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Data: 19/1/2018

Peugeot está "muito aberta" para alianças na América Latina, diz presidente-executivo
A Peugeot está “muito aberta” para uma potencial aliança na América Latina, disse o presidente-executivo da montadora francesa, Carlos Tavares, durante uma entrevista na última quinta-feira, 18.

Ele não falou se a empresa planejava discutir uma parceria com a Ford Motor.

Os comentários foram feitos dois dias após os executivos da Ford dizerem à analistas que a companhia estava explorando opções para reestruturar seus negócios latino-americanos.

Tavares também disse que a montadora francesa está usando o conhecimento de antigos engenheiros da Opel para desenvolver novos veículos. A ideia é voltar a entrar no mercado americano com a Peugeot oferecendo eletrificação como uma opção em todos os seus veículos até 2025.

Durante o Congresso Mundial de Automobilismo em Detroit, o executivo delineou uma agenda ambiciosa para levar sua empresa à vanguarda da indústria. A Peugeot planeja usar a aquisição das operações europeias da Opel e da Vauxhall da GM como um trampolim para sua expansão global.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Reuters





 

Data: 19/1/2018

Venda de caminhões deve saltar até 30% no Brasil em 2018
Depois do desempenho positivo no final de 2017, os representantes do setor de caminhões ficaram mais otimistas com o mercado brasileiro - uns mais do que outros, já que as projeções de crescimento nas vendas de veículos novos para 2018 agora variam de 9,5% a 30%.

A Mercedes-Benz encabeça as estimativas mais confiantes, enquanto a associação de concessionários, a Fenabrave, espera o menor avanço. Mas, em todos os casos, as comparações são com números relativamente baixos.

A associação de fabricantes (Anfavea) prevê alta de 24,7% nos emplacamentos de veículos pesados, incluindo também os ônibus, que devem apresentar retomada mais lenta neste ano.

“É uma previsão alta, mas sobre uma base baixa”, explica Luiz Carlos de Moraes, vice-presidente da Anfavea.

Os executivos citam a necessidade de renovação da frota e a melhoria da economia como os principais fatores que impulsionarão as vendas neste ano.

“O país crescendo, a frota cresce”, afirmou Sérgio Zonta, vice-presidente para caminhões da Fenabrave.

No meio do caminho das projeções, o presidente da MAN/Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes, acredita que o avanço deve ser entre 10% e 20%, segundo a agência Reuters.

A expectativa foi revisada para cima recentemente – até alguns meses atrás a empresa estimava alta entre 8% a 10%.

“Vai haver uma renovação de frota que já estamos experimentando”, disse Cortes.

Com base nos indicadores positivos, a Ford também mudou os planos da fábrica no ABC paulista e prevê ampliar a produção em 45% no primeiro trimestre, sobre o número dos últimos três meses do ano passado.

Contratações

Em 2017, as vendas de caminhões fecharam o ano com alta de 3,5% sobre 2016, que foi o pior ano para o setor desde 1996. Mesmo com uma alta de 37% na produção, as fábricas instaladas no país ainda operavam com apenas 25% da capacidade no final do ano.

Mas a tendência é de aceleração do ritmo nas linhas de montagem. A Volkswagen, por exemplo, cancelou as férias coletivas de final de ano na fábrica de Resende (RJ) pela primeira vez em 6 anos e abriu 300 novas vagas.

A Mercedes-Benz, que demitiu 1.400 funcionários de São Bernardo do Campo (SP) em 2016, anunciou em dezembro a contratação de 266 trabalhadores – 130 deles iniciarão as atividades em fevereiro com contrato temporário de 1 ano.

“Estamos sentindo que, mesmo lenta, a economia está dando sinais de recuperação”, afirmou, na ocasião, o presidente da Mercedes-Benz do Brasil, Philipp Schiemer.

A Ford Caminhões diz que não precisará recorrer a horas extras, novos turnos ou trabalho aos finais de semana para acelerar a produção, já que usa um esquema flexível, em que os mesmos funcionários podem atuar na linha de carros ou na de caminhões.

