%, pagaria 6% se for considerado “eficiente” e 8% de estiver abaixo dos indicadores para a emissão de gases-estufa.

Também haveria, no entanto, metas por empresas que geram créditos tributários. Esse modelo de incentivo no “nível da firma” não é unanimidade no governo e trava a conclusão do programa.

Além do risco de questionamento na OMC, há questões orçamentárias (a falta de espaço fiscal) e operacionais levantadas nas discussões técnicas para aplicação, pela Receita Federal, desse mecanismo de geração de crédito tributário. Outro ponto em que há diferenças de visão é no capítulo de Pesquisa e Desenvolvimento (P&D). Há dúvidas se a definição de incentivo fiscal vinculado a esse item teria alguma eficácia, pois esse processo hoje já estaria consolidado em grandes centros nas matrizes ou em locais específicos e o que sobraria para o Brasil seriam pesquisas para adaptações dos produtos e serviços ao mercado brasileiro.

Nesse sentido, há também a lembrança de que o Estado brasileiro já dispõe de outros instrumentos “mais horizontais” de estímulos ao P&D, como a Lei do Bem e os recursos da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), que eventualmente poderiam ser mais bem articulados com o objetivo de impulsionar o setor.

No fundo, a disputa interna no governo é sobre se o Rota 2030 vai ser um novo programa automotivo para fomentar essa indústria no país ou se vai ser um regime de transição para o fim dos incentivos setoriais. O Ministério da Fazenda, desde a chegada de Henrique Meirelles, tem deixado claro a falta de simpatia por esse tipo de direcionamento.

Uma das críticas levadas às discussões do Rota 2030, que também foi alvo de ataques de estudo feito por pesquisadores do Banco Mundial, é que o legado do programa anterior foi um excesso de capacidade instalada, que seria ineficiente e desnecessário e cuja redução parcial seria inclusive positiva. Apesar disso, há reconhecimento de que um “desmame” imediato da indústria automotiva seria inviável para um setor cujos projetos têm prazo de maturação longo, de ao menos cinco anos. Por isso, busca-se ainda uma solução de consenso entre as diferentes áreas do governo envolvidas no assunto.

Fonte : Valor Econômico/Daniel Rittner e Fabio Graner





 

Data: 17/11/2017

Disputa entre montadora e autopeça independente entra na reta final
Uma disputa concorrencial que já dura dez anos entre as gigantes automotivas Fiat, Ford e Volkswagen e as fabricantes independentes de autopeças será julgada na semana que vem pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). Além de liberar empresas não licenciadas a venderem peças de reposição de veículos, o órgão pode impor uma multa milionária às montadoras e abrir caminho para se discutir os limites da propriedade intelectual no país. As duas partes concordam em apontar que a decisão do Cade impactará em todo setor que registra desenhos industriais de partes de produtos mais complexos.

O processo foi movido pela Associação Nacional dos Fabricantes de Autopeças (Anfape) e apura se as três montadoras abusaram de seu direito de propriedade intelectual ao acionar na Justiça fabricantes de autopeças não licenciadas que vendiam peças de reposição para veículos produzidos por elas.

A Anfape afirma que os registros feitos pelas montadoras no Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI) aplicam-se apenas ao mercado de carros zero quilômetro e não ao de autopeças. Assim para elas, fabricantes de autopeças poderiam produzir partes cujo desenho industrial é registrado no INPI sem pagar royalties. Os grupos automotivos discordam e dizem que a lei de propriedade intelectual garante às companhias os direitos sobre os desenhos que desenvolveram inclusive no mercado secundário e que companhias só poderiam produzi-las caso fossem licenciadas.

O caso está em análise na autoridade antitruste desde 2007 e chegou às mãos do relator, o conselheiro Paulo Burnier, no ano passado. Ao concluir a investigação, a Superintendência-Geral (SG) do Cade entendeu que as montadoras estão erradas e recomendou sua punição, com aplicação de multa e a “não imposição dos desenhos industriais em questão em face dos fabricantes independentes de autopeças de forma a eliminar a conduta anticompetitiva identificada”.

