[ 26/4/2018 ]
Ford inicia produção de motor 1.5 de 3 c...

[ 26/4/2018 ]
GM aposta em veículos de baixo custo no ...

[ 26/4/2018 ]
“Solução intermediária” para Rota 2030 d...

[ 26/4/2018 ]
Financiamentos de veículos não acompanha...

[ 26/4/2018 ]
Manufatura avançada altera perfil profis...

[ 26/4/2018 ]
Desvalorização do real prejudica a recup...

[ 26/4/2018 ]
Preço do diesel cai em março...

[ 26/4/2018 ]
Ford acelera corte de custos e vai desis...

[ 26/4/2018 ]
Rota do desperdício...

[ 26/4/2018 ]
Bebida alcoólica só no porta-malas...

[ 25/4/2018 ]
Rota 2030 vai ter fórmula híbrida...

[ 25/4/2018 ]
Montadoras vão ter Lei do Bem “turbinada...

[ 25/4/2018 ]
Setor automotivo defende conteúdo local ...

[ 25/4/2018 ]
Recuperação gradual do emprego formal...

[ 25/4/2018 ]
Anfavea garante que o Rota 2030 está em ...

[ 25/4/2018 ]
New Holland apresenta novo trator movido...

[ 25/4/2018 ]
JAC lança automático...

[ 25/4/2018 ]
É golpe: montadoras alertam para falsos ...

[ 25/4/2018 ]
Grupo PSA registra recorde de vendas no ...

[ 25/4/2018 ]
Chinesa Didi projeta carro autônomo...




 

Data: 9/2/2018

Venda de veículos importados cresce 24,5% em janeiro
 
As dezessete marcas filiadas à Abeifa (Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores), com licenciamento de 2.422 unidades, anotaram em janeiro de 2018 alta de 24,5% ante igual período de 2017, quando foram vendidas 1.945 unidades importadas, desempenho que marcou o pior janeiro dos últimos sete anos.

No entanto, em relação a dezembro último, o resultado do mês passado é 27,1% inferior. Em dezembro de 2017 foram comercializadas 3.324 unidades contra 2.422 veículos importados em janeiro.

“Na semana passada, o MDIC divulgou estatísticas mostrando que as importações de veículos automotores cresceram 58% em valores, quando, em unidades, nós crescemos 24,5% sobre janeiro de 2017 representando apenas 11,77% do total de veículos importados. Nota-se que, a grande maioria dos veículos importados veio por meio das próprias montadoras. Fechamos o mês de janeiro com apenas 1,3% do mercado interno”, analisa José Luiz Gandini, presidente da Abeifa – Associação Brasileira das Empresas Importadoras e Fabricantes de Veículos Automotores. “Na realidade, em janeiro deste ano, em comparação a dezembro último, nós caímos 27,1%”, complementa.

Segundo Gandini, “agora, embora tenhamos isonomia tributária e sem cotas limitadoras, aos importadores fica muito difícil trazer carros de alto volume, os chamados carros mais populares, até porque a indústria local tem ofertas muito competitivas. Com o dólar no patamar de R$ 3,30, aos importadores fica quase impossível atuar fora de nicho de mercado”.

Quando á implementação do Rota 2030, Gandini reafirma que “concorda com o Governo que o setor precisa ter política industrial e aguarda a publicação, lógico respeitando sempre a isonomia tributária, sem contrariar a OMC”.

Participações

Em janeiro último, com 3.964 unidades licenciadas (importados + produção nacional), a participação das associadas à Abeifa foi de 2,26% do mercado total de autos e comerciais leves (175.554 unidades).

Se for considerado o total de veículos importados, ou seja aqueles trazidos também pelas montadoras, as associadas à Abeifa responderam, em dezembro, por 11,77% (2.422 unidades, do total de 20.575 unidades importadas).

Produção local

Entre as associadas à Abeifa, que também têm produção nacional, BMW, Chery, Land Rover, Mini e Suzuki fecharam o mês de janeiro com 1.542 unidades emplacadas, total que representou alta de 58,5% em relação a janeiro de 2017. Comparado a dezembro de 2017, a queda é de 20,7%, quando foram emplacadas 1.944 unidades nacionais.

Fonte : Folha do ABC