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Data: 16/8/2018

Linhares terá montadora de automóveis
Após fechar parceria com o Grupo PSA, que detém as marcas Peugeot e Citroën, o presidente da empresa Ebercon, Eduardo Eberhardt, confirmou que a montadora de veículos esportivos da marca D2D Motors virá para Linhares, no Norte do Espírito Santo. As operações terão início no ano que vem, em um galpão de 5 mil metros quadrados no município.

O projeto da montadora exigirá investimentos de aproximadamente R$ 30 milhões em sua primeira fase.

A capacidade máxima instalada da unidade capixaba será de 300 veículos produzidos por mês e a operação deve gerar cerca de 60 empregos diretos.

Inicialmente, a nova marca de automóvel irá fabricar um modelo conversível compacto (novo no Brasil), em releitura do antigo “buggy”, já batizado de SKY. Um protótipo foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel de São Paulo, em 2016. As francesas Peugeot e Citroën devem fornecer os motores e as peças para montagem dos automóveis.

Fonte : Metro Brazil





 

Data: 16/8/2018

Decreto vai regulamentar incentivo para montadoras
O presidente Michel Temer deve assinar, até sexta-feira, decreto regulamentando a medida provisória (MP) que criou o novo regime automotivo brasileiro, o Rota 2030. Segundo Igor Calvet, secretário de Desenvolvimento e Competitividade Industrial do Ministério de Indústria, Comércio Exterior e Serviços, a partir do momento em que o ato for publicado no Diário Oficial, fabricantes e importadores estarão prontos a se habilitar ao regime. Ele afirmou que as 21 montadoras instaladas no Brasil já sinalizaram que vão aderir ao programa.

Criado para substituir o Inovar Auto, que vigorou até o fim de 2017, o Rota 2030 terá um custo fiscal de até R$ 1,5 bilhão por ano nos próximos 15 anos. As indústrias automobilísticas poderão abater de 10,2% a 12% do valor que investirem em pesquisa e desenvolvimento do Imposto de Renda e da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

As montadoras também serão obrigadas a cumprir uma série de condições. Por exemplo, melhorar em 11%, até 2022, a eficiência energética para reduzir o consumo de combustível e a emissão de poluentes dos carros.

"Todas as montadoras que falaram comigo disseram que vão aderir ao programa. A demonstração delas é que, ao fim e ao cabo, o programa poderia ter sido mais, mas ficou razoável e elas acham que normatiza e regulamenta o mercado" disse Calvet ao GLOBO.

De acordo com o secretário, o decreto, que contém cerca de 40 páginas, está em revisão pela Receita Federal. O texto terá, entre outros pontos, a fórmula de cálculo das emissões de veículos, as sanções às empresas que descumprirem as regras e como será o abatimento dos investimentos em P&D pelas indústrias.

"O decreto vai esmiuçar a MP, que tem cinco páginas, e já está em análise por uma comissão especial do Congresso" afirmou.

A MP, que precisa ser aprovada até a segunda quinzena de novembro, ou então perde a validade, recebeu 81 emendas. Porém, adiantou Calvet, não há nada que tenha desfigurado a essência do programa.

Outra vertente do programa contempla as indústrias de autopeças. Empresas que importarem esses produtos sem fabricação equivalente no país terão o Imposto de Importação zerado. Em contrapartida, as empresas terão de investir em ciência e tecnologia.

Um dos objetivos do programa é atrair investimentos. Com essa meta, o secretário acompanhará o ministro Marcos Jorge a uma viagem a países asiáticos, em setembro, quando aproveitará a oportunidade para falar sobre o Rota 2030 às montadoras do continente.

"Haverá outras coisas na Ásia, como um seminário de investimentos no Brasil. E vamos aproveitar para falar sobre o Rota. O novo regime automotivo interessa ao mundo inteiro" enfatizou Calvet.

Fonte : O Globo/Eliane Olieveira





 

Data: 16/8/2018

No mercado de usados, só os pesados têm resultado positivo
Em contraste com o mercado de veículos novos, o de usados está rateando este ano. No acumulado até julho registrou pequena queda de 0,1%, a primeira do ano, reflexo principalmente da desaceleração no segmento de automóveis. Levantamento da Fenabrave mostra que apenas os pesados – caminhões e implementos rodoviários – ainda mantém desempenho positivo no ano.

