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Data: 19/11/2018

Montadoras iniciam teste de serviço de carro compartilhado
O mercado de compartilhamento de carros no Brasil começa a atrair as montadoras, ainda que de forma tímida. É um movimento em direção a uma tendência que já é consolidada na Europa, nos EUA e na China. Nesses mercados, as grandes fabricantes já atuam com algum tipo de serviço de compartilhamento, seja com pequenas frotas em projetos-piloto ou em larga escala, por meio de parcerias com empresas do ramo.

A Nissan do Brasil iniciou no mês passado um programa-piloto de carsharing envolvendo o elétrico Leaf, modelo que será vendido no País a partir de 2019. Inicialmente, o serviço ficará disponível para funcionários das áreas administrativas dos escritórios de São Paulo e da fábrica de Resende (RJ).

"Até o fim do ano vamos aplicar também para o público externo, mas de forma controlada", informa o presidente da Nissan do Brasil, Marco Silva. Segundo ele, serão escolhidos grupos de pessoas e de empresas parceiras para acesso ao programa.

Já a montadora japonesa Toyota elegeu a startup Moobie para administrar um serviço de compartilhamento piloto com 12 veículos da marca, entre eles o híbrido Prius, para atender funcionários da fábrica de São Bernardo do Campo (SP) e do Banco Toyota.

"O objetivo é apontar um direcionamento da empresa para novas soluções de transporte", informa Miguel Fonseca, vice-presidente da Toyota.

O presidente da Volkswagen América Latina, Pablo Di Si, afirma que, a partir do próximo ano, a empresa também vai testar um serviço de compartilhamento que não deve se resumir aos funcionários. Ele não dá detalhes sobre o público que poderá usufruir da frota que contará, possivelmente, com versões elétrica e híbrida do Golf.

Luxo

A fabricante de carros de luxo BMW deve anunciar, em breve, parceria com uma startup para oferecer carros para compartilhamento. Também está envolvida no projeto a EDP, empresa do setor elétrico com quem o grupo abriu recentemente seis postos de recarga para carros elétricos. Na Europa, a BMW já tem 1 milhão de usuários nessa plataforma.

A Audi estuda um programa mais amplo de compartilhamento para 2019, depois de ter promovido testes por um ano no País.

A General Motors desenvolve há mais de dois anos um programa-piloto com funcionários de suas fábricas - o mesmo adotado nos EUA -, mas ainda não definiu quando fará o lançamento comercial do serviço.

Compasso de espera. O diretor da consultoria KPMG, Ricardo Barcellar, avalia que o mercado brasileiro precisa ter uma "demanda mais exponencial" pelo serviço para atrair grandes grupos. Segundo ele, muitas empresas estão em compasso de espera, até porque o setor automotivo tem uma longa agenda de prioridades atualmente.

"As empresas estão à volta com a retomada do mercado, com a queda das exportações para a Argentina, com lançamentos e adoção de processos da indústria 4.0", diz Barcellar. "Não há fôlego para todas as demandas, de grande importância, ao mesmo tempo".

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 19/11/2018

Setor automotivo foi o que mais recebeu recursos da sociedade brasileira em estímulos, diz estudo inédito do Ipea
A sociedade brasileira transferiu em 2015 para o setor de produção de carros, caminhões e ônibus, R$ 18,7 bilhões por causa da política do imposto de importação para proteger as indústrias instaladas em território nacional, quase todas com sede na Europa, Estados Unidos e Ásia.

O levantamento é inédito e foi divulgado nesta terça-feira, 13 de novembro de 2018, pelo Instituto Pesquisa Econômica Aplicada – Ipea.

Já o setor que mais perdeu foi o de petróleo, com um “desincentivo” de R$ 2,3 bilhões.

O estudo intitulado “Relatório de Assistência Efetiva” sondou 67 atividades econômicas e 217 produtos.

O Indicador de Assistência Setorial, calculado pelos pesquisadores, quantifica a proteção efetiva concedida, via política tarifária, a uma indústria ou setor específico de forma direta ou indireta.

“A lógica é a seguinte: as tarifas de importação protegem os produtores instalados no país da concorrência externa, permitindo que eles pratiquem preços mais elevados no mercado doméstico. Por outro lado, as tarifas de importação fazem com que esses mesmos produtores paguem mais caro por insumos nacionais e importados.” – explica o Ipea em nota.

