[ 17/11/2017 ]
Volkswagen quer mais do que dobrar produ...

[ 17/11/2017 ]
Temor de nova condenação na OMC trava Ro...

[ 17/11/2017 ]
Disputa entre montadora e autopeça indep...

[ 17/11/2017 ]
Exportações de autopeças crescem 10,5% n...

[ 17/11/2017 ]
Montadora quer pedaço maior do mercado d...

[ 17/11/2017 ]
Honda ainda não tem planos para a fábric...

[ 17/11/2017 ]
Mercedes-Benz lança canais nas redes soc...

[ 17/11/2017 ]
Montadoras investem cada vez mais na mod...

[ 17/11/2017 ]
GM desafia Tesla com promessa de carros ...

[ 17/11/2017 ]
Volkswagen vai investir € 10 bilhões par...

[ 16/11/2017 ]
Produção de veículos reforça a indústria...

[ 16/11/2017 ]
AGCO desiste de negócio com a Kepler...

[ 16/11/2017 ]
Temer e empresários debatem programa aut...

[ 16/11/2017 ]
Mercado continua cauteloso sobre a recup...

[ 16/11/2017 ]
Reajuste de combustíveis impõe "viés de ...

[ 16/11/2017 ]
Fabricantes de motos premium veem retoma...

[ 16/11/2017 ]
Setor automotivo prevê empregos e cresci...

[ 16/11/2017 ]
Fiat viu em regime militar aval para fáb...

[ 16/11/2017 ]
Mercedes-Benz oferece um ano de manutenç...

[ 16/11/2017 ]
Grupo Volvo inaugura nova concessionária...




 

Data: 14/11/2017

KBB quer ser referencia de preços de veículos no Brasil
 
Desde o mês passado os brasileiros têm mais um bom balizador de preços para comprar ou vender automóveis novos ou usados. A tradicional Kelley Blue Book, conhecida como KBB, que nos Estados Unidos registra mensalmente quase 22 milhões de visualizações, já oferece aqui seus estudos de mercado gratuitamente. A ideia é se tornar a maior referência para consumidores, lojistas e concessionárias, garante o português Carlos Domingues, diretor geral da empresa que integra o grupo Cox Automotive desde 2014.

O site a KBB no Brasil já tem registrados perto de 15 mil veículos e versões. As variações de preços são atualizadas mensalmente e levam em conta diversas fontes: ofertas em anúncios, preços sugeridos, lojistas, pesquisas de campo, valores apurados em leilões, dentre outros. Contudo, o mais importante: por meio de várias ferramentas e análises estatísticas, o site indica não define um preço, mas sim a faixa de preços na qual se concentra a maior parte dos negócios fechados de um determinado modelo e versão.

Daniel Silveira, diretor de mercado da KBB, afirma que essa fórmula diminui a natural tensão entre as partes no momento da negociação: “Identificamos a faixa de preço em que a maioria dos negócios são fechados de forma que tanto o comprador como o vendedor saibam qual é a realidade de mercado daquele produto”.

O site é, de fato, bastante intuitivo e específico. Para saber, por exemplo, por quanto o carro que possui tem sido negociado, ele pode informar a cor do modelo, equipamentos, em que Estado brasileiro se encontra, quilometragem, conservação do carro e até acessórios. Mais ainda: pode saber qual faixa de preço é mais praticada em transações entre particulares ou entre um cliente particular e um revendedor. “São aspectos que as tabelas tradicionais de veículos não levam em conta. Isso faz com que o preço apontado seja muito diferente do praticado”, acrescenta Domingues.

Para as primeiras cotações dos milhares de veículos e que já foram consultadas por mais de 750 mil internautas no primeiro mês de operação do site, a KBB analisou mais de 2 milhões de transações no último ano e parâmetros históricos e recentes da Molicar, tradicional empresa brasileira no segmento comprada no ano passado pelo próprio Grupo Cox.

Segundo a empresa, fundada em 1926 pela família Kelley e que durante décadas tinha seu livro azul - daí o nome - como principal referência de preços nos Estados Unidos, o Brasil já é um dos maiores mercados potenciais para a sua plataforma. Perto de 100 milhões de brasileiros têm acesso à internet e 30% deles costumam buscar conteúdos que envolvam automóveis, aponta a empresa. “Ou seja, estamos falando que potencialmente temos 30 milhões de pessoas que podem se interessar pelos nossos serviços”, pondera Cláudia Cepukas, diretor de marketing.

Fonte : AutoIndústria/George Guimarães