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Data: 22/5/2018

Financiamento de carro tem alta de quase 30%
Apesar de o país ainda não ter se recuperado da crise econômica, a liberação de financiamentos e leasing para a compra de veículos novos teve alta de 23,7% em março, em comparação com o mesmo mês do ano passado.

Ao todo, o montante desses financiamentos chegou a R$ 10,3 bilhões no mês, segundo a Anef (Associação Nacional das Empresas Financeiras das Montadoras).

“É um número significativo, mas que indica recuperação de um período de recessão, em que as vendas caíram bastante. Trata-se de uma demanda reprimida, que se acumulou durante a crise”, explica Luiz Montenegro, presidente da Anef.

Sobre o atual momento da economia, ainda em recuperação, ele supõe que indicadores positivos tenham encorajado os consumidores. “A taxa de juros caiu bastante e está em um nível favorável. A inflação vem caindo e mostrando estabilidade.”

Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), tem a mesma opinião. “A queda na inadimplência, aliada à baixa dos juros, vêm favorecendo o setor como um todo”, afirma. Segundo a Fenabrave, entre janeiro e abril, houve alta de 17,65% nos novos emplacamentos ante os primeiros quatro meses de 2017.

Fonte : Agora S. Paulo/Gilberto Yoshinaga





 

Data: 22/5/2018

Produção de ônibus cresce 53%
A produção nacional de carrocerias para ônibus apresentou crescimento de 53% nos primeiros quatro meses do ano, segundo levantamento feito pela Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (Fabus). De janeiro a abril saíram das linhas de produção das seis maiores indústrias do setor 5.431 carrocerias, frente a 3.554 unidades feitas em igual período de 2017.

A Marcopolo manteve a liderança com a produção de 2.603 produtos (Marcopolo + Marcopolo Rio), um crescimento de 116% sobre as 1.205 unidades registradas nos primeiros quatro meses do ano passado. A Neobus, adquirida pelo grupo Marcopolo, foi a única das seis encarroçadoras a apresentar queda na produção do período, com 317 veículos fabricados, uma retração de 29% em comparação às 450 unidades feitas entre janeiro e abril de 2017.

O segundo maior volume produzido foi da Caio Induscar, com 1.410 carrocerias feitas nos primeiros quatro meses deste ano, volume 23% superior ao registrado no mesmo período do ano passado.

A Mascarello produziu 638 veículos de janeiro a abril, o que representou um crescimento de 37% sobre o volume fabricado em igual período de 2017. A Comil registrou um aumento de 69% na sua produção com 313 unidades feitas entre janeiro e abril, frente a 185 fabricadas em igual período do ano passado. Já a Irizar, que produz exclusivamente carrocerias para ônibus rodoviários, fez 150 unidades no primeiro quadrimestre do ano, volume 47% maior que os 102 carros fabricados de janeiro a abril de 2017.

Fonte : Futuretransport





 

Data: 22/5/2018

IPI dos veículos seguirá baseado na capacidade cúbica dos motores
A fórmula de cálculo do IPI dos veículos não mudará com a publicação do Rota 2030. Segundo Antonio Megale, presidente da Anfavea, pelo menos até o fim do primeiro ciclo do programa, previsto para 2022, automóveis e comerciais leves seguirão recolhendo o tributo de acordo com a capacidade cúbica de seus motores.

O setor esperava que o governo adotasse, já em um primeiro momento, também a eficiência energética como parâmetro para a definição das alíquotas do tributo federal. “Não haverá mudança até lá”, assegurou Megale nesta segunda-feira, 21.

Os automóveis com motor até 1 litro recolhem atualmente 7%, enquanto a alíquota para aqueles com motores flex entre 1 litro e 2 litro é de 11% - se forem somente a gasolina o IPI é de 13%%. Para carros com motores acima de 2 litros o IPI é de 18% para os flex e 25% para os a gasolina. O imposto para os utilitários é de 8%.

