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Data: 18/1/2019

Kroschu integra Consórcio Modular da Volkswagen em Resende
A empresa alemã Kromberg & Schubert, também conhecida por Kroschu – fabricante de chicotes eletrônicos para a indústria automotiva –, é a mais nova parceira da Volkswagen Caminhões e Ônibus na fábrica de Resende (RJ). A empresa passa a integrar o sistema de produção do Consórcio Modular, na montagem dos veículos da marca. A Kroschu substitui o módulo Continental, empresa que permanece como fornecedora de tacógrafos, painéis de instrumentos e módulos eletrônicos para os ônibus e caminhões fabricados em Resende.

Segundo informações da Volkswagen, a transição durou seis meses e, desde 2 de janeiro, os colaboradores dessa operação já integram o time da Kroschu. “O Consórcio Modular é um dos principais ativos da Volkswagen Caminhões e Ônibus, responsável em grande parte por nosso sucesso, especialmente pela flexibilidade que proporciona e pela proximidade a esses grandes fornecedores do mercado automotivo mundial. Já são 22 anos de resultados diferenciados e estou convicto de que a parceria com a Kroschu será bastante frutífera”, afirma Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus e membro da diretoria do Grupo Traton.

A Kroschu já é fornecedora tradicional de chicotes para a montadora e passa a atuar em conjunto com as outras seis parceiras do Consórcio Modular, um conceito de produção em que essas empresas dividem com a Volkswagen Caminhões e Ônibus a responsabilidade pela montagem de caminhões e de chassis de ônibus em Resende.

A integração da Kroschu foi ajudada pela familiaridade que tem com a cultura da VWCO. “Essa oportunidade consolida nosso relacionamento de longa data com a Volkswagen Caminhões e Ônibus. Sabemos que um dos segredos de sucesso do Consórcio Modular é a forte parceria que une as diferentes empresas que o compõem e estamos otimistas quanto às contribuições que poderemos dar e aos resultados que iremos alcançar”, destaca Michael Kerner, diretor administrativo e financeiro da Kroschu no Brasil.

Fonte : Futuretransport





 

Data: 18/1/2019

Sprinter é o comercial leve mais vendido no Brasil em 2018
A Mercedes-Benz divulgou nesta quinta-feira, 17 de janeiro de 2019, mais um resultado positivo da marca em 2018. A Sprinter foi o comercial leve mais vendido do Brasil em 2018.

Ao todo, 2.169 unidades desse modelo foram emplacadas no ano passado. Com isso, a fabricante é líder no segmento de vans de passageiros, com aproximadamente 60% de participação.

Nesta semana, a Mercedes-Benz divulgou também que o OF 1721, da marca, é o ônibus mais vendido do Brasil. Portanto, a fabricante também fechou o ano de 2018 na liderança do segmento de chassis de ônibus.

A van Sprinter 415 foi a mais comercializada no País na faixa de 3,5 a 5 toneladas de PBT (Peso Bruto Total). Segundo a Mercedes-Benz, transporte executivo, turismo e escolar foram os setores que puxaram as vendas do modelo no ano passado.

“Outro mérito desse modelo Sprinter é que ele foi também o veículo comercial leve mais vendido da categoria, considerando todas as marcas de vans, furgões e chassis”, disse Jefferson Ferrarez, diretor de Vendas e Marketing Vans da Mercedes-Benz do Brasil.

O bom desempenho nas vendas da Sprinter refletiram positivamente no resultado geral de veículos comerciais leves da marca, segundo o executivo.

“O excelente desempenho comercial da Sprinter 415, nossa campeã de vendas, foi essencial para o crescimento de 20% nas nossas vendas gerais da linha de vans em 2018. Alcançamos um volume de emplacamentos de 3.506 unidades, frente a 2.926 unidades do ano anterior. Com isso, reafirmamos nossa liderança em vans, que passou de 55% para cerca de 60%, com as vendas puxadas especialmente pelo transporte executivo, turismo e escolar.”

Além disso, a Mercedes-Benz foi líder de mercado na categoria de Large Vans pelo segundo ano consecutivo, com cerca de 36% de participação e emplacamento de 8.299 unidades, entre vans, furgões e chassis, volume 31% maior em relação às 6.327 unidades do ano anterior.

Os estados de São Paulo, Paraná, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul são os maiores compradores de veículos Sprinter, segundo a fabricante.

A linha Sprinter de vans de passageiros é composta por quatro versões: 9+1 (9 assentos para os passageiros mais o banco do motorista), 15+1, 17+1 e 20+1, com diversões opções de configuração de itens de conforto, segurança e tecnologia. Atende tanto o transporte urbano, quanto escolar, fretamento, executivo e turismo.

