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Data: 17/11/2017

Volkswagen vai investir € 10 bilhões para desenvolver carros elétricos na China
 
A Volkswagen anunciou nesta quinta-feira que pretende investir € 10 bilhões para desenvolver carros elétricos na China, em um movimento para se adequar às novas regras que restringem a emissão de poluentes. O grupo, que inclui ainda a marca Audi, quer lançar 15 modelos nos próximos dois a três anos, e outros 25 depois de 2025, segundo revelou o chefe da montadora na China, Jochem Heizmann.

A China estabeleceu metas para a produção e vendas dos chamados NEV (New Energy Vehicle), que devem ser cumpridas até 2019, o que provocou uma corrida das montadoras. Quem não cumprir as novas exigências terá que comprar créditos. Os NEVs são NEVs carros totalmente movidos a bateria e híbridos com acesso à rede elétrica.

Desde 2015 a montadora está envolvida em um escândalo por causa de fraude em testes de emissão de poluentes. Em setembro daquele ano, adimitiu ter instalado um software secreto em centenas de milhares de carros movidos a diesel para fraudar testes de emissão de gases poluentes. Com o programa, os motores indicavam ser mais limpos do que eram de fato nas ruas. Cerca de 11 milhões de veículos foram afetados pelo problema. Até agora, o imbróglio judicial já custou mais de € 20 bilhões à Volkswagen.

Volume ainda pequeno de elétricos na China

A Volkswagen já tem dez modelos de carros elétricos no mercado chinês, mas todos são importados e com volume de vendas pequeno. O objetivo do grupo, segundo Heizmann, é que até 2020 possam ser vendidos 400 mil carros elétricos por ano e 1,5 milhão por ano até 2025.

Heizmann disse que alguns modelos terão autonomia entre 400 km e 600 km a cada vez que eu for carregada. Para se ter uma ideia, o modelo S, da Tesla, tem uma média de 490 km, mas pode chegar a 632 km em alguns modelos.

A Volkswagen se mostrou confiante de que vai conseguir cumprir as novas regras da China e não terá que pagar os créditos:

"Nós temos elevados volumes de novos carros elétricos... Estamos trabalhando em alta velocidade nisso" apontou Heizmann.

Fonte : O Globo/Reuters