O presidente da Anfavea, mais uma vez, brincou com a indefinição sobre a data do anúncio do programa governamental, várias vezes postergada nos últimos meses. Indagado, respondeu: “Deve sair nos próximos dias ou semanas. Só espero que não saia só em 2030”.

Câmbio

Megale se mostra particularmente preocupado com a instabilidade cambial nas últimas semanas. Ele, porém, assegura que a forte valorização do dólar diante do real ainda não teve impacto sobre os negócios do setor:

“Mais do que a taxa, é a volatilidade do câmbio o maior problema. Até para que as empresas recomponham seus estoques de autopeças”, lembra Megale, que recorda que os carros nacionais têm significativa parcela de componentes importados, principalmente eletrônicos.

O quadro econômico da Argentina também começa a compor a pauta de possíveis adversidades para o setor automotivo, entende o presidente da Anfavea: “Temos que acompanhar com grande cuidado o que vai acontecer com o nosso principal parceiro comercial”.

Marcas fora do Salão do Automóvel

Antonio Megale participou, ao lado de José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, da apresentação da 30ª edição do Salão do Automóvel. A mostra acontecerá de 8 a 18 de novembro no São Paulo Expo, em São Paulo.

Sob o tema “A conexão que nos move”, o evento deve reunir, segundo os cálculos da organizadora Reed Exhibitions, mais de 700 mil pessoas. Já estão confirmadas trinta marcas de veículos e também ausências importantes: Peugeot, Citroën, Volvo, Jaguar, Land Rover e JAC não participarão.

A montadora sueca já sinalizara que sua estratégia mundial prevê a participação em poucos eventos do gênero daqui para frente em todo o mundo. A JAC já não participou da edição de 2016 e a Jaguar Land Rover afirma que priorizará eventos mais focados no público-alvo de suas marcas.

A surpresa maior, assim, ficou mesmo com a decisão da PSA de não ter espaços para Peugeot e Citroën, marcas de volume e que participaram de todas as edições do salão paulistano desde a abertura do mercado brasileiro, no início dos anos 1990, e antes mesmo de terem produção local.

Em particular a da Citroën, que lançará o C4 Cactus no segundo semestre, seu mais importante produto nacional dos últimos anos.

“O Grupo PSA decidiu que suas marcas não estarão presentes na edição deste ano do Salão do Automóvel de São Paulo. Em 2018, a Peugeot e a Citroën do Brasil continuarão utilizando diversas outras plataformas e canais de comunicação para apresentação de seus produtos e relacionamento com seus consumidores”, comentou a montadora em nota.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães





 

Data: 22/5/2018

Burocracia trava comércio exterior
Estudo inédito realizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) traça um retrato dramático da burocracia que recai sobre o comércio exterior brasileiro. As exportações brasileiras, apesar da informatização de parte dos processos, ainda são sujeitas a 46 procedimentos diferentes, administrados por 12 órgãos, que afetaram 23% das vendas ao exterior realizadas no ano passado. Nas importações, são 72 obrigações controladas por 16 órgãos do governo, com impacto sobre 59% das compras.

“É um levantamento sistematizado de um conjunto de custos e encargos que chamamos de invisíveis”, disse a gerente de Política Comercial da entidade, Constanza Negri. “Não que eles não sejam sentidos na pele das empresas, mas porque são de difícil acesso pela falta de transparência e de disponibilidade das informações.”

“Grande parte da falta de competitividade da indústria brasileira é provocada por esses custos”, afirmou o ex-secretário de Comércio Exterior Welber Barral. “O Brasil não conseguirá fazer uma abertura comercial sem resolver as ineficiências, que vão de logística inexistente a greves extorsivas (dos fiscais).”

A variedade de problemas é tanta que o estudo não conseguiu chegar a seu objetivo original: estimar o peso dessas obrigações sobre a economia brasileira. Em nove casos, os autores não conseguiram apurar valores de algumas taxas nem recorrendo à Lei de Acesso à Informação.

