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Data: 8/3/2019

Governo cobra da Ford solução para fábrica no ABC
Governos federal, estadual e municipal cobraram na quinta-feira, 7, da direção da Ford no Brasil um plano detalhado sobre o fechamento da fábrica em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista, anunciado há duas semanas. O objetivo é ter argumentos para tentar reverter a decisão. Só o município que abriga a montadora há 51 anos calcula que deixará de movimentar R$ 1,4 bilhão ao ano com o fim da produção e demissão de trabalhadores.

A cobrança mais taxativa, segundo participantes do encontro, veio do secretário especial de Produtividade, Emprego e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos Costa. Ele se reuniu na quinta-feira em São Paulo com o presidente e o vice-presidente da Ford América do Sul, Lyle Watters e Rogelio Goldfarb, respectivamente. Também participaram a secretária de Desenvolvimento Econômico do Estado de São Paulo, Patricia Ellen da Silva, e o prefeito de São Bernardo, Orlando Morando.

Protesto Ford

Morando disse esperar que a pressão por parte do governo federal leve a Ford a dar detalhes de seu projeto. “Até agora só sabemos que a empresa quer fechar as portas até o fim do ano, mas não há detalhes, por exemplo, de quanto será produzido até lá ou quantos funcionários serão mantidos na área administrativa, que permanecerá na cidade”, afirmou. “Só sabendo o plano poderemos saber o que fazer para tentar ver se é possível reverter a decisão.”

Nas contas do prefeito, com base na renda dos cerca de 3 mil trabalhadores diretos e 1,5 mil terceirizados da Ford, deixarão de ser injetados anualmente na cidade cerca de R$ 1,4 bilhão. “Haverá uma desaceleração enorme da economia local.”

Costa já disse que o governo federal não vai intervir na decisão da Ford, mas ajudará na requalificação dos trabalhadores. Também negou oferta de qualquer incentivo fiscal. Do prefeito, contudo, ouviu críticas à manutenção de incentivos à fábrica da Bahia, onde a produção de carros será concentrada.

A Ford e a Fiat foram as únicas montadoras beneficiadas pela prorrogação, até 2025, de incentivos para empresas do setor instaladas no Nordeste, após manobra de políticos da região que conseguiram incluir o tema no programa Rota 2030, lançado no fim do governo Temer.

Segundo Morando, os executivos da Ford insistiram na justificativa de que a operação local é deficitária, mas ficaram de marcar nova reunião. A Ford não comentou o assunto.

Protesto

Em paralelo à reunião em São Paulo, sindicalistas se encontraram na quinta à tarde com dirigentes da matriz da Ford nos Estados Unidos na tentativa de reverter o fechamento da fábrica brasileira. Segundo o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, até o início da noite a reunião não havia terminado.

Em São Bernardo, funcionários e familiares realizaram passeata na manhã de quinta-feira da sede do sindicato até a praça da igreja matriz, palco de diversas manifestações na região.

Por questões de segurança, segundo o sindicato, a produção da fábrica está parada o anúncio do fechamento, que deve ocorrer até o fim do ano. A unidade produz caminhões – segmento em que a marca atua só no Brasil e na Turquia (em parceria com empresa local), e o modelo Fiesta, que sairá de linha. A Ford diz que a fábrica opera com 20% de sua capacidade.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva





 

Data: 8/3/2019

Foton inaugura nova revenda em São Paulo
A fabricante de caminhões, Foton, inaugurou no mês de fevereiro uma nova concessionária em São Paulo, para atender consumidores de toda capital paulista e região do ABC. A revenda é uma unidade do Grupo LCM, de propriedade de Luiz Carlos Mendonça, e fica próxima ás avenidas Marginal Tietê e Salim Farah Maluf, zona leste de São Paulo.

A unidade tem três mil metros quadrados, com espaço para oficina e venda de autopeças, sendo 10 boxes para atendimentos rápidos e cinco dedicados à manutenções que requerem mais tempo e espaço. A concessionária oferecerá agendamentos e serviços aos clientes que estejam em um raio de até 100 quilômetros, localizados na região metropolitana de São Paulo.

A nova concessionária faz parte do plano de expansão de rede e portfólio da marca Foton no Brasil, que agora conta com o apoio da matriz chinesa. “Nossa previsão é de abrir 10 novas concessionárias em várias capitais e cidades potenciais até o final de 2019 e encerrar o ano com 30 ou mais revendas em todo o País”, afirma o Diretor Comercial e Desenvolvimento de Rede da Foton, Ricardo Barros.

Atualmente a Foton conta com 19 representantes em 11 estados do Brasil, incluindo Amazonas, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Paraíba, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e São Paulo.