A venda de caminhões usados cresceu 12,3% em julho sobre junho – 32 mil unidades contra 28,5 mil – e 2,1% no acumulado dos primeiros sete meses, com o registro de 197,9 mil negócios este ano, ante os 193,7 mil do mesmo período de 2017. No caso dos implementos rodoviários a alta até julho é de 8,7%, com a comercialização de, respectivamente, 51,7 mil e 47,6 mil unidades.

Já os negócios com automóveis usados caíram no comparativo anual, totalizando 5 milhões 190 mil unidades este ano, contra as 5 milhões 200 mil dos primeiros sete meses de 2017. As vendas do segmento até cresceram em julho com relação ao mês anterior, mas o mercado em junho foi afetado pelo desabastecimento provocado pela greve dos caminhoneiros. No caso dos comerciais leves, há praticamente uma estabilidade. O crescimento é de apenas 0,2%, com 816,3 mil unidades comercializadas até julho.

O presidente da Fenauto, Ilídio dos Santos, entidade que representa o setor de lojistas multimarcas de veículos seminovos e usados, diz que um dos problemas no setor é que os bancos ainda mantêm fortes restrições na concessão de financiamentos. “De cada dez propostas, atualmente, apenas três são aprovadas. Com a melhora da economia e o retorno do trabalho pleno, esperamos que esse cenário possa ser alterado positivamente”.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 16/8/2018

Com capacidade no limite, Hyundai chega a 1 milhão de veículos no Brasil
A Hyundai encerrou 2016 com 10% do mercado brasileiro de automóveis e comerciais leves, seu recorde até hoje, e na quarta posição no ranking de marcas mais vendidas. Em 2017 sua participação ficou aquém disso, 9,3%, o que garantiu apenas a quinta posição. E no acumulado dos sete primeiros meses deste ano, a montadora coreana negociou 115 mil veículos, equivalentes a fatia de 8,6%, também na quinta posição.

Mas pelo ritmo do mercado interno, e com a Renault apenas 0,2 ponto porcentual atrás, é quase certo que a Hyundai perderá também este quinto lugar ao final de 2018 - isso se não deixar escapar ainda a sexta posição para a Toyota, que tem 8% no acumulado do ano.

Essa curva descendente, entretanto, não atrapalhou o encontro que a montadora teve com representantes de seus mais de duzentos pontos de venda nesta terça-feira, 14, em São Paulo. Ao contrário, durante o evento, que comemorou oficialmente a produção do veículo 1 milhão em apenas 5 anos e dez meses de operação na fábrica de Piracicaba (SP) – tempo recorde na história do setor aqui – o clima era visivelmente de satisfação com os negócios.

Isso porque a queda da participação não se deve a um mau desempenho mercadológico dos HB20 hatch e sedã e do utilitário esportivo Creta, os três modelos fabricados no interior paulista. Na verdade, o problema é exatamente o inverso: a Hyundai vende tudo o que fabrica deles, mas sua capacidade produtiva está no limite praticamente desde o segundo ano de operação da planta.

Já foram fabricados 940 mil HB20 hatch e sedã e 60 mil Creta

Inaugurada em setembro de 2012, exatamente um ano depois a fábrica abriria o terceiro turno de trabalho e assim tem trabalhado desde então, independente de como caminharam as vendas totais do mercado nesse período.

Com algum esforço extra de áreas específicas aos sábados, Piracicaba tem fôlego para cerca de 180 mil veículos anuais, nada além disso.

Os números consolidados comprovam que a empresa não tem mais como driblar essa limitação há algum tempo: tanto que fabricou 179,7 mil veículos já em 2014 e quase o mesmo tanto no ano passado, 179,4 mil, além de ter cravado 163,7 mil em 2015 e 167,7 mil em 2016.

O quadro desse comemorado sufoco fica ainda mais claro quando se sabe que a quase totalidade dos 940 mil HB20 hatch e sedã e os 60 mil Creta produzidos em menos de seis anos permaneceu no mercado interno.