A linha Sprinter é formada pelos modelos 313 CDI Street (Peso Bruto Total – PBT de 3,50 t.), 415 CDI (PBT de 3,88 t.) e 515 CDI (PBT de 5 t.). Os modelos são indicados pela Mercedes-Benz para empresas de transporte, profissionais autônomos e empreendedores.

Fonte : Diário do Transporte/Jessica Marques





 

Data: 18/1/2019

Marcas de luxo têm desempenho abaixo da média do mercado
As fabricantes de carros de luxo que investiram em fábricas no Brasil nesta década tiveram desempenho em 2018 abaixo da média do mercado total no País. Enquanto as vendas de automóveis e comerciais leves cresceram 13,8%, as da BMW e da Jaguar Land Rover expandiram-se na faixa de 11% e as da Audi e Mercedes-Benz registraram queda no período.

Isoladamente, o melhor resultado foi obtido pela Jaguar, que fechou o ano com 1.819 emplacamentos, alta de 44,3% sobre os 1.261 e 2017. Mas como a Land Rover cresceu apenas 4,3%, para 6.754 unidades, as vendas totais da empresa que tem fábrica em Itatiaia, RJ, tiveram elevação de 10,8%, atingindo 8.573 unidades.

Vale destacar que entre as marcas de luzo que não têm fábrica no Brasil, a Volvo Cars foi destaque, com expansão da ordem de 95,6% e total de 6,8 mil emplacamentos.

A liderança do mercado premium ficou nas mãos da Mercedes-Benz pelo segundo ano consecutivo. Apesar da queda de 2,8% no comparativo anual do volume de vendas, a Mercedes-Benz conquistou 38% de participação no segmento, com 12.131 licenciamentos.

O Classe C, com 5,1 mil unidades vendidas, é o primeiro colocado no ranking dos carros de luxo mais vendidos no País. Fabricado no interior paulista, o GLA emplacou 2.961 unidades. De acordo com Holger Marquardt, diretor de marketing e vendas automóveis da Mercedes-Benz América Latina e Caribe, a marca alcançou os objetivos traçados para 2018.

“Buscamos atrair novos públicos através do rejuvenescimento da marca e no fortalecimento da parceria com a nossa rede de concessionários, que hoje conta com 55 pontos, incluindo 12 AMG Performance Centers, e que oferecem a todos os nossos clientes o melhor da vivência com a nossa marca, seja no atendimento durante a escolha de um modelo, ou através do nosso serviço de pós-venda”.

A também alemã BMW ficou em segundo lugar, com 11.375 emplacamentos, evolução de 11,4% em relação às 10.170 unidades comercializadas em 2017. A Audi, terceira colocada, encerrou 2018 com 9.677 licenciamentos, volume inferior ao de 2017, quando vendeu 9.913 unidades.

SUVs

A Jaguar Land Rover divulgou nesta quinta-feira, 17, que as duas marcas combinada segurem líderes no segmento de SUVs premium no País. “A Jaguar foi muito bem-sucedida ao entrar no segmento de SUVs, aliando sua herança esportiva aos atributos off-road. A família Pace conquistou o público com sua excelente dirigibilidade e seu design único e inovador, característicos da Jaguar”, afirma Divanildo Albuquerque, diretor-geral da Jaguar Land Rover Brasil.

Em 2019, a família Pace ganhará no Brasil um novo membro, o 100% elétrico I-Pace. Já os destaques da Land Rover ficam com o Discovery Sport – feito no Brasil – e o Range Rover Velar, que apresentou excelente crescimento em vendas no último ano, segundo o executivo.

No segmento de SUVs grandes, o Range Rover Sport segue líder, com 43,7% de participação. A partir de 2020, todo veículo da Jaguar Land Rover terá, no mundo, uma versão híbrida ou elétrica, seguindo os princípios da marca em relação ao futuro da mobilidade. A Jaguar Land Rover encerrou 2018 com quarenta lojas em todo o Brasil.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues





 

Data: 18/1/2019

Setor de aço prevê crescimento com maior demanda da indústria em 2019
As empresas de distribuição de aço preveem resultados positivos em 2019 com a continuidade da demanda do agronegócio e da indústria automotiva, além da expectativa de retomada da construção civil. O segmento também espera menor pressão cambial em relação ao ano passado.

“Nosso otimismo não se baseia só na necessidade do Brasil crescer e na renovação do governo. Em 2018, nós já tivemos um crescimento importante e neste ano deverá ser ainda maior”, afirma o gerente nacional de projetos da Açovisa, Araújo Picone.

A companhia tem perspectiva de 30% de avanço nas vendas em 2019, puxado pelo aumento do consumo de empresas de autopeças e do setor de implementos agrícolas. “São segmentos que continuarão fazendo diferença no crescimento industrial”, assinala o executivo.

Com sede em Guarulhos (SP), a Açovisa tem como meta em 2019 elevar o faturamento em 35% e prevê investimentos de R$ 5 milhões a R$ 8 milhões. “Esperamos aumentar a folha de funcionários em 10% e ocupar mais nossa capacidade ociosa. Com a expansão da demanda, precisamos investir na distribuição e na logística.”

Está no planejamento da empresa trocar 60% da frota de veículos e renovar o maquinário. “Vamos contar com máquinas de corte mais sofisticadas e investir em um software para automatizar o sistema e nos tornar mais competitivos”, conta o executivo. Em 2018, a Açovisa teve aumento de 25% nas vendas e de 32% no faturamento. “Isso cria uma base que nos permite um crescimento ainda maior esse ano”, assinala.

O gerente executivo do grupo Açotubo, Bruno Bassi, conta que a empresa tem perspectiva positiva em função da reação de alguns setores da indústria. “Esperamos um acréscimo de 18% do faturamento e de 10% da folha de pagamento”, diz. Ele cita também os setores automotivo e agrícola como principais demandantes. “Sentimos uma retomada na construção civil. Fornecemos aço inoxidável para fabricantes de elevadores, um segmento que andou de lado em 2018, mas começou a mostrar alguma melhora nos últimos meses”, conta Bassi.

O executivo conta que o Grupo Açotubo deve investir cerca de R$ 18 milhões nesse ano. “Será direcionado para maquinário, infraestrutura e outras melhorias no nosso parque. Também estamos dando atenção ao planejamento estratégico e treinamento de pessoal.” Ele destaca que a empresa está estudando internacionalizar suas atividades. “Temos um projeto de implantar unidades no Peru e na Colômbia. Distribuição é um ramo difícil de exportar, faz mais sentido ter uma base fora do país”, esclarece.

Estabilidade cambial

Picone acredita que, em 2019, o setor será menos impactado pela instabilidade da moeda do que no ano passado. “O patamar do dólar não deve variar tanto ao longo do ano”, acredita o executivo.

O presidente executivo do Instituto Nacional dos Distribuidores de Aço (Inda), Carlos Jorge Loureiro, declarou em coletiva de imprensa em dezembro que o segmento deve ser mais estável ao longo do ano. “Não vemos nenhuma grande variação em relação a dólar e preços.” A entidade estima crescimento de 10% nas vendas do setor em 2019.

Fonte : DCI/Ricardo Casarin





 

Data: 18/1/2019

Atividade de transporte mostra desaceleração no semestre
Resultados da última Pesquisa Mensal de Serviços (PMS) divulgados na quarta-feira (16), referentes a novembro, mostram que as atividades do setor de transporte enfraqueceram no segundo semestre do ano. Por isso a Confederação Nacional do Transporte (CNT) acredita que a alta de volume de serviços do setor deverá alcançar, no máximo, 2% no ano passado.

Em novembro, o segmento de transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio avançou apenas 0,3% na comparação com outubro, a menor alta para o mês nos últimos três anos. Com isso, no acumulado de doze meses a alta somou 1,6%, reduzindo a tendência de alta observada no começo do ano passado. No acumulado de janeiro a novembro, a elevação chegou a 1,3%.

Além da paralisação dos caminhoneiros, ocorrida em maio, o tabelamento do frete rodoviário de cargas é uma das explicações para esses resultados, segundo a CNT.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 18/1/2019

Financiamentos de pesados cresceram 26% em 2018
No ano passado foram financiados 229,5 mil veículos pesados, segundo informações da B3, que opera o Sistema Nacional de Gravames (SNG). O volume supera em 25,8% o resultado de 2017, demonstrando a grande recuperação do setor – os caminhões representaram 89% dos financiamentos de pesados do ano passado, 3,6 pontos porcentuais acima de 2017.

Do volume de financiados, 44% são novos, ou 99,9 mil unidades, um crescimento de 56,5% sobre 2017 – puxado por caminhões, que avançaram 61,3% na mesma base de comparação.

Fonte : Frota e Cia





 

Data: 18/1/2019

PSA tem recorde mundial de vendas
O Grupo PSA encerrou 2018 com recorde mundial de vendas, atingindo volume próximo de 3,9 milhões de veículos, alta de 6,8% em relação ao desempenho de 2017. Segundo comunicado da empresa, foi o quinto ano consecutivo de expansão do seus negócios no mundo, fruto principalmente da chegada de novos veículos das marcas que representa em diferentes mercados e da liderança do grupo no segmento de veículos utilitários leves na Europa.