Ainda de acordo com o Instituto, além do setor automotivo, os mais beneficiados foram abate e produtos de carne, laticínios e pesca (R$ 13,8 bi); outros produtos alimentares (R$ 13,3 bi); vestuário e acessórios (R$ 10,4 bi). Do outro lado, além do petróleo, os mais penalizados foram na área de extração, com desincentivos líquidos de quase R$ 2 bi; petróleo e gás (R$ 1,3 bi); minério de ferro (R$ 367 mi) e minério de metálicos não ferrosos (R$ 15 mi).

Na nota, o diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Ipea e um dos autores da pesquisa, Ivan Oliveira, diz que o estudo mostra que o Brasil vai precisar mudar a atual forma de incentivo para que toda a sociedade pague menos em prol de alguns setores.

“Em um momento de crise fiscal e de clara necessidade de revisão dos rumos da política comercial brasileira, esse relatório busca dar transparência e qualificar o debate sobre o tema” – enfatizou.

A partir de agora, o estudo será feito todos os anos.

“O Indicador de Assistência Setorial utiliza como principal fonte de dados a Matriz de Insumo-Produto (MIP) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) para os anos de 2010 e 2015, que contém informações detalhadas de valor da produção, importações, tecnologia, estrutura de custos e demanda intermediária e final de cada setor. Também são consideradas as tarifas aplicadas a cada produto por meio da Lista da Tarifa Externa Comum (TEC), cuja fonte é a Secretaria de Comércio Exterior (SECEX) do Ministério do Indústria, Comércio Exterior e Serviços.” – concluiu a nota.

Fonte : Diário do Transporte/Adamo Bazani





 

Data: 19/11/2018

Governo de São Paulo autoriza montadoras a usar créditos fiscais em encomendas de ferramentas
O governo do Estado de São Paulo anunciou nesta quarta-feira que publicou decreto com programa que permite que montadoras de veículos usem acúmulo de créditos de ICMS em encomendas ao setor paulista de ferramentas.

O decreto 63.785, de 8 de novembro, permite que montadoras de veículos de São Paulo transfiram milhões de reais acumulados em créditos de ICMS para empresas que não sejam ligadas aos seus grupos e que atuem no setor de ferramentaria. A liberação destes créditos era cobrada há anos pelo setor.

"Hoje, por conta da perda de competitividade da indústria brasileira, o setor (de ferramentaria) encolheu. Acreditamos que com isso vamos incentivar fortemente a indústria de ferramentaria através das montadoras de veículos", disse o secretário da Fazenda do Estado de São Paulo, Luiz Claudio Rodrigues de Carvalho, durante anúncio do programa no salão do automóvel.

Ele não informou valores precisos dos créditos acumulados, afirmando que o número "é da ordem de centenas de milhões de reais", afirmou. Os créditos são gerados por exportações de veículos e se acumulam diante de dificuldades do governo em retornar os valores às montadoras, disse o secretário.

Segundo a associação de fabricantes de veículos do Brasil, Anfavea, o Estado de São Paulo abriga atualmente unidades produtivas de 27 montadoras de veículos, como General Motors, Ford, Toyota, Mercedes-Benz, Hyundai e Honda.

"Isso vai aumentar a competitividade do setor de ferramentarias...Com isso ganhamos (montadoras de veículos) em velocidade, em competitividade, melhora a questão de logística porque preferimos comprar ferramentas do lado de casa do que do outro lado do mundo", disse o presidente da Anfavea, Antonio Megale.

Fonte : DCI/Reuters/Alberto Alerigi Jr.





 

Data: 19/11/2018

Mercosul e União Europeia não superam impasses e cúpula é suspensa
Os negociadores do Mercosul e da União Europeia não conseguem superar os impasses e a ideia de convocar os chanceleres para tentar fechar um acordo a partir dessa segunda-feira, 19, está suspensa por enquanto.

Uma última tentativa de aproximar as posições ocorrerá na semana que vem, por parte de equipes técnicas. Se houver finalmente um avanço, os ministros do Cone Sul e da Europa ainda poderiam se reunir no fim de semana seguinte, em Bruxelas.