As exportações acumuladas para Uruguai, Paraguai e Bolívia não ultrapassaram ainda 5 mil unidades desde 2016, quando os primeiros hatches cruzaram as fronteiras. A primeira tímida remessa do SUV partiu para o Paraguai somente no segundo semestre do ano passado.

Angel Martinez, diretor de vendas, marketing e pós-vendas da Hyundai Motor Brasil, reconhece que por conta da falta de capacidade a Hyundai naturalmente tende a perder participação em um cenário de vendas médias crescentes, como está delineado para todo 2018.

Prova disso é o que já ocorreu até aqui. Enquanto os segmentos de automóveis e comerciais leves somados evoluíram 14,1% no acumulado de janeiro a julho, a Hyundai cresceu pouco mais de 4%. E, mesmo se considerados apenas os automóveis, segmento onde a marca está presente, a relação não é tão mais favorável, já que neste caso as vendas avançaram 13,5% no período.

Os planos para ampliar a fábrica de Piracicaba transitam pelas mesas dos principais dirigentes da montadora há bom tempo. Caberá a Eduardo Jin, presidente da operação brasileira desde julho, decidir encaminhar ou não o projeto que ampliará a área construída no complexo paulista.

E rapidamente, caso o mercado interno dê sinais de novo crescimento em 2019 e 2020. “Estamos acompanhando a economia. Não há uma definição ainda”, afirma Martinez.

De qualquer forma, apesar de recém-chegado, Jin sabe bem onde pisa e o quanto e quando terá que avançar na capacidade produtiva de Piracicaba. Ele foi um dos executivos que participaram da concepção e construção da fábrica, há mais de sete anos.

Vendas somaram 115 mil unidades no acumulado até julho

Na solenidade com os concessionários, da qual participou o Marcos Jorge de Lima, Ministro da Indústria, o executivo apresentou ainda a série comemorativa 1 Million de seus três modelos, que além de identificação na carroceria, oferecem itens exclusivos.

Serão apenas 2 mil unidades do Creta, 1,2 mil do HB20 e 1,3 mil do HB20S que começam a ser vendidas na semana que vem. Mais um bom problema a ser administrados pela rede de concessionárias, que, segundo Martinez, tem média de vendas anual de setecentos a oitocentos veículos, a maior entre as marcas.

Outra vantagem da rede apontada pelo executivo: apenas 6% dos Creta e 19% dos HB20 são negociados por meio de vendas diretas, modalidade crescente no País e que implica em redução de negócios nas próprias revendas.

“E nenhuma unidade vendida para locadoras”, assegura Martinez, que vê a necessidade de a marca ter no máximo mais dez pontos de vendas para apenas aprimorar, claro, a cobertura do pós-venda.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães





 

Data: 16/8/2018

Atividade econômica recua 0,99% no segundo trimestre
A economia brasileira recuou no segundo trimestre, comparada com os primeiros três meses do ano. Na quarta-feira, 15, foi divulgado o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado, com queda de 0,99%, motivada pela greve dos caminhoneiros do fim de maio e começo de junho, segundo informações da Agência Brasil.

A greve gerou uma crise de desabastecimento no país. Estimativas do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, divulgadas em junho, eram de que o impacto na economia foi de R$ 15 bilhões, equivalente a 0,2% do PIB

No primeiro trimestre, de acordo com dados atualizados pelo BC, houve crescimento de 0,2%, na comparação com o período de outubro a dezembro de 2017.

De janeiro a junho deste ano, houve crescimento de 0,89% (sem ajustes), na comparação com o primeiro semestre de 2017. Em 12 meses, a expansão chegou a 1,3%.

Em junho, o IBC-Br registrou crescimento de 3,29% na comparação com maio (dado dessazonalizado). Na comparação com o mesmo mês de 2017, o crescimento ficou em 1,82%.

Fonte : Agência Brasil





 

Data: 16/8/2018

Camex zera tarifa de máquinas e equipamentos no regime de ex-tarifários
A Câmara de Comércio Exterior (Camex) zerou as tarifas de importação de vários bens de informática e telecomunicações e de bens de capital. Os itens beneficiados são máquinas e equipamentos industriais sem fabricação nacional, todos na condição de ex-tarifários. Originalmente, esses bens são tributados com alíquotas como 12%, 14%, 16%.

