[ 19/6/2018 ]
Quinzena tem média diária de 8,9 mil veí...

[ 19/6/2018 ]
Indústria automotiva passa por maiores t...

[ 19/6/2018 ]
Preço do diesel diminui, mas desconto nã...

[ 19/6/2018 ]
Greve de maio tirou fôlego do setor indu...

[ 19/6/2018 ]
Tabela de frete elevará custos em R$ 53,...

[ 19/6/2018 ]
Volvo procura o FH mais antigo do Brasil...

[ 19/6/2018 ]
Iveco inicia entrega 900 ônibus escolare...

[ 19/6/2018 ]
Veja mitos e verdades sobre manutenção d...

[ 19/6/2018 ]
Presidente-executivo da Audi é preso pel...

[ 19/6/2018 ]
Bélgica é o berço de várias montadoras...

[ 18/6/2018 ]
Em três anos, Toyota dobrou investimento...

[ 18/6/2018 ]
Rota 2030 exigirá que montadoras invista...

[ 18/6/2018 ]
Elétrico deve ter impulso com imposto me...

[ 18/6/2018 ]
Tabelar frete é ilegal e estimula formaç...

[ 18/6/2018 ]
Grupo Tracbel compra mais concessionária...

[ 18/6/2018 ]
Librelato dobra venda em 2018...

[ 18/6/2018 ]
Daimler Trucks lança caminhões elétricos...

[ 18/6/2018 ]
Sinal verde para a Frontier argentina...

[ 18/6/2018 ]
Corrida pela sustentabilidade...

[ 18/6/2018 ]
Indústria paulista puxou para baixo a re...




 

Data: 16/4/2018

MAN usa apenas 30% da capacidade
 
Nos bons tempos, como define o presidente da MAN Latin America, Roberto Cortes, a fábrica de Resende (RJ) chegou a produzir 83 mil caminhões e ônibus. Era 2011 e a unidade operava em três turnos de trabalho, os funcionários faziam horas extras e férias coletivas foram suspensas.

Depois, veio a crise econômica, demissões e jornadas reduzidas. Em 2016 foram feitos 19,3 mil veículos. No ano passado, com a melhora do mercado e as exportações em alta, a produção atingiu 26 mil veículos em um turno de trabalho. “Usamos apenas 30% de nossa capacidade”, diz Cortes. Mesma situação tem toda a indústria de veículos pesados, depois que as vendas caíram de 203 mil unidades em 2011 para pouco menos de 60 mil em 2016.

No ano passado, com o início da recuperação, o setor vendeu 61,9 mil veículos, das quais 16,3 mil da MAN, dona da marca Volkswagen. Para este ano, a empresa prevê produção de 30 mil veículos, boa parte também para o mercado externo.

Os 3,5 mil funcionários do complexo que inclui empresas de autopeças estão fazendo uma hora extra diária e trabalhando aos sábados. “Se o mercado melhorar ainda mais e a produção chegar a 35 mil unidades, teremos de reabrir um segundo turno e talvez contratar mais funcionários”, diz Cortes, que já abriu 300 novas vagas neste ano. “Sentimos que a recuperação veio para ficar”, afirma o executivo. “Clientes que costumavam trocar a frota a cada dois ou três anos, mas não compram há quatro ou cinco anos por causa da crise agora estão voltando”.

Fonte : O Estado de S. Paulo/Cleide Silva