As montadoras esperam mudar o entendimento da SG no plenário da autarquia. Para elas, “o resultado da SG é uma análise que alça o Cade à condição de rever qualquer decisão ou política pública no Brasil”, conforme afirmado em petição da Volkswagen. “As recomendações da SG conseguem ferir, com isso, as decisões dos Poderes Legislativo, Judiciário e do próprio Executivo”, acrescenta.

Isso porque a argumentação das montadoras se baseia, entre outros, no fato de que as ações citadas pela Anfape no processo como abusivas tiveram decisões em prol da Fiat, Ford ou Volkswagen. Assim, no entendimento delas, o Judiciário já se debruçou sobre o assunto e entendeu que as montadoras mantem o direito exclusivo de produção ou licenciamento no mercado de peças de reposição.

“A imposição de direitos de propriedade industrial é legal e lícita, sendo tais ações judiciais a legítima forma das montadoras fazerem valer seus direitos. Inclusive, na maioria esmagadora dos casos, o Judiciário tem dado razão à Ford e demais montadoras nestas ações”, diz a empresa em petição registrada no processo.

“O argumento de que montadoras apenas aplicam a lei quer tirar do Cade a responsabilidade de colocar limites em conduta. O Cade existe para poder julgar e avaliar eventuais abusos que se cometem com direitos adquiridos”, contra-argumenta o presidente da Anfape, Renato Fonseca.

“O caso não é importante só para nós, mas para o conceito de propriedade industrial. Nossa tese é que não deve haver proteção de desenho industrial para parte de produtos complexos para fins de reestabelecer a aparência original. Isso transcende mercado de autopeças. Se você estender isso, verá vários mercados em que essa proteção não faz sentido, como em relógios e partes de roupa, por exemplo”, continua.

As montadoras concordam com a importância do caso, mas acreditam que os efeitos de uma decisão contra elas seria um retrocesso no conceito de propriedade intelectual. Uma decisão do Cade de punir as fabricantes de veículos “produzirá consequências gravíssimas e irreversíveis ao sistema de propriedade intelectual” e “não apenas para as montadoras, mas para todos os demais mercados em que haja proteção de peças”. O Cade não quis comentar o assunto porque não se pronuncia sobre processos em andamento.

Fonte : Valor Econômico/Lucas Marchesini





 

Data: 17/11/2017

Exportações de autopeças crescem 10,5% no ano
A indústria brasileira de autopeças exportou total de US$ 5,41 bilhões nos primeiros nove meses deste ano, o que representou alta de 10,5% em relação aos embarques para o exterior no mesmo período do ano passado. Apesar de o setor ainda registrar déficit no acumulado do ano, de US$ 4,1 bilhões, as importações subiram no período menos do que as exportações.

A compra de autopeças lá fora atingiu US$ 9,51 bilhões, resultado 8,9% superior ao do período janeiro-setembro de 2016, segundo informações do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços consolidadas pelo Sindipeças. Desde maio, segundo a entidade que representa a indústria de autopeças, o crescimento das exportações do setor supera o das importações quando comparado ao mesmo mês do ano anterior.

Outro dado importante destacado pelo Sindipeças é que há cinco anos as exportações do setor vinham em queda. Esse é o primeiro anos desde 2012 que o desempenho na área é positivo. Até setembro de 2016, por exemplo, a queda acumulada das vendas externas de autopeças atingia 16%.

De acordo com nota da entidade, “além de representar o avanço sustentado das vendas para outros mercados, o desempenho deste ano simboliza o esforço dos fabricantes de autopeças em atender, principalmente no mercado de reposição, estratégia comercial das montadoras brasileiras em prática desde o segundo semestre do ano passado”.

As exportações de autopeças totalizaram US$ 666,3 milhões em setembro, resultado 4,6% inferior ao de agosto mas 22,4% superior ao do mesmo mês de 2016. Do lado das importações, o resultado foi positivo tanto na passagem mensal (12,4%) como na comparação interanual (2,8%).

Dos 180 mercados compradores de autopeças brasileiras, a Argentina continua sendo o principal parceiro do Brasil. As exportações para o país vizinho atingiram US$ 1,67 bilhão até setembro, com crescimento de 23% sobre os primeiros nove meses de 2016. Em segundo lugar vêm os Estados Unidos, com a compra de US$ 893,6 milhões este ano, 11,6% a mais do que no mesmo período do ano passado.

