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Data: 17/10/2018

BNDES aprova R$ 6,7 milhões para estações de recarga de veículos elétricos
O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) aprovou apoio de R$ 3,4 milhões e R$ 3,3 milhões para dois projetos de redes de recarga de veículos elétricos. Os recursos serão provenientes do BNDES Funtec, fundo não reembolsável voltado a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação. As iniciativas foram selecionadas em uma chamada pública realizada em 2016 e serão desenvolvidas por duas unidades da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii): Fundação CPqD – Centro de Pesquisa e Desenvolvimento em Telecomunicações e a Fundação Centros de Referência em Tecnologias Inovadoras (CERTI).

O projeto do CPqD conta com investimento total de R$ 5 milhões e tem como interveniente a PHB Eletrônica Limitada, empresa brasileira com mais de 30 anos de experiência em projetos de inovação na área de eletrônica de potência aplicada a sistemas de energia. A iniciativa da CERTI prevê investimento de R$ 7,5 milhões e conta com a WEG, fabricante nacional de eletroeletrônicos de uso industrial com mais de 50 anos de mercado e que já atua no setor de redes inteligentes e mobilidade elétrica. Os projetos dispõem também de apoio financeiro não reembolsável da Embrapii, no valor total de R$ 2,9 milhões.

As instituições desenvolverão modelos de eletropostos de recarga lenta (8 a 16 horas), semirrápida (2 a 4 horas) e rápida (até 1 hora). As estações poderão ser instaladas em residências, shoppings, estacionamentos, postos de gasolinas e estradas.

O apoio aos dois projetos ocorre no âmbito dos objetivos do Acordo de Cooperação entre o BNDES e a Embrapii, estabelecido em setembro de 2017. Seus principais objetivos são realizar o apoio a projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação de empresas em colaboração com institutos de pesquisas e universidades, bem como promover a integração dos modelos de fomento à inovação.

O segmento de veículos elétricos apresenta rápido crescimento no mundo, tendo superado a marca de três milhões de unidades em 2017, aumento de 50% em relação a 2016. Apesar da grande quantidade, o montante representa apenas 0,2% do total da frota mundial e está concentrado em poucos países. A disponibilidade de uma infraestrutura de recarga é um dos principais gargalos para o desenvolvimento do setor. Nesse sentido, as operações do BNDES representam uma oportunidade para ampliação da frota de veículos elétricos no país.

As políticas públicas e as metas de redução de emissões de gases poluentes adotadas pelos países tendem a acelerar o processo de ampliação da frota de veículos elétricos. O setor de veículos elétricos apresenta uma série de oportunidades de aprimoramento, tais como o desenvolvimento de equipamentos mais compactos, de menor custo ou com maior capacidade de armazenamento. Outras possibilidades são a geração de energia fotovoltaica, troca de energia e programação de carregamento para horários de menor demanda e, consequentemente, menor custo.

Fonte : Canal Energia





 

Data: 17/10/2018

Média diária na quinzena supera 10,5 mil emplacamentos
Com vendas diárias acima de 10,5 mil veículos na primeira quinzena, o mercado de veículos deve encerrar outubro com desempenho próximo ao de agosto, o melhor mês do ano até agora. Com dez dias úteis, a primeira metade do mês totalizou venda de 105.698 unidades, indicando maior movimento nas concessionárias neste período do que nos meses anteriores.

Segundo fonte do mercado, teve dia na semana passada que as vendas superaram 13 mil unidades, volume bem atípico para uma primeira quinzena, visto que tradicionalmente o mercado é mais aquecido na terceira e, principalmente, quarta semana do mês. A mesma fonte acredita que outubro deve fechar com algo em torno de 240 mil a 250 mil veículos comercializados.

Em agosto, que teve 23 dias úteis, foram vendidas 248,6 mil unidades. O volume caiu 14,2% em setembro, para 213,6 mil veículos, mas a queda foi atribuída pela Fenabrave e Anfavea ao menor número de dias úteis do mês – apenas 19. Tanto é que a média de agosto para setembro teve alta de 4%, com respectivamente 10,8 mil e 11,2 mil licenciamentos por dia útil.

