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Data: 12/12/2018

Temer sanciona Rota 2030 com veto a benesses aprovadas pelo Congresso
O presidente Michel Temer sancionou ontem, terça-feira, 11, o novo programa de incentivos para montadoras no Brasil, batizado de Rota 2030. Para reverter parte das benesses incluídas pelo Congresso Nacional, o presidente vetou oito pontos da lei que, na avaliação do governo, são “inconstitucionais ou contrariam o interesse público” por aumentarem os gastos públicos.

Para ter direito aos incentivos do Rota 2030, as montadores precisam seguir um conjunto de regras, incluindo aumento da segurança e melhoria no consumo de combustível dos carros. Precisarão fazer investimentos em pesquisa e desenvolvimento para bater metas como melhorar em 11% até 2022 a eficiência energética dos veículos (reduzindo o consumo de combustível e emissão de poluentes).

Um dos trechos vetados, no artigo 30 da nova lei, permitia que as montadoras usassem créditos tributários de impostos federais também para compensarem a contribuição previdenciária, até 2030 – prazo de vigência do programa. Já o Planalto lembrou que o País está em um “momento sensível em que se discute o elevado déficit da Previdência”, para justificar o veto.

Outro trecho vetado, no artigo 33, buscava convalidar atos administrativos que beneficiassem a produção de quadriciclos e triciclos – e suas peças – fabricados na Zona Franca de Manaus.

“O dispositivo não dimensiona de forma clara a amplitude dos atos que seriam convalidados, podendo representar uma remissão dos eventuais créditos tributários constituídos, com impacto tributário não estimado e gerando insegurança jurídica a recomendar o presente veto”, justificou o Planalto.

Já os artigos 34 e 35 foram vetados integralmente, porque concediam isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para componentes, chassis, partes e peças e outras matérias primas da indústria automobilística que fossem importados por terceiros sob encomenda das fábricas. A legislação atual prevê o benefício apenas quando as próprias indústrias importam os insumos.

De acordo com o Planalto, os dois artigos contrariavam a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), pois aumentavam os efeitos de desonerações tributárias sem estipular uma projeção de valor para o impacto fiscal da medida e sem prever medidas compensatórias de arrecadação.

Os artigos 36 e 37 também foram vetados na íntegra, que estendiam para todos os carros elétricos e híbridos – de qualquer potência - a isenção do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas operações de financiamento para a compra de automóveis por taxistas e pessoas portadoras de deficiências.

“A aprovação de lei que crie ou amplie benefícios de natureza tributária sem o atendimento das condicionantes orçamentárias e financeiras contraria o interesse público. A propositura representa aumento significativo de concessão de benefício tributário e, por conseguinte, ampliação da renúncia de receita, sem atender as exigências da LRF”, justificou o Planalto.

O artigo 31 foi vetado porque tentava aumentar as alíquotas do Reintegra de 1% a 3% para 2% a 5%, para o período de janeiro de 2019 a dezembro de 2023. O trecho também pretendia estender os benefícios do Reintegra para o comércio varejista de calçados e artigos de viagem. O artigo 38, também vetado, estendia o Reintegra também para as indústrias habilitadas ao Rota 2030. O Reintegra é um programa que "devolve" aos empresários uma parte do valor exportado em produtos manufaturados via créditos do PIS e Cofins.

Já artigo 32 foi vetado porque aumentava em um ponto porcentual a alíquota da Cofins-Importação de móveis. “Emendas do Legislativo apresentadas sobre a Medida original são autorizadas apenas se guardada a pertinência temática e se não resultarem em aumento de despesa”, argumentou o Planalto.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Eduardo Rodrigues





 

Data: 12/12/2018

Scania tem alta de 50,9% na produção de ônibus rodoviários e 46% em urbanos
No acumulado do ano de 2018, a Scania apresentou uma alta de 50,9% na produção de ônibus rodoviários e 46% em urbanos. Em ambas as categorias, foram comercializadas 667 unidades, representando uma alta de 46% com relação a janeiro a novembro de 2017.

