[ 21/9/2017 ]
Iveco prepara lançamentos em comemoração...

[ 21/9/2017 ]
Grupo de empresas quer mais carros elétr...

[ 21/9/2017 ]
Montadoras já enxergam avanço de dois dí...

[ 21/9/2017 ]
Ritmo da tecnologia desafia as montadora...

[ 21/9/2017 ]
Consumo de aço mantém trajetória de recu...

[ 21/9/2017 ]
Total Lubrificantes mira mercado de pesa...

[ 21/9/2017 ]
Volkswagen Gol 1.0 MPI Track Flex 2017...

[ 21/9/2017 ]
BMW lança linha Individual de cores exte...

[ 21/9/2017 ]
Até 2030, carros a energia devem ser 10%...

[ 21/9/2017 ]
Salão dos Veículos Híbridos-Elétricos ab...

[ 20/9/2017 ]
Nissan atinge marca de 150 mil carros pr...

[ 20/9/2017 ]
Volkswagen é condenada a pagar R$ 1 bilh...

[ 20/9/2017 ]
Governo tem 15 dias para definir se 2018...

[ 20/9/2017 ]
Europa e Japão querem acelerar condenaçã...

[ 20/9/2017 ]
Chevrolet Equinox estreia mirando Jeep C...

[ 20/9/2017 ]
Ford lança linha de acessórios originais...

[ 20/9/2017 ]
São Paulo notificará motoristas por velo...

[ 20/9/2017 ]
Dieselgate, dois anos: o que mudou no ‘r...

[ 20/9/2017 ]
Montadoras mostram as cabines do futuro...

[ 20/9/2017 ]
A indústria automobilística e o controle...




 

Data: 12/9/2017

China estuda banir carros a combustão
 
O crescente movimento para acabar com os veículos movidos a combustíveis fósseis ganhou um significativo impulso ontem com o anúncio de que a China - maior mercado mundial de carros - está estudando seguir o exemplo de países como Reino Unido e França - que recentemente anunciaram que vão proibir carros movidos a diesel e gasolina até 2040.

“Alguns países fizeram um cronograma para acabar com a produção e venda de carros de combustíveis tradicionais”, disse o vice-ministro de Indústria, Xin Guobin, segundo reportou ontem a agência estatal Xinhua. “O Ministério também iniciou uma pesquisa relevante e fará um cronograma semelhante com os departamentos relevantes. Essas medidas certamente vão trazer profundas mudanças para o desenvolvimento de nossa indústria automotiva”, disse Xin, que prevê tempos “turbulentos” pela frente nesse setor.

Pequim vê o carro elétrico como uma forma de superar as grandes montadoras e garantir maior participação global para as fabricantes chinesas. Graça a uma política de subsídios generosos, as chinesas vêm dominando o mercado doméstico de carros elétricos e híbridos. A BYD, que tem entre seus investidores o americano Warren Buffett, liderou as vendas nos sete primeiros meses do ano, com a entrega de 46.855 carros elétricos e híbridos, segundo a Associação de Carros de Passeio da China. A General Motors vendeu apenas 738 unidades desde que lançou seu modelo híbrido Velite 5 na feira de Xangai em abril.

Fonte : Valor Econômico