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Data: 20/4/2018

Montadora Puma terá fábrica em Botucatu
A montadora Puma anunciou a instalação de uma nova fábrica e um centro de desenvolvimento e engenharia na região, desta vez no município de Botucatu.

O início das obras está previsto para o início de 2019, e nessa primeira etapa de implantação o investimento deverá ser de R$ 50 milhões, de acordo com o divulgado pela montadora, podendo atingir R$ 250 milhões nas etapas subsequentes.

A expectativa é que a unidade agregue cinco módulos para a produção da linha completa comercializada pela empresa, que além de automóveis, também produz barcos, motocicletas, bicicletas e quadriciclos. No local também deverá ser construída uma pista de testes.

Na semana passada, os diretores da empresa assinaram um protocolo de intenções, junto ao prefeito Mario Pardini, que prevê prazo cinco meses para a apresentação do projeto de implantação da unidade fabril em área a ser definida pela prefeitura.

Inicialmente, a área construída deverá ser de 3 mil metros quadrados devendo chegar a 23 mil metros quadrados na etapa final de implantação.

De acordo com o presidente da Puma Automóveis, Luiz Carlos Gasparini Alves da Costa, o objetivo é que esta nova fábrica seja também um núcleo exportador de tecnologia. A expectativa é que sejam gerados cerca de 150 empregos na fase inicial das atividades. Assim que a construção da fábrica estiver concluída, deverão ser gerados 500 empregos diretos para uma produção inicial de 10 mil veículos por ano. “Nossa equipe de técnicos especializados irá capacitar os funcionários contratados na cidade. Queremos crescer junto com Botucatu”, afirma.

Sobre a Puma

O primeiro Puma foi projetado pelo visionário Genaro “Rino” Malzoni, em 1964. Ainda era construído de metal e foi feito para as corridas, levando o nome do fabricante na carroceria, e não o Puma. A marca produziu esportivos de forma artesanal que fizeram muito sucesso em uma época de mercado fechado aos importados, nas décadas e 70 e 80.

A Puma entrou para a história como a marca brasileira que produziu o maior número de automóveis esportivos. Na década de 1980, a empresa começou a enfrentar dificuldades financeiras e foi vendida.

Já o Parque Tecnológico Botucatu foi inaugurado em 14 de abril de 2015 e credenciado no Sistema Paulista de Parques Tecnológicos (SPTec) em 2016. O local é vocacionado ao desenvolvimento de novos produtos, processos e serviços nas áreas de bioprocessos, biotecnologia, meio ambiente, produtos florestais, produtos naturais da fauna e da flora, tecnologias sociais, logística, tecnologia da informação e comunicação, entre outras.

O Parque Tecnológico faz a gestão de duas incubadoras da cidade: Incubadora Botucatu e da Prospecta, no campus da Unesp. São ambientes que abrigam empresas nascentes para proporcionar elementos básicos à viabilização, operacionalização e desenvolvimento de novos produtos.

Fonte : DCI/Anna Maria Ferreira





 

Data: 20/4/2018

Caoa aguarda Rota 2030 para definir investimentos
Com conteúdo local hoje na faixa de 32%, o Grupo Caoa aguarda o programa Rota 2030 para definir novos investimentos na área produtiva e também na nacionalização de novas peças para os seus produtos Hyundai e Chery. Após premiar seus melhores fornecedores na noite da quarta-feira, 18, a Caoa informou que unificará a área de compras para as duas marcas a partir de agora.

“Agradecemos o suporte que nossos fornecedores nos deram e daremos preferência aos que já temos no processo de desenvolvimento de novas peças”, comentou Ivan Witt, diretor executivo de serviços compartilhados (Gente & Gestão, Compras e TI) da Caoa. “Mas também estamos abertos para novos fornecedores”.

Durante a solenidade de premiação, o diretor da Caoa convidou todos os presentes a voltarem o foco agora para a Chery, que tem produtos com índice de nacionalização inferior ao dos modelos Hyundai produzidos pela Caoa aqui. No caso do recém-lançado Tiggo 2, por exemplo, esse índice é de apenas 15%.