Mais exportações

Assim como no setor de automóveis de passeio e comerciais leves, parte do otimismo da indústria de veículos pesados é impulsionado pelas compras de países vizinhos, principalmente Argentina, Chile e Colômbia.

As exportações de caminhões cresceram 31% no ano passado, na comparação com 2016, segundo dados da Fenabrave. Na Ford, elas respondem por cerca de um terço da produção total.

A MAN/Volkswagen registrou o melhor desempenho dos últimos cinco anos, com 8,4 mil unidades enviadas ao exterior. A empresa também manda veículos desmontados, o chamado CKD, para a Nigéria e África do Sul.

Para 2018, a Anfavea estima que o avanço das exportações de veículos pesados será de 12,8% – percentual superior ao de veículo leves (4,6%) -, chegando a 42,2 mil unidades no total.

Fonte : Auto Esporte





 

Data: 19/1/2018

Novatos surpreenderam o mercado automotivo
As novidades do mercado automotivo tiveram um impacto decisivo no crescimento de vendas em 2017. Levantamento feito pela Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) mostra que os lançamentos da Fiat, Volkswagen, Hyundai, Renault, Chevrolet e Honda, somados, foram responsáveis pela venda de 118.240 unidades - 6,8% do total de veículos vendidos no ano.

Com a missão nada fácil de substituir o Punto e algumas versões do Palio, o Fiat Argo, principal lançamento da montadora italiana no ano passado, mostrou bons números de venda. Mesmo sem um começo embalado, o modelo alcançou a marca de 27.925 mil emplacados. Devido ao preço salgado em algumas versões, a tática para conquistar o público foi investir em publicidade e em descontos no final do ano.

No fim do ano, quando aconteceram algumas dessas iniciativas de venda, foram quase 6 mil emplacamentos - cerca de 10% a mais que o mês de novembro. O hatch ficou em 5º no seu segmento, com 5,57% de participação, e em 22º no acumulado de vendas geral. Na lista dos modelos de entrada, o valor praticado pelo subcompacto da Renault, o Kwid, aliado a características estéticas e de equipamentos, causou impacto nas vendas de modelos novos assim que ele foi anunciado. A montadora investiu forte na publicidade. E, com isso, a lista de espera do modelo, pouco antes e até depois do seu lançamento, chegou a mais de 7 mil reservas.

Os números do Kwid foram tão bons no início que, em setembro, segundo mês de vendas, ele chegou a desbancar o Hyundai HB20 - vice-líder do segmento dos hatchs no país. De acordo com a Fenabrave, durante os quatro meses de 2017 de venda, 22.576 mil Kwids foram emplacados, resultando em uma média de mais de 5 mil por mês. No disputado segmento dos SUVs, o Hyundai Creta chegou devagar e conquistou boa parcela do público. Foram 41.625 unidades emplacadas - 10% das vendas de utilitários esportivos. Graças a esse resultado, o modelo ficou em terceiro lugar no Top 10 de vendas entre os SUVs e em 13º no acumulado de todos os segmentos do ano.

A nova geração do VW Polo chegou em outubro do ano passado e mostrou bom resultado para seus dois curtos meses de venda. De outubro a dezembro, foram emplacados 9.521 unidades do hatch médio. O número representa um começo promissor para o modelo, que faz parte de uma renovação do portfólio da marca no país. O crescimento do Polo é ainda mais expressivo se compararmos aos emplacamentos do seu irmão, o Golf. Os números do Kwid foram tão bons que ele desbancou o Hyundai HB20 em dois meses.

