[ 19/1/2018 ]
Peugeot está "muito aberta" para aliança...

[ 19/1/2018 ]
Venda de caminhões deve saltar até 30% n...

[ 19/1/2018 ]
Novatos surpreenderam o mercado automoti...

[ 19/1/2018 ]
Produção de motocicletas fecha o ano com...

[ 19/1/2018 ]
Petrobras realiza dois aumentos no preço...

[ 19/1/2018 ]
MAN Latin America inaugura duas concessi...

[ 19/1/2018 ]
Hacker é maior ameaça ao modelo autônomo...

[ 19/1/2018 ]
BYD vende 13 ônibus 100% elétricos para ...

[ 19/1/2018 ]
PSA anuncia eletrificação de todos os mo...

[ 19/1/2018 ]
Mercedes-Benz lidera vendas na Argentina...

[ 18/1/2018 ]
Com retomada das vendas do setor, Fiat p...

[ 18/1/2018 ]
Ministério pretende liberar créditos tri...

[ 18/1/2018 ]
Caminhões e ônibus já podem ser financia...

[ 18/1/2018 ]
Emprego na indústria paulista recua 1,62...

[ 18/1/2018 ]
Crescimento deve ter superado 1% em 2017...

[ 18/1/2018 ]
Embratel lança plataforma para gestão de...

[ 18/1/2018 ]
Novo pneu trativo Hybrid HD3 na medida 2...

[ 18/1/2018 ]
União Europeia e Mercosul se reúnem em B...

[ 18/1/2018 ]
Mercado de automóveis na União Europeia ...

[ 18/1/2018 ]
Fábrica de motores da Volvo Cars é a pri...




 

Data: 10/8/2017

Com 35,9 mil vagas abertas em julho, emprego formal sobe pelo 4º mês seguido
 
O Brasil gerou 35.900 vagas formais de emprego em julho deste ano, segundo dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) divulgados pelo Ministério do Trabalho ontem, quarta-feira (9).

No mês passado, foram registradas 1.167.770 contratações e 1.131.870 demissões de trabalhadores com carteira assinada.

Esse foi o quarto mês consecutivo com criação de vagas com carteira assinada e a primeira vez, desde 2014, em que as contratações superaram as demissões no mês de julho. Foi o melhor mês de julho em quatro anos.

No mesmo mês de 2015 e do ano passado, respectivamente, foram fechadas 157.905 e 94.724 vagas de trabalho. Em julho de 2014, por sua vez, foram abertas 11.796 vagas de empregos com carteira assinada.

Parcial do ano

No acumulado de janeiro a julho deste ano, ainda de acordo com o governo, foram gerados 103.258 empregos com carteira assinada. No mesmo período do ano passado, o governo informou que foram demitidos 623.520 trabalhadores.

O Ministério do Trabalho não divulgou a série histórica para o resultado dos empregos formais no mesmo período dos anos anteriores.

O ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira, disse acreditar que, entre agosto e novembro, o país voltará a registrar a criação de empregos formais.

"Teremos números bem melhores em agosto. A construção, que estávamos há 33 meses com números negativos, registrou números positivos abertura de vagas", declarou ele.

Nogueira disse que a geração de empregos formais em julho deste ano mostra que o país está no "rumo certo" e que o governo "está tomando as medidas necessárias para colocar novamente o Brasil no rumo do crescimento econômico e da recuperação do emprego."

Setores

Em julho deste ano, de acordo com o Ministério do Trabalho, cinco setores da economia admitiram mais do que demitiram. O setor que mais contratou foi a indústria de transformação, com 12.594 vagas abertas.

Neste período, o comércio registrou a abertura de 10.156 empregos com carteira assinada. O setor de serviços contratou 7.714 trabalhadores formais. Já a agropecuária registrou a contratação de 7.055 pessoas.

Por outro lado, os chamados "serviços de utilidade pública" ainda registraram resultado negativo, com a demissão de 1.125 trabalhadores com carteira em julho deste ano.

A construção civil, por sua vez, abriu 724 vagas formais no período, enquanto a indústria extrativa mineral demitiu 224 empregados.

Segundo o Ministério do Trabalho, houve o registro de contratações em quatro das cinco regiões do país em julho de 2017.

Centro-Oeste: +12.211 vagas abertas;
Sudeste: +11.764 vagas abertas;
Nordeste: +6.641 vagas abertas;
Norte: +5.346 vagas abertas;
Sul: - 62 vagas.

Fonte : Portal G1/Alexandro Martello