Em entrevista a um grupo de jornalistas, Witt destacou que a previsibilidade é fundamental para a empresa definir novos investimentos, por isso a expectativa atual em relação ao Rota 2030: “Ferramentais e maquinários em geral são muito caros, por isso temos de ter muito cuidado em nossas decisões”. Segundo o diretor, a Caoa trabalhou muito para atingir as metas do Inovar-Auto. “Passamos a fazer estampados, por exemplo, e é frustrante ver que o programa acabou sem que haja uma nova política para o setor”.

Volume ampliado

Com a nova operação Chery em Jacareí, SP, o volume de compras do Grupo Caoa será ampliado em pelo menos 30%. Das compras diretas, atualmente, a Hyundai responde por 71% e a Chery por 29%. No mix total, 32% são conteúdo local e 68% itens importados.

No caso das compras indiretas, as concessionárias do grupo – 170 ao todo – são as que têm maior volume de aquisições, com 49% de participação. Do restante, 41% são compras feitas para a fábrica da Caoa Hyundai em Anápolis, GO, e 10% para a unidade da Caoa Chery em Jacareí, SP.

Witt explicou que devido aos altos volumes de produção na China e na Coreia das marcas que o grupo representa, fica mais em conta importar alguns componentes do que produzir por aqui. De qualquer forma o índice de conteúdo local vem num crescendo – passou de 6% em 2014 para os atuais 32%. Eram 32 fornecedores e hoje são 92.

Entre os itens que o grupo compra internamente o executivo destacou os pneus, rodas e bancos. “Temos alguns fornecedores dentro do nosso condomínio em Anápolis, caso da Doowon, fornecedora de ar-condicionado”, comentou o diretor.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 20/4/2018

Montadoras poderão atuar na China sem parceiros locais
A China anunciou o fim das restrições a montadoras estrangeiras, que até hoje não possuem participação majoritária em filiais no país. A medida, que era uma promessa do presidente Xi Jinping, vai ocorrer de forma progressiva até 2022.

A abertura econômica do setor será feita em três etapas. Já em 2018, a regra antiga não valerá mais para a produção de veículos elétricos e híbridos. A medida passa a abranger automóveis comerciais em 2020 e, por fim, carros particulares a partir de 2022.

Atualmente, grupos estrangeiros não podem deter mais de 50% de empresas do setor automotivo na China. Com isso, precisam se associar a companhias locais. Também a partir de 2022, estes grupos passam a poder investir em mais de duas coempresas no setor.

Apesar das restrições a montadoras, as marcas estrangeiras representaram 55% do mercado chinês no primeiro trimestre de 2018.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 20/4/2018

A montadora que está surpreendendo
A Fiat Strada tem um quê de especial. Há anos, é a mais vendida de seu segmento. No ano passado, chegou a perder o posto para um modelo maior e mais caro, a Toro. Porém, conseguiu fechar 2017 na frente.

A picape é o destaque de um mês que parece representar, enfim, uma maré boa para a Fiat. Na primeira quinzena de abril, a Fiat Strada ocupa uma excelente posição no ranking de vendas (ainda mais para uma picape). Foi o quinto carro mais emplacado do Brasil.

As notícias boas para a Fiat, porém, vão muito além da picape Strada. Na primeira quinzena do mês, ela foi a montadora que mais ocupou posições na lista dos dez carros mais vendidos.

A Toro foi o nono carro mais emplacado. O Argo, o décimo. Além disso, o Mobi ocupou a 12ª posição desse ranking.

Há ainda os carros da Jeep, que fazem parte da FCA. Não vamos nos estender sobre eles aqui, pois o objetivo é analisar o papel da Fiat em abril, não do grupo. Mas, só para constar: por enquanto, Compass e Renegade são os dois SUVs mais vendidos em abril.

Há outras boas notícias. Na briga particular com a Volkswagen pela vice-liderança, os carros de passeio da Fiat começam a se aproximar. E são os carros de passeio o grande “calcanhar de Aquiles” da marca, que vem se sustentando, desde o início do ano passado, no sucesso de seus comerciais leves (falaremos mais sobre isso adiante).