Quanto à origem das nossas importações, a China assumiu o topo desse ranking em agosto, desbancando os Estados Unidos. De janeiro a setembro a China mandou para o Brasil total de US$ 1,14 bilhão em autopeças, 27,9% a mais do que os US$ 890,7 milhões do mesmo período de 2016.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 17/11/2017

Montadora quer pedaço maior do mercado de extrapesados
As vendas de caminhões em outubro fecharam no azul, segundo levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição Veículos Automotores), com um crescimento de 11,29% em relação a setembro. Mas, no acumulado do ano, o setor ainda apresenta resultados negativos (-3,97%).

Apesar do desempenho do ano ainda estar no vermelho, a perspectiva do mercado para o próximo ano é de incremento. Algo entre 20% a 22%. A categoria dos extrapesados deve puxar esse desempenho positivo. Hoje, o segmento representa em torno de 41% do mercado total de caminhões.

Líder em vendas com 27,89% da participação de mercado geral em outubro, a Mercedes-Benz aposta na categoria de extrapesados para crescer. A marca pretende ampliar a sua participação em 30%. Em setembro, a montadora alcançou participação de 23% no número de emplacamentos da categoria.

O Paraná terá um papel importante neste incremento. E a concessionária da marca, a Ingá Veículos, está investindo no Estado. O grupo inaugura, nesta sexta-feira, uma nova loja na Rodovia PR-445, em Cambé. “A Mercedes-Benz tem a meta de ampliar a nossa participação em 30% neste segmento no mercado nacional e a participação do Paraná para atingir a cota nacional seria de 10%”, afirmou Ari de Carvalho, diretor de Vendas e Marketing da Mercedes-Benz.

O otimismo da MercedesBenz se deve ao bom desempenho dos novos modelos das linhas Accelo e Actros. “Estamos com dois produtos bem respeitados e que nos dão condições de brigar de igual para igual”, ressaltou Carvalho. A empresa investirá R$ 2,4 bilhões na modernização das fábricas de caminhões e ônibus nos próximos cinco anos.

A nova referência para os empréstimos do BNDES, a TLP (Taxa de Longo Prazo), que passa a valer em janeiro e vem substituir a TJLP (Taxa de Juro de Longo Prazo), não deve trazer grandes impactos para o financiamento de caminhões, na avaliação de Carvalho.

Segundo ele, o mercado está melhorando a liberação de crédito, em função da queda da inadimplência, e a matriz de financiamento mudou. Hoje, o Finame (do BNDES) é responsável por 55% do crédito. O restante vem de fontes privadas.

Nesta sexta-feira, a concessionária da marca, que antes ficava em Londrina, passa a funcionar em Cambé, num terreno de 96 mil metros quadrados, com 9.100 metros quadrados de área construída.

A estrutura se destaca pelo aumento da capacidade de prestação de serviços, permitindo o acesso de bitrens, rodotrens e treminhões em 23 vagas na oficina mecânica. “É uma área preparada para atender o crescimento do setor nos próximos 20 anos”, disse Alberto Giaretta, diretor comercial do Grupo Ingá Veículos.

O grupo projeta um crescimento em torno de 20% nas vendas em 2018, tanto no Paraná como na região de Londrina, em todos os segmentos. Mas a grande aposta é na categoria de extrapesados. Dentro do grupo, os extrapesados devem saltar de 13% para 22% na participação das vendas.

“A região de Londrina é muito forte no agronegócio e o produto que estávamos vendendo é o que o cliente está procurando (referindose a linha Actros). A nossa projeção é até um pouco acima de 20%, principalmente no segmento extrapesado”, afirmou Giaretta.

No novo espaço, a concessionária se alia à Recapadora Michelin e oferece novos serviços de pneus e recapeamento.

Fonte : Folha de Londrina/Aline Machado Parodi e Nelson B.





 

Data: 17/11/2017

Honda ainda não tem planos para a fábrica de Itirapina
Apesar da reação do mercado automotivo brasileiro este ano, a Honda ainda não tem planos com relação à sua fábrica de Itirapina, no interior paulista, que está fechada há dois anos. De acordo com o presidente da Honda para a América do Sul, Issao Mizoguchi, a empresa acredita que as vendas de veículos continuarão em alta, mas não de forma generalizada:

“O crescimento das vendas se concentrará prioritariamente no segmento de entrada”, comentou Mizoguchi na segunda-feira, 13, ao participar da abertura do Salão Duas Rodas 2017, que acontece no São Paulo Expo, na capital paulista. Ou seja, a expectativa do executivo é que nos demais segmentos, nos quais a marca atua, a retomada será mais lenta, não justificando, ao menos por enquanto, acionar as operações de Itirapina.