De janeiro a novembro de 2017, foram produzidas 457 unidades, enquanto no mesmo período de 2018 foram 667 chassis. Ao todo, foram 620 rodoviários produzidos neste ano e 411 em 2017. O número de ônibus urbanos fabricados é de 47 e 46, respectivamente.

De acordo com o gerente de vendas de ônibus da Scania no Brasil, Alan Bartels Frizeiro, os modelos mais vendidos são o K360 4×2 e 8×2. Para o turismo, o campeão de vendas é o K400 6×2.

“O K360 4×2 é um sucesso absoluto de vendas. O operador que até então só poderia ter uma carroceria de 14 metros com chassi trucado, 6×2, agora pode fazer isso em um 4×2 com custo operacional mais baixo e um nível de conforto tão bom quanto o 6×2”, disse Frizeiro.

Somente até julho, foram vendidos em torno de 300 chassis K 440 8×2. A venda foi divulgada durante a Lat.Bus & Transpúblico 2018.

Recentemente, a Scania também anunciou a venda de 20 chassis para a Viação Santa Cruz e 25 para o Grupo VIDA – Viação Danúbio Azul.

Relembre: Scania vende 20 chassis para a Viação Santa Cruz e 25 para o Grupo Vida

Segundo Frizeiro, o resultado apresentado foi dentro do planejado. Para 2019, as expectativas da Scania são positivas com relação ao mercado.

“Para 2019, são boas as perspectivas, porque a movimentação terá uma base mais sólida. O crescimento previsto para o mercado de rodoviários é de 10%, mas em uma base maior, portanto os números serão mais expressivos”, afirmou o gerente de vendas de ônibus da Scania no Brasil.

Apesar de o mercado para urbanos e rodoviários terem apresentado bons números neste ano, o fretamento não foi representativo.

“Nos últimos três anos, o fretamento contínuo teve uma participação muito pequena, mas já estamos fazendo boas negociações que vão trazer resultados para o primeiro trimestre do ano que vem em vendas”, antecipou Frizeiro.

Mercado nacional de ônibus

A produção de ônibus aumentou 42% no acumulado deste ano de 2018. De janeiro a novembro, foram produzidas 27.440 unidades, de acordo com o levantamento da Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), divulgado nesta quinta-feira, 6 de dezembro.

Fonte : Diário do Transporte/Jessica Marques





 

Data: 12/12/2018

BYD entrega os primeiros ônibus 100% elétricos que irão rodar em São Paulo
A chinesa BYD entregou à prefeitura de São Paulo os três primeiros ônibus que farão parte de um projeto-piloto de abastecimento de frota que envolve energia solar. A iniciativa contará com 15 veículos 100% elétricos que começarão a circular no sistema de transporte público da cidade nos próximos meses.

Os ônibus são baseados no BYD D9W, chassi está em testes há algum tempo em algumas cidades brasileiras. Cada unidade conta com dois motores de 150 kW que, juntos, correspondem a uma potência de 402 cavalos. Todas os veículos contam ainda com baterias de ferro-lítio e autonomia estimada em até 250 km com uma recarga completa.

Outros itens que acompanham o chassi incluem freios ABS, suspensão pneumática integral, sistema de ajoelhamento da suspensão (rebaixamento) e coluna de direção regulável, de acordo com a BYD.

Não há placas fotovoltaicas nos ônibus. As baterias são alimentadas a partir de pontos de recarga nas garagens. O tempo de recarga total é estimado em quatro horas, aproximadamente. De onde vem, então, a associação do projeto com energia solar?

O Diário do Transporte relata que a BYD comprou uma fazenda em Araçatuba (SP) para montar um sistema de geração de energia a partir de painéis de luz solar. A energia obtida é disponibilizada ao Operador Nacional do Sistema que, por sua vez, gera créditos para alimentação elétrica dos ônibus na cidade de São Paulo.