Fonte : O Dia





 

Data: 19/1/2018

Produção de motocicletas fecha o ano com estabilidade e projeta crescimento
As fabricantes de motocicletas instaladas no Polo Industrial de Manaus (PIM) apresentaram estabilidade nos volumes de produção de 2017 em relação ao ano anterior. Segundo dados da ABRACICLO, Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares, foram fabricadas 882.876 motocicletas nos 12 meses do ano passado, enquanto, em 2016, 887.653 unidades saíram das fábricas, ou seja, uma diferença de apenas 0,5%. A estimativa do setor é de crescimento de 5,9% no volume a ser produzido em 2018.

A produção de motocicletas no último mês de 2017 chegou a 69.008 unidades, representando um aumento de 110,3% em comparação com o mesmo período do ano anterior, quando foram fabricadas 32.814 unidades. Em relação a novembro (83.106 unidades), no entanto, houve um recuo de 17%.

Os sinais de evolução nos negócios do setor são percebidos desde o último trimestre de 2017, quando foram produzidas 230.784 motocicletas, correspondendo a um crescimento de 32,1% sobre o volume de igual período de 2016 (174.654 unidades).

“Os números de 2017 fortalecem o cenário de retomada dos negócios da indústria de motocicletas, o que transmite confiança em um ano com resultados positivos. Com o contínuo lançamento de novos modelos e a melhoria do poder de compra dos consumidores, inclusive com mais acesso ao crédito, as vendas devem se intensificar ao longo de 2018”, afirma Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo.

As vendas realizadas no atacado – para as concessionárias – no acumulado de 2017 totalizaram 814.573 unidades, queda de 5,1% na comparação com igual período de 2016 (858.120). Apesar disso, o repasse às lojas em dezembro (68.534) aumentou 22% na confrontação com o mesmo mês do ano anterior (56.155). No entanto, o 12º mês de 2017 recuou 6,2% em comparação com o número de unidades repassadas às lojas em novembro: 68.534 unidades contra 73.069, respectivamente.

As exportações tiveram alta expressiva de 38,6% em 2017 (81.789) na comparação com os doze meses de 2016 (59.022). Na análise isolada de dezembro (7.107) foi calculado avanço de 11% sobre o mesmo mês de 2016, período em que foram exportadas 6.402 motocicletas. No entanto, na confrontação com novembro (7.677) houve uma queda de 7,4%.

A Argentina foi o principal destino das motocicletas embarcadas para outros países em 2017, com 56.847 unidades. Em seguida aparecem Colômbia (7.767) e Estados Unidos (5.129 unidades).

Com base nos dados do Registro Nacional de Veículos Automotores (Renavam), as vendas para o varejo totalizaram 851.013 unidades ao longo de 2017, queda de 5,4% sobre as 899.793 motocicletas emplacadas no ano anterior*. Em dezembro foram licenciadas 77.437 motos, o que representa um recuo de 4,2% sobre o mesmo mês de 2016 (80.837). Já na comparação com novembro houve aumento de 18,6% (65.277).

Ainda segundo dados do Renavam, em dezembro a média diária de vendas (3.872 unidades) apresentou alta de 18,6% sobre novembro (3.264). Contudo, na comparação com o mesmo mês de 2016 houve redução de 5,4% (3.674 unidades).

Fonte : Revista Torque





 

Data: 19/1/2018

Petrobras realiza dois aumentos no preço do diesel
A Petrobras anunciou hoje o segundo aumento consecutivo para o diesel. O valor do combustível havia sido aumento em 0,2% hoje, e sofrerá novo aumento amanhã, de 0,7%.

A gasolina teve alta somada de 0,3% nessas duas alterações de valor.

Desde o início de janeiro já houveram 13 alterações de valor do diesel.

A Petrobras modificou seu sistema de preços em Junho de 2017, onde passou a fazer alterações quase que diárias nos valores dos combustíveis.

Fonte : Blog do Caminhoneiro





 

Data: 19/1/2018

MAN Latin America inaugura duas concessionárias em Minas Gerais
A MAN Latin America inaugura neste início de ano duas casas em Minas Gerais: a concessionária Mason Trucks matriz, em Governador Valadares, e um ponto de atendimento em Coronel Fabriciano. O grupo Mason Trucks, que estreia na representação dos cavalos mecânicos MAN e dos caminhões e ônibus VW, chega à rede de concessionárias da empresa com investimentos de R$ 12 milhões que contempla adequação de prédio, compra de equipamentos e gama de produtos das linhas de veículos.

