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Data: 15/12/2017

"Carro único" para Brasil e Argentina pode reduzir preços
Ainda que sejam produzidos na mesma fábrica, um modelo de carro vendido no Brasil e outro na Argentina são muito diferentes por dentro. Em alguns casos, a montadora precisa fazer mais de 200 alterações entre os dois veículos.

Isso é explicado pela legislação que exige características distintas em cada país. Diante da situação, Brasil e Argentina concordaram em criar uma legislação única para a indústria automotiva. A medida poderia reduzir o preço dos carros em até 5%.

A iniciativa de elaborar uma regra única foi apresentada aos presidentes Michel Temer e Maurício Macri, que se encontraram no domingo, 10, durante a reunião da Organização Mundial do Comércio (OMC).

Alterações

Durante o trabalho feito nos últimos meses, técnicos brasileiros e argentinos encontraram o caso de um veículo produzido no Brasil que precisa ter mais de 200 alterações para ser comercializado na Argentina. Por fora, os carros de um cliente argentino e outro de um brasileiro são exatamente idênticos, mas a legislação exige que sejam bem diferentes por dentro.

Diante dessa situação, montadoras reclamam que precisam saber desde o primeiro momento se aquele carro a ser fabricado será vendido no Brasil ou exportado ao vizinho porque os processos de fabricação acabam sendo bem distintos.

Há vários itens em que a legislação difere. Um dos citados pelos técnicos é a regra para controle de emissão de poluentes. A diferença faz com que os motores tenham de ser pensados e ajustados de maneira distinta – ainda que carreguem o mesmo nome e sejam instalados em um mesmo modelo de veículo.

Para as montadoras, essas alterações geram custos que, em tese, não existiriam se a legislação fosse única. Uma das montadoras citou aos técnicos que há casos em que modelos poderiam ficar até 5% mais baratos ao consumidor se pudessem ser produzidos veículos idênticos por dentro e por fora para os dois maiores mercados da América do Sul.

Marcos Pereira confirmou a perspectiva de o que preço poderá, no fim do processo, cair, mas o ministro da Indústria não se comprometeu com um número. “Quero crer que as montadoras repassarão esse ganho ao consumidor”, disse.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 15/12/2017

Cresce a procura por consórcio de veículos pesados
A venda de novas cotas de consórcio no segmento de veículos pesados, que contempla caminhões, ônibus, semirreboques, tratores e implementos, teve alta de 13,3% no acumulado dos primeiros dez meses deste ano no confronto com o mesmo período do ano passado. Foram comercializadas 46,55 mil novas cotas este ano, ante as 41,08 mil de janeiro a outubro de 2016, segundo dados divulgados pela Abac, Associação Brasileira dos Administradores de Consórcio, na quinta-feira, 14.

O crescimento no valor de créditos comercializados no segmento é ainda mais expressivo, de 23,2% – R$ 7 bilhões contra R$ 5,7 bilhões no mesmo comparativo. Também o tíquete médio, referente ao valor da cota mês, expandiu-se este ano. Chegou a R$ 156 mil em outubro, montante 11,1% superior ao do mesmo mês do ano passado, que era da R$ 140,4 mil.

Ficaram estáveis no período o número de participantes ativos, atualmente na faixa de 279 mil, assim como as contemplações mensais, em torno de 25 mil. No acumulado dos dez meses primeiro meses o crédito disponível para os consorciados do segmento de veículos pesados atingiu R$ 3,54 bilhões, valor similar ao do mesmo período de 2016.

Ao divulgar os dados do setor, o presidente executivo da Abac, Paulo Roberto Rossi, destacou o bom momento do setor e falou em perspectivas positivas para 2018:

“Ao observarmos a inflação em queda e sob controle e o comércio e a indústria se recuperando, temos a perspectiva de continuidade do crescimento dos nossos negócios, tanto nas vendas como nos créditos comercializados. O aumento da demanda por consórcio confirma que o consumidor está cada vez mais consciente sobre a essência da educação financeira, especialmente quando opta por assumir um compromisso de longo prazo”.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 15/12/2017

Governo reduz a zero imposto de importação de 1.116 itens sem produção nacional
Resoluções da Câmara de Comércio Exterior (Camex) publicadas no "Diário Oficial da União" da última quinta-feira (14) reduziram de 16% e 14% para zero o imposto de importação de 1.116 máquinas e equipamentos industriais sem produção no Brasil, informou o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC).