A decisão consta de duas resoluções publicadas no Diário Oficial da União (DOU) desta segunda-feira, 13. As medidas ficarão em vigor até 30 de junho de 2020.

Fonte : Istoé Dinheiro





 

Data: 16/8/2018

Produção de motos sobe 34,7% em julho, diz Abraciclo
A produção de motos no Brasil subiu 34,7% em julho, com 96.277 motos feitas, informou a associação das fabricantes, a Abraciclo.

O desempenho foi em comparação ao mesmo período do ano passado, que teve 71.482 unidades produzidas. Em relação ao mês de junho, quando 50.118 motos foram montadas no país, o crescimento foi de 92,1%.

Já no acumulado dos sete meses, saíram das linhas de produção 590.961 motos, alta de 19,3% sobre o mesmo período do ano passado (495.232 unidades).

De acordo com a entidade, fatores como a ampliação da oferta de crédito e maior participação do consórcio estão sendo fundamentais para bons resultados.

O desempenho baixo em junho ocorreu devido aos reflexos da greve dos caminhoneiros, no final de maio.

Exportações em baixa

Em julho foram exportadas 5.229 motocicletas fabricadas no Brasil, o que representa queda de 37,6% sobre o mesmo mês do ano passado, que alcançou 8.380 motos.

Na comparação com junho, com 4.404 unidades, houve alta de 18,7%. Com relação ao desempenho no acumulado dos sete meses, foram exportadas 46.259 motocicletas, aumento de 13,4% sobre as 40.797 unidades registradas no mesmo período do ano passado. Os principais destinos neste período foram, pela ordem, a Argentina, Estados Unidos e Colômbia.

Fonte : Portal G1





 

Data: 16/8/2018

Mercado mundial de veículos cresceu 3,6% no primeiro semestre
Apesar do conturbado quadro de incertezas e guerras comerciais entre os principais blocos econômicos, as vendas mundiais de veículos cresceram 3,6% no primeiro semestre de 2018 em comparação com o mesmo período do ano passado. Superaram 44 milhões de unidades, segundo a apuração da consultoria internacional Jato Dynamics, que contabiliza dados dos 57 mercados mais importantes de todos os continentes.

Com pouco mais de 1,1 milhão de automóveis e comerciais leves vendidos no mesmo período e 14% de crescimento, o Brasil aparece ainda apenas como o nono maior mercado no levantamento da consultoria, muito também em função da estagnação dos negócios no Canadá, que apenas repetiram as 1 milhão de unidades do ano passado e mantiveram o país na décima posição.

Dentre os dez principais mercados, porém, somente a Índia, que atingiu quase 2 milhões de unidades, 16% a mais do que nos primeiros seis meses do ano passado, registrou crescimento superior ao do Brasil.

O país asiático entrou definitivamente para o grupo polos consumidores mais representativos. Fechou o semestre como o quarto maior mercado, atrás do Japão (2,7 milhões), que encolheu 2%, e ultrapassou por pouquíssima margem a tradicional Alemanha (+3%). De acordo com outra consultoria global, a LMC Automotive, as vendas de veículos na Índia devem ultrapassar as do Japão em 2021.

A América Latina também teve uma primeira metade de ano positiva graças ao excelente desempenho das vendas e melhorias de automóveis no Chile e no Equador, além, claro, do desempenho brasileiro. O mercado de automóveis latino-americano, enfatiza a Jato, é agora maior que o japonês.

Os SUVs seguem sendo o segmento de maior ascensão em quase todo o planeta – dos principais polos automotivos, apenas no Japão eles ainda não desempenham papel tão preponderante. Foram vendidos quase 15 milhões de SUVS de janeiro a junho, 14% a mais do que em igual período de 2017 e resultado recorde.

