[ 24/9/2018 ]
Volkswagen pretende iniciar produção de ...

[ 24/9/2018 ]
Crise na Argentina desafia produção de v...

[ 24/9/2018 ]
Salão do Automóvel foca nos elétricos e ...

[ 24/9/2018 ]
Presidenciáveis rejeitam renovar subsídi...

[ 24/9/2018 ]
Jetta ganha traços mais esportivos na li...

[ 24/9/2018 ]
O maior acerto de uma montadora francesa...

[ 24/9/2018 ]
Governo alemão e montadoras continuam co...

[ 24/9/2018 ]
VWCO e Ambev somam forças em prol da mob...

[ 24/9/2018 ]
Salão do Automóvel 2018 terá atrações di...

[ 24/9/2018 ]
GM anuncia vencedores do Prêmio de Suste...

[ 21/9/2018 ]
Volkswagen já avalia alternativas para a...

[ 21/9/2018 ]
Rota 2030 deverá passar no Congresso em ...

[ 21/9/2018 ]
Veículos mais "limpos" evoluem, mas aind...

[ 21/9/2018 ]
Volkswagen trabalhará aos sábados...

[ 21/9/2018 ]
Preço do GNV sobe mais do que o da gasol...

[ 21/9/2018 ]
ANP libera mais R$706,6 milhões à Petrob...

[ 21/9/2018 ]
Diminui a confiança dos empresários da i...

[ 21/9/2018 ]
Jetta ganha traços mais esportivos na li...

[ 21/9/2018 ]
Ambiental restaura trólebus que reúne a ...

[ 21/9/2018 ]
Ônibus, responsável pelo transporte de 8...




 

Data: 13/3/2018

Fábrica de motores da FCA de Campo Largo completa 10 anos como referência ambiental e de gestão
 
A FCA Planta Motores Campo Largo (PR) completa, neste mês de março, dez anos desde sua incorporação ao grupo Fiat Chrysler Automóveis (FCA) e se destaca como modelo de produção industrial e de gestão ambiental. É responsável por fornecer motores E.TorQ de 1,6 e 1,8 litro para os principais modelos das marcas Fiat e Jeep produzidos no Brasil, além de exportar cerca de 35% de sua produção para Argentina, Itália e Turquia. A planta emprega atualmente mais de 400 pessoas, possui capacidade instalada para produzir 330 mil motores por ano e está localizada em um terreno de 125 hectares, dos quais 106 hectares são de mata preservada.

Ao completar dez anos como parte do grupo FCA, a empresa também celebra a produção de 1,2 milhão de motores no período. “Esse é um desempenho muito positivo de uma fábrica que se orgulha de seus processos e instalações exemplares e de seus colaboradores altamente capacitados”, afirma Querlem Saraiva, gerente-geral da planta de Campo Largo.

Ao longo dos últimos cinco anos, foram investidos mais de R$ 78 milhões para a modernização do parque industrial e de sua linha de produtos. A modernização de equipamentos é perceptível em muitas áreas da planta. A fábrica foi pioneira na América Latina em utilizar robôs colaborativos no processo produtivo de motores, além de incorporar os princípios da Indústria 4.0 à organização da produção.

Outras áreas, como o almoxarifado, são referência entre as plantas da FCA na América Latina, por se destacarem pelo uso de modernos veículos de movimentação de materiais, que possibilitam um processo mais eficiente e operações com melhor ergonomia, garantindo a segurança e a qualidade no processo e no produto.

O processo produtivo da planta segue os padrões internacionais de excelência da FCA, através do sistema World Class Manufacturing (WCM), que busca a melhoria contínua de processos produtivos, eliminando desperdícios e criando produtos de maior qualidade. Todos os colaboradores da empresa – do gerente-geral ao chão de fábrica – estão envolvidos no processo de melhoria contínua, com avaliação e mensuração constantes. Periodicamente, as plantas passam por auditoria, para averiguação de qual estágio alcançaram.