Protegida pelo anonimato, uma empresa do setor de alimentos relatou à CNI que decidiu importar uma nova máquina. Mas só quando o equipamento chegou ao porto e ficou retido, a empresa descobriu que tinha de ter pedido, antes de iniciar a importação, uma autorização da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). O problema só foi resolvido depois de a empresa contratar uma consultoria especializada e pagar uma multa por ter importado sem a devida documentação.

A deficiência nas informações e a falta de previsibilidade, além de um aparente exagero nas exigências e da burocracia, são os problemas apontados pelas 114 empresas ouvidas pela CNI para o estudo. Constanza destaca que o controle na importação e exportação de produtos por parte do governo é legítimo e necessário. “Mas questionamos se não há excessos.”

Ao fazer o levantamento, ela se surpreendeu pela existência, no Ibama, de um certificado cuja função é atestar que aquele produto não precisa de um documento chamado Licença para Uso da Configuração de Veículos ou Motor (LCVM) para ser importado.

O diretor técnico da Kia Motors do Brasil, Gabriel Loureiro, explicou ao Estado que esse papel é usado, no caso dos automóveis, quando a empresa decide importar um modelo novo e precisa trazer um primeiro exemplar para ser testado quanto à emissão de poluentes e outros requisitos. A primeira “amostra” entra no Brasil sem licenciamento.

Só depois desses ensaios é que o novo modelo passa pelo processo de licenciamento do Ibama para sua importação, com a emissão da LCVM.

Custo

O estudo alerta ainda que o custo elevado de determinadas taxas pode ser até mesmo questionado na Organização Mundial do Comércio (OMC) como uma barreira ao comércio. Como algumas são fixadas em reais, e não como um porcentual do valor da mercadoria, há risco de serem desproporcionalmente caras.

As empresas questionam até hoje por que o governo elevou de R$ 30 para R$ 185 a taxa de uso do Sistema Integrado de Comércio Exterior (Siscomex), onde são registradas as operações de exportação e importação. O aumento ocorreu em 2011. Questionada, a Receita Federal não se posicionou até a publicação desta reportagem.

A taxa de R$ 88,17 cobrada pelo Banco do Brasil para analisar documentos necessários para a emissão de licenças para as operações comerciais foi discutida até no Tribunal de Contas da União (TCU). Relatório elaborado pelos técnicos da Corte aponta que, em 2010, o banco arrecadou R$ 30 milhões, mas os custos administrativos foram da ordem de R$ 11 milhões. Os acordos internacionais dizem que as taxas devem ter um valor proporcional ao serviço prestado.

Questionada, a instituição informou que não divulga receitas obtidas com tarifas específicas e que faz o serviço por delegação do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic). O Mdic informou que delegou serviços ao BB por sua capilaridade e que o TCU julgou não haver irregularidade na tarifa ou na transferência de atribuições.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Lu Aiko Otta





 

Data: 22/5/2018

Consumo brasileiro de aço mantém ritmo de reação
Mesmo com um tropeço em abril, a demanda brasileira por aço continua em recuperação, mostram os números do Instituto Aço Brasil que serão publicados hoje. Em 12 meses, até abril, o consumo aparente de produtos siderúrgicos - a somatória de vendas internas das empresas mais importações - totalizou 20 milhões de toneladas. A última vez que o volume foi tão grande, em comparação anualizada, foi em fevereiro de 2016.

Sazonalmente, abril é um mês mais fraco. Nesta década, apenas em 2013, recorde da procura por aço no país, não houve redução ante março. Mas Marco Polo de Mello Lopes, presidente-executivo do Aço Brasil, diz que o ímpeto do consumo parece ter perdido um pouco do gás, realmente.

“O que sentimos das conversas e das informações que chegam é que o ritmo que o primeiro trimestre apresentava, de efetiva retomada, não se confirmou mais recentemente”, disse ao Valor. “Dois pontos de interrogação são essa disparada do dólar e a incerteza enorme quanto às eleições”.