Em sua fábrica de Sumaré, também no interior paulista, a Honda em capacidade para produzir 120 mil automóveis/ano, mesmo volume projetado para a unidade industrial de Itirapina, que recebeu investimentos de R$ 1 bilhão e teve construção iniciada em 2013. Em Sumaré são produzidos os modelos City, Fit e Civic, além dos SUVs HR-V e WR-V. Como a linha única de produção é flexível, a empresa amplia a produção de um ou outro automóvel de acordo com a demanda do mercado.

Com 108,4 mil emplacamentos no acumulado até outubro, a marca registrou este ano crescimento de 7,9% em relação ao mesmo período de 2016, quando comercializou 100,4 mil unidades. “Apesar da crise dos últimos anos, a venda dos nossos automóveis não caiu muito”, comentou o presidente da Honda. Diante da estabilidade da marca, a ideia, ao menos por enquanto, é continuar mantendo a oferta no mesmo patamar, o que pode ser garantido apenas com a fábrica de Sumaré.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 17/11/2017

Mercedes-Benz lança canais nas redes sociais para a picape Classe X no Brasil
A Mercedes-Benz acaba de lançar dois novos canais nas redes sociais para que clientes e fãs da marca acompanhem as novidades da picape Classe X, que chega ao Brasil 2019 e é um dos maiores projetos recentes da empresa.

Por meio de perfis no Facebook e Instagram será possível acompanhar todos os detalhes revelados até o momento sobre o veículo, assim como seus próximos passos até a chegada no mercado brasileiro.
Acesse @MercedesBenzClasseXBrasil nas redes sociais e conheça as novidades.

Fonte : Frota & Cia





 

Data: 17/11/2017

Montadoras investem cada vez mais na modernização no interior dos veículos
À medida em que as facilidades para pilotar paulatinamente entram em voga, as tecnologias que favorecem o conforto a bordo viram destaque nos lançamentos dos automóveis. Montadoras estão cada vez mais investindo e patenteando o serviço. Seja disponibilizado de série ou fechando acordos exclusivos. O fato é que entretenimento e conexão são palavras de ordem para os mais recentes lançamentos do mundo automotivo.

A Apple deu a largada há muito. Isso porque com a disponibilidade do Apple Carplay, as atualizações são crescentes. No entanto, tecnologia exige dinheiro. Contar com o pacote que disponibiliza a Siri, Apple Maps e dispensa o uso de fios, possibilitando o acesso remoto, através do bluetooth, exige cerca de R$ 3 mil.

A Microsoft fechou uma parceria com a Toyota para licenciar uma série de suas patentes para os projetos de veículos conectados da marca. A parceria deve dar à fabricante japonesa acesso à recursos que vão desde o próprio sistema operacional do automóvel até funcionalidades que abordam temas como inteligência artificial, reconhecimento de voz, controle por movimentos e muito mais. Na prática, isso significa que a Toyota não precisa gastar tempo e dinheiro no desenvolvimento desses softwares, e que ela deve se preocupar apenas em como utilizar bem todos os brinquedinhos emprestados pela dona do Windows.

Já a Ford, adotou as plataformas que oferecem conexão como estilo de vida. Isso porque os seus principais lançamentos já contam, de série, com central multimídia. O pioneiro foi o esportivo GT - carro que teve o painel reinventado em um estilo futurista - totalmente digital, que reage ao modo de condução escolhido pelos motoristas e parece que se encaixaria muito bem em uma espaçonave. A novidade conta com uma tela de 10 polegadas e seus mostradores foram inspirados nos de carros de corrida, tudo para evitar distrações e facilitar a leitura. O EcoSport conta com uma tela com soft touch de 6,5” e Sync 3 de série em todas as versões.