Segundo o governo, as reduções tarifárias são temporárias, e as importações sem tarifas podem ser feitas até 30 de junho de 2019.

O MDIC informou que as empresas do país informaram que os equipamentos serão utilizados em projetos que representam novos investimentos no valor de US$ 2,41 bilhões.

Os principais setores contemplados em relação aos novos investimentos serão automotivo, eletroeletrônico e bens de capital.

Entre os principais projetos beneficiados estão a melhoria de qualidade e produtividade no processo produtivo de uma fábrica de automóveis; a produção local de smartphones, e a expansão de fábricas de painéis fotovoltaicos, informou o ministério.

O governo lembrou que o regime de "ex-tarifário" consiste na redução temporária da alíquota do Imposto de Importação de bens de capital (BK) e de informática e telecomunicação (BIT), que estão na Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC), quando não houver a produção nacional equivalente.

Segundo explicou o MDIC, isso representa uma "redução no custo do investimento e produz um efeito multiplicador de emprego e renda sobre segmentos diferenciados da economia nacional".

Fonte : Portal G1





 

Data: 15/12/2017

Montadora chinesa chega a Anápolis e vai gerar cinco mil novos empregos
Numa manhã histórica para Goiás e decisiva na consolidação do Estado como um dos maiores polos metais mecânicos do País, o governador Marconi Perillo participou ontem quinta-feira, dia 14, na sede Grupo Caoa, em Anápolis, do lançamento oficial da parceria da companhia com a maior e mais tradicional montadora de veículos da China, a Chery, com previsão de investimentos de R$ 2 bilhões no Brasil e geração de 5 mil empregos diretos só em Goiás.

“Não há nada mais importante que o emprego”, disse Marconi, afirmando que o investimento representa o compromisso de suas gestões com o desenvolvimento econômico e humano de Goiás e de Anápolis.

Além do presidente do Grupo Caoa, Mauro Correia, prestigiaram a solenidade de anúncios dos novos investimentos o prefeito de Anápolis, Roberto Balestra, os secretários Joaquim Mesquita (Gestão e Planejamento), Francisco Pontes (Desenvolvimento). Ao saudar o Grupo Caoa por apostar Goiás, Marconi disse que valeu a pena acreditar na empresa, hoje uma das mais sólidas do País, que passou pela crise econômica, maior que a depressão de 1929, sem promover sequer uma demissão e agora anuncia um investimento que coloca Goiás na vanguarda do setor automobilístico, na medida em que se alia à gigante Chery, a mais tradicional fábrica de automóveis da China.

Marconi lembrou que trabalho pela instalação da Caoa em Goiás, em abril de 2007, muitos duvidavam e hoje a empresa, espelhando o espírito empreendedor de seu fundador, Carlos Alberto de Oliveira, é uma das mais sólidas do País. Sobre a parceria com a Chery, o governador ressaltou que o mais importante é que, a partir de agora, serão seis montadoras em Goiás, duas em Anápolis, fato que consolida o município como grande polo metal mecânico. A nova fábrica vai gerar milhares de novos postos de trabalho. “Mais importantes que os prédios bonitos, as máquinas sofisticadas, com alta tecnologia agregada são os empregos gerados”, disse Marconi, ressaltando que haverá impacto positivo em toda cadeia produtiva.

O governador destacou ainda que Goiás, com seis montadoras, passa a ser um dos mais importantes polos metais mecânicos do País. O novo investimento, ressaltou, consolida o Daia, agrega novos valores à mão de obra goiana e ainda insere definitivamente Goiás entre os estados mais prósperos da federação. “Hoje é uma manhã histórica, um dia para ser lembrado por todos nós”, arrematou Marconi.