Segundo o presidente da Anfavea, Antonio Megale, a média diária de setembro não foi só a melhor do ano, mas também a mais alta desde janeiro de 2015. E se o aquecimento das vendas verificado na primeiro quinzena perdurar até o fim do mês, tudo indica que outubro – com 22 dias úteis – baterá novo recorde de vendas por dia útil, confirmando projeções de um bom final de ano para o setor.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 17/10/2018

Bolsonaro quer destravar projetos de infraestrutura com dinheiro privado
O pacote de concessões planejado por auxiliares de Jair Bolsonaro (PSL) para deslanchar projetos de infraestrutura deve incluir a possibilidade de renovar antecipadamente contratos em curso e relicitar aqueles que apresentam problemas. O plano de um eventual governo Bolsonaro baseia-se em expandir ferrovias, rodovias e aeroportos quase que exclusivamente com recursos privados.

O BNDES poderá entrar com financiamento para a fase de construção, segundo Paulo Coutinho, economista que supervisiona propostas para infraestrutura do PSL. “Objetivo é não colocar mais dinheiro do governo. O limite é o que está hoje no Orçamento”, disse em entrevista ao Estado.

Professor da UnB, ele responde ao general Oswaldo Ferreira, homem de confiança de Bolsonaro que assumiu a coordenação-geral em Brasília dos debates sobre o plano de governo.

Segundo o economista, a proposta em elaboração dá ênfase à expansão de ferrovias e prevê estímulo à cabotagem (transporte marítimo na costa de um mesmo país), cujo potencial hoje está subestimado, na avaliação do grupo. Uma das propostas é criar terminais exclusivos nos portos para cabotagem, o que ajudaria a reduzir custo no curto prazo sem promover a abertura do mercado para empresas estrangeiras.

Os recursos chineses serão bem-vindos, disse Coutinho. A depender do projeto, se a China quiser, a autorização “pode vir no dia seguinte”, disse. “Bolsonaro é contrário aos chineses comprarem terras. Não há resistência para ferrovias”.

Os auxiliares de Bolsonaro entendem que o BNDES deve ter papel no pacote de concessões, mas preveem atuação limitada do banco estatal na oferta de crédito, que não incluiria subsídios nas taxas de juros. A ideia é que os financiamentos tenham como referência a TLP (Taxa de Longo Prazo) e que banco assuma postura gerencial, auxiliando na elaboração de projetos e na atração dos investimentos.

“Não queremos colocar mais dinheiro no BNDES, já tem muito lá”, disse. Segundo Coutinho, o País é muito atrativo e os investidores virão. “O que falta é segurança jurídica e projeto”.

A equipe de Bolsonaro fia-se no interesse de investidores, especialmente estrangeiros, para o sucesso do plano. O governo Michel Temer também prometeu estimular dinheiro privado em infraestrutura, criou o Programa de Parcerias e Investimentos, mas teve sucesso em poucos leilões. A crise política, questionamentos de órgãos de controle, e a falta de interesse em empreendimentos travaram muitos projetos.

Privatização

Diante das resistências de Bolsonaro quanto à privatização da Eletrobrás e da Petrobrás, a proposta por ora é fatiar as estatais, mantendo com o governo suas áreas de geração de energia e de exploração de petróleo. A Transpetro, estatal de transporte de óleo e gás, também não deve entrar nos planos de venda. “Os militares entendem que é questão de segurança nacional. Numa guerra, você pode usar essas embarcações”, explica Coutinho.

Segundo ele, as propostas estão em fase avançada, mas a aprovação de Bolsonaro ainda não foi dada. “A palavra dele não se discute. Bolsonaro traça as grandes metas: Caixa, Eletrobrás não serão privatizadas? Então, acabou, não serão”.

Coutinho afirmou que, mesmo nas áreas preservadas sob mando estatal, há propostas em andamento. Se depender do grupo, Petrobrás e Transpetro não irão privilegiar estaleiros nacionais, pois eles “cobram caro”. Esses estaleiros devem virar unidades de reparo.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Renata Agostini e Vinicius Ne





 

Data: 17/10/2018

Exportador teme ações de novo governo
Líder nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência da República, o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, vem provocando ruídos nos negócios do Brasil com o exterior. Seu plano de mudar a embaixada do Brasil em Israel para Jerusalém põe em risco um volume de exportações de US$ 13 bilhões ao ano em carne bovina e de aves para o mercado muçulmano, que é apoiador da causa palestina. Já as declaradas restrições à presença chinesa na infraestrutura lançam dúvidas sobre uma carteira bilionária de investimentos que poderão ser aportados no País.