O crescimento rentável, de acordo com a PSA, foi marcado por mais de setenta lançamentos regionais em dois anos, pela implementação de novo modelo de negócio com foco total nos clientes e pelo empenho da rede comercial.

Ainda de acordo com comunicado do grupo, os seus modelos SUV são um verdadeiro sucesso, com destaque para o Peugeot 2008, 3008 e 5008 (marca líder na Europa), os Citroën C3 Aircross, C3-XR e C5 Aircross, o DS 7 Crossback e os Opel/Vauxhall Crossland X, Mokka X e Grandland X. A PSA garante que essa dinâmica continuará em 2019, com grandes lançamentos para todas as marcas.

Com relação à América Latina, o grupo informou que o desempenho na região foi afetado pelo forte declínio do mercado argentino (-32% no segundo semestre), As vendas, contudo, mantêm uma tendência positiva no Chile, México, Colômbia, Peru, Uruguai e Equador, que vendem total de 54.887 veículos, crescimento de 13,3% sobre 2017.

Ainda no contexto América Latina, a PSA destaca o sucesso do lançamento do novo SUV Citroën C4 Cactus, produzido em Porto Real, RJ, e a fabricação local da gama de VULs, com os modelos Jumpy MiniBus, Berlingo, Boxer e Jumper no Brasil, Jumpy e Expert Crewcab na Argentina e Partner na versão elétrica no Chile e no Uruguai.

“Em um contexto cada vez mais instável, conseguimos prosperar graças à implementação rigorosa de nossa Core Model Strategy”, declarou Carlos Tavares, presidente mundial do Groupe PSA. “A atratividade que nossos produtos exercem sobre os clientes B2B ou B2C sustenta a política de precificação de todas as nossas marcas, ao passo que implementamos atualmente nossa ofensiva elétrica. A agilidade e o espírito darwinista nunca foram tão importantes para vencer os desafios futuros e aumentar a satisfação de nossos clientes”.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 18/1/2019

UFSC de Joinville pode criar instituto focado no setor automotivo
A diretora do campus de Joinville da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), Cátia Regina Carvalho Pinto, está empenhada em viabilizar a criação de um ambiente que fomente a criação de pesquisa aplicada para o setor automotivo, no embalo do programa federal Rota 2030, que concede vantagens às empresas da cadeia produtiva automobilística nacional.

Por ora, é uma ideia, que deverá ter outros parceiros e formação de rede de pesquisadores para o trabalho que seja dedicado a atender a demandas da indústria para o desenvolvimento de projetos, principalmente nas áreas de eficiência energética e aspectos técnicos voltados a veículos elétricos.

Outro fator a justificar a intenção é o fato de a UFSC em Joinville possuir curso de engenharia automotiva e, junto com o Ágora Tech Park, deverá fazer pesquisas aplicadas, tendo em vista a revolução tecnológica que o setor automotivo vai vivenciar nos próximos anos.

Começa o Novale Hub

As primeiras empresas interessadas em participar do Novale Hub – Centro de Inovação de Jaraguá do Sul – foram habilitadas e se instalam no espaço. Neste começo, são cinco empreendimentos.

O edital permanece aberto para consultas dos interessados até 31 de dezembro deste ano. Estão confirmadas as empresas Vou Gestão de Eventos Eficientes; Uptime Tecnologia; Você Pede; MEGi9 e Só Venda.

A WEG também está presente e desenvolve projeto no centro de inovação. O diretor executivo do Novale Hub, Robert Burnett, dá o tom das pretensões:

"Queremos atrair empresas de ramos distintos, como os de tecnologia da informação e das áreas da saúde, têxtil, novos materiais e agronegócio. Nossa meta é ter 30 empresas dentro do centro, entre incubadas e companhias grandes que façam pesquisa e desenvolvimento, como é o caso da WEG".

Canal digital

O Ministério Público de Santa Catarina sugeriu ao governo do Estado a criação de um canal digital de comunicação pelo qual as ações ajuizadas contra servidores estaduais seriam imediatamente comunicadas à Controladoria-Geral para adoção de providências disciplinares na esfera administrativa.

Ânimo elevado

Em pesquisa feita com 2.109 catarinenses, a Fecomércio colheu respostas animadoras: 82,7% do total afirmam que o ano de 2019 será melhor do que o de 2018. No início do ano passado, a percepção favorável era de apenas 55% dos entrevistados.