Fonte : Goiás Agora





 

Data: 15/12/2017

Superávit comercial deve cair a US$ 50,3 bilhões em 2018, diz AEB
O superávit da balança comercial brasileira deve cair de US$ 65,47 bilhões este ano para US$ 50,34 bilhões em 2018. A perda de saldo deve acontecer porque a importação avançará 11,7% (US$ 168,63 bilhões) no ano que vem enquanto as exportações (US$ 218,97 bilhões) crescerão apenas 1,1%, o que trará contribuição negativa do setor externo para o PIB do ano que vem, segundo projeção da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

As importações, diz José Augusto de Castro, presidente da AEB, deverão ter alta em todas as categorias de uso no ano que vem. Os bens de consumo duráveis devem avançar 41,6%, com crescimento de 51,9% no desembarque de automóveis. A expectativa, explica ele, é de que as exportações de veículos aumentem e por conta da elevação da demanda doméstica e também para não ficar sujeitas ao pagamento de tarifa adicional do Mercosul, as montadoras tendem a elevar também as importações.

A reação da economia interna deve propiciar aumento de produção industrial e alta de 7,1% na importação de bens intermediários, projeta a AEB. Desembarques de bens de capital devem avançar 14,8%. Parte da recuperação do consumo deve ser atendida pela importação, com alta de 16,8% no desembarque de bens de consumo não duráveis e semiduráveis.

Do lado das exportações, os básicos devem recuar em 2018, com redução de 1,5% em relação a este ano. “A quebra de safra de soja e milho terão impacto grande, embora minério de ferro ainda deva crescer por conta de uma elevação de preços médios.” Castro estima que a cotação média dos preços do minério de ferro suba 4% no ano que vem em relação a 2017. Com pequena elevação de volume, o valor exportado deve ficar 5,2% maior, avalia. Esse avanço, porém, deverá compensar somente em parte o recuo de 9,5% e de 22,5% projetados para os embarques de soja e milho, respectivamente. Puxado pelos veículos, o manufaturados deverão ter desempenho melhor, com alta de 4,3%.

Fonte : Valor Econômico/Watanabe





 

Data: 15/12/2017

Dados da Fenabrave registram um crescimento de 10% de janeiro a novembro
Os números mostram que o mercado de automóveis no Brasil já reage a crise. A Fenabrave, a federação do setor, afirma que o crescimento do segmento no acumulado de janeiro a novembro é de 10% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Foram vendidos 1,96 milhão de veículos. Outro número positivo é a média diária de vendas no mês passado, de 10,3 mil unidades por dia, a melhor marca registrada desde abril de 2015.

Os carros de passeio respondem diretamente pelo bom resultado. De janeiro a novembro deste ano, o segmento cresceu 10,9% na comparação com igual o mesmo período do ano passado, contabilizando 1,68 milhão de unidades vendidas. Só em novembro, ainda de acordo com a Fenabrave, foram emplacados 168,8 mil exemplares, alta de 1,25% sobre outubro e 13,5% sobre novembro do ano passado.

Há, também, os comerciais leves, que venderam 5,3% mais neste período de janeiro a novembro deste ano quando confrontado com o observado no ano passado. Novembro passado, no entanto, emplacou 4,7% a menos do que em outubro. Mas contra a movimentação do mesmo no ano passado, o salto é de 14%.

O bom momento pode ser observado nas concessionárias, o elo com o consumidor final. Na Barrafor, que trabalha com veículos da Ford, por exemplo, o gerente geral da loja, Ralph Lemos, conta que no ano passado eram vendidos, em média, 36 carros zero quilômetro por mês. Neste fim de ano, a marca se elevou para 48 veículos mensais. “Diversos fatores contribuem para esse feito. O governo tem colaborado para melhorar o cenário, gerando mais confiança nas pessoas”, explica.

Lemos faz questão de ressaltar que observa também neste aquecimento um momento em que o consumidor está trocando de carro. “O percentual de troca aqui na Barrafor é entre 50 e 60%. Se estamos vendendo 48 automóveis por mês, ao menos 24 foram com carro na troca”, comenta. Por fim, ele considera outros dois diferenciais fundamentais da concessionária, que favorecem ao consumidor: o atendimento, com 100% da equipe treinada por proce- dimentos da Ford e graduada na certificação máxima e as condições especiais para a compra do zero quilômetro, negociado hoje com taxa zero e saldo restante em até 30 vezes.