Mas negociadores do Mercosul admitiram que, depois de cinco dias de intensas negociações na capital belga desde segunda-feira, 12, os avanços foram apenas “milimétricos”. O bloco sul-americano aponta que, do lado europeu, nenhuma concessão foi dada no setor agrícola, um dos principais pontos de interesse do Mercosul num eventual acordo de livre comércio com a Europa.

A Comissão Europeia vem acenando que quer um acordo antes do final do governo de Michel Temer. A preocupação dos europeus é de que, com o governo de Jair Bolsonaro no poder, as condições para um acordo seriam modificadas. Além disso, o temor é de que o novo chanceler, Ernesto Araujo, confirme a tendência de o Itamaraty privilegiar as relações com os EUA, e não com a Europa.

Espanha, Portugal e Alemanha estariam entre os países mais dispostos a insistir por um acordo. Mas, internamente, Bruxelas vem sofrendo pressão por parte de governos de economias mais protecionistas que rejeitam abrir seu mercado aos produtos agrícolas do Mercosul. Nas capitais europeias, o lobby tem sido intenso para impedir que haja uma oferta para que se permita uma maior exportação de açúcar, etanol e carnes por parte de Brasil ou Argentina.

A pressão também tem vindo da sociedade civil e de parte de deputados de origem de setores mais protecionistas.

Ao longo do anos, esses grupos usaram de diferentes argumentos para justificar uma suspensão do processo negociador: o escândalo de corrupção no setor de vigilância sanitária, a morte da vereadora Marielle Franco e, agora, a eleição de Jair Bolsonaro.

Na semana passada, mais de 20 grupos de proteção animal emitiram carta para a Comissão Europeia exigindo o fim das negociações com o Mercosul.

Bruxelas decidiu manter os encontros com os negociadores do Cone Sul. Mas sua posição foi enfraquecida.

Negociadores do bloco sul-americano indicaram ao Estado que chegaram à cidade de Bruxelas no início da semana prontos para fechar compromissos e ceder em vários capítulos da negociação. Mas não sentiram a mesma disposição por parte de Bruxelas.

Ao final da semana, portanto, o Mercosul se queixa de que a UE de não está cedendo, algo que teria ficado claro nos cinco dias de negociações. O bloco sul-americano insiste que vem oferecendo soluções em diversos setores para atender aos pedidos europeus no setor de automotivos e mesmo na proteção de vinhos e outros produtos da UE.

Mas não foi atendido em suas principais reivindicações, principalmente no que se refere a um maior acesso a produtos agrícolas.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Jamil Chade





 

Data: 19/11/2018

Com guerra comercial, exportação brasileira é a maior em cinco anos
A guerra comercial travada entre Estados Unidos e China, cujo desfecho ainda é imprevisível, tem turbinado as exportações brasileiras. A projeção é que as vendas dos produtos nacionais ao exterior encerrem 2018 com o melhor resultado em cinco anos.

Até outubro, as exportações já somaram US$ 199,1 bilhões. Nesse ritmo, a expectativa de analistas é que fechem o ano acima dos US$ 230 bilhões – maior patamar desde 2013. O recorde nas vendas foi em 2011, de US$ 256 bilhões, segundo o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic).

O aumento das exportações incrementa o número de empregos nos setores envolvidos e, em parte, compensa a lenta recuperação do mercado interno. Além disso, traz mais dólares ao País, melhorando o saldo nas contas externas.

“Há alguns meses, se projetava que as exportações ficariam perto de US$ 218 bilhões. São as commodities, favorecidas pela guerra comercial, que têm ajudado”, diz José Augusto de Castro, da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB).

O governo Trump impôs tarifas e cotas de importação a diversos parceiros, para reduzir o déficit comercial – quando o país compra mais do que vende. Aos chineses, com quem esse déficit é maior, foram impostas taxas sobre importados, para forçar os asiáticos a fazerem concessões. Essa política, retaliada pela China, levou os dois países à guerra comercial.

A briga alterou o fluxo de comércio. As vendas brasileiras de soja para a China foram beneficiadas quando o país asiático impôs tarifas de 25% sobre o grão americano. Os EUA exportavam 40 milhões de toneladas aos chineses; o Brasil, cerca de 50 milhões. Até agosto, as exportações de soja brasileira subiram 20% ante 2017. Além da soja, o Brasil se beneficiou da alta do preço do petróleo.

