[ 14/11/2018 ]
Com dívida de R$ 500 milhões, Grupo SHC,...

[ 14/11/2018 ]
SsangYong Brasil anuncia nova etapa de e...

[ 14/11/2018 ]
Movida tem lucro recorde no terceiro tri...

[ 14/11/2018 ]
Crise acelera aporte externo de múltis b...

[ 14/11/2018 ]
Volkswagen começará testes de ônibus híb...

[ 14/11/2018 ]
Hyundai Creta ganha versão automática ma...

[ 14/11/2018 ]
Volkswagen Caminhões lança o Delivery 13...

[ 14/11/2018 ]
Primeiro e-Delivery começa a operar no t...

[ 14/11/2018 ]
Butiques do salão têm presentes para tod...

[ 14/11/2018 ]
Mercedes-Benz amplia presença no Oriente...

[ 13/11/2018 ]
“2019 é o ano-chave para a Volkswagen do...

[ 13/11/2018 ]
Camex reduz tarifa de importação de auto...

[ 13/11/2018 ]
União Europeia frustra Mercosul em prime...

[ 13/11/2018 ]
Indústria automotiva espera manter cresc...

[ 13/11/2018 ]
Governo vai reformular seguro para expor...

[ 13/11/2018 ]
Dólar mais estável favorece mercado de i...

[ 13/11/2018 ]
Mercado reduz estimativa de inflação par...

[ 13/11/2018 ]
Scania e Sabesp demonstram ônibus movido...

[ 13/11/2018 ]
Saiba mais na hora de comprar um usado...

[ 13/11/2018 ]
Google revela montadoras mais procuradas...




 

Data: 14/11/2018

Com dívida de R$ 500 milhões, Grupo SHC, de Sérgio Habib, pede recuperação judicial
Ele já foi um dos maiores revendedores de carros no País, com 100 lojas de diversas marcas. Dono de um grupo que já teve um faturamento de R$ 6 bilhões ao ano, chegou a lançar projeto de uma fábrica de carros chineses na Bahia, orçado em R$ 1 bilhão. No início do mês, porém, o empresário brasileiro Sérgio Habib entrou com pedido de recuperação judicial de seu grupo, o SHC, que acumula dívidas de R$ 517,7 milhões.

No pedido com mais de 6 mil páginas, o grupo explica que suas dificuldades começaram após a crise econômica, que alterou planos da empresa, e foi acentuada pelo programa Inovar-Auto, que impôs cotas de importação – ou pagamento extra de 30 pontos porcentuais de IPI. Imputa, porém, à PSA Peugeot Citroën, empresa com a qual manteve parceria por 28 anos, a responsabilidade maior pelas dívidas acumuladas.

O grupo francês, em especial a Citroën – marca que ele trouxe ao País nos anos 90 e foi o maior concessionário, com 43 lojas – também será alvo de ação por indenização nas próximas semanas, informou na terça-feira, 13, Habib, durante o lançamento, em São Paulo, do utilitário-esportivo T50, da JAC Motors. São veículos da marca chinesa que ele vende nas 20 revendas que restaram ao grupo.

Habib afirma que entrou com pedido de recuperação judicial justamente para preservar essa operação, que segundo ele é rentável, junto com a venda de carros usados. “Queremos proteger as operações da JAC dos credores da Citroën”, disse.

Habib lembra que, em 2008, a Citroën vendeu mais de 60 mil veículos, metade deles por meio das revendas de seu grupo. A marca tinha 2,7% de participação no mercado, fatia que hoje está abaixo de 1%. “Neste ano, as vendas não vão chegar a 20 mil veículos”. A marca foi a que mais perdeu mercado nos últimos tempos, registrando queda de 80% nas vendas de 2011 para cá. Também ficou cinco anos sem lançar produtos (de 2013 a 2018), num mercado cada vez mais disputado.

A partir de 2014, Habib começou a fechar lojas da Citroën, assim como da JAC, da Volkswagen e da Land Rover. Nesse processo, contou ele, negociou com a PSA e demais grupos regras previstas na Lei Ferrari (que estabelece normas entre fabricantes e distribuidores), como adquirir o estoque de peças.