A recuperação ainda é desigual. Em aços planos, segue rápida e voltou a ostentar níveis de três anos atrás. Em um ano, até abril, o consumo de planos - bobinas, chapas e semelhantes, destinados aos setores automotivo, de bens de capital e eletrodomésticos - foi de 12 milhões de toneladas. O último ano cheio em que se comprou tanto aço plano no Brasil foi em 2014.

No caso de longos, os passos ainda são curtos. O consumo, na comparação anualizada, até abril, deixou de cair em dezembro. Nos quatro meses deste ano, foram 7,37 milhões de toneladas, maior desde julho do ano passado. Em 2016, como um todo, a demanda por longos - vergalhões, trefilados e outros, usados na construção civil, por exemplo - ainda era maior que esse volume.

“O segmento de longos ganhar um respiro, após atingir o fundo do poço, já é uma boa notícia”, diz Lopes. “Setor automotivo impulsiona as vendas de planos como no passado, mas construção agora ajuda um pouco as de longos.”

Há ainda um risco de acirramento da concorrência com os estrangeiros no segmento de planos. A importação desse tipo de produto, nos 12 meses até abril, totalizou 1,53 milhão de toneladas, ou 12,7% do consumo.

Por outro lado, a área de longos continua tranquila - em muitos casos, chega a ser até 10% mais barato comprar o vergalhão brasileiro do que trazer o produto do exterior. A importação de longos foi de 400 mil toneladas no ano, ou 5,4% do consumo. A última vez que passou de 10% foi no início de 2017.

Lopes ressalva que no ano passado, das 841 mil toneladas a mais de consumo, 53% foram de crescimento na importação. Até agora, no quadrimestre, o importado atingiu 760 mil toneladas ante igual período de 2017 - aumento de apenas mil toneladas. “É um alívio saber que é as vendas internas que melhoram”, diz.

Em abril, o consumo aparente total no país foi de 1,7 milhão de toneladas, 25,9% a mais do que um ano atrás, segundo o Aço Brasil. Em planos, 35,2%, para 1,06 milhão de toneladas, e em longos, de 13%, para 642 mil. As vendas internas atingiram 1,49 milhão de toneladas, expansão de 24,9%, e as importações subiram 32,7%, para 203 mil.

Conforme a entidade, foram produzidas 2,95 milhões de toneladas de aço bruto, 1,9% a mais. As exportações somaram 1,1 milhão de toneladas, aumento de 32,9%.

Lopes pontua que o comunicado conjunto de siderúrgicas da América Latina, divulgado ontem pela Alacero - associação da região -, foi resultado de uma reunião na semana passada em Guarulhos (SP). No encontro, ficou evidente a apreensão das empresas quanto à aplicação de mecanismos de defesa comercial pelos governos. O comunicado pede maior atuação do G-20 no assunto.

Fonte : Valor Econômico/Renato Rostás





 

Data: 22/5/2018

Consumo de gás natural aumenta 9% no trimestre
O consumo de gás natural no Brasil aumentou 9% no primeiro trimestre deste ano, na comparação com o mesmo período de 2017, informou ontem (21) a Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado (Abegás). Os números, entretanto, apontam para uma redução em março, quando o consumo foi de 57.381 milhões de metros cúbicos por dia, contra 60.496 milhões de metros cúbicos por dia em fevereiro.

O levantamento levou em conta dados consolidados de concessionárias em 20 estados, reunindo informações de diversos segmentos: residencial, comercial e automotivo, entre outros. Segundo a Abegás, no segmento residencial, o índice subiu 19,6%, como “reflexo dos investimentos das concessionárias nas respectivas redes de distribuição”. No setor comercial, a alta foi de 9,3%.

No segmento industrial, o setor automotivo puxou o crescimento do consumo com acréscimo de 8,3% no primeiro trimestre do ano. Com isso, a indústria apresentou expansão de 6,7% no primeiro trimestre em relação ao mesmo período de 2017. Na comparação de março com fevereiro deste ano, os dados, mais uma vez, mostram retração de 2,8% no consumo na comparação com o mês anterior.

