[ 20/4/2018 ]
Montadora Puma terá fábrica em Botucatu...

[ 20/4/2018 ]
Caoa aguarda Rota 2030 para definir inve...

[ 20/4/2018 ]
Montadoras poderão atuar na China sem pa...

[ 20/4/2018 ]
A montadora que está surpreendendo...

[ 20/4/2018 ]
Acordo dá estabilidade a trabalhadores d...

[ 20/4/2018 ]
Realidade virtual ...

[ 20/4/2018 ]
Volkswagen Caminhões e Ônibus inova e pr...

[ 20/4/2018 ]
Volkswagen Financial Services oferece pa...

[ 20/4/2018 ]
Kia Sorento ganha duas novas versões...

[ 19/4/2018 ]
Executivo local chega ao topo das montad...

[ 19/4/2018 ]
Nissan comemora 4 anos de Resende com ve...

[ 19/4/2018 ]
Michelin amplia oferta de serviços com c...

[ 19/4/2018 ]
Indústria sinaliza que acordo entre UE e...

[ 19/4/2018 ]
Tecon Rio Grande registra crescimento na...

[ 19/4/2018 ]
Trabalhadores da VW aprovam produção de ...

[ 19/4/2018 ]
Grupo Volkswagen bate recorde de vendas...

[ 19/4/2018 ]
De volta ao País, SsangYong divulga preç...

[ 19/4/2018 ]
Camaro novo em folha...

[ 19/4/2018 ]
Em nova concessão aos EUA, China abre se...

[ 19/4/2018 ]
Refinanciamento de dívidas pode benefici...




 

Data: 8/2/2018

Venda de máquinas recuou em janeiro, mas tende a aumentar
 
Depois de registrarem uma recuperação mais tímida do que a prevista no ano passado, as vendas domésticas de máquinas agrícolas voltaram a ser motivo de dor de cabeça para as empresas do segmento no início de 2018.

Segundo dados divulgados ontem pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram comercializados em janeiro no país 1.605 tratores, colheitadeiras de grãos, colhedoras de cana e retroescavadeiras (máquinas rodoviárias), quedas de 55,8% em relação a dezembro e de 39,1% sobre janeiro de 2017.

Conforme Antonio Megale, presidente da Anfavea, essas fortes retrações refletiram uma suspensão temporária dos financiamentos para a aquisição de máquinas abastecidos com recursos do BNDES, que teve que realizar ajustes em seu sistema durante o mês.

A suspensão foi confirmada pelo BNDES. A instituição informou que ela foi necessária porque teve que aguardar a divulgação de uma regulamentação complementar sobre a migração da TJLP para a TLP nas operações agrícolas.

Como os ajustes já terminaram, Megale afirmou em encontro com jornalistas ontem em São Paulo que espera que as vendas voltem a crescer. Alfredo Miguel Neto, vice-presidente da Anfavea responsável pelo segmento de máquinas agrícolas, reforçou que o cenário de fato é positivo.

Miguel Neto lembrou, por exemplo, que os índices de confiança subiram no setor de agronegócios nos últimos meses. Também realçou que algodão e milho estão com preços melhores e que as lavouras de soja já colhidas nesta safra 2017/18 em Mato Grosso apresentaram boa produtividade.

Com crédito à disposição, sobretudo na linha Moderfrota, e preços e rentabilidades de algumas culturas mais elevados, disse Miguel Neto, as vendas de máquinas deverão crescer. “Mas é fundamental que o governo entenda que não podemos ter interrupções de recursos”, reiterou Megale.

Para reforçar sua confiança no aumento da demanda dos produtores rurais por máquinas, o presidente da Anfavea afirmou que o bom momento do campo já se reflete em maiores vendas de caminhões extra pesados, usados para o transporte da safra agrícola. E destacou a queda dos juros como outro fator de estímulo às vendas.

Ainda que as exportações brasileiras de máquinas agrícolas tenham crescido em janeiro em relação ao mesmo mês do ano passado - 92,5%, para 816 unidade -, em larga medida graças à progressiva recuperação do agronegócio na Argentina, foi o cenário otimista para as vendas internas que impulsionou o incremento da produção de máquinas agrícolas no Brasil no início de 2018.

Segundo os dados da Anfavea, foram produzidas no país 2.623 unidades em janeiro, 19,3% mais que em janeiro de 2017. Com isso, o segmento fechou o mês com 18.444 postos de trabalho, aumento de 5,9% na comparação anual.

Fonte : Valor Econômico/Insumos Fernando Lopes