Na China e em outros países em que atua, a BYD costuma oferecer veículos completos, ou seja, com chassi e carroceria. No mercado brasileiro, porém, é comum que chassis sejam fornecidos por companhias como Mercedes-Benz, Scania e Volvo, e a carroceria fique a cargo de fabricantes como Marcopolo, Comil e Caio Induscar.

Aqui não é diferente. Os 15 ônibus do projeto-piloto contam com o chassi BYD D9W, mas carroceria produzida pela Caio Induscar. Trata-se de um modelo chamado Millennium que traz vidros colados nas janelas, ar condicionado, Wi-Fi, portas USB para recarga de celular, itinerário em LED e poltronas ergonômicas.

Cada veículo pode transportar até 29 passageiros sentados e 51 em pé. Há também espaço para cadeira de rodas. Neste caso, o usuário embarca em uma rampa localizada na porta central ou frontal do veículo (depende da configuração). Como o ônibus tem piso baixo na parte da frente (não possui degraus nas portas), não é necessário o uso de elevador para cadeira de rodas.

Apesar de ser ecologicamente correto - um ônibus elétrico como o mostrado aqui reduz a emissão de dióxido de carbono em até 1,8 tonelada ao ano, diz a BYD -, cada veículo custa R$ 1,4 milhão (o valor inclui as baterias), de acordo com o Diário do Transporte. Esse valor é de duas a quatro vezes maior que o preço de um ônibus urbano comum com motor a diesel, dependendo da configuração.

Os custos de aquisição e a necessidade de avaliar o desempenho dos veículos em diversos aspectos certamente estão entre as razões para ônibus do tipo ainda não serem adotados massivamente no Brasil.

No caso de São Paulo, a prefeitura convidou todas as empresas atuantes no sistema de transporte público para participar do projeto. Nove manifestaram interesse. Uma delas é a Transwolff, a companhia que recebeu os três primeiros dos 15 novos ônibus elétricos. Eles irão rodar a partir de março na linha 6030/10 (Unisa Campus 1 - Terminal Santo Amaro).

As demais unidades serão entregues no decorrer das próximas semanas.

Fonte : TecnoBlog/Emerson Alecrim





 

Data: 12/12/2018

Brasil foi país que mais adotou medidas para facilitar comércio em 2018
O Brasil foi o país que mais medidas adotou para abrir seu mercado para produtos estrangeiros, entre outubro de 2017 e outubro de 2018. Os dados foram publicados ontem, pela Organização Mundial do Comércio (OMC), que destaca uma proliferação do protecionismo pelo mundo e alerta aos países para que tomem iniciativas para “desescalar” a tensão.

No total, o governo de Michel Temer adotou 16 medidas para facilitar o comércio, incluindo reduções de tarifas de importação, suspensão de certas barreiras e incentivos para exportadores. Em certos casos, os impostos de importação foram eliminados, como no caso de vacinas e outros remédios. Produtos químicos, bens de capital e outros setores também foram beneficiados.

A constatação é uma reviravolta profunda em comparação às conclusões que a OMC tirava sobre o comportamento do Brasil até 2014, quando o país liderava entre os governos que mais medidas protecionistas adotavam.

No período avaliado, o Canadá adotou apenas uma medida para facilitar o comércio. Na UE, também houve apenas uma iniciativa, contra seis na China. Nos EUA, foram duas medidas de abertura em todo o ano.

No mesmo período avaliado, o governo brasileiro iniciou apenas nove investigações antidumping, contra 12 no ano anterior e 15 em 2016. A taxa brasileira, porém, ficou distante das mais de 40 medidas antidumping iniciadas pelos americanos em 2018.

No Brasil, o governo ainda impôs dez taxas antidumping, também no mesmo período entre 2017 e 2018. O número foi inferior às 14 medidas adotadas no ano passado. A liderança, nesse caso, é da Índia, com 43 medidas. Outras 34 foram implementadas pelo governo de Donald Trump.