Na geração elétrica, houve crescimento de 21,7% na comparação do primeiro trimestre de 2018 com o mesmo período de 2017. A retração em março foi de 10% em relação a fevereiro.

Dentre as regiões do País, a maior expansão do consumo residencial ficou com o Centro-Oeste, onde houve aumento de 13,5% em relação ao primeiro trimestre do ano passado. No segmento comercial, a maior alta foi de 22,4%, registrada no Sul do País.

Fonte : O Diário do Norte do Paraná/Agência Brasil





 

Data: 22/5/2018

Volvo Cars amplia rede e anuncia cinco novidades
O presidente da Volvo Cars no País, Luis Rezende, aproveitou inauguração da Granstad, concessionária da marca na região Leste da cidade de São Paulo, a quinta da capital paulista, para anunciar programação de cinco lançamentos até o fim do ano.

Logo depois da introdução do XC40 no mercado nacional, em agosto começará a desembarcar por aqui a versão de entrada do modelo, a T4. Com o reforço, Rezende acredita que o modelo deverá representar 40% das vendas da marca no País. De acordo com o executivo, o carro foi muito bem aceito e, para os próximos três meses, a rede terá o compromisso de entregar as unidades confirmadas pela pré-venda do modelo.

Também em agosto será a vez da versão diesel do XC60 chegar por aqui e, para novembro, a variante híbrida do utilitário esportivo.

Outra novidade programada para o segundo semestre é o V60. Apesar do nicho no qual se transformou o mercado de peruas, a Volvo segue orientada pela tradição da marca, afinal foi uma carroceria desenvolvida pela fabricante. “Hoje é um mercado bem pequeno, mas temos um perfil de cliente que ainda busca esse tipo de carro.”

Mais para fim o ano ainda está programado o sedã S90, que deve desembarcar por aqui em sua versão topo de linha híbrida. Rezende adianta que para 2019 está nos planos trazer a nova geração do S60.

As novidades reveladas não poderão ser vistas no próximo Salão do Automóvel, a ser realizado em novembro próximo. O representante da Volvo Cars diz não fazer mais sentido para a marca. “Há outras fórmulas estratégicas para explorar. No salão disputamos a atenção de 700 mil pessoas em 10 dias, enquanto estivemos sozinhos na Volvo Ocean Race, por exemplo, para 450 mil visitantes”, justifica.

A Volvo Cars é uma das marcas de luxo do País que mais crescem em vendas. De janeiro a abril, os emplacamentos aumentaram 70%, para 1.633 unidades, contra 960 apuradas no mesmo período do ano passado. O desempenho representa o maior índice dentre as importadoras do chamado segmento premium. O mês passado, com 536 veículos vendidos, foi apontado pela importadora como o melhor mês desde 1991, quando a empresa começou a operar no País.

Rede

A Granstad é a 31ª concessionária da Volvo Cars no País. A loja, localizada da região Leste da cidade de São Paulo, faz parte do terceiro grupo econômico a representar a marca. Roberto Ferrari, titular da concessionária, está na região com outras concessões há 23 anos. “Estamos em conversa com a Volvo desde 2013, ocasião da primeira carta de intenção para agregar uma marca premium ao grupo. Acreditamos no potencial da região para a marca”.

Segundo o presidente da Volvo Cars, até o fim do ano outras três novas lojas serão abertas.

Fonte : AutoIndústria/Décio Costa





 

Data: 22/5/2018

Sem avanço nas negociações, greve continua na Mercedes-Benz
Em greve desde a última segunda-feira, 14, os trabalhadores na Mercedes-Benz em São Bernardo (SP) decidiram na manhã desta segunda-feira manter a paralisação por tempo indeterminado. A decisão foi tomada após serem informados em assembleia de que não houve avanços nas negociações entre o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e a montadora ocorridas no fim de semana. Haverá novas reuniões ao longo do dia e uma nova assembleia está marcada para amanhã, às 7h30, para informes.