Segundo a Jato, as vendas no segmento aumentaram em dez das onze principais regiões, com evolução de dois dígitos em oito delas. Só na China esses modelos representaram 42% dos automóveis negociados no primeiro semestre. Nos Estados Unidos os negócios com utilitários esportivos subiram 13% no mesmo período. Na Europa, ainda mais: enquanto as vendas de carros encolheram 4%, as SUVs evoluíram expressivos 24%.

A impressionante curva ascendente desses produtos não deve arrefecer tão cedo na média mundial. No entender da consultoria, se utilitários esportivos já são muito populares nos Estados e China, por exemplo, têm ainda presença tímida na América Latina, Japão e Índia, o que sugere ainda potencial de crescimento em importantes mercados.

Um bom exemplo disso são os muitos lançamentos aguardados para o segmento no Brasil nos próximos três anos. Aqui, de cada quatro veículos vendidos em 2018, um foi utilitário esportivo.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 16/8/2018

Cuidados na volta das férias
Durante as férias de julho, muitos motoristas saem das suas cidades para fugir dos grandes centros urbanos. Não importa o destino ou os caminhos percorridos, os problemas de conservação das estradas e as frenagens recorrentes geralmente ocasionam desgastes desiguais nos pneus, podendo deixar o motorista na mão na retomada do dia a dia. Itens decisivos para a segurança do motorista e dos passageiros, é importante que o conjunto receba a atenção do proprietário do automóvel após o retorno da viagem.

“Com o estresse provocado por percursos maiores, de longas quilometragens, muitas vezes em declives e curvas que o motorista desconhece, os pneus acabam sendo exigidos de maneira diferente da habitual”, explica Felipe Zacarias, engenheiro e piloto do campo de provas da Goodyear.

De acordo com o especialista, a primeira etapa é conferir a pressão dos pneus, sempre seguindo as indicações do manual do proprietário do veículo. Também é necessário checar se não há desgastes desiguais, cortes, deformações, pregos ou elementos cortantes presos aos pneus. “Muitas vezes, o motorista nem percebe coisas importantes, como a falta de um dos parafusos da roda ou a condição da válvula (ou bico) que pode ressecar, por exemplo, devido ao contato com a urina de cachorro, óleo ou graxa”, orienta o especialista.

Limite de segurança

Para Leonardo Igrejas, responsável pela RJ Pneus, centro automotivo especializado no assunto, a condição dos amortecedores, suspensão e sistema de freios é importante para que o motorista retome a sua rotina sem correr maiores riscos. “O motorista deve avaliar a profundidade das ranhuras, que precisa estar acima da marcação TWI (1,6 mm). Fora desse padrão, aumenta a possibilidade de furos e de possíveis instabilidades em pistas molhadas. Assim, o veículo fica mais suscetível a derrapagens. Nesses casos, o motorista vai precisar de um espaço maior para frenagens”, explica Leonardo Igrejas, da RJ Pneus.

Fonte : Meiahora - RJ





 

Data: 16/8/2018

Caminhoneiros podem fazer check-up gratuito na Castello
A CCR ViaOeste e o Grupo de Manutenção Automotiva (GMA) oferecem na quarta-feira (15) e quinta-feira (16) um check-up gratuito de saúde e de caminhões na sede do Estrada da Saúde, que fica no km 57 da rodovia Castello Branco sentido Capital. A Agência de Transportes de São Paulo (Artesp) apoia a iniciativa.

Técnicos do programa Caminhão 100% verificarão itens mecânicos e de segurança dos caminhões, independentemente da marca. Os motoristas que pararem para fazer a avalição, também poderão cuidar da saúde. Tudo gratuitamente.

O Programa “Estrada para a Saúde”, da CCR ViaOeste, oferece a oportunidade do caminhoneiro cuidar do seu bem estar físico e mental gratuitamente. Ele poderá realizar: exames de glicemia, colesterol e pressão arterial; acuidade visual; cálculo de IMC; consultas especializadas com enfermeiros; tratamentos odontológicos preventivos; além de usufruir de serviços como corte de cabelo e massagem bioenergética.

Os serviços são oferecidos diariamente em um moderno Centro de Atendimento, instalado na Área de Descanso do Caminhoneiro no km 57 da Castello, sentido Capital.

Fonte : Frota e Cia