Mas, embora causem preocupação pelo potencial de estrago que trariam, essas declarações ainda não são tomadas como 100% certas. A elas é dado um desconto, pelo fato de terem sido feitas num contexto de campanha eleitoral.

A avaliação é feita, por exemplo, pelo presidente da Bahia Mineração, Eduardo Ladsham. "À medida que ele conhecer as relações comerciais (entre Brasil e China) vai perceber que é fundamental ter uma parceria."

Também o responsável pela Cadeia de Suprimentos Agrícolas da Cargill na América do Sul, Paulo Sousa, recomendou cautela com o ambiente "quente" do período eleitoral. "O Brasil precisa da China e a China do Brasil. A China tem a demanda pelos produtos agrícolas do Brasil, como a soja. A China tem capital para investir em infraestrutura no Brasil."

Sobre a possível mudança da embaixada brasileira em Israel, o consultor em comércio exterior Welber Barral disse que "esse é um tema central para o mundo árabe e para os muçulmanos em geral". Ele, porém, acredita que essa posição pode mudar após as eleições.

Essa também é a leitura que circula nos meios diplomáticos árabes. Por enquanto, a palavra de ordem é cautela. Nos meios técnicos, o risco de redução de compras do Brasil, principalmente de carne, é encarado com preocupação. A avaliação é que os países muçulmanos podem procurar outros fornecedores internacionais.

O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, informou que até o momento não recebeu nenhuma reclamação. "Tenho recebido embaixadores de países árabes, mas ninguém disse nada", afirmou ele ao Estado.

China

Bolsonaro também entrou em rota de colisão com a China, principal parceiro comercial do País, com uma corrente de comércio de US$ 74 bilhões só de janeiro a setembro deste ano. Na semana passada, ele declarou, em entrevista à TV Bandeirantes, que não venderia geradoras de energia a investidores daquele país. "A China não está comprando no Brasil, ela está comprando o Brasil", disse. "Você vai deixar o Brasil na mão do chinês?"

Segundo um integrante da equipe que trabalha no programa de governo do candidato, o sociólogo Antônio Flávio Testa, a fala de Bolsonaro expressa principalmente uma preocupação com a aquisição de terras no País e o risco de controle na produção agrícola nacional. "Mas não podemos prescindir dos investimentos chineses."

No início deste ano, o candidato fez uma visita a Taiwan, ilha que não reconhece o predomínio da China continental. Ele estava com os filhos e o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS), que deverá ocupar a Casa Civil caso o candidato do PSL vença as eleições. A visita resultou em uma carta de protesto enviada pela Embaixada da China ao DEM e publicada nas redes sociais em março pelo vereador do Rio de Janeiro César Maia. O Brasil não tem relações diplomáticas com Taiwan.

O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, disse ontem esperar que Bolsonaro não adote uma política externa que mexa nas relações Brasil-China. A China é o maior cliente da Vale, destino de mais de 60% do minério de ferro vendido pela companhia. Bolsonaro, porém, questionou o apetite da potência asiática por ativos brasileiros no setor elétrico. "Para a Vale, a preocupação é muito pequena tendo em vista nossa mútua dependência (China e Vale). Mas não é bom para ninguém. Disputas não trazem benefício e, se não é bom para ninguém, não é bom para a Vale", afirmou após participar do FT Commodities Summit 2018, no Rio.

Fonte : Portal Terra/O Estado de S. Paulo





 

Data: 17/10/2018

Déficit das autopeças cresce 17% este ano
As importações de autopeças registraram em setembro o segundo mês consecutivo de queda, mas no acumulado do ano o crescimento das compras no exterior, na faixa de 12,3%, ainda é maior do que o das exportações, que foi de 8,7%. Diante desses resultados, o déficit comercial do setor chegou a US$ 4,8 bilhões, valor 17% superior ao registrado no mesmo período de 2017, de US$ 4,1 bilhões.

Balanço divulgado esta semana pelo Sindipeças indicam exportações totais de US$ 5,9 bilhões nos nove primeiros meses e importações na faixa de US$ 10,7 bilhões. Em setembro, particularmente, as importações caíram 8,5% em relação ao mesmo mês do ano passado, para US$ 1 bilhão. Já as exportações no mesmo comparativo cresceram 4,3%, para US$ 695,3 milhões.

