[ 17/11/2017 ]
Volkswagen quer mais do que dobrar produ...

[ 17/11/2017 ]
Temor de nova condenação na OMC trava Ro...

[ 17/11/2017 ]
Disputa entre montadora e autopeça indep...

[ 17/11/2017 ]
Exportações de autopeças crescem 10,5% n...

[ 17/11/2017 ]
Montadora quer pedaço maior do mercado d...

[ 17/11/2017 ]
Honda ainda não tem planos para a fábric...

[ 17/11/2017 ]
Mercedes-Benz lança canais nas redes soc...

[ 17/11/2017 ]
Montadoras investem cada vez mais na mod...

[ 17/11/2017 ]
GM desafia Tesla com promessa de carros ...

[ 17/11/2017 ]
Volkswagen vai investir € 10 bilhões par...

[ 16/11/2017 ]
Produção de veículos reforça a indústria...

[ 16/11/2017 ]
AGCO desiste de negócio com a Kepler...

[ 16/11/2017 ]
Temer e empresários debatem programa aut...

[ 16/11/2017 ]
Mercado continua cauteloso sobre a recup...

[ 16/11/2017 ]
Reajuste de combustíveis impõe "viés de ...

[ 16/11/2017 ]
Fabricantes de motos premium veem retoma...

[ 16/11/2017 ]
Setor automotivo prevê empregos e cresci...

[ 16/11/2017 ]
Fiat viu em regime militar aval para fáb...

[ 16/11/2017 ]
Mercedes-Benz oferece um ano de manutenç...

[ 16/11/2017 ]
Grupo Volvo inaugura nova concessionária...




 

Data: 11/8/2017

CSN vai aumentar preços de aços planos em 12,75% a partir do dia 25
 
A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) vai aplicar um reajuste de 12,75% em todos os aços planos fabricados pela companhia a partir do dia 25 deste mês. A informação foi passada ao Valor pelo diretor-executivo comercial da empresa, Luiz Fernando Martinez.

Segundo o executivo, a medida vai abranger todos os clientes da siderúrgica - distribuição, industrial e automotivo. “Trata-se de um realinhamento de preços locais aos internacionais e para se adequar ao aumento de custos do carvão, coque e minério de ferro”, afirmou.

Martinez disse que o produto laminado a quente, referência do mercado de aço plano, subiu para US$ 550 a tonelada na China, após a decisão de fechamento de várias usinas por causa do Outono, dentro de sua política ambiental.

Com isso, destacou o executivo, o prêmio entre o importado e o aço local chegou a zero em alguns casos, como bobina a quente, e no máximo 5% para outros - caso do laminado a frio -, considerando o câmbio a R$ 3,15.

Em julho, a empresa havia elevado em 10% o preço do laminado a quente, que entrou em vigor desde o dia 28. Mas foi apenas para os clientes da rede de distribuição (empresas que vendem no varejo).

Martinez ressaltou que a decisão de aumento é uma questão de necessidade do setor siderúrgico em termos de custos e ao realinhamento internacional de preços, tendo como referência o mercado chinês. “O minério de ferro teve forte alta desde o início de julho, já negociado na faixa de US$ 77”.

Em aços longos, a CSN também reajustou seus preços pela segunda vez em um mês. No início de julho foi aplicado aumento de 6%, repetido em 1º de agosto.

A produção dos dois tipos de aço no país é feita pela CSN na usina de Volta Redonda (RJ).

Fonte : Valor Econômico/Ivo Ribeiro