“Observamos o resultado de nossas ações tanto que a linha ka (composta pelo hatch e o sedã Ka+) está na briga pelo carro mais vendido do Brasil. Ele tem chances de terminar o ano em segundo lugar”, pondera o executivo. O compacto Ford hoje está em terceiro lugar no ranking geral da Fenabrave, com 87.012 unidades vendidas entre janeiro e novembro deste ano.

Carinho com os seminovos

Veículos seminovos também têm atenção especial na Barrafor. Segundo Lemos, a concessionária vende, em média, dez carros por mês. Ele destaca o preparo dado a estes automóveis. “A ideia é que quem comprou nosso seminovo não volte aqui, fique um ano sem fazer manutenção e indique alguém para visitar a nossa loja”. Tais modelos são submetidos à rigorosa revisão mecânica para que sejam entregues em condição apropriada de uso.

Fonte : O Dia





 

Data: 15/12/2017

Ford Caminhões projeta mercado maior em 2018 e revisa volumes de produção
A Ford Caminhões está revisando o seu planejamento de produção, com volumes maiores para atender a projeção de crescimento do mercado no primeiro trimestre de 2018. A previsão é aumentar em mais de 45% o número de caminhões montados na fábrica do ABC paulista comparado ao último trimestre deste ano, com base nos indicadores de retomada da indústria.

“Desde outubro a indústria voltou ao patamar de vendas de 5.000 caminhões por mês e deve fechar o último trimestre com um crescimento de 35% comparado ao mesmo período do ano passado”, diz Carlos Gasquez, gerente nacional de Vendas da Ford Caminhões. “Por isso, a expectativa é fechar 2017 no mesmo nível do ano passado e voltar a crescer em 2018, o que nos levou a redimensionar o programa de produção.”

A disposição mostrada pelos clientes durante a Fenatran, com o fechamento de vários negócios e consultas para compras futuras visando à renovação e ampliação de frotas, foi outro parâmetro considerado pela marca nessa decisão. Somente durante a feira, a Ford negociou 800 caminhões. O desenvolvimento dos mercados de exportação, que hoje respondem por 35% do volume de produção, também contribui para essa expectativa. Chile, Argentina e Colômbia são hoje os principais clientes externos da Ford Caminhões.

Diferentemente de outras marcas, a Ford tem uma característica operacional que facilita a aceleração da curva de produção. A fábrica não precisará trabalhar aos sábados nem recorrer a horas extras dos empregados para atender o programa. É que desde o ano passado a unidade passou a operar dentro de um novo modelo de trabalho, chamado de Projeto Fusão, em que os times de produção atuam de forma compartilhada nas linhas de carros e de caminhões, em dias alternados, gerando mais flexibilidade de programação para atender à demanda.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 15/12/2017

CAOA Montadora assina parceria com a SAE Brasil
Com o objetivo de ser ainda mais atuante no desenvolvimento e debate de tendências de novas tecnologias de mobilidade no Brasil, a CAOA Montadora passa a integrar, a partir deste mês, o quadro de Empresas Associadas da SAE BRASIL, importante entidade voltada para a engenharia da mobilidade no País.

A SAE BRASIL foi inaugurada em 1991 e é filiada a Society of Automotive Engineers International (SAE Internacional). No País, a entidade tem como principal objetivo fomentar o estudo, o aperfeiçoamento e a difusão de informações técnicas para mais de 6.000 engenheiros, estudantes, técnicos e executivos da área de Engenharia, relacionados com a Indústria e Tecnologia da Mobilidade, seja automotivo, ferroviário, naval e aeroespacial.

Com a assinatura dessa parceria, a CAOA Montadora será uma das Empresas Mantenedoras da entidade e também poderá contar com um representante no Conselho da SAE BRASIL, onde são debatidos importantes temas técnicos relacionados à mobilidade (terrestre, naval e aeroespacial), além de definir diretrizes para o desenvolvimento, intercâmbio, implementação e divulgação de informações e de novas tecnologias entre os profissionais ligados a este segmento.