No levantamento do Sindipeças, chama a atenção a forte desaceleração dos negócios com a Argentina. Tradicionalmente o principal mercado da indústria brasileira, o país vizinho reduziu suas compras em setembro pelo terceiro mês consecutivo e pela primeira vez no acumulado do ano as exportações para lá registraram desempenho negativo de 0,5% – US$ 1 bilhão 669 milhões contra US$ 1 bilhão 678 milhões.

Foram exportados no mês passado apenas US$ 153,7 milhões para a Argentina, 28,9% a menos do que os US$ 216,3 milhões de setembro de 2017. Diante dessa queda, os Estados Unidos ocuparam no mês o primeiro lugar como principal comprador da indústria brasileira, com negócios da ordem de US$ 155,9 milhões, 22,4% a mais do que no mesmo mês do ano passado.

Conforme análise do Sindipeças, “o comércio exterior de autopeças brasileiras tem sido influenciado pela crise argentina, a maior localização estimulada pela valorização do dólar e turbulências geradas pela guerra comercial entre EUA e China”.

China, Alemanha e EUA seguem como os principais mercados para as aquisições dos fabricantes de autopeças, com participações de 12,9%, 12,1% e 11,3%, respectivamente.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 17/10/2018

Mercedes-Benz comemora novas vendas de ônibus
A Mercedes-Benz comemora as vendas de quase 200 chassis nas últimas semanas, para atender operadoras de ônibus de diferentes segmentos e regiões do país.

Quatro destas negociações envolvendo 61 unidades foram com empresas de passageiros que não eram clientes habituais da marca: Rimatur, que atua no setor de fretamento em Curitiba e região metropolitana; Princesa dos Campos, de Ponta Grossa no Paraná, do setor de rodoviários e fretamento; e para as empresas do sistema urbano de Joinville, em Santa Catarina, Gidion e Transtusa – Transporte e Turismo Santo Antônio Ltda.

Entre as empresas que já trabalham com os veículos da Mercedes-Benz, as compras foram feitas pela Viação Garcia, do Paraná, que adquiriu 72 unidades, de diferentes portes. E, também, para o Grupo Brasileiro, da Bahia, que comprou 66 unidades entre urbanos e rodoviários para as empresas Cidade Sol, Rota e Expresso Brasileiro.

“Todos esses negócios são muito importantes para a expansão da marca, que lidera o mercado de veículos de transporte coletivo acima de oito toneladas”, afirma Walter Barbosa, diretor de Vendas e Marketing de Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil

De acordo com dados da Fenabrave, somente a Mercedes-Benz emplacou um total de 8,1 mil ônibus entre janeiro e setembro desse ano, o que equivale a 61,07% de participação de mercado. Se computadas todas as marcas os licenciamentos alcançaram a soma 13.264 unidades no período.

Fonte : Frota & Cia/José Augusto Ferraz





 

Data: 17/10/2018

Mercedes-Benz leva o balcão de peças para as prateleiras
Parceria entre a Mercedes-Benz e o concessionário De Nigris, de Sorocaba (SP) promoveu a introdução do primeiro Mercado de Peças Mercedes-Benz, espaço criado dentro da loja com jeito de supermercado onde o próprio escolhe o que precisa dentre peças e acessórios.

O conceito não é novidade no varejo, mas pioneiro em concessionária de veículos comerciais. A iniciativa persegue objetivo de alavancar as vendas de peças de reposição e serviços. “Estamos trazendo para as prateleiras o que fica escondido atrás do balcão do atendimento de peças”, resume Jaqueline Neves, gerente sênior de vendas e marketing de peças e serviços ao cliente da Mercedes-Benz.

Nas gondolas do espaço criado na De Nigris, estão expostos mais de 200 itens das três marcas de peças da marca: Genuína, Alliance (de uso multimarca) e Renov (componentes remanufaturados), além de produtos de conservação, limpeza e acessórios para caminhões, ônibus e comerciais leves.

Para a gerente da fabricante, o mercado amplia as possiblidades de vendas casadas, ou seja, ao levar o filtro de óleo o consumidor também pode se decidir pelo lubrificante.

“Hoje, a compra peças é muito racional. O cliente já chega no balcão sabendo o que quer. Os produtos expostos aumentam as oportunidades de ele lembrar de outras necessidades”, acredita Jacqueline Neves. “Depois também se torna um canal para o cliente conhecer outras alternativas de compra, como a linha Alliance e a de remanufaturados.”

Embora a loja seja de autoatendimento, com preços e formas de pagamentos fixados junto aos produtos, a gerente adianta que o cliente também tem à disposição consultores técnicos para resolver quaisquer dúvidas a respeito da aplicação das peças e componentes.