Os prédios que abrigam as novas estruturas refletem a confiança da Mason Trucks na nova empreitada: a área da concessionária em Governador Valadares é da ordem de 16 mil m², sendo 1,5 mil m² de área construída. Coronel Fabriciano tem uma área de aproximadamente 5 mil m², com 1,8 m² de área construída.

Agora, clientes MAN e VW Caminhões e Ônibus que passarem pela região contam com 12 boxes de atendimento mecânico e 2 boxes para funilaria e pintura. Em Coronel Fabriciano são mais 10 boxes de atendimento mecânico.

O investimento aposta ainda no aquecimento da economia local: a região de Valadares tem o agronegócio e a indústria como propulsores da economia. Já a região de Coronel Fabriciano é conhecida como Vale do Aço, tendo como principais atividades econômicas a mineração e siderurgia. E os caminhões médios e pesados estão entre os mais presentes na região.

“A Mason Trucks é parte integrante da Mason Holdings e a área de caminhões e ônibus sempre foi um alvo do grupo por ser complementar ao nosso portfólio de negócios. Nossa expectativa é ser uma referência em pós-venda, que destacamos como nosso principal diferencial, com disponibilidade de peças e equipe treinada e qualificada pela fábrica para obter a preferência dos clientes da região”, afirma Roberto Galinari, diretor da Mason Trucks.

Segundo Galinari, a escolha pela parceria com a VW e MAN se deu em função da sinergia entre os negócios do grupo. “Entendemos que o país tem como principal modal de transporte as rodovias e apostamos numa retomada da economia nos próximos anos”, reitera Galinari.

“Nada melhor do que iniciar um ano com boas notícias, que apontam a confiança de todas as engrenagens que compõem a MAN Latin America. Estamos a postos, em mais de 150 casas em todo o Brasil, com os veículos favoritos do mercado brasileiro e o atendimento de ponta, nossa marca registrada”, afirma Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

Fonte : Revista Torque





 

Data: 19/1/2018

Hacker é maior ameaça ao modelo autônomo
Há até pouco tempo a segurança de um carro podia ser medida por sistemas modernos de freios ou a quantidade de airbags. Mas a conectividade faz surgir novos perigos. De nada servirá blindar o automóvel se não forem adotadas medidas de segurança contra hackers, que poderiam entrar no veículo, por exemplo, por meio da rede aberta do celular. A indústria reforça as equipes de tecnologia e as empresas de segurança cibernética vislumbram no setor automotivo uma nova fonte de negócios. Nos Estados Unidos, parlamentares já discutem a criação de multas para o fabricante de um carro que for atacado remotamente. Algo parecido com o que ocorre em recalls de peças defeituosas.

“Sem segurança criminosos podem do sofá da casa deles roubar carros de maneira remota e leva-los para onde quiserem”, afirma Gabriel Hahmann, diretor, na América Latina, da Irdeto, empresa holandesa especializada em segurança para plataformas digitais. “O automóvel de hoje tem inúmeras linhas de códigos, de interface de comunicação. Com o advento do carro autônomo a situação se complica”, afirma o executivo.

Os principais pontos vulneráveis a ataques cibernéticos num veículo são conexões com smartphones, bluetoooth, acesso sem chave e comunicação por satélite, segundo um trabalho realizado pela Irdeto em parceria com a consultoria americana Frost & Sullivan. O documento cita alguns testes e casos reais registrados nos Estados Unidos, China e Europa, nos últimos dois anos.

Em 2015, no Texas, pesquisadores conseguiram acionar os freios e os limpadores do para-brisa de um automóvel em movimento. Em 2016, na China, hackers foram capazes, segundo o relatório, de esvaziar a bateria de um veículo elétrico por meio de mensagem de texto. E em 2017, hackers remotamente teriam destravado e ligado o motor de um veículo.