Em 2013, a planta alcançou a categoria bronze e, três anos depois, já alcançou o WCM Prata. Foi a segunda fábrica a conseguir tal classificação na América Latina. “Seguimos o princípio da melhoria contínua, do constante aprimoramento das pessoas e de processos. Por isso, a meta agora é alcançar a certificação ouro, com ganhos de excelência em segurança, qualidade, confiabilidade e produtividade”, afirma Cláudio Rocha, diretor Industrial Powertrain da FCA para a América Latina.

Referência em sustentabilidade, Campo Largo é considerada uma planta de zero impacto ambiental. Essa conquista é resultado de um conjunto de ações que passam pelo reaproveitamento e reciclagem dos resíduos, preservação de nascentes e da biodiversidade local, uso consciente de água, através do projeto de captação de água de chuva, projetos de eficiência energética e neutralização das emissões de gases de efeito estufa (GEE). “Em 2010, quando começamos esse projeto, fomos motivados pela pergunta: qual a contribuição que a planta de Campo Largo poderia oferecer para o planeta”, destaca Cristiano Felix, gerente de Meio Ambiente, Saúde e Segurança do Trabalho da FCA para a América Latina.

Na busca por respostas, o primeiro passo foi intensificar os trabalhos de preservação da biodiversidade. A planta possui uma área natural com cerca de 106 hectares de floresta com araucária, que corresponde a 0,16% da área total preservada no Paraná, que é a Floresta com Araucária. Com rica diversidade de fauna e flora, o local abriga mais de 50 diferentes espécies vegetais, algumas ameaçadas de extinção como a araucária (Araucaria angustifolia) e o cedro rosa (Cedrela fissilis), além de 82 espécies de aves, como pica-pau (Piculus aurulentus), coruja-buraqueira (Athene cunicularia) e tucano de bico verde (Ramphastus dicolous) , e seis espécies de mamíferos, entre elas o veado-catingueiro (Mazama gouzazoubira) que é citado no “Livro Vermelho da Fauna Ameaçada de Extinção no Paraná”.

A mata, que possui trilha ecológica e recebe funcionários e crianças da região para atividades de educação ambiental, também tem como diferencial a presença de cinco nascentes preservadas. “A geração de água dessas nascentes representa 10 vezes o consumo de água da fábrica”, explica Felix, que também detalha a relevância da captação da água da chuva: “Cerca de 24% da água consumida no nosso processo é proveniente das chuvas”.

A fábrica paranaense é também Aterro Zero, ou seja, todos os resíduos gerados são encaminhados para reaproveitamento e reciclagem. Nada vai para aterros. Paralelo à correta destinação dos resíduos, a planta desenvolve projetos para reduzir a geração de rejeitos. “Cerca de 98% das embalagens nacionais são retornáveis. Os pallets, por exemplo, são reutilizados diversas vezes”, afirma Daniela Vesoloski, responsável pela gestão ambiental da planta.

No combate às mudanças climáticas, Campo Largo usa energia 100% renovável, além de desenvolver projetos de eficiência energética. De 2015 a 2017, a queda do consumo de energia na planta foi de 11%. “Ao reduzir o consumo de energia, reduzimos, consequentemente, as emissões de CO2”, explica Daniela. “Campo Largo é uma das primeiras fábricas do país a ser Carbono Zero”, completa. Todo o processo de neutralização de CO2 da fábrica de Campo Largo seguiu os critérios da Organização das Nações Unidas (ONU), que emitiu certificado de neutralização de gases de efeito estufa para os escopos 1 e 2.

A planta de Campo Largo é certificada com base nas normas ISO 9.001 (Gestão de Qualidade), ISO 14.001 (Gestão Ambiental), OHSAS 18.001 (Saúde e Segurança no Trabalho) e ISO 50.001 (Gestão de Energia).

Fonte : O Brasil Sobre Rodas