[ 17/11/2017 ]
Volkswagen quer mais do que dobrar produ...

[ 17/11/2017 ]
Temor de nova condenação na OMC trava Ro...

[ 17/11/2017 ]
Disputa entre montadora e autopeça indep...

[ 17/11/2017 ]
Exportações de autopeças crescem 10,5% n...

[ 17/11/2017 ]
Montadora quer pedaço maior do mercado d...

[ 17/11/2017 ]
Honda ainda não tem planos para a fábric...

[ 17/11/2017 ]
Mercedes-Benz lança canais nas redes soc...

[ 17/11/2017 ]
Montadoras investem cada vez mais na mod...

[ 17/11/2017 ]
GM desafia Tesla com promessa de carros ...

[ 17/11/2017 ]
Volkswagen vai investir € 10 bilhões par...

[ 16/11/2017 ]
Produção de veículos reforça a indústria...

[ 16/11/2017 ]
AGCO desiste de negócio com a Kepler...

[ 16/11/2017 ]
Temer e empresários debatem programa aut...

[ 16/11/2017 ]
Mercado continua cauteloso sobre a recup...

[ 16/11/2017 ]
Reajuste de combustíveis impõe "viés de ...

[ 16/11/2017 ]
Fabricantes de motos premium veem retoma...

[ 16/11/2017 ]
Setor automotivo prevê empregos e cresci...

[ 16/11/2017 ]
Fiat viu em regime militar aval para fáb...

[ 16/11/2017 ]
Mercedes-Benz oferece um ano de manutenç...

[ 16/11/2017 ]
Grupo Volvo inaugura nova concessionária...




 

Data: 19/10/2017

"Prévia" do PIB cai 0,38% em agosto, mas cresce 1,64% em um ano, diz BC
 
A atividade econômica caiu em agosto 0,38% na comparação com julho, segundo o IBC-Br (Índice de Atividade Econômica do Banco Central), considerado uma "prévia" do PIB (Produto Interno Bruto). O resultado foi o mais fraco em cinco meses e pior que o esperado por analistas consultados pela agência de notícias Reuters (-0,15%). Na comparação com agosto do ano passado, houve crescimento de 1,64%.

A queda de 0,38% em relação ao mês anterior considera o chamado ajuste sazonal. Quando são comparados dados de períodos diferentes (ex: agosto em relação a julho, ou 2º trimestre em comparação com o 1º trimestre), analistas costumam descontar as diferenças sazonais.

O resultado negativo veio após dois meses de alta e foi o pior desde março, quando o IBC-Br teve contração de 0,4%.

Alta na comparação anual

Em relação a agosto de 2016, a economia cresceu 1,64%. Quando são analisados períodos iguais, mas de anos diferentes (ex: agosto de 2017 e agosto de 2016), não é necessário aplicar o ajuste sazonal.

Considerando o acumulado do ano, o indicador subiu 0,31%. Em 12 meses, porém, caiu 0,89%, com o ajuste sazonal. Sem o ajuste, o indicador acumulou queda de 1,08%.

Economistas ouvidos pelo Banco Central esperam que o PIB cresça 0,72% neste ano.

O indicador de agosto foi influenciado por resultados fracos tanto da produção industrial quanto das vendas no varejo e do volume de serviços. "Esse resultado não altera nossa expectativa de retomada gradual da atividade econômica. Esperamos ainda uma aceleração da atividade econômica no quarto trimestre, consistente com nossa projeção de uma expansão de 0,9% do PIB neste ano", informou o banco Bradesco em nota.

PIB oficial

O último dado sobre o PIB oficial medido pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) se refere ao segundo trimestre.

A economia brasileira cresceu 0,2% no período, na comparação com o trimestre anterior. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado, o PIB subiu 0,3%, após 12 quedas seguidas.

Em 2016, a economia encolheu 3,6%, e o país enfrentou o segundo ano seguido de recessão.

IBC-Br

O indicador do BC é visto pelo mercado como uma antecipação do resultado do PIB. Ele é divulgado mensalmente pelo Banco Central, enquanto o PIB é divulgado a cada três meses pelo IBGE.

O IBC-Br serve de base para investidores e empresas adotarem medidas de curto prazo. Porém, não necessariamente reflete o resultado anual do PIB e, em algumas vezes, distancia-se bastante.

O indicador do BC leva em conta a trajetória das variáveis consideradas como bons indicadores para o desempenho dos setores da economia (agropecuária, indústria e serviços).

A estimativa incorpora a produção estimada para os três setores, acrescida dos impostos sobre produtos. O PIB calculado pelo IBGE, por sua vez, é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país durante certo período.

Fonte : UOL Economia/Reuters