A Volvo e a Audi escolheram a Android para gerir as ferramentas multimídia e operacionais de seus veículos. Basicamente, as marcas utilizam o Android Nougat 7.0 para administrar a tela touchscreen dos automóveis e as dashboards por trás do volante. O grande destaque é a integração do Google Assistant com o Android Auto. Porém, o sistema operacional disponível deve cuidar apenas das partes de lazer ou de dados de performance do veículo, ou seja, nenhum sistema vital será influenciado.

Fonte : Diário de Pernambuco





 

Data: 17/11/2017

GM desafia Tesla com promessa de carros elétricos rentáveis para 2021
A General Motors planeja lançar uma nova família de veículos elétricos em 2021 que custará menos para ser produzida e gerará lucro para a montadora líder dos Estados Unidos, disse a presidente-executiva Mary Barra à investidores na quarta-feira.

Os planos da fabricante representam um desafio direto para a especialista em veículos elétricos e deficitária Tesla, que ainda não se tornou rentável e está lutando para ter preços mais acessíveis.

"Estamos comprometidos com um futuro portfólio de veículos elétricos que será lucrativo", afirmou Barra durante a Barclays Global Automotive Conference em Nova York.

Os veículos elétricos e autônomos - conhecidos na indústria como EVs e AVs, na sigla em inglês - são vistos como os principais pilares do transporte futuro, mas a Tesla, Ford Motor e outras montadoras ainda estão trabalhando para ganhar dinheiro com eles.

A GM está procurando sair desse padrão ao desenvolver uma plataforma de veículos elétricos totalmente nova que irá acomodar vários tamanhos e segmentos, para serem vendidos por diferentes marcas da GM nos EUA e na China, afirmou Barra, acrescentando novos detalhes à agressiva estratégia da GM em modelos elétricos.

No início de outubro, a GM disse que planejava lançar 20 novos veículos elétricos até 2023, mas não forneceu detalhes específicos.

Em comparação, a rival Ford disse que planeja introduzir 13 veículos elétricos - principalmente modelos híbridos movidos a gasolina e eletricidade - até 2022.

Fonte : Reuters/Paul Lienert e Nick Carey





 

Data: 17/11/2017

Volkswagen vai investir € 10 bilhões para desenvolver carros elétricos na China
A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira que pretende investir € 10 bilhões para desenvolver carros elétricos na China, em um movimento para se adequar às novas regras que restringem a emissão de poluentes. O grupo, que inclui ainda a marca Audi, quer lançar 15 modelos nos próximos dois a três anos, e outros 25 depois de 2025, segundo revelou o chefe da montadora na China, Jochem Heizmann.

A China estabeleceu metas para a produção e vendas dos chamados NEV (New Energy Vehicle), que devem ser cumpridas até 2019, o que provocou uma corrida das montadoras. Quem não cumprir as novas exigências terá que comprar créditos. Os NEVs são NEVs carros totalmente movidos a bateria e híbridos com acesso à rede elétrica.

Desde 2015 a montadora está envolvida em um escândalo por causa de fraude em testes de emissão de poluentes. Em setembro daquele ano, adimitiu ter instalado um software secreto em centenas de milhares de carros movidos a diesel para fraudar testes de emissão de gases poluentes. Com o programa, os motores indicavam ser mais limpos do que eram de fato nas ruas. Cerca de 11 milhões de veículos foram afetados pelo problema. Até agora, o imbróglio judicial já custou mais de € 20 bilhões à Volkswagen.

Volume ainda pequeno de elétricos na China

A Volkswagen já tem dez modelos de carros elétricos no mercado chinês, mas todos são importados e com volume de vendas pequeno. O objetivo do grupo, segundo Heizmann, é que até 2020 possam ser vendidos 400 mil carros elétricos por ano e 1,5 milhão por ano até 2025.

Heizmann disse que alguns modelos terão autonomia entre 400 km e 600 km a cada vez que eu for carregada. Para se ter uma ideia, o modelo S, da Tesla, tem uma média de 490 km, mas pode chegar a 632 km em alguns modelos.

A Volkswagen se mostrou confiante de que vai conseguir cumprir as novas regras da China e não terá que pagar os créditos:

"Nós temos elevados volumes de novos carros elétricos... Estamos trabalhando em alta velocidade nisso" apontou Heizmann.

Fonte : O Globo/Reuters