Mas o comportamento do governo brasileiro destoa de uma tendência mundial, com a aceleração de medidas protecionistas e a guerra comercial entre EUA e China. Ao apresentar seu informe aos países em Genebra, o diretor-geral da OMC, Roberto Azevedo, indicou que há um “aumento significativo” da cobertura do comércio mundial afetado por barreiras.

Em comparação ao período 2016-2017, a atual avaliação indica que o fluxo comercial afetado pelo protecionismo foi sete vezes maior que o volume anterior.

O documento é o primeiro levantamento completo das medidas adotadas no mundo, diante da atual tensão entre potências. “A proliferação de medidas restritivas e as incertezas criadas por tais apões poderia ameaçar a recuperação econômica”, afirmou Azevedo. “Uma maior escalada poderia potencialmente trazer mais riscos para o comércio global, com um efeito para o crescimento econômico, empregos e preços ao consumidor pelo mundo”, disse. “Peço a todos os membros que usem todos os meios que dispõe para desescalar essa situação”, pediu o brasileiro aos governos.

No total, 137 medidas protecionistas foram adotadas entre outubro de 2017 e outubro de 2018. Em média, foram onze barreiras novas criadas por mês, contra nove em 2016. Mas é a dimensão do impacto dessas medidas que mais assusta. No total, elas afetam um fluxo de US$ 588 bilhões.

No mesmo período, a OMC indicou que 162 medidas para facilitar o comércio mundial foram adotadas. Mas o fluxo de comércio atingido foi de US$ 295 bilhões, bem menor que as medidas protecionistas.

No mesmo período analisado, a OMC apontou que medidas antidumping e salvaguardas aumentaram, atingindo US$ 93 bilhões em fluxos comerciais, contra apenas US$ 17 bilhões no ano anterior.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Jamil Chade





 

Data: 12/12/2018

Evento da Anfir poderá render US$ 4 milhões em exportações
Em sua terceira edição, a Rodada de Negócio Internacionais, evento promovido pela Anfir e Apex-Brasil, Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimento, reuniu nos últimos dias novembro, em Florianópolis (SC), quinze empresas produtoras de implementos rodoviários e dezenove importadores. O saldo das conversas poderá resultar em US$ 4 milhões em exportações, de acordo com balanço da associação que reúne as fabricantes do segmento.

A ação das entidades integra o Programa de Internacionalização da Indústria de Implementos Rodoviários (MoveBrazil) e, desta vez, trouxe importadores de mercados como Argentina, Chile, Colômbia, Costa Rica, Equador, Peru, República Dominicana e Uruguai. Participaram também as associadas da Anfir Al-Ko Brasil, Frigo King, Grimaldi, HC Hornburg, Ibiporã, Kroville, Librelato, Metalesp, MGN Indústria Metalúrgica, Morumbi Industrial, Randon, Rodofrio, Sergomel, Thermo Star Equipamentos e Truckvan.

“A Rodada de Negócios é um instrumento importante de aproximação de compradores e vendedores, criando o ambiente ideal para realização de negócios”, destaca em nota Mario Rinaldi, diretor executivo da ANFIR. “O programa torna oportuna as exportações com o objetivo de consolidar as remessas como mais uma frente de negócios para as empresas”.

O programa criado em conjunto entre a Anfir e Apex-Brasil já apresenta resultados positivos para o segmento. Segundo dados da Anfir, de janeiro a setembro os embarques de implementos brasileiros somaram 2.715 unidades de reboques e semirreboques, volume 1,3 % superior ao obtido no mesmo período do ano passado.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 12/12/2018

Setor de transporte cresce 2,3% até setembro
O segmento de transporte e logística registrou crescimento de 2,3% até setembro, gerando R$ 190,3 bilhões ao PIB, de acordo com o boletim Transporte em Números, elaborado e divulgado pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) na terça-feira (11). A entidade projeta elevação de 1,3% no PIB deste ano, dando continuidade à trajetória, ainda lenta, de recuperação iniciada no ano passado.

