[ 20/2/2019 ]
Ford fecha fábrica de São Bernardo do Ca...

[ 20/2/2019 ]
Volkswagen lança T-Cross e anuncia retor...

[ 20/2/2019 ]
Balança comercial tem superávit de US$ 2...

[ 20/2/2019 ]
Governo de São Paulo lança plano para ap...

[ 20/2/2019 ]
Participação do consórcio nas vendas de ...

[ 20/2/2019 ]
Sindicato dos Metalúrgicos do ABC manife...

[ 20/2/2019 ]
Ford Fiesta sai de linha este ano; fábri...

[ 20/2/2019 ]
Renault registra SUV cupê Arkana no Bras...

[ 20/2/2019 ]
BMW Group Brasil planeja ofensiva de pro...

[ 20/2/2019 ]
Novo T-Cross é mais caro que os rivais...

[ 19/2/2019 ]
Iveco ampliará rede de atendimento no Pa...

[ 19/2/2019 ]
Paccar apurou resultados recordes em 201...

[ 19/2/2019 ]
Economia perde ritmo e deve ter desempen...

[ 19/2/2019 ]
Investimentos em transportes avançam nos...

[ 19/2/2019 ]
Sem impostos, Cruze é mais barato aqui d...

[ 19/2/2019 ]
Fiat Mobi recebe pacote de personalizaçã...

[ 19/2/2019 ]
Daimler Trucks atinge recorde com veícul...

[ 19/2/2019 ]
Vendas de veículos na China recuam pelo ...

[ 19/2/2019 ]
Produtores de biodiesel defendem qualida...

[ 18/2/2019 ]
VWCO domina vendas de caminhões médios...




 

Data: 16/4/2018

MAN usa apenas 30% da capacidade
 
Nos bons tempos, como define o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, a fábrica de Resende (RJ) chegou a produzir 83 mil caminhões e ônibus. Era 2011 e a unidade operava em três turnos de trabalho, os funcionários faziam horas extras e férias coletivas foram suspensas.

Depois, veio a crise econômica, demissões e jornadas reduzidas. Em 2016 foram feitos 19,3 mil veículos. No ano passado, com a melhora do mercado e as exportações em alta, a produção atingiu 26 mil veículos em um turno de trabalho. “Usamos apenas 30% de nossa capacidade”, diz Cortes. Mesma situação tem toda a indústria de veículos pesados, depois que as vendas caíram de 203 mil unidades em 2011 para pouco menos de 60 mil em 2016.

No ano passado, com o início da recuperação, o setor vendeu 61,9 mil veículos, das quais 16,3 mil da MAN, dona da marca Volkswagen. Para este ano, a empresa prevê produção de 30 mil veículos, boa parte também para o mercado externo.

Os 3,5 mil funcionários do complexo que inclui empresas de autopeças estão fazendo uma hora extra diária e trabalhando aos sábados. “Se o mercado melhorar ainda mais e a produção chegar a 35 mil unidades, teremos de reabrir um segundo turno e talvez contratar mais funcionários”, diz Cortes, que já abriu 300 novas vagas neste ano. “Sentimos que a recuperação veio para ficar”, afirma o executivo. “Clientes que costumavam trocar a frota a cada dois ou três anos, mas não compram há quatro ou cinco anos por causa da crise agora estão voltando”.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva