[ 22/10/2018 ]
Medida Provisória sobre setor automotivo...

[ 22/10/2018 ]
Consórcio Volvo completa 25 anos com mai...

[ 22/10/2018 ]
Brasil agora tem carro de luxo "made in ...

[ 22/10/2018 ]
IGPM acumulado em doze meses chega a 10,...

[ 22/10/2018 ]
Porto Seguro inaugura novo Centro Automo...

[ 22/10/2018 ]
VWCO aumenta presença no Chile...

[ 22/10/2018 ]
Tesla lança versão intermediária do Mode...

[ 22/10/2018 ]
Fusão entre Volkswagen e Ford pode criar...

[ 22/10/2018 ]
Nissan GT-R e carro conceito da Fiat no ...

[ 22/10/2018 ]
Porsche confirma produção de segundo elé...

[ 19/10/2018 ]
Traton destaca o Brasil no balanço globa...

[ 19/10/2018 ]
Mercedes-Benz América Latina prevê aumen...

[ 19/10/2018 ]
Sindipeças projeta faturamento de R$ 98,...

[ 19/10/2018 ]
Bancada baiana impede fechamento de mont...

[ 19/10/2018 ]
Jaguar Land Rover já tem 40 concessionár...

[ 19/10/2018 ]
Renault Sandero ganha série "esportiva" ...

[ 19/10/2018 ]
AGCO implementa em suas máquinas agrícol...

[ 19/10/2018 ]
Aço mais leve e alumínio disputam domíni...

[ 19/10/2018 ]
Montadoras alemãs têm 50% de chance de s...

[ 19/10/2018 ]
Ford GT ganha mais dois anos de produção...




 

Data: 11/1/2018

Demanda vêm de setores mais atingidos pela crise
 
Para empresas de recrutamento que atuam nos níveis juniores e de média gerência, a expectativa é que setores fortemente atingidos pela crise em 2017, como o automotivo e o de construção civil, voltem a demandar profissionais.

“As empresas estão com equipe enxuta demais e todos estão trabalhando muito, então um aumento leve na atividade já exige novas contratações”, explica Kevin Gibson, CEO da Robert Walters no Brasil. É o caso do setor automotivo, que deve gerar procura por engenheiros e profissionais da área produtiva e de logística.

Na construção civil, além da expectativa de uma leve retomada decorrente da queda nos juros, Gibson vê oportunidades em empresas médias, que ocuparam o espaço dos grandes grupos envolvidos na Operação Lava-Jato e estão buscando profissionais de diversas áreas, desde financeira a desenvolvimento de negócios e engenheiros.

Gil Van Delft, presidente do PageGroup, viu a demanda das empresas do grupo aumentar nos últimos quatro meses, mas ainda não de forma “estrutural”. “Há empresas que querem sair na frente e têm um plano mais arrojado”, diz. Para este ano, ele espera bastante melhora nos setores de consumo e varejo e naqueles que não sentiram tanto o peso da crise, como agronegócio, saúde e energia.

Na empresa, a expectativa é alcançar 15% a 20% de crescimento, número que poderia ser maior não fossem as incertezas da eleição em outubro, diz o executivo. Nos últimos meses de 2017, a maior demanda veio da Page Personnel, divisão do grupo que recruta para vagas operacionais e de apoio. Este ano, a expectativa é que essa procura chegue à Michael Page, de média gerência.

Para os headhunters, a área comercial deve ser a primeira a sentir a demanda. Fernando Mantovani, diretor geral da Robert Half também já percebe empresas compondo áreas internas que estavam estranguladas e agora passam a se estruturar melhor, como finanças e recursos humanos. Profissionais de tecnologia, em especial a área de segurança da informação, seguem em alta.

“Há empresas tirando projetos de tecnologia da informação da gaveta, o que gera demanda”, diz Mantovani. Algumas áreas que estiveram em alta ao longo dos últimos anos, como profissionais de tributário e com expertise digital, devem continuar a ser procuradas pelas companhias.

As mudanças na legislação trabalhista promovidas em 2017 ainda não devem trazer grandes impactos para o mercado de recrutamento em 2018, na visão dos diretores. “Tem muita empresa interessada criando planos com advogados, mas tem pouca ação. Prevejo que isso vai se dar mais lentamente”, diz Gil Van Delft, do PageGroup.

Os recrutadores percebem, no entanto, maior uso dos contratos temporários, que tiveram a duração máxima estendida para nove meses no ano passado. É uma forma de “testar” os profissionais antes de tomar decisões mais definitivas de contratação permanente, dizem os headhunters.

Fonte : Valor Econômico