Os bens manufaturados brasileiros, porém, não têm tido o mesmo desempenho. Enquanto a participação dos bens primários nas exportações subiu quase três pontos porcentuais nos nove primeiros meses do ano, a fatia dos manufaturados nas vendas caiu um ponto.

Entre especialistas, há dúvidas de quanto tempo esse período favorável às exportações vai durar. “A janela é estreita”, diz Lia Valls, da FGV. “Em 2019, com a previsão de alta das tarifas impostas pelos EUA, haverá uma resposta agressiva chinesa, o que levaria a mais protecionismo.”

Michael McDougall, vice-presidente da consultoria americana ED&F Man Capital Markets, tem porém uma visão diferente. “A negociação entre eles (EUA e China) vai demorar. Assim, o Brasil tem oportunidade de exportar mais para a China e deve aproveitar isso ampliando, por exemplo, o plantio de soja, pois levará anos para os chineses diversificarem o fornecimento da oleaginosa”, disse.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Douglas Gavras





 

Data: 19/11/2018

Imposto de importação aumenta custos de produtos nacionais
Estudo inédito do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) contabiliza que a sociedade brasileira gasta R$ 130 bilhões a mais para usufruir serviços, consumir produtos industrializados ou primários por causa de barreira tarifária. O valor equivale à “assistência efetiva”, definida pelo Ipea como uma estimativa do valor líquido indiretamente recebido pelos produtores domésticos em função da proteção que as tarifas de importação proveem a esses produtores, permitindo que eles pratiquem preços mais elevados no mercado doméstico do que aqueles que prevaleceriam na ausência da tarifa.

“Esses R$ 130 bilhões não é o governo que está arrecadando. São os produtores que estão ganhando um valor adicional pelo fato de poderem cobrar mais caro pelos produtos que vendem aqui dentro porque o importado sairia mais caro por conta da tarifa”, explica Fernando Ribeiro, coordenador do estudo.

De acordo com a nota técnica do Ipea, disponível no site do instituto, a indústria de transformação é a que mais se beneficia com a possibilidade de cobrança de Imposto de Importação. Em 2015, a tributação para produtos industrializados ergueu uma barreira equivalente a R$ 150 bilhões, que garante uma reserva de mercado. “Tem uma economia política em que muitos setores se organizam, fazem lobby, fazem pressão, para ao menos conseguir preservar o nível de proteção. Principalmente, quando eles percebem que não têm um nível de competitividade adequado ou precisam dessa proteção para conseguir se manter no mercado”, descreve Ribeiro

Os benefícios para alguns setores econômicos custeados pela sociedade ainda são maiores. O estudo não contabiliza subsídios diretos, barreiras não tarifárias e desonerações de outros impostos.

O Ipea calcula que a “assistência efetiva” é maior para subsetores de produção de automóveis, caminhões e ônibus; de vestuário e acessórios, de têxteis; de biocombustíveis; e de informática, produtos eletrônicos e ópticos. A análise assinala que os setores de serviços, construção civil e a indústria extrativista não se beneficiam de barreiras tarifárias.

“O que está em jogo é o que a sociedade como um todo está pagando a mais para os produtores domésticos, que são esses R$ 130 bi, porque existe uma tarifa de importação que permite que eles vendam mais caro do que eles venderiam se não houvesse a tarifa”, diz Ribeiro.

Transparência

Para Ivan Oliveira, diretor de Estudos e Relações Econômicas e Políticas Internacionais do Ipea, o estudo cria transparência sobre os efeitos de parte da política tarifária, e o que pode ser útil para decisões da equipe econômica do governo do presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL).

“Pelo menos a sociedade consegue ter em reais os custos dessa proteção por meio de tarifas, e o próximo governo vai poder, com esses números à mão, fazer avaliações por onde fazer uma avaliação de políticas tarifárias no país”, defende.

O programa de governo de Jair Bolsonaro, disponível no site da Justiça Eleitoral, propõe “a redução de muitas alíquotas de importação e das barreiras não -tarifárias”. Conforme dados da Receita Federal, o Imposto de Importação correspondeu a 2,42% do total arrecadado em 2017.