Em março, fechou suas últimas 12 lojas da Citroën e duas da Peugeot. “Nesse caso não houve negociação; não me pagaram pelos serviços de revisão dos carros no período de garantia nem ficaram com as peças”.

Contratos

Em nota, a PSA informou que “sempre pautou suas atitudes pelos mais elevados padrões éticos e morais, respeitando rigorosamente os contratos firmados e as leis brasileiras e, especialmente, a Lei Ferrari e, com o Grupo SHC, foi exatamente assim que procedeu”.

A fabricante também disse que, logo após o fim do contrato com Habib, foi procurada por grupos que são revendedores da marca para ficar com as concessões e várias lojas serão reabertas nas mesmas regiões.

As dívidas do grupo SHC são com bancos, fornecedores de peças e serviços e trabalhistas (ações na Justiça). O grupo já teve 4 mil funcionários e hoje tem 700. “Espero sair da recuperação judicial em três a cinco anos”, disse Habib.

A sócia do escritório Dias Carneiro Advogados, Laura Bumachar, explica que o grupo tem dois meses para apresentar um plano de recuperação e até seis meses para negociar o pagamento com os credores. Se não conseguir, terá a falência decretada.

JAC pretende vender carro elétrico

O fim de uma parceria de 28 anos com a Citroën e o pedido de recuperação judicial certamente abalaram Sérgio Habib, empresário que sempre foi ousado e agressivo em suas estratégias. “Nossa empresa sofreu um encolhimento forte, mas continuo trabalhando muito. Não mudei minha rotina”, disse ele, que costuma visitar revendas com frequência e fazer pessoalmente as entrevistas para contratações de vendedores.

Uma dessas estratégias ousadas foi o lançamento da marca JAC no Brasil, em 2011. Em um único dia, Habib inaugurou 50 lojas da marca e contratou como garoto-propaganda o apresentador Fausto Silva.

Com vendas em alta, o grupo anunciou a construção de uma fábrica na Bahia, enterrou um carro como cápsula do tempo na inauguração da pedra fundamental, mas depois desistiu do projeto. Por ter recebido incentivos tributários para importar carros da marca chinesa com a promessa da produção local, ele foi acionado na Justiça pelo governo local, que pede devolução de cerca de R$ 120 milhões. A ação segue sem definição.

Habib disse ontem que não desistiu da fábrica – que está sendo negociada com o governo de Goiás – mas agora tudo vai depender de decisões do juiz que cuidará do processo de recuperação judicial.

Ele segue com planos de importação dos modelos JAC, cujas vendas devem crescer 20% este ano, para 4,5 mil unidades. No primeiro ano de importação foram quase 24 mil.

O próximo plano, informou o executivo, é trazer ao País, em meados de 2019, a versão elétrica do utilitário compacto T40. “Ele tem autonomia para rodar até 300 quilômetros e será o elétrico mais barato do mercado: R$ 129,9 mil”.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 14/11/2018

SsangYong Brasil anuncia nova etapa de expansão no País
A SsangYong Brasil quer ampliar a sua participação no mercado brasileiro e anuncia a chegada de um novo lote de carros até o final do ano, lançamentos de novos modelos, além da continuidade da expansão da rede de concessionárias e oficinas especializadas para atender a antigos e novos proprietários SsangYong.

“Após um cenário de incertezas políticas por conta das eleições, variações cambiais e reuniões com os coreanos, estamos com boas perspectivas para ampliar o negócio SsangYong no País, incluindo novos lançamentos para 2019”, diz Marcelo Fevereiro, diretor de Operações da SsangYong Brasil.

Até o final do ano, um novo lote abastece a rede e foi selecionado com base no primeiro ano de experiência da marca no País sob o comando da Venko Motors. A gama oferecida nesta fase inicial de operações, composta pelo SUV compacto Tivoli, pelos SUVs Korando e XVL e a picape Actyon Sports, desembarca com um mix maior para os modelos Tivoli e Korando.