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 20/4/2018

Acordo dá estabilidade a trabalhadores da Ford
Em assembleia nesta quinta-feira, os trabalhadores da Ford de São Bernardo do Campo, no ABC paulista, aprovaram acordo negociado pelo Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, que garante a estabilidade do emprego até novembro de 2019.

A medida, que prevê a reposição da inflação na database da categoria (1º de setembro), beneficia cerca de 3.200 funcionários, incluindo os mensalistas, que integram a área administrativa da companhia.

O acordo, confirmado pela montadora à reportagem, inclui ainda o pagamento em maio e dezembro deste ano da PLR (Participação nos Lucros e Resultados), corrigida pelo INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor) e a antecipação da primeira parcela do 13º salário de 2019 para fevereiro.

Segundo o coordenador da representação sindical na empresa, José Quixabeira de Anchieta, o Paraíba, podem haver novas negociações se a Ford anunciar investimentos na planta. “O acordo tranquiliza os trabalhadores, mas não o sindicato. Pautamos a estabilidade justamente porque não há o investimento em novos produtos”, afirma.

A última grande demissão da empresa foi em agosto do ano passado, quando 364 metalúrgicos da fábrica de São Bernardo, que estavam em lay-off (suspensão temporária do contrato de trabalho), foram dispensados por telegrama, dos quais 80 foram readmitidos por um acordo com o sindicato da categoria.

Fonte : Agora S. Paulo





 

Data: 20/4/2018

Realidade virtual
A cada lançamento de um automóvel, uma revolução também acontece no chão das fábricas, com novos processos e tecnologias incorporados às linhas de produção. Para acompanhar essas transformações, nas plantas da Fiat Chrysler Automóveis (FCA), a montagem do carro ocorre, primeiro, no ambiente virtual. Nesses espaços, as ferramentas são os óculos 3D, joysticks e a tela de projeção.

O objetivo é criar modelos digitais interativos e imersivos, para testar cada etapa da montagem do carro. Uma linha virtual, idêntica à real, é criada, facilitando a tomada de decisões das equipes multidisciplinares com foco na qualidade dos processos da manufatura, além da logística e ergonomia dos operadores.

No Polo Automotivo Fiat, em Betim (MG), a sala de realidade virtual está integrada ao Manufacturing 2020, laboratório criado para testar novas tecnologias da Indústria 4.0, e contou com investimento de cerca de R$ 1 milhão.

O valor foi recuperado com oito meses de funcionamento da instalação. Já no Polo Automotivo Jeep, em Goiana (PE), a solução foi aplicada para validação das linhas de produção dos Jeep Renegade e Compass e do Fiat Toro.

Fonte : Jornal do Comércio/Vinicius Ferlauto





 

Data: 20/4/2018

Volkswagen Caminhões e Ônibus inova e provê solução completa no transporte
Há 25 anos, quando nasceu a marca de ônibus VW, surgiu também um novo cargo no segmento: o de monitores de ônibus. Pioneira nessa solução, a Volkswagen Caminhões e Ônibus marcou época ao levar profissionais altamente especializados para a garagem de seus clientes, acompanhando de perto cada uma das operações. Agora, no mês em que completa um quarto de século, a empresa sai na frente mais uma vez e anuncia o cargo de consultor em frotas de ônibus. O objetivo é prover uma solução completa de transporte, acompanhando não apenas a parte técnica do produto mas também a gestão da frota e garagem em sua amplitude.

O primeiro a assumir essa missão é também um histórico veterano: Itamar Lopes dos Santos foi o monitor de ônibus número 1, que encarou, há 25 anos, o desafio de acompanhar os veículos na garagem de cada cliente. E em plena celebração dos 25 anos da família Volksbus, com portfólio de 17 produtos e pós-vendas consolidado, Itamar diz assumir a nova função pronto para escrever mais 25 anos de sucesso.

“O ânimo é o mesmo do nascimento dos ônibus VW, agora consolidados no mercado, com grande portfólio e a exclusiva tecnologia EGR. O momento é de mostrar ao cliente que os ônibus VW proporcionam uma solução completa de operação”, garante Itamar.

“O mercado mudou e agora é necessário oferecer ao cliente um pacote de operação, o que envolve veículos robustos, alta disponibilidade do veículo e também assessoria na gestão da frota”, destaca Ricardo Alouche, vice-presidente de Vendas, Marketing e Pós-Vendas da MAN Latin America.