Soma-se ainda à ideia do supermercado de peças garantir ao cliente da marca conveniência, praticidade e rapidez no atendimento. “Queremos também romper com a imagem de que o preço da concessionária é mais caro”, conta Afabio Freitas, diretor da De Nigris Sorocaba, Itu e Itupeva. “Estudos contínuos nos permitirão entender com expor e que tipo de peças e kits de componentes deverão estar mais presentes nas gondolas.”

A novidade de Mercedes-Benz funciona desde agosto e foi uma iniciativa da própria De Nigris, que bateu na porta do departamento de vendas e pós-venda da fabricante em busca de ajuda para atrair mais clientes.

Freitas não revela números até mesmo em virtude do pouco tempo de abertura do mercado, mas já contabiliza um aumento de 10% no movimento da casa, índice que acredita ser o que terá a mais no faturamento de peças e serviços da casa. “Trouxemos mais possibilidades de ter o cliente mais próximo, de visibilidade e fidelização.”

Os planos da Mercedes-Benz é expandir o conceito para toda a rede. Jacqueline Neves estima que até o fim do ano que vem pelos menos cinco novas concessionárias tenham em seu espaço o Mercado de Peças. “Já temos consultas e projetos arquitetônicos elaborados de acordo com o tamanho da concessionária ou conforme o número de visitas na oficina”.

Fonte : AutoIndústria/Décio Costa





 

Data: 17/10/2018

Continental Pneus lança banda de rodagem LSU1 para veículos leves
A Continental, maior fabricante de pneus da Alemanha e integrante do maior grupo sistemista do mundo, anuncia o lançamento da banda de rodagem ContiTread™ LSU1, ampliando assim as opções disponíveis no mercado brasileiro.

Com as crescentes restrições ao tráfego de veículos pesados nos grandes centros urbanos, o número de veículos leves voltados ao transporte nas cidades vem crescendo de forma significativa. Essa tendência está refletida nos números: a medida 215/75 R17,5 já representa quase 13%* do mercado total de 7 milhões de pneus comercializados anualmente no Brasil.

Além disso, segundo a Associação Nacional dos Fabricantes de Ônibus (FABUS), o acumulado durante o período de janeiro a agosto de 2018 em relação à produção de carrocerias para ônibus mostra que os micro-ônibus já representam 23% do volume total.

A recapagem com a banda de rodagem ContiTread™ LSU1 assegura a manutenção de todas as qualidades presentes no pneu original. Esse modelo da Continental foi desenvolvido especificamente para o tráfego urbano, que tem demandas particulares como paradas frequentes, alta temperatura durante operação e variações contínuas tanto da velocidade como das rotas percorridas.

O pneu LSU1 na medida 215/75 R17,5 da Continental combina alta resistência com excelente aderência e dirigibilidade nas mais variadas condições de piso, entregando maior conforto aos motoristas e passageiros.

A banda de rodagem LSU1 produzida nacionalmente conta com uma série de melhorias em relação ao produto semelhante que antes era importado, entre as quais uma oferta 5% superior em relação à quilometragem; 15% em termos de durabilidade; o mesmo percentual em maior resistência a cortes e a picotamentos, além de um peso do produto em média 11% menor, garantindo maior rentabilidade aos reformadores e maior performance aos usuários finais.

A banda de rodagem ContiTread™ LSU1 garante a manutenção de todos os diferenciais do pneu novo, incluindo um maior rendimento quilométrico e recapabilidade, além de uma excepcional relação custo-benefício com menor custo por quilômetro rodado, fatores que são preponderantes para a escolha de um pneu nesse segmento. As bandas LSU1 são oferecidas nas larguras 180 mm, 188 mm e 195 mm, com profundidade de 12,5 mm, e são compatíveis com as diferentes marcas de carcaças disponíveis no mercado. Os pneus Continental recapados com a ContiTread™ contam com o benefício adicional das Garantias C2 e C3, que protegem o pneu reformado até o final da 3ª vida.

"Nosso objetivo com esse lançamento, além de ampliar a oferta de produtos ContiTread, é o de completar nosso portfólio de bandas de rodagem com um produto específico para aplicação urbana de forma a suprir a alta demanda do mercado em relação à reforma de pneus de carga para veículos leves", comenta Rafael Figueiredo, gerente de produto CVT e recapagem da Continental Pneus, acrescentando que ao disponibilizar uma solução completa do pneu e banda de rodagem o usuário será capaz de manter todas as características do modelo original e garantir o menor custo na operação total.