O novo lote chega para atender à rede que segue em expansão. Neste primeiro ano, a SsangYong Brasil já conta com lojas concentradas nas regiões Sul e Sudeste, como Chapecó (SC), Caxias do Sul (RS), São Paulo (SP), Campinas (SP), Marília (SP), além de Brasília (DF) e Salvador (BA). Até o final do ano, São Luís (MA), Campo Grande (MS) e Goiânia (GO) entram no circuito da SsangYong Brasil.

“Os esforços também estão concentrados no desenvolvimento de oficinas técnicas para atender aos antigos e atuais clientes em paralelo à integração destas com a rede, com inaugurações previstas nas cidades do Rio de Janeiro (RJ), Porto Alegre (RS) e Curitiba (PR)”, garante o diretor.

Ainda de acordo com Fevereiro, “estamos animados com os novos produtos que chegam no País e vamos dar continuidade ao padrão Premium que trará vantagens sobre os nossos concorrentes. Além do SUV Rexton e da picape Musso – conhecida no mercado interno sul-coreano como Rexton Sports – já anunciados para o primeiro semestre de 2019, teremos mais veículos que irão surpreender os brasileiros”. Vale acrescentar que o Rexton e a Musso já estão em processo de homologação.

Fonte : Revista Publiracing





 

Data: 14/11/2018

Movida tem lucro recorde no terceiro trimestre
Com 89 mil carros e 244 pontos em todo Brasil, sendo 184 de aluguel e sessenta de venda de seminovos, a Movida fechou o período de julho a setembro de 2018 com diversos recordes, entre eles o lucro líquido de R$ 41 milhões, valor 192,6% superior ao obtido no mesmo período do ano passado e o maior desde a criação da companhia em 2006.

No comparativo anual, a empresa ampliou sua frota em 9,4%, com a compra de 8 mil carros, e conquistou cerca de 50 mil novos clientes por mês ao longo de 2018. Um dos principais destaques do resultado do trimestre, segundo a locadora, foi a evolução da rentabilidade, com o retorno sobre o capital investido alcançando mais de 10%, ante os 8% do terceiro trimestre de 2017

Conforme nota divulgada pela Movida, com esse resultado foi possível superar em 4,4 pontos porcentuais o custo de dívida, outro recorde que confirmou a geração de valor da companhia. O Ebtida, lucro consolidado antes de juros, impostos, depreciação e amortização, também alcançou valores inéditos, com R$119,4 milhões no terceiro trimestre, alta de 41,8% no comparativo anual.

“Os resultados positivos que apresentamos nos últimos quinze meses mostram a solidez das atividades da empresa”, comenta Renato Franklin, CEO da Movida. “Conseguimos apresentar as melhores margens de serviço do setor ao mesmo tempo em que criamos e reforçamos ações com o foco no cliente, tornando o processo cada vez mais inovador, online e fluido”.

A Movida informa ainda que registrou mais de 3,6 milhões de diárias de aluguel no último trimestre, o que representou 21% de crescimento sobre idêntico período de 2017. As tarifas se mantiveram estáveis em comparação com o ano passado graças à otimização e melhorias das ferramentas de precificação, com taxa de ocupação alcançando 77,4%. No segmento de gestão e terceirização de frotas a expansão foi ainda maior, de 66%, superando a marca de 2 milhões de diárias.

Segundo Franklin, o reposicionamento da marca de seminovos também já mostrou resultados. “As vendas melhoraram mês a mês dentro do trimestre, totalizando cerca de 8 mil carros, dos quais 58% no varejo”, informa o executivo. “Alavancamos ainda mais os volumes, trabalhando também na estrutura da força de vendas e trazendo mais inteligência na precificação e distribuição de nosso estoque. Estamos animados com as perspectivas de crescimento, uma vez que em outubro já atingimos novos patamares”.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 14/11/2018

Crise acelera aporte externo de múltis brasileiras
A crise política e econômica intensificou a internacionalização das empresas brasileiras, que hoje estão mais satisfeitas com os resultados financeiros obtidos no mercado internacional do que os registrados no mercado doméstico. No ano passado, 71,9% das companhias aumentaram os investimentos no exterior para reduzir a dependência do mercado interno, afetado pela recessão. No mesmo período, apenas 39% das empresas ampliaram os aportes domésticos.