“Do ponto de vista externo, esse resultado reflete o escoamento de mercadorias exportadas pelo Brasil para o resto do mundo, com destaque para soja, milho, minério de ferro e celulose. Já do ponto de vista do mercado doméstico, o resultado reflete a recomposição gradual da demanda interna por serviços de transporte, sobretudo de insumos e bens finais ao longo das cadeias produtivas brasileiras”, analisa a CNT.

As dificuldades encaradas pelo setor e que prejudicam um crescimento mais robusto da economia brasileira, como ociosidade da indústria, taxa de desemprego elevada, restrições no mercado de crédito e volatilidade do preço dos combustíveis, entre outros fatores, também são abordados no documento divulgado pela CNT.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 12/12/2018

Produção de motos vai superar 1 milhão de unidades.
Com 968.860 unidades fabricadas até novembro, a indústria de motocicletas registra crescimento de 19% em relação a 2017 e caminha para fechar o ano com mais de 1 milhão de unidades produzidas no PIM, Polo Industrial de Manaus, conforme projeção divulgada nesta terça-feira, 11, pela Abraciclo.

A entidade estima produção total de 1.035.000 motos em 2018, com alta de 17,2% sobre o ano passado. Sua projeção anterior era de 980 mil unidades, com expansão de 11%. e acredita na continuidade do crescimento no ano que vem.

Segundo Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, o setor acredita na continuidade do crescimento em 2019, mas em índice inferior ao deste ano. A meta é chegar a 1.080.000 motocicletas produzidas, o que representaria expansão de 4,3% sobre 2018.

O executivo ressalva que o setor está confiante no aumento dos negócios, mas considera necessário aguardar os impactos das medidas que serão implementadas pelo novo governo. Com relação ao desempenho deste ano, que acabou sendo melhor que o esperado, Fermanian cita pelo menos quatro fatores positivos que alavancaram o mercado interno.

“Os números alcançados até agora refletem a recuperação do cenário econômico, o aumento da oferta de crédito e, principalmente, a volta da confiança do consumidor. E não podemos esquecer outro impulsionador importante, que foi o aumento significativo de lançamentos em 2018. A indústria colocou no mercado mais de quarenta novos produtos, ante os 32 de 2017”.

As vendas de motocicletas no atacado devem ficar próximas de 965 mil unidades este ano, com expansão de 18,5% sobre 2017. No varejo, a previsão é de encerrar 2018 com 939 mil motos, 10,3% de crescimento. O dado negativo no ano refere-se às exportações, que devem totalizar apenas 70 mil unidades, 14,4% a menos do que as 81,8 mil do ano passado. O problema nessa área é a desaceleração do mercado argentino, principal comprados das motos brasileiras.

Com relação ao desempenho mensal, a indústria produziu 90.108 motocicletas em novembro, o que representou alta de 8,4% na comparação com o mesmo período do ano passado e queda de 10,9% sobre outubro (101.111 unidades).

As vendas no atacado somaram 87.041 motocicletas no mês, expansão de 19,1% sobre o mesmo mês de 2017 e recuo de 5,3% no comparativo com o mês anterior. No acumulado dos primeiros onze meses foram vendidas no atacado 890 mil motos, 19,4% a mais do que em idêntico período do ano passado.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 12/12/2018

CNH com chip é adiada para o final de 2022
O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) adiou para 31 de dezembro de 2022 o novo modelo da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) com chip. Antes, o prazo previsto para o início de expedição da nova CNH era 1º de janeiro de 2019 e foi anunciado há um ano.

De acordo com a nova resolução publicada em 30 de novembro, os órgãos e entidades executivas de trânsito dos estados e Distrito Federal terão até o final de 2022 para adequar seus procedimentos ao futuro padrão de CNH.