"Dentro da nossa estratégia de posicionar a CAOA como uma empresa de destaque no estudo e desenvolvimento de novas tecnologias, contribuindo, principalmente, para a melhoria da mobilidade, a parceria que firmamos com a SAE BRASIL será mais uma importante ferramenta. Ela proporcionará uma maior aproximação e intercâmbio de informações técnicas com outras companhias e profissionais dos setores automotivo, ferroviário, aeroespacial e naval, acelerando, assim, os nossos estudos, além de colocar a CAOA entre as empresas referências desse tema no Brasil", afirma Márcio Alfonso, Diretor de Engenharia de Produto e Processos de Manufatura da CAOA.

Segundo Otacilio Gomes Jr, diretor geral da SAE BRASIL, "ter a CAOA como Empresa Associada da SAE BRASIL é um privilégio para nossa entidade. Essa parceria permitirá maior intercâmbio técnico entre profissionais da CAOA e de outras empresas, entidades e universidades, do Brasil e do Exterior, sob a égide da SAE BRASIL e também dará suporte à sustentabilidade e perenidade da instituição".

Centro de Pesquisa e Eficiência Energética

A CAOA Montadora já realiza no Centro de Pesquisa e Eficiência Energética (CPEE), em Anápolis (Goiás), análises com novos veículos e motores, pesquisas de combustíveis e homologação de novos modelos, além de estudos sobre conceitos de produtos para a próxima década, sobre mobilidade urbana, conceitos de manufatura e fluxos logísticos, e, também, na linha da Manufatura 4.0, em parceria com renomados institutos como: CIMATEC, IPT, UEG e FDTE.

Situado ao lado da fábrica da CAOA Montadora, o CPEE foi inaugurado em 2015 e é resultado do investimento de R$ 121 milhões, viabilizados com recursos próprios da CAOA. Atualmente, ele é o mais completo laboratório de Eficiência Energética da América Latina.

Fonte : O Brasil Sobre Rodas





 

Data: 15/12/2017

Volkswagen reconhece apoio à ditadura sob protestos de ex-perseguidos
A Volkswagen do Brasil reconheceu ontem quinta-feira, 14, que deu apoio ao governo militar e que houve repressão a funcionários dentro da fábrica de São Bernardo do Campo, no ABC paulista. Na tentativa de se reconciliar com o passado, a montadora inaugurou uma placa em memória a todas as vítimas da ditadura e anunciou financiamentos a projetos sociais. As ações, porém, não agradaram ao grupo de ex-trabalhadores que participa de investigação conduzida desde 2015 pelo Ministério Público Federal (MPF) sobre o envolvimento da empresa na ditadura militar, regime adotado no País entre 1964 e 1985.

O relatório encomendado pela própria Volkswagen ao pesquisador independente Christopher Kopper, professor da Universidade de Bielefeld, na Alemanha – e apresentado oficialmente ontem no Brasil e no país europeu – concluiu que a empresa foi “irrestritamente leal ao governo militar”. Cita ainda que seguranças da montadora monitoravam as atividades de oposição dos empregados e facilitou, com suas denúncias, a prisão de pelo menos sete funcionários.

Pelo menos um deles, Lúcio Bellentani, então com 28 anos e membro do Partido Comunista Brasileiro (PCB), foi espancado pela polícia política nas dependências da fábrica. “O que a Volkswagen quer fazer é varrer a sujeira para debaixo do tapete”, disse ele.

“É apenas uma ação de marketing, pois até agora a empresa não fez pedido formal de desculpas à sociedade brasileira e não participou do inquérito do MPF”, completou Sebastião Neto, que coordenou o grupo de trabalho sobre a repressão a trabalhadores e ao movimento sindical da Comissão Nacional da Verdade (CNV).

Kopper informou que a Volkswagen, “como outras empresas, se aproveitou da política econômica daquele governo, teve enormes lucros” e que a diretoria sabia das prisões. O pesquisador disse, contudo, que não há evidências claras de cooperação institucionalizada por parte da empresa na repressão aos empregados. Seu trabalho durou quase um ano.