Saiba mais sobre banda de rodagem ContiTread™ LSU1 no www.conti.com.br.

Fonte : O Brasil Sobre Rodas





 

Data: 17/10/2018

Randon Implementos lança em Chapecó nova família de semirreboques frigoríficos
O semirreboque frigorífico mais leve do mercado brasileiro será apresentado pela Randon Implementos em Chapecó (SC). E com direito a dois lançamentos simultâneos nesta quarta-feira (17): na Feira de Transporte e Logística de Santa Catarina (Fetranslog), que ocorre até sexta-feira (19), e na própria unidade da Randon em Chapecó, onde a empresa receberá seus clientes. A escolha da empresa se deve ao caráter estratégico da região para o transporte rodoviário de cargas, particularmente o frigorífico, e também comemora os sete anos de operação no Oeste catarinense.

O novo produto chega carregado de novidades. Com um novo conceito de projeto e a utilização de materiais de alta tecnologia, foi possível reduzir a tara, tornando a frigorífica ainda mais leve do que o modelo anterior - e consolidando-se como a mais leve do mercado. Além disso, o investimento de mais de R$ 5 milhões em P&D e novos processos produtivos também contribuíram para ampliar a durabilidade e a capacidade de isolamento térmico, tradicionais atributos dos frigoríficos Randon. Para completar, a combinação do novo chassi e suspensão, ambos de bitola larga, oferece ainda maior estabilidade. “É um lançamento que traz muita tecnologia embarcada e mantém todos os benefícios já consagrados da frigorífica Randon linha R, com excelente desempenho operacional para o cliente. A nova linha, que chegará ao mercado por Chapecó, é o principal lançamento da Randon em 2018”, destaca o diretor corporativo da Divisão Montadoras, Alexandre Gazzi.

Quando a empresa afirma que a novidade começará a rodar nas estradas do Brasil pelo Oeste catarinense, é literalmente isto, porque o primeiro equipamento tem o timbre da Transportadora Marvel, que adquiriu a primeira unidade de série da nova frigorífica Randon. A cerimônia de entrega ocorrerá na planta da Randon Chapecó, que comemora sete anos de operação. Para marcar a data, também será feita a entrega solene da frigorífica de número 5 mil fabricada ali, adquirida pela Transportes Framento. “É uma ocasião de grande orgulho para a Randon, pela prosperidade que encontrou na região e pelo reconhecimento dos clientes”, afirma o presidente das Empresas Randon, David Randon, que participará dos eventos, ao lado da Diretoria da Randon Implementos e Rede de Distribuidores Randon.

Outras novidades

Em paralelo, o produto estará em exibição e pronto para comercialização no estande da empresa, que conta com estruturas de operação do Banco Randon e da Randon Consórcios, na Fetranslog, no parque da Exposição-Feira Agropecuária, Industrial e Comercial de Chapecó (Efapi).

A nova frigorífica não será o único lançamento das Empresas Randon nos eventos. A Suspensys leva sua nova suspensão pneumática para toda linha de implementos, a TAS (Trailer Air Suspension) desenvolvida pela própria empresa. É um produto mais leve, que oferece maior capacidade de carga transportada e menor custo de manutenção. Esta nova linha de suspensões foi desenvolvida para suprir uma nova demanda de mercado que contemple redução de peso, alta durabilidade e projeto compacto. Disponível nas versões Light, Standard e Heavy Duty para aplicações on-road e off-road com sistema de montagem clamp (sem solda) – Sistema WeldFree®, patente da Suspensys.

Durante a Fetranslog, pela Randon Implementos, também serão apresentados o semirreboque graneleiro linha R, carro-chefe da empresa e que possui entre suas principais características a reconhecida lateral Ecoplate2, que traz uma combinação de leveza, resistência e durabilidade ao produto. Também estará exposta a carroceria furgão carga geral, produzida em Chapecó e disponível para montagem em toda a Rede Randon.

No mesmo espaço, a JOST mostrará sua 5ª Roda JSK 37CW, que dispensa do uso de graxa na superfície do bloco (Lubfree) e Pino Rei. A graxa é substituída por placas poliméricas de desgaste entre a região de contato e atrito com o semirreboque, evitando a contaminação no momento de carga e descarga, em especial de alimentos e grãos. Além disso, outro importante benefício é a redução nos tempos de paradas e custos de manutenção. Recicláveis, as placas são substituídas ao final da vida útil, contribuindo para a preservação do meio ambiente.