“Assim que acabou a assembleia na sexta-feira, comunicamos o resultado para a direção da fábrica e reforçamos que precisaríamos reabrir as conversas e avançar nas propostas”, explicou o secretário-geral do Sindicato, Aroaldo Oliveira da Silva. “No fim de semana, voltamos à mesa de negociação, mas a empresa continuou contra a incorporação do reajuste no salário e rejeitando mudanças na fórmula de cálculo do PLR. Como não deu nenhum sinal de avanço nas conversas, a greve está mantida”, afirmou.

Na última sexta-feira, os metalúrgicos rejeitaram proposta de acordo coletivo que previa a reposição salarial pelo INPC na data-base (maio) mais abono, sem incorporação nos salários. Em campanha salarial, com data-base em maio, os trabalhadores têm mantido a fábrica parada durante todos os dias do movimento. A planta da Mercedes-Benz em São Bernardo tem 8 mil trabalhadores.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 22/5/2018

Volkswagen Gol e Voyage chegam à linha 2019 mais potente e com novo design
A Volkswagen apresenta a linha 2019 do Gol e do Voyage. Os modelos, que chegam em junho às cerca de 520 concessionárias da marca, trazem visual mais moderno e atualizado, com duas opções de motor Total Flex. Agora, o motor 1.0 MPI oferece até 84 cv de potência. A outra motorização disponível é a consagrada 1.6 MSI, de até 104 cv. Ambos os motores são associados à transmissão manual de cinco marchas.

Dando continuidade à simplificação da oferta de versões, Gol e Voyage 2019 chegam em versão única de acabamento, que traz de série itens muito valorizados pelos clientes na categoria. Os modelos têm três anos de garantia de fábrica sem limite de quilometragem e são oferecidos em cinco cores: três sólidas (Branco Cristal, Preto Ninja e Vermelho Flash) e duas metálicas (Prata Sirius e Cinza Platinum).

Estilo mais atualizado e refinado

Na dianteira, Gol e Voyage ganharam o desenho do Gol Track, com capô mais elevado e com duas linhas que se conectam aos faróis, agora maiores. O conjunto ótico também é novo e todo o recorte do capô que margeia os faróis é diferenciado.

Com a grade mais larga e alta, o logotipo da Volkswagen fica alocado integralmente fora do capô, permitindo que a linha que delineia o capô seja totalmente horizontal e precisa. Os faróis têm uma escultura nova, com a proposta de robustez e, ao mesmo tempo, sofisticação. O resultado é um conjunto ótico frontal mais retangular.

O para-choque dianteiro também é diferente. A entrada de ar na parte inferior também cresceu e traz linhas mais geométricas, bem definidas e de aspecto esportivo. Os faróis de neblina passam a ter formato trapezoidal e são envolvidos por uma moldura preta. Logo acima do farol de neblina há uma linha de caráter bem “vincada”, dando mais força ao visual frontal do Gol e do Voyage 2019. Os para-lamas dianteiros completam o pacote de novidades para os modelos.

Interior moderno

A linha 2019 dos modelos Gol e Voyage traz um dos interiores mais modernos do segmento sendo referência em termos de conforto e design.

Todas as linhas que determinam o painel estão valorizadas e orientadas de maneira horizontal, a exemplo da faixa inferior que percorre o painel de um lado a outro. Com aplicação da tecnologia In Mold Decoration – IMD, o detalhe do painel ganha mais destaque nas cores e grafismos aplicados. As saídas de ar no painel contam com um formato angulado muito elegante e funcional, típico de veículos de categorias superiores. O volante multifuncional, oferecido como opcional, confere ainda mais requinte e sofisticação ao interior dos modelos. O instrumento combinado (cluster) traz iluminação de LED, combinando com a iluminação do console central e do sistema de infotainment.

Motores 1.6 e 1.0 - robustez e eficiência energética

O motor 1.6 Total Flex é conhecido por sua robustez e eficiência. Esse motor traz atrito reduzido, em especial nos retentores das válvulas, do eixo comando e da flange do virabrequim. Esse atrito reduzido proporciona menor consumo de combustível.

