[ 19/7/2018 ]
Queda de exportações faz Volkswagen dar ...

[ 19/7/2018 ]
BMW e EDP criam o maior corredor elétric...

[ 19/7/2018 ]
Crédito de exportação do setor automotiv...

[ 19/7/2018 ]
Encontro entre Mercosul e UE fica sem ac...

[ 19/7/2018 ]
Europa anuncia tarifa para importação de...

[ 19/7/2018 ]
Volkswagen novo Polo MSI e Virtus MSI ga...

[ 19/7/2018 ]
Fiat Argo 2019 ganha novos itens de séri...

[ 19/7/2018 ]
Fiat renova parceria com Inhotim...

[ 19/7/2018 ]
Estratégia da Mercedes-Benz para e-mobil...

[ 19/7/2018 ]
Congresso Fenabrave: os novos desafios d...

[ 18/7/2018 ]
Brasil puxa expansão global da Volkswage...

[ 18/7/2018 ]
Mercosul propõe reduzir taxas para carro...

[ 18/7/2018 ]
Mercado deve retomar volume de abril...

[ 18/7/2018 ]
Rota 2030: o que mudará no carro naciona...

[ 18/7/2018 ]
O futuro do carro nacional...

[ 18/7/2018 ]
Pesquisa e desenvolvimento em alta...

[ 18/7/2018 ]
Financiamentos de caminhões e ônibus som...

[ 18/7/2018 ]
Seis carros que podem ser lançados no Br...

[ 18/7/2018 ]
Continental lança banda para maior quilo...

[ 18/7/2018 ]
Grupo Carboni IVECO inaugura nova estrut...




 

Data: 16/11/2017

AGCO desiste de negócio com a Kepler
 
A americana AGCO, uma das maiores fabricantes de máquinas agrícolas do mundo, com receita líquida de US$ 7,4 bilhões no ano passado, desistiu de adquirir a participação de 34,93% do capital social da gaúcha Kepler Weber. Em comunicado enviado ao Banco do Brasil e divulgado na terça-feira pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a múlti informou que a rescisão do contrato de aquisição decorreu do não cumprimento de condições precedentes acordadas entre as partes.

Da fatia que a AGCO pretendia adquirir, 17,45% são de titularidade do Banco de Investimento, subsidiária integral do Banco do Brasil, e 17,48% da Previ, fundo de previdência dos funcionários do Banco do Brasil. A compra da participação na Kepler Weber, fabricante de silos e equipamentos para armazenagem de grãos que registrou receita de R$ 475,3 milhões em 2016, havia sido anunciada por R$ 578,9 milhões (US$ 185 milhões).

O negócio com a Kepler era encarado como fundamental para a AGCO avançar na América Latina. Em entrevista recente ao Valor ,o diretor de relações com investidores da companhia, Greg Peterson, afirmou que a aquisição de fato permitiria o crescimento da empresa na região. Da receita da americana em 2016, 12,4% teve origem na América do Sul, enquanto 24,4% vieram da América do Norte.

Na ocasião, Peterson disse que o fato de a Kepler ser “muito bem-sucedida no Brasil, com uma linha muito forte de produtos”, ajudaria a AGCO a impulsionar os negócios em outros países da região, sobretudo a Argentina. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) já havia aprovado, sem restrições, a transação. Mas a negociação estava sujeita a uma Oferta Pública de Ações (OPA) para aquisição de pelo menos 65% do capital votante da Kepler Weber. A AGCO tinha intenção de fechar o capital da brasileira.

Fonte : Valor Econômico/Bettina Barros e Kauanna Navarro