Segundo Ivan Oliveira e Fernando Ribeiro, a política tributária e o eventual uso de barreiras podem servir como meio para estimular a produção em setores que se considere estratégico. Segundo eles, o estudo do Ipea fornece informações para o governo e o Congresso Nacional tomarem essas decisões.

Fonte : Agência Brasil





 

Data: 19/11/2018

Vendas de máquinas agrícolas registram aumento
Se tem uma surpresa que todo empresário gosta é o aumento nas vendas. E é exatamente isso que vem ocorrendo no setor de máquinas agrícolas.

Em Pompeia (SP), uma indústria que fabrica pulverizadores e calda pronta (tanques reservas usados na aplicação de defensivos) mantém os 75 funcionários da produção trabalhando duas horas extras por dia para dar conta de todos os pedidos.

O diretor comercial da empresa, Daniel Cury, diz que nos últimos três meses a produção aumentou cerca de 15%. O resultado foi encarado com surpresa, porque esse crescimento não estava sendo esperado.

A indústria de maquinário agrícola tem reagido principalmente porque no campo o produtor rural está acumulando bons resultados. E, quando a lavoura vai bem, o agricultor tem lucro, dinheiro e ânimo para investir.

Na fazenda de Claudinei Aparecido dos Santos, em Vera Cruz (SP), dois tratores novinhos preparam a terra para o plantio de amendoim.

Claudinei conta que está satisfeito com os resultados na roça. O milho garantiu uma produtividade boa, além do preço ter agradado. O mesmo aconteceu com o amendoim. Por isso, o investimento vem sendo feito para reduzir custo e melhorar a produtividade ainda mais.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores divulgou recentemente que a produção de máquinas agrícolas e rodoviárias atingiu 5,7 mil unidades em setembro, um aumento de 40,1% em relação a setembro do ano passado. Só assim pra conseguir repor o estoque das revendedoras, que nunca estiveram tão movimentadas.

Rodrigo Rodrigues está renovando a frota de tratores. Ele diz que substituiu dois mais velhos por dois novos. Segundo ele, é um investimento indispensável para produzir mais, com mais eficiência.

Na revendedora onde Glauco Roderlei Moreira é gerente de vendas, em Marília (SP), os negócios aumentaram 20%. Ele lembra que produtor animado reflete nos negócios.

Fonte : G1/TV TEM - Nosso Campo





 

Data: 19/11/2018

Renault comemora 20 anos de fabricação da marca no Brasil
O stand da Renault no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo sediou a tradicional “Noite Renault” que chegou à 10a edição no momento em que a marca completa 20 anos de produção no Brasil e 120 anos de existência.

A “Noite Renault” prestou uma homenagem ao jornalista, advogado, antigomobilista e criador do Museu Nacional do Automóvel, em Brasília, Roberto Nasser, que faleceu na semana passada. “Nasser era um dos mestres do setor, com um contagiante entusiasmo por automóveis”, afirma Caique Ferreira, diretor de Comunicação da Renault do Brasil.

O evento reuniu veículos históricos, fã-clubes, aficionados pela marca, jornalistas e grandes nomes do segmento automotivo e do automobilesmo brasileiro, como os ex-pilotos Bird Clemente, Luiz Evandro Águia e Paulo Solaris.

Na área de exposição, estavam expostos exemplares que representam os 20 anos da fábrica no Brasil com exemplares, cedidos pelos clubes Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero. A minivan Scenic 1998 e 2000 representam a primeira geração do primeiro veículo Renault fabricado no país. O Clio, representado por dois exemplares, mostram a evolução do compacto da Renault mais vendido da história. O Sandero customizado mostra a versatilidade do compacto que é sucesso de vendas desde o seu lançamento em 2007 e acaba de passar da marca de um milhão de unidades produzidas no Brasil.

Os clubes dos modelos da marca que foram fabricados no Brasil, Família Megane/Scénic, Clio Clube e Clube do Sandero, também foram homenageados no evento.