A MAN Latin America consolida seu pioneirismo na criação de uma função fundamental à excelência no transporte de passageiros: a de monitores de pós-vendas. Hoje, 76 profissionais atendem cerca de 22 mil veículos por ano, mais de 550 mil Volksbus monitorados ao longo de 25 anos, desde o lançamento dos primeiros chassis de ônibus Volkswagen. Em 1993, a empresa lançou no mercado o conceito de que um profissional especializado acompanharia de perto a operação dos clientes, com visitas periódicas às garagens e treinamento dos motoristas.

“Era tudo muito novo, a marca, o veículo e o meu cargo, antes eu trabalhava do outro lado, como gestor de frota. Eu era o cliente. A experiência foi ótima, os ônibus Volkswagen foram lançados num momento excelente. Era o produto certo no momento perfeito”, relembra Itamar. “E junto com o produto a VW criou não apenas um pós-vendas inovador, mas arrojado: colocou o concessionário dentro da garagem do frotista, que fazia inclusive atendimentos por meio de um caminhão que era uma verdadeira oficina volante. Essa parceria faz parte da história de sucesso da família de ônibus Volkswagen”.

Fonte : O Brasil Sobre Rodas





 

Data: 20/4/2018

Volkswagen Financial Services oferece parcelas de R$ 99,00 no primeiro ano de financiamento
A Volkswagen Financial Services, maior financeira de montadora do País, segundo ranking do Banco Central, oferece condições especiais de financiamento até 30 de abril.

Os clientes que adquirirem um veículo zero-quilômetro podem contar com um plano sob medida, com as primeiras 12 parcelas no valor de R$ 99,00, entrada de 40% e saldo restante em 36 meses.

A campanha visa incentivar o público a adquirir modelos Volkswagen zero-quilômetro de categorias diferentes, ampliando os perfis de clientes atingidos pela marca. As ofertas especiais para toda a linha seguem a perspectiva positiva de crescimento do mercado automotivo em 2018.

A VWFS também disponibilizou uma versão inédita do plano Sempre Novo para os clientes que comprarem o Tiguan Allspace no período de pré-venda da Volkswagen do Brasil.

Confira abaixo as condições

Taxa de 1,29% a.m.;
Entrada mínima de 20%;
23 parcelas intermediárias + 24° parcela com balão de 50% do valor do bem.
Revisões Planejadas Volkswagen

Mais um destaque oferecido pela VWFS são as Revisões Planejadas Volkswagen, pacote de serviços pré-pago que pode ser adquirido no momento da compra de um novo modelo da marca. Os custos são diluídos e cobrados com as parcelas do financiamento e o valor inclui três revisões (36 meses ou 30.000 km, o que ocorrer primeiro).

Fonte : Super Top Motor/Joka





 

Data: 20/4/2018

Kia Sorento ganha duas novas versões
O Kia Sorento ganha duas novas versões equipadas com tração integral. Ambas as opções são chamadas de S e podem levar sete ocupantes. Elas já estão à vendas na rede de concessionários da marca coreana. Os preços ficam em R$ 169.990 para a opção 2.4 16V e R$ 218.990 para a versão equipada com motor 3.5 V6.

Sorento S 2.4

Na versão S.172 O Kia Sorento vem equipado de série airbags laterais e de cortina, vidro com sistema antiesmagamento, assistente de partidas em subida (HAC), controles de estabilidade e tração e sensores de estacionamento dianteiros e traseiros. Ela também vem equipada com luz diurna de navegação em LED, faróis de neblina, bagageiro no teto e novas rodas de liga leve aro 18”.

Ainda fazem parte dos itens de série ar-condicionado digital Dual Zone com comando traseiro, central multimídia com câmera de ré, sistema Bluetooth, entrada USB, espelho retrovisor interno eletrocrômico e chave Smart Key para abertura das portas e partida do motor, além de controle de áudio, computador de bordo e piloto automático no volante.

Motor

O Kia Sorento S.172 conta com o motor 2.4 16V. O propulsor rende 172 cv de potência a 6.000 rpm e torque de 22,5 kgfm a 4.000 rpm. Já a transmissão é automática de seis velocidades com opção de trocas sequenciais.