Os números fazem parte de uma pesquisa sobre a trajetória de internacionalização das empresas brasileiras, feita pela Fundação Dom Cabral. Lívia Barakat, uma das coordenadoras do estudo, destaca que, além da crise doméstica que acelerou o processo de internacionalização, as companhias brasileiras também querem ir para fora a fim de aproveitar as melhores condições da economia mundial.

Um dado inédito da pesquisa, que ouviu 69 companhias brasileiras com atuação externa, seja por meio de franquias ou de subsidiárias, é que 37,5% dos investimentos foram destinados a internacionalização no ano passado. Como o índice de internacionalização das empresas consultadas é baixo (apenas 24%, em média, da receita dessas companhias vem de fora do País) e quase 40% dos investimentos estão voltados para o mercado externo, esse é um forte indício de que a internacionalização dessas empresas deve continuar crescendo. “Essa fatia de investimentos para o mercado externo é muito grande e mostra que as empresas não estão brincando com a internacionalização”, diz Lívia.

O dado que surpreendeu a coordenadora foi o fato de as empresas internacionalizadas estarem mais satisfeitas com os resultados financeiros obtidos no mercado externo, como receitas, crescimento de vendas e lucratividade, comparados com os mesmos indicadores do mercado nacional. A pesquisa aponta também o ranking das empresas brasileiras mais internacionalizadas. No último ano, as três primeiras posições foram mantidas: Fitesa, Odebrecht e InterCement.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Márcia De Chiara





 

Data: 14/11/2018

Volkswagen começará testes de ônibus híbrido no Brasil em seis meses, diz presidente
A Volkswagen Caminhões e Ônibus iniciará dentro de seis meses os testes de um ônibus híbrido, o E-Flex, com 17 toneladas, possivelmente na cidade de São Paulo, disse ontem o presidente da montadora alemã, Roberto Cortes.

De acordo com ele, a brasileira WEG será a fornecedora do motor do E-Flex, que será elétrico híbrido e poderá ser abastecido com múltiplos combustíveis.

Cortes ressaltou ainda que a Volkswagen Caminhões e Ônibus está em conversas com centenas de clientes interessados em veículos elétricos, bem como parceiros para o desenvolvimento de infraestrutura e para processo de produção, incluindo a também alemã Siemens.

Fonte : Auto Esporte/Reuters





 

Data: 14/11/2018

Hyundai Creta ganha versão automática mais barata
Com o objetivo de ampliar sua competitividade no aquecido mercado de SUVs, a Hyundai acaba de lançar uma nova versão do Creta, a Smart, que chega na rede de concessionárias com motor 1.6 de 130 cv, câmbio automático de seis velocidades e preço sugerido de R$ 83.490.

Posicionada entre a versão Attitude 1.6 MT, que tem câmbio manual e custa 77,9 mil, e a Pulse Plus 1.6 AT, com preço na faixa de R$ 92 mil, a nova configuração Smart 1.6 6AT vem com controle de estabilidade e tração, assistente de partida em rampa, sinalização de frenagem de emergência, piloto automático com controles no volante e sensores traseiros de estacionamento.

Em ação especial de lançamento, as primeiras 1,2 mil unidades produzidas sairão de fábrica com faróis de neblina de série. Com a chegada da versão Smart, a linha Hyundai Creta passa a ter cinco configurações, com preços que vão até R$ 104 mil.

O Creta é o terceiro SUV mais vendido do Brasil, com 38.886 unidades emplacadas até outubro, conforme balanço mensal divulgado pela Fenabrave. Segundo a Hyundai, ele é vice-líder entre os SUVs compactos.