Fonte : Frota & Cia/Ingrid Alves





 

Data: 8/3/2019

Venda de importados cai 3% em fevereiro
Balanço do mercado de veículos importados divulgado pela Abeifa, na quinta-feira, 7 de março, mostra um resultado ainda marcado por dificuldades. No mês passado, as dezesseis marcas associadas à entidade entregaram quase 2,5 mil unidades, volume que embora represente leve crescimento de 0,8% em relação a janeiro, de pouco mais de 2,4 mil veículos, indica queda de 3,2% na comparação com o mesmo período do ano passado, quando registrou perto de 2,6 mil licenciamentos.

Para José Luiz Gandini, presidente da Abeifa, a economia brasileira ainda dá sinais de recuperação lenta e reforça que o desempenho das vendas de importados em fevereiro “amargou resultados negativos acima da média do mercado interno. As 189,8 mil unidades vendidas representaram apenas de 0,5% em relação a janeiro, mas alta de 25,2% ante fevereiro de 2018”.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, as vendas de importados somaram 4,9 mil unidades, pequeno declínio de 0,7% sobre os 5 mil licenciamentos registrados um ano antes, o que revela um desempenho estável.

Importadores de veículos querem crescer 33% este ano

Em fevereiro, a produção das associadas da Abeifa com operações fabris no País – BMW, Caoa Chery, Land Rover Jaguar e Suzuki – superou as 2,3 mil unidades, crescimento de 87,1% sobre os 1,2 mil veículos que saíram de linha no mesmo mês no ano passado.

No acumulado dos dois primeiros meses do ano, a produção das marcas chegou a 4,3 mil unidades contra 2,8 mil produzidos um ano antes, uma evolução de 54,3%.

Em fevereiro último, ao considerar somente os veículos importados negociados pelas associadas da Abeifa (2,4 mil unidades), o segmento participou com 1,3% das vendas. Se adicionar na conta a produção, o volume chega a 4,8 mil unidades licenciadas, fatia que representou 2,54% do mercado total de automóveis e comerciais leves.

Fonte : AutoIndústria





 

Data: 8/3/2019

Em São Bernardo, trabalhadores da Ford fazem passeata contra o fechamento da fábrica
Trabalhadores da Ford organizam uma passeata na manhã desta quinta-feira, 7, em protesto ao fechamento da fábrica de São Bernardo do Campo, anunciado pela montadora em fevereiro. Os manifestantes saíram, por volta das 10h20, da frente do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC e caminharam até a Praça da Matriz, onde ocorrerá um ato inter-religioso.

Cartazes e faixas como “não vou desistir do meu emprego”, “a Ford só pensa no lucro” e “minha família depende do meu emprego” eram empunhados pelos manifestantes. Eles também fazem campanha para que pessoas deixem de comprar veículos da Ford enquanto a situação na fábrica de São Bernardo do Campo não é resolvida.

Ontem, quinta-feira, 7, nos Estados Unidos, uma comitiva composta por dirigentes do sindicato vai se reunir com o comando da Ford, em encontro que deve ocorrer no final da tarde. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos, o ato é uma maneira de mostrar a força dos trabalhadores aos executivos da empresa.

Viajaram aos EUA para o encontro o presidente do sindicato, Wagner Santana, o ex-presidente Rafael Marques, e o coordenador do Comitê Sindical na Ford, José Quixabeira de Anchieta. Eles vão tentar convencer a matriz de que a fábrica ainda é viável.

A fábrica emprega cerca de 3 mil funcionários diretos e 1,5 mil terceirizados. Produz caminhões – segmento que a empresa decidiu abandonar – e o modelo Fiesta, que vai sair de linha. Segundo a Ford, o processo de encerramento ocorrerá ao longo deste ano.

A montadora alega necessidade de retomar a lucratividade sustentável de suas operações na América do Sul, onde registrou prejuízos de US$ 4,5 bilhões entre 2013 e 2018. O Brasil responde por cerca de 60% das vendas da marca na região.

Desde o anúncio, no último dia 19, a produção da fábrica está parada por orientação do sindicato, por acreditar que há riscos aos trabalhadores se continuarem em suas atividades num ambiente tão tenso.

Os trabalhadores têm mantido ações de protestos diários, enquanto a liderança sindical se reúne com os governos federal, estadual e municipal em busca de alternativas para convencer a Ford a voltar atrás.