“O ponto mais vulnerável do veículo é o protocolo de comunicação utilizado para envio e recebimento de dados, que permite o comprometimento dos sistemas do veículo. Tecnologias como Bluetooth e Wi-Fi trazem conectividade mas também riscos”, afirma Fabio Assolini, analista de segurança da empresa de tecnologia russa Kaspersky Lab.

Para ele, os novos tempos indicam que segurança cibernética vai ser, num veículo, fator até mais importante que design ou desempenho. “As empresas de segurança buscam alertar sobre falhas e trabalham em conjunto”, com as montadoras”, destaca.

A indústria automobilística garante, porém, estar atenta a esse tipo de ataque. “Temos uma grande equipe especializada em todos os países onde a empresa tem operações e estamos atentos a isso”, afirma o diretor da área que engloba conectividade, compartilhamento e mobilidade na General Motors América do Sul, Pericles Mosca.

Para especialistas, os automóveis são hoje mais vulneráveis a criminosos cibernéticos por estarem conectados a redes abertas, o que não ocorre, por exemplo, num avião. “Os sistemas de controle dos aviões inteligentes são segregados das demais plataformas de conectividade, o que reduz bastante o risco”, destaca o gerente de segurança e tecnologia da informação da Latam Brasil, Neife Urbano de Araujo.

Segundo o executivo, as aeronaves seguem rígidos processos de controle definidos pela indústria, que definem o isolamento dos sistemas críticos das plataformas de entretenimento justamente para reduzir quaisquer riscos de ataques. Além disso, diz, os fornecedores desses serviços passam por provas de vulnerabilidades constantes. “Isso cria um ambiente e cultura de segurança para tais serviços”, destaca o executivo.

O trabalho elaborado pela Irdeto e Frost & Sullivan calcula que os investimentos da indústria automotiva com tecnologia tendem a chegar a US$ 82 bilhões em todo o mundo em 2020, o que representaria um aumento de 115% em relação ao que foi aplicado em 2015.

Hahmann lembra que a segurança cibernética já começa a envolver discussões entre órgãos de trânsito e parlamentares nos Estados Unidos. A ideia é punir o fabricante do veículo que for atacado.

Sob a ótica do consumidor, no entanto, aponta o trabalho, a expectativa é que “o carro seja cada vez mais a extensão do seu estilo de vida digital”. Por isso, ele sempre vai esperar que as últimas funções do seu smartphone sejam integradas ao seu veículo”.

Para o consumidor, a expectativa é que o carro seja cada vez mais a extensão de seu estilo de vida digital.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos





 

Data: 19/1/2018

BYD vende 13 ônibus 100% elétricos para a Itália
A chinesa BYD recebeu pedidos de quatro operadores de ônibus da região do Piemonte, na Itália, para o fornecimento de 13 ônibus 100% elétricos, modelo que a empresa apresentou na “Busworld Show”, em outubro passado.

O operador GTT, de Turim, encomendou oito ônibus para expandir sua frota de 20 veículos de 12 metros da BYD, e a empresa Amag, em Alessandria, colocou pedido para dois veículos. O restante será entregue a operadores de Saluzzo e Chiesa.

Todos os ônibus encomendados pelos operadores italianos têm duas portas, piso baixo, comprimento total de 8,75 metros, capacidade para 58 passageiros, duas baterias com potência total de 174 kWh e uma faixa de autonomia de 150-200 km (para as condições designadas pela UITP Sort 1).

Todos os ônibus serão produzidos pela BYD na China e deverão ser entregues no segundo semestre de 2018.