Sorento S.275

A versão topo de linha S.275 do Kia Sorento agrega aos itens de série freio de estacionamento eletrônico, faróis e lanternas em LED, revestimento interno em couro, novas rodas de liga leve aro 19”, soleira das portas com iluminação, teto solar elétrico e panorâmico. Ela também tem detector de ponto cego (BSD), abertura automática do porta-malas sensível à aproximação e bancos dianteiros com ajustes elétricos e aquecimento, além de memória para o motorista.

Motor

O motor da opção mais cara do Kia Sorento conta com motor 3.5 V6 que rende 280 cv de potência a 6.300 rpm e torque de 33,6 kgfm a 5.000 rpm. Já o câmbio é o automático de oito velocidades.

Tapa no visual

Além das novas versões, o Kia Sorento ganhou um pequeno tapa no visual. Na dianteira, o SUV ganhou grade, faróis e para-choque redesenhados. Já na traseira mudam ponteira de escapamento e para-choque.

Preços do Kia Sorento

Sorento S.172 – R$ 169.990
Sorento S.275 – R$ 218.990

Fonte : Autos Segredos/Marlos Ney Vidal





 

Data: 19/4/2018

Executivo local chega ao topo das montadoras
O movimento não é novo. Mas ganhou força nos últimos meses. Há alguns anos, europeus e americanos eram maioria no comando das montadoras no Brasil e na América do Sul. Mas agora há uma nova tendência. Oito presidentes de grandes empresas são sul-americanos, dos quais seis são brasileiros. Os outros dois são argentinos. Do total, seis assumiram o posto em menos de dois anos, sendo que quatro no ano passado. A nova geração tem coisas em comum. Eles estão na faixa entre 40 e 50 anos, boa parte fez carreira na companhia e praticamente todos têm notável experiência em outros países, além de formação acadêmica nas melhores escolas do exterior.

Os latinos ganharam confiança das matrizes por uma série de fatores. Como alguns já trabalhavam em outras funções quando a crise começou a capacidade de tomar decisões rápidas contou pontos. É o caso de Marco Silva, que cuidava da área financeira da Nissan antes de assumir a presidência. “É necessário ser flexível num país em crise”, afirma.

Falar português, espanhol ou “portunhol” ajuda. Mas não basta. Segundo o presidente da GM Mercosul, Carlos Zarlenga, a globalização que caracteriza o setor automotivo obriga o profissional a interagir. Mesmo “estrangeiros” que passaram por aqui tiveram que aprender. “Não se pode chegar e agir com outra cultura”, diz. O mesmo vale no sentido inverso. A nova geração de líderes passou por experiências desafiadoras em outros países antes de assumir o comando na região de origem.

Ser um local facilita entender e explicar mudanças econômicas bruscas. “É preciso saber falar sobre a elasticidade do IPI com ministros e com a matriz”, afirma o presidente da Volkswagen na América do Sul, Pablo Di Si. Ninguém melhor do que ele, aliás, para dar aulas sobre inflação na Argentina, um tema que ele domina desde criança, quando acompanhava o pai ao supermercado.

Outros fatores facilitam a ascensão de sul-americanos. “Decisões que no passado eram tomadas na Alemanha hoje acontecem aqui”, afirma Di Si. Além disso, apesar da crise, a América do Sul tornou-se, para as montadoras, um centro importante de produção, exportação e desenvolvimento.

Para Luiz Pedrucci, presidente da Renault do Brasil, ele representa uma geração de executivos que cresceu paralelamente à expansão dessas companhias no país. Wilson Lirmann, da Volvo, diz que ele próprio já está encarregado de preparar um sucessor.

A Fiat, no entanto, segue direção contrária. Depois de 14 anos com brasileiros à frente da operação regional, o grupo escolheu um italiano. Mas, apesar de ter nascido em Nápoles, a região não é novidade para Antonio Filosa. Ele já trabalhou no Brasil como diretor de compras e, antes de assumir o comando da Fiat Chrysler na América do Sul, há menos de um mês, presidiu a operação argentina.

Fonte : Valor Econômico/Marli Olmos