Até agora, um grupo empresarial, o Caoa, anunciou ter interesse em negociar as instalações da fábrica no ABC paulista. O grupo do empresário brasileiro Carlos Alberto de Oliveira Andrade é dono de revendas Ford, de uma fábrica que produz veículos da Hyundai sob licença em Goiânia e tem 50% de participação no Brasil da fabricante chinesa de carros Chery, com fábrica em Jacareí (SP).

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 8/3/2019

Caminhões e ônibus lideram venda de veículos
Os bons indicadores do comportamento da indústria em janeiro, divulgados há poucos dias pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), encontram confirmação em alguns dados referentes a fevereiro. É o que se constata no informativo sobre emplacamentos da Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave) relativo ao mês passado, que evidencia expressivo crescimento de vendas – não só de autos e veículos comerciais leves novos – em relação a 2018.

O maior destaque foram os emplacamentos de ônibus, com aumento de 75,2% entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2019 e de 84,1% entre os primeiros bimestres de 2018 e de 2019. Nas mesmas bases de comparação, as vendas de caminhões cresceram 66% e 58%. São indícios de elevação de investimentos, o que só ocorre quando as empresas passam a ver como provável um aumento da renda e da demanda.

A melhora da situação financeira das famílias também parece estar presente nos dados da Fenabrave relativos à comercialização de autos e de veículos leves, com expansão de 25,2% entre fevereiro de 2018 e fevereiro de 2019 e de 16,3% entre os primeiros bimestres dos dois anos.

A comparação mais favorável entre os meses de fevereiro de 2018 e fevereiro de 2019 é, em parte, explicável pelo maior número de dias úteis do mês passado. Já a leve queda de vendas entre os meses de janeiro e fevereiro é pouco relevante, seja pelo número de dias úteis, seja pela sazonalidade.

O informativo da Fenabrave mostra também uma elevação expressiva das vendas de motos (+24,9% entre os primeiros bimestres de 2018 e de 2019), num sinal de recuperação dos ganhos das famílias de menor renda.

Há bons motivos para a recuperação do mercado de veículos. Isso se deve, notou o presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, à boa evolução do cenário econômico, com inflação controlada, juros mais baixos do que os cobrados há um ano e significativa melhora dos índices de inadimplência. “Isso é fundamental para fomentar a liberação de crédito pelo sistema bancário”, disse Assumpção.

A alta das vendas de veículos novos fez do mês passado o melhor fevereiro desde 2014. Ainda é pouco quando a comparação é feita com os melhores anos do setor, mas revela que 2019 deverá superar 2018.

Fonte : O Estado de S. Paulo





 

Data: 8/3/2019

Roberto Cortes tem audiência com o governador Wilson Witzel e reafirma investimentos no Rio de Janeiro
A Volkswagen Caminhões e Ônibus segue investindo no Brasil e está pronta para atender eventuais demandas criadas pela recente saída de concorrentes em mercados sul-americanos. Esta foi a mensagem de Roberto Cortes, presidente e CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, a Wilson Witzel, governador do estado do Rio de Janeiro, durante encontro hoje (7/3) promovido pela Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha em Berlim.

“Estamos no meio de um plano de investimento de R$ 1,5 bilhão no Rio de Janeiro. Nossa capacidade produtiva na fábrica de Resende (RJ) é de 100 mil unidades ao ano, trabalhando em três turnos. Hoje, operamos em dois turnos, e um deles ainda é parcial. Afirmei ao governador Witzel que estamos prontos não apenas para absorver a recuperação do mercado brasileiro, mas preencher todas as lacunas recentemente deixadas pela concorrência na América do Sul”, disse Roberto Cortes.

A ofensiva em busca de novas oportunidades no Brasil e no exterior inclui a movimentação de toda a rede autorizada das marcas Volkswagen Caminhões e Ônibus e MAN, com mais de 300 concessionários e importadores. A montadora é uma das maiores exportadoras de veículos comerciais do país, com uma linha de mais de 50 produtos sob medida para mais de 30 países emergentes.

Este foi o primeiro encontro de Wilson Witzel com Roberto Cortes após tomar posse como governador do Rio de Janeiro. Além da fábrica de Resende, a montadora sediada no Sul Fluminense mantém uma linha de montagem de seus produtos em Querétaro, no México, e parcerias produtivas na África. Também é a pioneira no desenvolvimento de uma linha de caminhões e ônibus 100% elétricos com tecnologia brasileira.

Fonte : ShopTrans





 

Data: 8/3/2019

Volvo vai limitar carros a 180 km/h a partir de 2020
A partir de 2020, todos os carros novos da Volvo serão limitados a 180 km/h. A novidade faz parte do plano Vision 2020 de segurança da marca. A Volvo quer zerar as mortes a bordo de seus carros a partir do próximo ano. A marca acredita que apesar dos avanços tecnológicos na segurança dos veículos, o comportamento dos motoristas precisa ser incluído na conta.

A limitação da velocidade máxima é apenas o primeiro passo nesse controle. A fabricante já começou a pesquisar a possibilidade de criar uma “cerca eletrônica” para limitar automaticamente a velocidade dos veículos. Quando eles trafegarem próximos de escolas e hospitais, por exemplo, a velocidade máxima será menor.

A investigação passa pela discussão sobre se as montadoras podem ter o direito de instalar tecnologias para mudar o comportamento do motorista. “Ainda não temos uma resposta certeira para a questão, mas precisamos tomar a frente e ser pioneiros”, afirmou o presidente da marca, Hakan Samuelsson.

“As pessoas geralmente dirigem rápido demais em determinadas situações. Também têm baixa adaptação à velocidade e suas próprias capacidades ao volante”, explica Jan Ivarsson, especialista em segurança da Volvo.

Volvo terá mais medidas

Além de limitar as velocidades, a marca também poderá tomar medidas contra intoxicações, por bebida ou drogas, e distração ao volante. Os dois problemas são grandes causas de acidentes e a Volvo deverá apresentar ideias para combatê-las ao volante em breve.

Fonte : Jornal do Carro





 

Data: 8/3/2019

Chevrolet Cruze deixa de ser fabricado nos EUA
No começo do mês a Ford encerrou a produção do Taurus, seu sedã grande. Nesta quarta-feira (6) foi a vez de outro sedã, o Chevrolet Cruze, dizer adeus aos Estados Unidos.

A General Motors encerrou a produção na fábrica de Lordstown (Ohio), eliminando cerca de 1.700 empregos e pondo fim à história local do modelo apresentado ao mundo no Salão de Paris de 2008 - exatamente quando começava a crise financeira global que derreteu a economia dos EUA e levou a GM a pedir concordata um ano depois.

O Cruze, que no Brasil aposentou o Vectra e ainda passa por carro quase de luxo, mas que nos EUA é carro de estudante que vive às custas do pai, seguirá sendo fabricado fora do país e abastecendo outros mercados - não há nenhum sinal de que deixará de existir no Mercosul, por exemplo.

Seu desaparecimento reflete uma mudança nos hábitos automotivos dos americanos, que já há alguns anos pagam barato pela gasolina e podem dar-se o luxo de rodar nos mesmos SUVs e picapes que, uma década atrás, pareciam condenados ao ostracismo.

As montadoras americanas aproveitam a onda para encher os cofres, já que as margens de lucro proporcionadas por veículos grandes são maiores. Como já publicado pelo Carsale, os americanos aceitaram essa proposta, liberando GM, Ford e FCA para cobrar pequenas fortunas por picapes, jipinhos e jipões.

Significativamente, junto com o Cruze deixa de ser fabricado o semi-elétrico Chevrolet Volt, a malsucedida incursão da GM no jogo dos “carros verdes”, que hoje é dominado pela Tesla.

Nas próximas semanas deve ser encerrada também a produção do Chevrolet Impala. Por ora, o médio-grande Malibu resiste.

Fonte : Carsale/Claudio de Souza





 

Data: 8/3/2019

Toyota anuncia aposentadoria de Steve St. Angelo, CEO para América Latina
Presente nos quadros da Toyota desde 2005, o atual CEO da marca para América Latina e Caribe, Steve St. Angelo, irá se aposentar no próximo mês de abril. Conhecido pela personalidade carismática e irreverente, o executivo passará o comando da empresa na região para Masahiro Inoue, que hoje ocupa o cargo de gerente geral da divisão.

Ao longo de mais de uma década de trabalho, St. Angelo atuou em vários cargos das áreas de manufatura, engenharia e qualidade, sendo amplamente reconhecido pelos resultados positivos alcançados no período em que esteve à frente da companhia na região.

O executivo ficou exatos seis anos no controle da Toyota na América Latina e assumiu o posto com a missão de regionalizar os negócios e melhorar a posição da marca no mercado. Entre outros feitos, apoiou projetos de inovação, comandou o avanço das capacidades produtivas e de engenharia da região (incluindo a reestilização do Etios e a nacionalização do Yaris), aumentou a produção local em 87% e mostrou o primeiro veículo híbrido flex do mundo no Brasil. Em 2018, a marca bateu recorde ao emplacar 441 mil unidades na região, com crescimento de 37% em comparação com 2012, além de ter quase dobrado a participação de mercado para aproximadamente 10%.

“Foi uma honra ter contribuído para a Toyota nos últimos 14 anos e ter trazido meu amor pelo Sistema Toyota de Produção e pela minha maneira de pensar sempre no cliente em primeiro lugar para os colaboradores e clientes da região”, declarou St. Angelo. “Masahiro traz toda a sua experiência trabalhando e liderando equipes na América Latina e Caribe e tem sido um consultor de confiança para nosso time regional e parceiros. Eu acredito que a região está em boas mãos com ele na liderança”, completou.

Novo designado para o posto máximo da Toyota na região, Masahiro Inoue ingressou na Toyota em 1987 e tem mais de 16 anos de experiência no mercado latino-americano. Atuou também em diversos cargos executivos, incluindo quatro anos na Toyota Canadá e cinco anos na matriz, na divisão de planejamento estratégico. A TLAC representa 40 países nas Américas do Sul, Central e Caribe, com operações de fabricação de veículos, motores e componentes na Argentina, Brasil e Venezuela.

Fonte : Yahoo Finanças/Motor 1/Dyogo Fagundes





 

Data: 8/3/2019

BYD Europa fornecerá 30 ônibus elétricos para o aeroporto de Bruxelas
A BYD fechou um pedido de 13 milhões de euros para fornecer 30 ônibus elétricos para o Aeroporto de Zaventem, em Bruxelas, capital da Bélgica.

A ordem de compra partir da Brussels Airport Company (BAC), operadora do Aeroporto belga.

Na semana passada, os primeiros ebuses entraram em operação.

A BYD firmou ainda um contrato de suporte de serviço de 10 anos para garantir que os ônibus elétricos executem serviços confiáveis e consistentes em sua função de transferir passageiros que chegam e partem entre as aeronaves e os terminais.

No início de 2016, o Aeroporto de Bruxelas decidiu, em consulta com os usuários – companhias aéreas e operadores – assumir o transporte de passageiros na pista dos agentes em terra da Swissport e Aviapartner. O objetivo do aeroporto, segundo informa o site oficial, é realizar o transporte de passageiros com emissão zero e maior conforto.

Este investimento de 13 milhões de euros, segundo informações do aeroporto de Zaventem, “foi um passo importante para concretizar uma das metas ambientais: emitir 40% menos CO2 até 2030 (em comparação com 2010)”.

Hoje, os ônibus que levam passageiros para a aeronave na pista ainda são ônibus a diesel.

O Aeroporto de Bruxelas buscou uma alternativa ecologicamente correta e encontrou inspiração no Aeroporto de Schiphol, de Amsterdã (Holanda) – onde 35 ônibus elétricos da BYD já estão em serviço.

Koen De Cleyn, Gerente de Projetos no Aeroporto de Bruxelas, conta que ficou agradavelmente surpreso com a visita a Schiphol. “Os e-buses estão indo muito bem lá”, afirmou.

Convencido por essa experiência, o Aeroporto de Bruxelas lançou uma concorrência na Europa para 30 ônibus elétricos. Dos 6 fornecedores candidatos, a Build Your Dreams (BYD) fez a melhor proposta. Os veículos elétricos serão colocados em serviço em 2019.

A administração do aeroporto de Bruxelas afirma em seu site que a mudança de diesel para eletricidade está sendo feita “para salvar o ambiente”.

Segundo o site, as distâncias curtas e numerosas paradas dificultam o aquecimento de um motor a diesel. E isso causa muitos gases de escape.

“Os ônibus elétricos não emitem CO2”, diz Koen. “Como resultado, nossas emissões totais diminuirão em 600 toneladas por ano. Além disso, dificilmente haverá qualquer material particulado. E ainda outra vantagem: os veículos elétricos passam sobre o asfalto quase sem ruído”.

Detalhes

Os 30 ônibus 100% elétricos têm 12m de comprimento, 3 portas e são equipados com design de última geração, oferecendo acesso Wi-Fi gratuito, portas USB para carregamento e telas digitais com as informações mais recentes sobre voos.

A BYD forneceu também 30 unidades de carregamento projetadas para permitir que os e-buses sejam carregados durante a noite no terminal. Em apenas 3 horas, um ônibus está totalmente carregado – e então pode viajar cerca de 150 quilômetros.

Os pontos de carregamento são semelhantes ao depósito de carga especial no Aeroporto Schiphol de Amsterdã, onde a BYD tem uma frota de 35 equipamentos em funcionamento desde junho de 2015.

Na época, os ônibus BYD de 12 metros foram os primeiros ônibus elétricos puros em todo o mundo a fornecerem transporte em um aeroporto.

Fonte : Transporte Diário/Alexandre Pelegi