“Essas ordens são duplamente significativas para a BYD: elas seguem nossa posição crescente no importante mercado de ônibus italiano, no qual estamos progredindo frente a uma forte concorrência e também representam um voto de confiança em nosso modelo mais recente, o Midibus”, disse Isbrand Ho, diretor-gerente da BYD da Europa. “Na verdade, este mês podemos anunciar pedidos para os nossos maiores modelos – dois ônibus elétricos articulados de 18 m – do nosso cliente Nobina na Noruega, além desses 13, que são do nosso menor modelo para os nossos clientes europeus em Piemonte”, complementou.

Gigante global especializada em energia limpa, a BYD foi fundada em 1995 e rapidamente se tornou uma das maiores fabricantes mundiais em baterias recarregáveis, sistemas de armazenamento de energia, ônibus e caminhões 100% elétricos. Desde 2015, a BYD vem surpreendendo o mercado global com destaque na fabricação de automóveis elétricos e híbridos plug-in do mundo.

A empresa está presente em cinco continentes, 50 países e em cerca de 200 cidades e têm entre seus sócios o americano Warren Buffet. Com mais de 220 mil funcionários distribuídos em 40 fábricas ao redor do globo (sendo 20 mil engenheiros pesquisadores), a chinesa BYD é, ainda, a segunda maior fornecedora de componentes para celulares, tablets e laptops no mundo para outras marcas globais, e foi considerada pela Forbes como uma das 15 empresas que estão mudando o mundo para melhor na lista “Change The World” da Revista Fortune. Em 2016, a BYD ganhou o prêmio Zero Emission Eco system da ONU, na categoria grandes corporações.

No Brasil, a empresa abriu em 2015 sua primeira fábrica para produção de ônibus elétricos e comercialização de veículos e empilhadeiras em Campinas, interior de São Paulo. Em abril de 2017, neste mesmo local, inaugurou sua planta de produção de módulos fotovoltaicos. A BYD Brasil emprega cerca de 400 funcionários nas cidades de Campinas e São Paulo e terminou o ano de 2017 entre as maiores fornecedoras de módulos fotovoltaicos do mercado Brasileiro.

Fonte : FutureTransport





 

Data: 19/1/2018

PSA anuncia eletrificação de todos os modelos até 2025
Carlos Tavares, CEO da PSA, anunciou um plano de eletrificação de todos os modelos do grupo francês até 2025. A ação envolve todas as marcas da empresa, incluindo Opel e Vauxhall. Além disso, a nova estratégia da empresa também envolve as picapes que serão lançadas nos próximos sete anos, porém, os carros não serão totalmente elétricos, alguns sendo híbridos plug-in para ainda aproveitar os propulsores a gasolina e diesel nos primeiros anos da mudança.

Um dos fabricantes que mais atrasaram sua chegada ao mercado de carros elétricos e híbridos, a PSA agora parte direto para a massificação do uso de energia em seus produtos como parte do movimento global do mercado automotivo. A ideia é oferecer 40 modelos híbridos plug-in e elétricos das marcas Peugeot, Citroën, Opel, Vauxhall e DS até a metade da próxima década.

De acordo com Carlos Tavares, a intenção é que a PSA se torne o “o fabricante de automóveis mais eficiente”, embora adiante que o objetivo não é ser o maior do mercado. Preparando o terreno para uma entrada definitiva nos EUA, onde o CEO do grupo discursou para um congresso do site Automotive News, a empresa pretende fazer 124 lançamentos em seis regiões do mundo até 2024.

Fonte : Notícias Automotivas/Ricardo de Oliveira





 

Data: 19/1/2018

Mercedes-Benz lidera vendas na Argentina
Fabricante encerrou o ano passado na liderança em todos os segmentos de veículos com os quais atua na Argentina. Em caminhões fechou os doze meses de 2017 com 26% de participação, em ônibus, 66%, com a Sprinter alcançou 37% e na categoria de automóveis de luxo, 35%. De acordo com a Mercedes-Benz, é a segunda vez em sua história que a marca lidera o primeiro lugar em suas quatro unidades de negócios naquele país. Condição semelhante anterior foi em 2014.

Fonte : AutoIndústria