Produzindo no Brasil desde 1998, a Renault está no melhor momento de sua história no país em participação de mercado. Neste ano, a marca acumula 8,6% de market share de janeiro a outubro, um recorde. O resultado está atrelado ao sucesso comercial dos seus dois últimos lançamentos no Brasil: o Captur e o Kwid – líder absoluto do seu segmento, com 45% de participação de mercado entre os compactos de entrada, também no acumulado até outubro.

Hoje a marca fabrica sete veículos no país: Kwid, Sandero, Logan, Duster, Duster Oroch e Captur, expostos no Salão do Automóvel, além do comercial leve Master. No total, já são mais de 3 milhões de veículos e 4 milhões de motores produzidos em 20 anos de inovação da marca no país.

“A Renault nunca deixou de investir no Brasil, mesmo em períodos de instabilidade econômica. É o que nos permitiu fortalecer nossa estrutura e lançar veículos que atendam às necessidades do consumidor brasileiro. Ultrapassamos a marca de 8% de participação de mercado e, até 2020, nossa meta é chegar a 10%. A aceitação dos nossos produtos nos mostra que estamos no caminho certo”, afirma Luiz Fernando Pedrucci, presidente da Renault para a América Latina.

A Renault do Brasil possui quatro unidades industriais instaladas no Complexo Ayrton Senna, no Paraná: a Curitiba Veículos de Passeio (CVP), Curitiba Veículos Utilitários (CVU), Curitiba Motores (CMO) e a Curitiba Injeção de Alumínio (CIA), inaugurada neste ano. Hoje o Complexo Ayrton Senna opera em três turnos e tem um total de 7.300 colaboradores. Para gerir suas ações socioambientais, a Renault criou, em 2010, o Instituto Renault. Atuando em dois eixos – Mobilidade Sustentável e Inclusão – o Instituto já alcançou mais de 700 mil pessoas no país.

120 anos no mundo

Em seus 120 anos de existência, a Renault teve três vidas. A do seu fundador (1898-1944), a de uma empresa estatal (1945-1995) e a da sociedade anônima Renault SA (de 1995 até hoje). Entretanto, estas três vidas formam apenas uma, de uma montadora de automóveis que sempre soube se adaptar às mudanças no curso da história, que sempre conseguiu se transformar segundo as transformações da sociedade e da economia.

Em 120 anos, a Renault nunca deixou de estar atenta às expectativas de clientes a cada dia mais numerosos e mais distantes, de estar atenta à vida em torno do automóvel e suas aspirações, calculando e analisando as mudanças na sociedade, em um mundo aficionado pela mobilidade em que as liberdades de se deslocar, viajar e se aventurar se tornam a cada dia mais necessárias. A longevidade da Renault se construiu com base na compreensão dos modos de vida e dos usos, com a vontade de colocar o ser humano no centro dos universos automobilístico e tecnológico.

O que a Renault representa, desde suas origens? Veículos marcados por valores, referências onde se conjugam a paixão, a descoberta, a família, o trabalho, o lazer, a emancipação.

Fonte : Tribuna do Norte/Fernando Siqueira





 

Data: 19/11/2018

JAC lança T50 e anuncia importação de picape e carro elétrico
O Grupo SHC, conglomerado que inclui a JAC Motors Brasil, entrou com pedido de recuperação judicial no começo deste mês. Apesar disso, o presidente Sérgio Habib não alterou seus planos mais imediatos para os veículos que traz da China e, nesta semana, lançou o utilitário esportivo T50. Mais ainda sinalizou que quer avançar no mercado.

“Vamos trazer também o utilitário esportivo de sete lugares T80 em janeiro e , em meados de 2019, importaremos uma picape e também veículos elétricos”, assegura o executivo.

Essa múltipla cartada de fim de ano de Habib deixa transparecer que — como alegou após ter entrado na Justiça de São Paulo em 1º de novembro — sua ideia é manter a operação JAC saudável, à despeito das atuais dificuldades do grupo.

Para isso, mostrar aos consumidores que nada mudou no cronograma de lançamentos era medida mais do que necessária. Mas, mais arrojado ainda, Habib afirma que apostará em dois novos segmentos, ambos bastante complexos.

Por exemplo: a picape anunciada, conhecida por T8 na China e que aqui terá outra nomenclatura, disputará clientes com Ford Ranger, Toyota Hilux, Volkswagen Amarok, só para ficar em três modelos que, assim como a futura representante da JAC, também têm motores a diesel e podem carregar 1 tonelada de carga.