“O Creta Smart passa a ser o modelo mais acessível com câmbio automático da linha, chegando estrategicamente posicionado em uma competitiva faixa de mercado”, afirma Angel Martinez, diretor-executivo de vendas, marketing e pós-vendas da Hyundai Motor Brasil. “Um dos grandes diferenciais da Hyundai é identificar oportunidades e responder rapidamente às demandas e necessidades dos nossos consumidores e o Creta Smart é um ótimo exemplo dessa agilidade”.

O veículo conta com todos os itens oferecidos na versão Attitude 1.6 MT, entre eles o sistema Stop & Go de parada e partida automática, as rodas de liga leve de 16 polegadas, os vidros elétricos dianteiros e traseiros com one-touch (descida) para o motorista, o monitoramento de pressão dos pneus e o computador de bordo.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 14/11/2018

Volkswagen Caminhões lança o Delivery 13.180
A Volkswagen Caminhões e Ônibus completa a família Delivery com o lançamento do 13.180, modelo mais leve e que, acrescido de um terceiro eixo, oferece maior capacidade de transporte de carga. Um primeiro lote já foi encomendado: cem unidades foram compradas por uma distribuidora de bebidas.

Com 13,2 toneladas de PTB e projetado para circular dentro das cidades com restrições de tráfego. O motor é o Cummins ISF de 3,8 litros e tecnologia SCR, que oferece 600Nm de torque e 175 cavalos de potência e a transmissão manual ESO-6206 de seis velocidades.

“O Delivery 13.180 já chega ao mercado com vendas expressivas e isso é fruto do reconhecimento que a nova família conquistou dos clientes em seu primeiro ano no mercado. Assim como nos demais modelos, esse caminhão chega para ter o melhor custo total de operação (TCO) de seu segmento”, afirma Ricardo Yada, supervisor de Marketing de Produto da Volkswagen Caminhões e Ônibus.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 14/11/2018

Primeiro e-Delivery começa a operar no transporte de bebida
Após uma etapa inicial de testes, a Volkswagen Caminhões e Ônibus fez a entrega oficial do primeiro caminhão 100% elétrico e-Delivery para a Ambev. O modelo passa a agora a integrar a frota da empresa na distribuição de bebidas na cidade de São Paulo e segue contribuindo com a montadora no desenvolvimento do veículo.

Inédito na América Latina como o primeiro caminhão leve movido a energia limpa, com zero emissão de poluentes, o modelo faz parte de recente memorando de intenção de compra de 1.617 unidades pela cervejaria até 2023, anunciado em agosto.

“A partir de agora faremos entregas pontuais com os aperfeiçoamentos do projeto de acordo com as demandas e as percepções da Ambev”, conta Roberto Cortes, presidente e CEO da VWCO. “A projeção é de que em 2020 o e-Delivery entre em produção em série.”

Na parceira entre a montadora e a Ambev, o e-Delivery é somente um item de um modelo de negócio em construção. Além do entendimento de que a entrega do caminhão perde o status de intenção para ganhar o de contrato, as empresas buscam viabilidade econômica para a operação que agora se inicia.

“Fato que o caminhão ainda precisa ser rentável. A Ambev quer o melhor preço e, nós, o maior lucro”, afirma Cortes. “Mas vamos encontrar acordos sustentáveis, que envolvem aspectos de carregamento de energia e o que fazer com as baterias ao fim de sua vida útil.”

Custo da bateria se apresenta como o principal obstáculo para conta fechar e deixar algum no caixa. Segundo Ramon Alcaraz, presidente da Fadel, operadora logística da Ambev escolhida para a fase piloto de teste, a rentabilidade da operação com o elétrico ainda não paga o investimento. “Uma estimativa preliminar é de que o valor inicial não ultrapasse quatro vezes do preço de um caminhão convencional para retorno em seis ou sete anos.”

Alcaraz, no entanto, não tem dúvida de que a viabilidade econômica não de uma questão de tempo, diante de vantagens operacionais já colocadas, como maior disponibilidade do veículo diante da necessidade de menos manutenção e aumento de produtividade, afinal, é um caminhão silencioso e vibra menos. “O ganho de conforto do motorista é indiscutível. Não vai precisar mais trocar marchas no trânsito urbano.”