Quando está abastecido com etanol (E100), a potência do motor 1.6l é de 104 cv (76 kW) a 5.250 rpm e o torque é de 15,6 kgfm (153 Nm) a 2.500 rpm. Quando está abastecido com gasolina (E22), a potência é de 101 cv (74 kW) a 5.250 rpm e o torque é de 15,4 kgfm (151 Nm) a 2.500 rpm

Com esse motor e câmbio manual de cinco marchas, o Gol acelera de 0 a 100 km/h em 10,4 segundos e atinge 182 km/h de velocidade máxima (etanol). O Voyage, com o mesmo conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 10,5 segundos e atinge 186 km/h de velocidade máxima (etanol).

Da família EA211, o 1.0 MPI é reconhecido e premiado por sua eficiência. Combinado ao câmbio manual de 5 marchas, tem 999 cm³ de cilindrada, é Total Flex e possui bloco e cabeçote feitos de alumínio, o que colabora para reduzir o peso do conjunto.

Com quatro válvulas por cilindro, sendo duas para admissão e duas para escape, o cabeçote tem comando de admissão variável – a variação é contínua, o que reduz consumo de combustível e emissões e melhora sensivelmente a resposta do motor em baixos regimes de rotação. A taxa de compressão é de 11,5:1.

O EA211 1.0l (que também equipa o Polo e o up!) foi o primeiro motor do País nessa faixa de cilindrada a receber sistema de partida a frio que dispensa a utilização do tanque auxiliar para gasolina.

A potência máxima é de 84 cv (62 kW) com etanol a 6.350 rpm (2 cv a mais do que antes) e de 75 cv (55 kW) a 6.250 rpm com gasolina. O torque máximo é de 102 Nm (10,4 kgfm) com etanol e 95 Nm (9,7 kgfm) com gasolina, ambos a 3.000 rpm.

Com o motor 1.0 MPI, o Gol acelera de 0 a 100 km/h em 13,1 segundos e atinge 167 km/h de velocidade máxima (etanol). O Voyage, com o mesmo conjunto, acelera de 0 a 100 km/h em 13,2 segundos e atinge 173 km/h de velocidade máxima.

Custo-benefício de série

Produzidos em Taubaté (SP), Gol e Voyage 2019 saem de fábrica equipados com ar-condicionado, direção hidráulica, banco do motorista com ajuste de altura, suporte para celular integrado ao painel com entrada USB, travamento elétrico das portas e vidros dianteiros com acionamento elétrico.

A lista de equipamentos de conforto e conveniência é composta ainda pelo encosto do banco traseiro rebatível, desembaçador traseiro, alerta sonoro de faróis acesos, tomada 12V no console central e para-sol com espelho para motorista e passageiro. Entre os itens de aparência, destaque para os para-choques pintados na cor do veículo, as rodas aro 14 (modelo 1.0 utiliza pneus 185/65 R14) e aro 15 (motor 1.6 traz pneus 195/55 R15) com novas calotas, antena de teto e faróis com máscara negra.

No quesito segurança, Gol e Voyage 2019 têm de série freios ABS de última geração com distribuição eletrônica de frenagem (EBD), dois airbags, cintos de segurança dianteiros com pré-tensionador, alerta de não utilização de cinto de segurança do motorista, três apoios de cabeça com ajuste de altura no banco traseiro e sistema ESS (Emergency Stop Signal ou Sinal de Frenagem de Emergência), herdado dos veículos alemães mais sofisticados do mercado.

O ESS funciona como um alerta para evitar colisões traseiras. Caso o motorista pressione o pedal de freio de forma acentuada, mantendo uma frenagem mais consistente, o sistema de segurança aciona as luzes traseiras de frenagem de forma intermitente, sinalizando ao motorista do carro que vem atrás que o Gol ou o Voyage está tendo uma desaceleração acentuada e exige cautela, para evitar colisões.