Randon S.A - Divisão Implementos - Maior fabricante de reboques e semirreboques da América Latina e entre os maiores do mundo, a Randon S.A., desde 1949, fabrica diferentes tipos de equipamentos entre semirreboques, reboques e carrocerias, nas modalidades graneleiro, carga seca, tanque, basculante, silo, frigorífico, canavieiro, florestal, sider, furgão, entre outros. Em 2004, a Randon ingressou no segmento ferroviário, complementando seu portfólio de produtos para o transporte de carga, com os vagões do tipo hopper, gôndola, tanque, carga geral, sider e plataforma, entre outros.

Além da sede, em Caxias do Sul (RS), a empresa tem unidades industriais em Chapecó (SC), Araraquara (SP), na cidade de Rosário, Província de Santa Fé, na Argentina e em Callao, região metropolitana de Lima, Peru, com um sistema de complementação de linhas de produção com total sinergia entre todas as unidades, de modo a atender todos os mercados.

Fonte : Segs/Noemi Oliveira





 

Data: 17/10/2018

Fábrica da Volkswagen em São Carlos celebra a produção de 100 mil motores 1.4l TSI para exportação
O contrato de exportação com a fábrica de Puebla, no México, se estende até 2020 e contempla mais de 300 mil unidades de motores EA211 1.4l TSI para equiparem modelos como o Novo Jetta, para serem enviados ao mercado Norte Americano. Para atender o aumento da demanda produtiva, a unidade de São Carlos contratou 250 novos profissionais em 2018.

“A qualidade e tecnologia dos nossos motores atende a mercados extremamente criteriosos pelo mundo. Já exportamos motores completos, blocos e virabrequins. São Carlos tem cada vez mais se transformado em uma base produtiva não só para a América do Sul, como também a América do Norte e Europa”, destaca Pablo Di Si, Presidente e CEO da Volkswagen América Latina.

Mercado interno em crescimento

De janeiro a setembro, a Volkswagen do Brasil registrou crescimento de 33,5% em suas vendas na comparação ao mesmo período do ano passado, mais do que o dobro da indústria automotiva, que cresceu 13% nos emplacamentos de automóveis e comerciais leves.

Apenas em setembro, a Volkswagen registrou crescimento de 35,4% nas vendas em relação ao mesmo mês do ano passado, mais de seis vezes a mais do que o mercado, que cresceu 5,8% no mesmo período. É o melhor mês de setembro para a Volkswagen em quatro anos.

A Volkswagen é a marca que mais ganha em participação de mercado em 2018. Foram 2 pontos percentuais a mais, para 15% de market share no acumulado de 2018.

Blocos e virabrequins também para outros países

Nos últimos anos, a fábrica de São Carlos tem se tornado uma importante produtora de componentes para exportação.

Em 2015, a unidade foi selecionada dentre todas as operações da Marca no mundo para exportar blocos de motores 1.0l da família EA211 para a produção de propulsores que equipam os modelos Polo e up! na Europa, a partir da fábrica de Chemnitz, na Alemanha.

A fábrica também conquistou outro recente contrato para o mercado externo: a exportação de 5 mil unidades de virabrequins, uma das peças vitais do motor, na versão 1.0l TSI, também para Chemnitz.

As linhas de usinagem e montagem EA211 receberam evoluções para produzir o motor 1.4 TSI exportação, visando atender o processo produtivo que envolve este modelo, por possuir uma calibração diferenciada, dadas às diferentes normas, temperaturas e combustível de outros mercados, como o dos Estados Unidos.

A unidade de São Carlos é responsável pela produção dos propulsores da família EA211 nas versões 1.0l MPI, 1.0l TSI, 1.4l TSI e 1.6l MSI, que equipam os modelos Novo Polo, Virtus, up!, cross up!, Golf, Gol, Voyage, Saveiro Cross. Em São Carlos, também é fabricado o consagrado EA111 1.6l, presente nos modelos Gol, Fox, Voyage, SpaceFox e Saveiro. Para o mercado brasileiro, 100% dos produtos recebem a tecnologia bicombustível Total Flex. Para o mercado externo são produzidos motores a gasolina.

Fonte : São Carlos Agora