O e-Delivery entregue pela VWCO já uma segunda versão daquela apresentada no ano passado na Fenatran. O caminhão agora tem capacidade para 13 toneladas em versão, enquanto a anterior era para 11 toneladas e tração 4×2. O modelo entrega autonomia para 200 km, alcance suficiente para cumprir as rotas urbanas da Ambev, marcadas por operações de 70 km a 150 km diários.

Em corrente contínua, de alta tensão, o e-Delivery precisa de apenas 3 horas para estar totalmente carregado. No projeto da Ambev, um centro de distribuição da empresa localizado no bairro paulistano da Mooca, há um sistema de armazenamento de energia solar que serve para abastecer o dispositivo carregador Super Charger e, assim, carregar o caminhão.

Segundo a Ambev, a fase inicial de testes se mostrou promissora. Guilherme Gaia, diretor de suprimentos e sustentabilidade da empresa, ao longo de trinta dias, o e-Delivery percorreu quase 1 mil quilometro, fez 369 entregas, somando perto de 150 toneladas de mercadorias, entre refrigerantes e cervejas. “Além eliminar da operação material particulado e emissão de óxido de nitrogênio, já economizamos duzentos litros de diesel.”

O e-Delivery também faz parte de amplo compromisso de sustentabilidade da Ambev, que tem como meta reduzir em 25% as emissões de carbono ao longo de toda a sua cadeia de valor.

Fonte : Estradão/Décio Costa





 

Data: 14/11/2018

Butiques do salão têm presentes para todos os gostos e bolsos
Quem for ao São Paulo Expo sonhar com as supermáquinas expostas não precisa voltar para casa de mãos vazias. Boa parte das montadoras que participam da feira tem butiques em seus estandes. Nessas lojinhas, dá para cacifar roupas, acessórios e presentes bem bacanas – sempre com referências automotivas, é claro.

Os produtos da Volkswagen apostam no carisma de clássicos como Fusca e Kombi, inclusive em adoráveis roupinhas de bebê. Miniaturas de modelos como Fiat Toro e Ford EcoSport, algumas com controle remoto, devem agradar os pequenos. A Renault surpreende com acessórios sustentáveis, como uma bolsa feita com cintos de segurança reciclados.

Exclusividade

Já nas butiques da Mercedes-Benz, BMW e Audi, os mimos à venda exalam a mesma exclusividade dos carros dessas marcas. Quem tiver o orçamento mais folgado pode aproveitar a ocasião para comprar aquela jaqueta de couro lindona – que pode custar mais de R$ 4 mil, mas será um xodó para durar a vida inteira.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 14/11/2018

Mercedes-Benz amplia presença no Oriente Médio
A Mercedes-Benz embarca lote de quarenta caminhões Atego 1726 4×4 para a Abu Dhabi. Com o negócio, a fabricante de São Bernardo do Campo (SP) apura crescimento 30% nas remessas de veículos traçados para a capital do Emirados Árabes Unidos.

“Estamos alinhados com a nossa expectativa de aumento de 40% nas exportações de caminhões para as regiões do Oriente Médio e África, com venda de 350 unidades em 2018”, revela em nota Roberto Leoncini, vice-presidente de vendas e marketing caminhões e Ônibus da Mercedes-Benz do Brasil.

Os modelos seguem para Emirates Motor Company, concessionário local para oferta aos clientes que atuam no transporte de água, óleo e gás, serviços municipais, transferência de carga e construção civil.

Antes de serem embarcados, os modelos passam por adaptações específicas para atender às demandas da região, como pneus mais largos para enfrentar condições de deserto, escapamento vertical, iluminação de emergência no teto, além de instalar o idioma árabe no painel de instrumentos.

Para otimizar a logística, os embarques foram realizados em quatro lotes de dez unidades cada. O último deles ocorreu no início do mês.

Fonte : AutoIndústria