Questionado sobre o surgimento atual de grupos em defesa da volta do regime militar, Kopper afirmou esperar “que o Brasil nunca mais volte a ter uma ditadura”.

"Nada a esconder"

O presidente da Volkswagen da América do Sul e Brasil, Pablo Di Si, afirmou que a empresa “não tem nada a esconder e está aberta ao diálogo com as autoridades”. Disse, porém, que no momento não há planos de ressarcimentos individuais aos trabalhadores envolvidos.

O presidente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, Wagner Santana, elogiou a ação da Volkswagen por ser a primeira empresa a reconhecer a participação “nesse processo que não gostaríamos de ter vivido”. Segundo Santana, concorrentes da marca, fornecedores, indústria química e o setor financeiro deveriam fazer o mesmo e reconhecer os erros do passado.

A placa inaugurada nesta quinta-feira na ala 7 da fábrica, onde jovens frequentam cursos de formação, traz a frase “Em memória a todas as vítimas da ditadura militar no Brasil. Pelos direitos humanos, democracia, tolerância e humanidade”.

"Não estamos atrás de placas ou homenagens", diz ex-funcionário da Volkswagen

Preso em julho de 1972 no setor de prensas, onde trabalhava, o ex-funcionário da Volkswagen Lúcio Bellentani foi levado a uma sala onde, segundo ele, recebeu socos, chutes e pontapés. Depois foi transferido para o Departamento de Ordem Política e Social (Dops). Ficou preso por quase dois anos, levou choques, teve dentes arrancados com alicates, entre outros tipos de tortura. Hoje, com 72 anos, preferiu participar de um protesto em frente aos portões da montadora a ir ao evento. No pequeno grupo estavam dois outros ex-funcionários que também foram perseguidos pela ditadura.

Qual sua avaliação sobre o relatório?
É ridículo. Não traz nenhuma prova concreta do que a Volkswagen fez, ao contrário dos documentos já disponíveis no Ministério Público. O professor Christopher Kopper tem muita credibilidade, mas acho que a empresa não abriu todo seu arquivo a ele.

O presidente da Volkswagen, Pablo Di Si, disse que lamenta muito o que ocorreu, mas que, segundo o próprio relatório, não houve uma cooperação institucionalizada na repressão.
É um cinismo por parte dele. O MP tem mais de 500 documentos com provas de violações ocorridas dentro da empresa que eram de conhecimento da direção.

O que acha da placa inaugurada nesta quinta-feira?
Não estamos atrás de placas ou homenagens. Queremos que a empresa se apresente ao MP – o que não fez até agora – e inicie um processo de negociação para evitar a judicialização do processo.

O que o grupo reivindica?
Queremos que a empresa venha à publico dizer que errou e faça uma reparação coletiva. Pode ser um memorial, um museu para que os jovens conheçam a verdadeira história da ditadura no País. Também pedimos indenização coletiva. Alguns ex-funcionários que nunca mais conseguiram empregos por terem os nomes em uma “lista negra” passaram e passam por muitas dificuldades.

A empresa diz que, no momento, não pensa em indenização.
Se houver a judicialização do processo, quem decidirá isso será a Justiça.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 15/12/2017

Peças genuínas DAF e multimarcas TRP tem desconto até 31 dezembro
A Paccar Parts, distribuidora de peças das linhas genuínas DAF e multimarcas TRP no mercado brasileiro, lançou a promoção “A Hora é Agora”. A iniciativa oferece componentes automotivos com até 30% de desconto, como válvula magnética ABS, filtro do ar condicionado, modulador de transmissão, entre outras.

A promoção é válida até o dia 31 de dezembro em todas as concessionárias da rede DAF Caminhões Brasil, tanto para caminhões DAF como de outras marcas.

“É a última promoção do ano e estamos oferecendo preços competitivos para os clientes aproveitarem este período e fazerem manutenção nos caminhões. Já investimos mais de R$100 milhões no desenvolvimento da linha TRP e não vamos parar por aí. Para 2018 estamos preparando ainda mais promoções e lançamentos para que os clientes conheçam e confiem na qualidade dos nossos produtos”, diz Carlos Tavares, Diretor de Paccar Parts.

Fonte : Frota & Cia