[ 12/12/2018 ]
Temer sanciona Rota 2030 com veto a bene...

[ 12/12/2018 ]
Scania tem alta de 50,9% na produção de ...

[ 12/12/2018 ]
BYD entrega os primeiros ônibus 100% elé...

[ 12/12/2018 ]
Brasil foi país que mais adotou medidas ...

[ 12/12/2018 ]
Evento da Anfir poderá render US$ 4 milh...

[ 12/12/2018 ]
Setor de transporte cresce 2,3% até sete...

[ 12/12/2018 ]
Produção de motos vai superar 1 milhão d...

[ 12/12/2018 ]
CNH com chip é adiada para o final de 20...

[ 12/12/2018 ]
Fábrica da Volkswagen em Taubaté celebra...

[ 12/12/2018 ]
Nacional, Tiggo 5X agrada pelo estilo, c...

[ 11/12/2018 ]
Mercado de veículos deve ter alta de até...

[ 11/12/2018 ]
Produção de caminhões avança 30% no ano...

[ 11/12/2018 ]
Emplacamentos de janeiro a novembro sobe...

[ 11/12/2018 ]
Scania prevê homologação de ônibus a GNV...

[ 11/12/2018 ]
Jaguar E-Pace fica quase R$ 30 mil mais ...

[ 11/12/2018 ]
VWCO financia peças e serviços...

[ 11/12/2018 ]
IPVA 2019: Planejamento é a solução para...

[ 11/12/2018 ]
Carros que deverão ser substituídos no a...

[ 11/12/2018 ]
Sindicatos e montadoras dos EUA pedem re...

[ 10/12/2018 ]
Crédito deve impulsionar vendas de veícu...




 

Data: 16/4/2018

MAN usa apenas 30% da capacidade
 
Nos bons tempos, como define o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, a fábrica de Resende (RJ) chegou a produzir 83 mil caminhões e ônibus. Era 2011 e a unidade operava em três turnos de trabalho, os funcionários faziam horas extras e férias coletivas foram suspensas.

Depois, veio a crise econômica, demissões e jornadas reduzidas. Em 2016 foram feitos 19,3 mil veículos. No ano passado, com a melhora do mercado e as exportações em alta, a produção atingiu 26 mil veículos em um turno de trabalho. “Usamos apenas 30% de nossa capacidade”, diz Cortes. Mesma situação tem toda a indústria de veículos pesados, depois que as vendas caíram de 203 mil unidades em 2011 para pouco menos de 60 mil em 2016.

No ano passado, com o início da recuperação, o setor vendeu 61,9 mil veículos, das quais 16,3 mil da MAN, dona da marca Volkswagen. Para este ano, a empresa prevê produção de 30 mil veículos, boa parte também para o mercado externo.

Os 3,5 mil funcionários do complexo que inclui empresas de autopeças estão fazendo uma hora extra diária e trabalhando aos sábados. “Se o mercado melhorar ainda mais e a produção chegar a 35 mil unidades, teremos de reabrir um segundo turno e talvez contratar mais funcionários”, diz Cortes, que já abriu 300 novas vagas neste ano. “Sentimos que a recuperação veio para ficar”, afirma o executivo. “Clientes que costumavam trocar a frota a cada dois ou três anos, mas não compram há quatro ou cinco anos por causa da crise agora estão voltando”.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva