[ 19/9/2017 ]
Com novos serviços e produtos, Scania bu...

[ 19/9/2017 ]
Indústria automobilística tem cerca de R...

[ 19/9/2017 ]
Indústria automobilística na rota da mod...

[ 19/9/2017 ]
Petrobras eleva preços do diesel e reduz...

[ 19/9/2017 ]
Balanço da Usiminas ganha maior robustez...

[ 19/9/2017 ]
Transporte público da zona sul de São Pa...

[ 19/9/2017 ]
Detran.SP promove ações educativas na Se...

[ 19/9/2017 ]
Aliança da Renault está mais perto de se...

[ 19/9/2017 ]
Aliança da Renault está mais perto de se...

[ 19/9/2017 ]
Audi assume liderança em direção autônom...

[ 19/9/2017 ]
Usar em vez de ter, uma visão da mobilid...

[ 18/9/2017 ]
Honda e Itirapina ainda esperam por dias...

[ 18/9/2017 ]
Setor automotivo deve apresentar aumento...

[ 18/9/2017 ]
Rio Grande do Sul é o terceiro mercado d...

[ 18/9/2017 ]
Cummins Turbo Technologies inaugura linh...

[ 18/9/2017 ]
Mercado de vendas de veículos no RS apre...

[ 18/9/2017 ]
Brasil e Estados Unidos na mesma situaçã...

[ 18/9/2017 ]
Toyota destacou linha Etios 2018 durante...

[ 18/9/2017 ]
"Uber dos tratores", aplicativo aluga má...

[ 18/9/2017 ]
Enfatizar o papel de cada usuário das vi...




 

Data: 20/4/2017

Confiança do consumidor cresce 1,4% em abril, diz CNI
 
O Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC) subiu 1,4% em abril ante março e chegou a 103,4 pontos, após ter recuado no mês passado. Em relação a abril de 2016, quando o indicador estava em 97,5 pontos, houve aumento de 6,1%

Os dados foram divulgados nesta quarta-feira (19) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O estudo, feito em parceria com o Ibope, ouviu 2.002 pessoas em 143 cidades, entre 7 e 11 de abril.

Apesar do avanço, a confiança do consumidor continua abaixo da média histórica iniciada em março de 2001, de 108,6 pontos. A melhora do INEC em abril é resultado das perspectivas de queda da inflação e de melhoria do emprego, renda pessoal e endividamento para os próximos seis meses.

O índice de expectativas para a inflação, por exemplo, cresceu 5,8% em relação a março e 9,3% ante abril do ano passado. Quanto mais alto o indicador, maior o percentual de respostas positivas, ou seja, mais pessoas esperam queda generalizada dos preços. Já a expectativa desemprego cresceu 2% ante março e 6,8%. A lógica é a mesma da inflação: quanto maior o índice, maior a quantidade de entrevistados que apostam na queda do desemprego.

A previsão para renda pessoal subiu 1,1%, para endividamento cresceu 3,3% e para situação financeira avançou 0,9% em abril frente ao mês anterior. O índice de compra de bens de maior valor, como eletrodomésticos e móveis foi o único que teve retração neste mês. Em comparação com março, o recuo foi de 1,7% e, em 12 meses, de 2,1%.

Fonte : Portal G1