A outra vertente ainda é uma incógnita até para as demais montadoras. A JAC pretende trazer para cá o EV 6 S, na verdade uma versão elétrica do conhecido T40. E Habib até antecipou seu preço: R$ 130 mil. “Será o carro elétrico mais barato do Brasil”, afirma o executivo, comparando com valores recentemente anunciados de Renault Zoe, Nissan Leaf e Chevrolet Bolt.

Apesar da determinação e da coragem de revelar o preço pelo menos oito meses antes do início das vendas do modelo, Habib admite não ter a menor ideia de quantas unidades poderá vender. “Quem pode saber? Vamos entrar neste segmento como as demais. De repente, vendemos bem no começo e depois nem tanto. Ou não!”

A única certeza que o presidente do Grupo SHC diz ter é de que o mercado brasileiro total voltará a crescer em 2019. Calcula ser possível chegar a até 2,8 milhões de veículos leves contra uns 2,5 milhões deste ano. “E estou otimista que o crescimento continuará nos dois anos seguintes”, diz Habib, que contabiliza 3,4 mil veículos negociados de janeiro a outubro, avanço da ordem de 21% contra 14% de média do mercado.

Cerca de 20% das vendas da JAC em 2018 se deveram ao T5, modelo que agora passa a ser conhecido com T50 e que chega às revendas com apenas dois pacotes de conteúdos e acabamento que custam R$ 84 mil e R$ 88 mil. A diferenciá-los, em especial, confortos como tela multimídia de 8 polegadas, câmera 360 graus, sensor crepuscular e câmera de ré na opção mais cara. Mas já a de entrada dispõe, por exemplo, de revestimento dos bancos em couro sintético e toda a sorte de dispositivos eletrônicos de segurança.

A evolução com relação ao T5 é visível não só no nível de conteúdo e na carroceria, que ganhou novos desenhos para a dianteira e traseira, mas principalmente sob o capô. O T50 tem motor 1.6 16V DVVT de 138 cavalos contra o 1.5 de 127 cavalos do antecessor T5. A transmissão é a mesma CVT que simula seis velocidades.

Uma desvantagem técnica do T50 com relação aos principais produtos do segmento de utilitários esportivos compactos que já representam algo como 300 mil em 2018: o motor é apenas a gasolina.

Ainda assim, Habib entende o custo-benefício do T50 é argumento suficiente para abocanhar parte dos clientes de, por exemplo, Nissan Kicks, Jeep Renegade ou Renault Captur. “O T50 oferecerá ao comprador de SUVs abaixo de R$ 90 mil a experiência só vivida até então por consumidores de modelos que custam acima de R$ 110 mil ou R$ 120 mil”, justifica a JAC.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães





 

Data: 19/11/2018

Mercedes-Benz tem 56% do mercado de ônibus para fretamento
A Mercedes-Benz vendeu de janeiro a outubro 632 ônibus para fretamento no mercado brasileiro, ou 56% das vendas totais para o segmento. Recentemente, a Turis Silva Transportes, de Porto Alegre (RS), adquiriu 25 micro-ônibus LO 916 e duas vans Sprinter 415 CDI.

“Esse volume é cerca de 200% superior às 212 unidades emplacadas no mesmo período de 2017”, informa Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil. “Isso demonstra que as empresas estão renovando e ampliando suas frotas a fim de atender novas demandas de fretamento contínuo, como o de transporte de funcionários, e de fretamento eventual, caso de excursões, transfers e viagens de grupos fechados”.

Atualmente, 250 veículos compõem a frota da Turis Silva Transportes, a grande maioria da marca Mercedes-Benz. São 105 micros LO 916 e LO 915. Dos demais 118 ônibus, a maior parte é formada por veículos com motor frontal dos modelos OF 1721 e OF 1724. Além disso, o cliente conta com 27 vans de passageiros, todas elas da Linha Sprinter. A essa frota somam-se ainda outros 60 ônibus da Fátima Transporte e Turismo, de Taquari, que pertence ao mesmo grupo e atua no serviço metropolitano e urbano.

Fonte : Frota e Cia