Após essa frenagem, com o veículo em estado estático, as luzes de freio param de piscar e o ESS aciona as luzes de pisca-alerta, indicando que o veículo parou, sempre orientando da melhor forma o motorista que vem em seguida. Se o motorista acelerar e tirar o carro da inércia, as luzes de pisca-alerta se apagam automaticamente, sinalizando que o veículo se encontra novamente em movimento e em aceleração, sem risco para o motorista de trás que trafega na mesma faixa.

Pacotes de opcionais

O pacote “Urban Completo”, acrescenta aos modelos itens visuais e funcionais como rodas de liga leve de 15”, pneus 195/55 R15 para a versão 1.0 (versão 1.6 já possui pneus 195/55 R15 como item de série), alarme keyless, chave tipo “canivete” com controle remoto, retrovisores e maçanetas na cor do veículo, grade do radiador pintada em preto ninja, espelhos retrovisores externos com ajuste elétrico, função tilt down (lado direito) e luzes indicadoras de direção integradas, sensor de estacionamento traseiro, vidros elétricos dianteiros e traseiros, destravamento elétrico da tampa traseira com controle remoto, travamento elétrico das portas com controle remoto, para-sol com espelho iluminado, faróis duplos, farol de neblina, lanterna traseira escurecida, 2 luzes de leitura dianteiras e 2 traseiras, alças de segurança no teto e coluna de direção com ajuste de altura e distância.

Outro opcional disponível para os modelos Gol e Voyage 2019 é o “Interatividade Media Plus” que traz o sistema de Infotainment Media Plus com 4 alto-falantes e 2 tweeters. Esse sistema de infotainment integra rádio AM/FM, SD Card, entradas USB e Aux In, microfone e Bluetooth. Também tem leitor de CD e arquivos MP3 e está preparado para exibir informações dos sensores de estacionamento traseiros e para o volante multifuncional.

Como ação especial para o lançamento da linha 2019, os modelos Gol e Voyage também terão como opcional o pacote “Interatividade Discover Media”, que traz o sistema mais tecnológico do grupo Volkswagen – a um preço atrativo.

O sistema ‘Discover Media’ permite conectividade avançada com os smartphones por meio do App-Connect (Android Auto, Apple CarPlay e Mirrorlink). Com tela colorida sensível ao toque (touchscreen) com sensor de aproximação, oferece ampla interatividade, com várias opções de informação e entretenimento, além de visual moderno e tecnológico. Permite conexão Bluetooth para até dois celulares e possui uma entrada USB. Esse sistema de infotainment traz adicionalmente recurso de navegação que se destaca pela facilidade de uso e interatividade com o painel de instrumentos, possibilitando uma condução mais segura e confortável. Esse sistema também contempla o “MapCare”, que permite a atualização periódica gratuita da base de mapas durante toda a vida do veículo. Fotos, vídeos e músicas em diversos formatos são alguns exemplos de mídias que podem ser “lidas”.

Fonte : O Brasil Sobre Rodas





 

Data: 22/5/2018

Paralisação de caminhoneiros contra alta do diesel
Caminhoneiros realizam na manhã de ontem, paralisações em diversas partes do Brasil.

Os profissionais fazem os atos contra os aumentos constantes de preços do óleo diesel.

São registrados bloqueios em vias urbanas e rodovias de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo, em diferentes cidades. No dia 16 de maio, quarta-feira passada, caminhoneiros já haviam bloqueado por algumas horas a rodovia Anhanguera, em São Paulo, no km 147 sentido interior.

Os caminhoneiros dizem que não estão conseguindo repassar todos os aumentos para os fretes porque poderiam perder trabalho.

As altas do diesel têm ocorrido desde julho do ano passado com a nova política de preços da Petrobrás.

O setor de transporte de passageiros também se queixa.

Segundo a NTU, entre janeiro e o dia 15 de maio, os prejuízos registrados foram de R$ 1 bilhão. A associação representa as empresas de ônibus urbanos.

Fonte : Diário do Transporte