Além das mudanças na CNH, a exigência das novas placas do Mercosul para veículos no Brasil foi outra novidade que teve diversos adiamentos. Em sua última mudança, o Contran deu prazos para os estados começarem a implantação da nova placa durante o mês de dezembro.

Como será a CNH com chip?

O formato de cartão "inteligente" se assemelhará a um cartão de débito/crédito convencional, com chip e gravação a laser dos dados do motorista. Ela terá o QR Code, que também já esta presente na versão atual impressa da CNH, e permite a emissão de sua versão digital.

A novidade também abre as portas para que o documento se torne mais "universal", podendo (no futuro) servir para pagamento de pedágio ou transporte de ônibus e metrô, controle de acesso a prédios públicos e identificação biométrica (com cadastro das digitais no chip).

Essas funcionalidades poderão existir por meio de convênios entre entidades públicas ou privadas com autorização do Denatran.

Quem tiver o documento válido em papel não será obrigado a fazer a troca, que ocorrerá na hora da renovação.

Fonte : Portal G1





 

Data: 12/12/2018

Fábrica da Volkswagen em Taubaté celebra o marco de 7 milhões de veículos produzidos em 40 anos
A Fábrica da Volkswagen em Taubaté chega a marca de 7 milhões de unidades produzidas em 40 anos. O modelo que representa a conquista é o Voyage, 1.6l, com transmissão automática. Coincidentemente, o primeiro modelo produzido pela fábrica em 1978 também foi um sedã, só que o modelo Passat.

Dos 7 milhões de veículos nestes 40 anos, o mais produzido foi o Gol com de 5 milhões emplacamentos, em segundo lugar aparece o Voyage com 1,5 milhão, na sequência aparecem Parati, up! e Saveiro.

A Volkswagen do Brasil já produziu mais de 23 milhões de veículos em sua história, dos quais 7 milhões foram produzidos em Taubaté. Isso demonstra a extrema importância desta unidade na estratégia da Nova VW que atualmente produz com exclusividade modelos como o Voyage, o up! e o Gol, nosso campeão de vendas, o qual é atualmente o 4º modelo mais vendido do mercado nacional”, destacou o Presidente e CEO da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si.

O Gol, em novembro, esteve em segundo lugar entre os carros mais vendidos do país, com 8.834 unidades. Durante todo o ano, foram 70 mil produzidos.

Fonte : SPRIO+





 

Data: 12/12/2018

Nacional, Tiggo 5X agrada pelo estilo, conteúdo e qualidade
Um mês depois de sua primeira exibição pública no Salão do Automóvel de São Paulo, a CAOA Chery lançou oficialmente o utilitário esportivo Tiggo 5X no Brasil. É o quarto veículo da marca com produção nacional, ao lado do compacto QQ, de outro SUV, o Tiggo 2, e do recém-lançado sedã Arrizo 5, que começou a ser vendido este mês.

Concorrente e do porte de veículos como o Jeep Renegade ou Hyundai Creta, por exemplo, o novo modelo tem motor 1.5 turbo flex de 150 cavalos, transmissão automática de dupla embreagem e seis velocidades, e apenas duas versões de acabamento. A de entrada T, custa R$ 87 mil, enquanto a superior, TXS, sai por R$ 97 mil.

Melhor: mesmo com esses valores não deve nada - ao contrário - aos concorrentes, seja em estilo, tecnologia e principalmente nível de conteúdo.

O consumidor não precisa se preocupar com equipamentos opcionais. Isso porque simplesmente eles não existem. Mas tanto uma como a outra versão dispõe de conteúdos mais do que suficientes para agradar os mais seletivos consumidores de SUVS compactos, o segmento que mais cresce no Brasil.

Recursos como, por exemplo, direção elétrica, piloto automático, chave presencial, ar condicionado eletrônico, tela multimídia de 9 polegadas, câmera de ré, retrovisores externos rebatíveis automaticamente, sensor de pressão dos pneus, sistema auxiliar de partida em rampa, controles de estabilidade e de tração ou freio de estacionamento elétrico são de série desde a versão de entrada.