Violação de dados

A Alper Consultoria em Seguros prevê que nos próximos dois anos haverá um grande aumento no número de apólices de seguros contra violação de dados, principalmente com a proximidade da Lei de Proteção de Dados, que está prevista para entrar em vigor em 2020 e traz diversas obrigações legais para as empresas.

Apesar de o Brasil ser o sexto país que mais sofre ataques contra dados no mundo, há apenas 200 apólices emitidas de seguro para proteção contra violação de dados.

Subindo

A Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção mostra que o setor cresceu em 2018, 1,2% em relação ao ano anterior.

Fonte : NSC Total/Loetz





 

Data: 18/1/2019

Com setor automotivo otimista, é hora de trocar de carro em 2019?
O setor automotivo está otimista em 2019. Financiamento mais fácil e queda no desemprego e na inflação devem levar mais consumidores a comprar um novo veículo. Mas, afinal, vai ser um bom ano para trocar de carro?

No ano passado, o desempenho do setor automotivo foi maior do que o esperado, por causa da melhora na confiança dos consumidores na economia. O emplacamento de carros cresceu 14% em 2018, segundo a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave).

“A queda na taxa de juros e a melhora da inadimplência geraram uma oferta de crédito maior, impulsionando a venda de automóveis”, diz Alarico Assumpção Júnior, presidente da Fenabrave. A expectativa é que o setor tenha alta de 10% neste ano.

A Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) também está otimista. A entidade projeta um aumento de 11% no licenciamento de veículos em 2019.

Para o consumidor, a queda do desemprego e da inflação permite controlar melhor o orçamento e fazer novos planos. Além disso, vai ser mais fácil conseguir financiamento no banco em 2019. O mercado de empréstimos e financiamentos deve ter seu melhor desempenho em cinco anos, segundo economistas do Banco Central.

Mas é preciso tomar cuidado com tanto otimismo. “O momento só é favorável para trocar de carro para quem se planejou e não vai se endividar além do que pode”, diz Michael Viriato, coordenador do laboratório de finanças do Insper.

Além disso, apesar do desejo, só é hora de trocar de carro quando o custo com manutenção começa a ficar elevado, segundo Milad Kalume Neto, gerente de desenvolvimento de negócios da consultoria Jato. “Se você está com um carro com pouca quilometragem, que não dá custo de manutenção e traz segurança, fique com o veículo”, diz.

Barganha

Se decidir trocar de carro, o momento é oportuno para pesquisar preços em concessionárias diferentes e negociar um desconto. A alta da demanda ainda é incipiente a ponto de pressionar os preços para cima.

Além disso, até março, modelos de carros de 2018 e de 2019 estão à venda nas lojas, o que possibilita conseguir mais desconto nos modelos antigos, mas quase iguais aos novos.

Quem planeja entrar em um financiamento deve comparar o Custo Efetivo Total (CET) do crédito em bancos diferentes, que inclui o juro e outras taxas. Além do valor de entrada, é preciso ter um dinheiro guardado como reserva de emergência para arcar com o financiamento em caso de demissão.

Fonte : Portal Exame/Júlia Lewgoy





 

Data: 18/1/2019

Carlos Ghosn ficará preso ao menos até março após Justiça negar novo direito à fiança
O ex-executivo-chefe da Nissan Carlos Ghosn ficará preso no Japão ao menos até março, após o Tribunal Distrital de Tóquio confirmar decisão anterior negando a sua soltura por pagamento de fiança.

Advogados de defesa apelaram contra a decisão de terça-feira, mas ontem o juiz Iwao Maeda rejeitou a ação. Quando a possibilidade de pagar fiança não é concedida a réus, eles têm de permanecer na cadeia por ao menos dois meses após as acusações serem aceitas - um período que se encerra em 10 de março no caso de Ghosn.

Carlos Ghosn

Depois disso, a corte revisa a detenção a cada mês. Advogados de defesa podem buscar a soltura de um cliente por fiança a qualquer momento, mas eles geralmente esperam por um novo desdobramento no caso antes de tentar de novo.

Motonari Otsuru, advogado de Ghosn, disse que apelaria contra a decisão de ontem novamente, desta vez na Suprema Corte.

Ghosn foi preso em 19 de novembro e, desde então, está detido na Casa de Detenção de Tóquio. Ele é acusado de subestimar a própria renda em mais de US$ 80 milhões ao longo de oito anos de relatórios financeiros da Nissan e de levar a montadora a pagar a companhia de um amigo na Arábia Saudita que o ajudou com um problema financeiro pessoal.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Dow Jones Newswires