A opção mais cara agrega apenas ajustes elétricos do banco do motorista, teto solar, luzes externas de cortesia, rodas de liga leve de 18 polegadas, enquanto as da T é de 17 polegadas, faróis de neblina, seis air bags, contra dois na versão mais barata, e revestimento dos bancos em couro.

O nível do acabamento chama a atenção e começa a colocar por terra a imagem de que carros chineses deixam algo a desejar neste quesito. Revestimentos e materiais empregados nas portas, console central e, sobretudo, no painel estão acima dos presentes em alguns dos concorrentes mais diretos. Muitas áreas são recobertas com material emborrachado, coisa ainda rara nessa faixa de mercado, por incrível que possa parecer.

Com 4.338 mm de comprimento, 1.830 mm de largura e distância entre eixos é de 2.630 mm, o Tiggo 5X tem espaço interno generoso, mesmo para os ocupantes do banco traseiro, e o porta-malas comporta 340 litros ou até 1,1 mil litros como rebatimento total do encosto do banco traseiro.

O utilitário esportivo começa a ser vendido em rede de mais de sessenta revendas em todo o País a partir deste fim de semana. Diferente dos três primeiros modelos nacionais da CAOA Chery, montados em Jacareí (SP), o novo SUV é fabricado em Anápolis (GO), onde o Grupo CAOA produz também modelos da Hyundai.

Já a partir do início do ano que vem, sairá da unidade goiana também o Tiggo 7, outro utilitário esportivo, mas maior e, claro, mais caro do que o Tiggo 5X. E até o fim de 2019, já antecipou a montadora, será a vez do Tiggo 8, o modelo topo de gama da marca e que comportará até sete passageiros

Para iniciar a produção do Tiggo 5X e do 7 quase simultaneamente, a empresa promoveu várias intervenções na planta goiana, agora com uma nova e mais extensa linha de montagem, ampliou o quadro de funcionários produtivos para 547 colaboradores - 50% a mais do que tinha no começo de 2018 - e pretende contratar mais 114 pessoas já no início de 2019.

Com essas medidas, avalia Márcio Alfonso, CEO da CAOA Chery, Anápolis já tem capacidade para produzir 30 mil veículos em um turno de trabalho. Outras 28 mil podem sair de Jacareí, também em um turno. Para 2019, porém, a empresa projeta montar 16 mil em Goiás e outras 24 mil no interior paulista.

O número total de produção é pouca coisa acima do que a CAOA Chery espera vender no mercado interno no próximo ano. Henrique Sampaio, gerente de marketing da empresa, revela projeção de 38 mil unidades, com o Tiggo 5X respondendo por cerca de 9 mil delas e se credenciando a ser o segundo carro mais vendido da marca aqui, atrás apenas do Tiggo 2, modelo cujos preços vão de R$ 60 mil a R$ 70 mil e, por conta disso, tem potencial maior de vendas.

Desde o início da parceria do Grupo CAOA com a Chery, no fim do ano passado, as vendas da marca estão em franca expansão. Contra as pouco mais de 3,7 mil unidades negociadas em 2017, a empresa espera encerrar este ano com algo perto de 10 mil veículos, revela Alfonso.

A participação de mercado segue no mesmo ritmo e curva ascendentes. Era de 0,16% em novembro do ano passado e superou 0,5% no último mês, índice já muito próximo dos ostentados por marcas há bem mais tempo estabelecidas no Brasil.

O otimismo da empresa vem respaldado, de acordo com o CEO, também pela ampliação da rede de concessionárias, que passou de 25 para 65 casas desde março e deve chegar a 111 pontos ao longo de 2019, e ações para aprimoramento nos serviços de pós-vendas. “Um dos principais pilares de nossa estratégia”, reforça o executivo.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães