[ 8/3/2019 ]
Governo cobra da Ford solução para fábri...

[ 8/3/2019 ]
Foton inaugura nova revenda em São Paulo...

[ 8/3/2019 ]
Venda de importados cai 3% em fevereiro...

[ 8/3/2019 ]
Em São Bernardo, trabalhadores da Ford f...

[ 8/3/2019 ]
Caminhões e ônibus lideram venda de veíc...

[ 8/3/2019 ]
Roberto Cortes tem audiência com o gover...

[ 8/3/2019 ]
Volvo vai limitar carros a 180 km/h a pa...

[ 8/3/2019 ]
Chevrolet Cruze deixa de ser fabricado n...

[ 8/3/2019 ]
Toyota anuncia aposentadoria de Steve St...

[ 8/3/2019 ]
BYD Europa fornecerá 30 ônibus elétricos...

[ 7/3/2019 ]
Trabalhadores da Ford convocam protesto ...

[ 7/3/2019 ]
Vendas de caminhões avança 66% em fevere...

[ 7/3/2019 ]
Mercado de veículos usados segue em alta...

[ 7/3/2019 ]
Mercado reduz expectativa de crescimento...

[ 7/3/2019 ]
Conceito de Indústria 4.0 chega à linha ...

[ 7/3/2019 ]
Programa de inclusão social de Resende g...

[ 7/3/2019 ]
Volvo FH540 assume liderança das vendas ...

[ 7/3/2019 ]
Etios despenca nas vendas com chegada do...

[ 7/3/2019 ]
Bugatti lança o carro mais caro da histó...

[ 7/3/2019 ]
Quem é Carlos Ghosn, executivo brasileir...




 

Data: 21/5/2018

Retomada econômica será a mais lenta da história
 
Para os economistas que avaliam dados sobre crescimento, está cada vez mais claro que o Brasil vive o mais lento ciclo de retomada econômica da história.

Ao analisar oito recessões brasileiras desde a década de 1980, a economia nunca demorou tanto para reagir, aponta análise do economista Affonso Celso Pastore, com base em séries históricas do PIB (Produto Interno Bruto).

Passados quatro trimestres desde o fim da recessão, a economia está apenas 2,2% acima do vale verificado no quarto trimestre de 2016.

Na recuperação de 1998, considerada a mais lenta, a economia, a essa altura, crescia 4,2% maior.

Os dados sobre os períodos de recessão e de recuperação são todos do Codace, o comitê que data os ciclos econômicos formado pela Fundação Getulio Vargas.

“A gente já vinha alertando para a lentidão da recuperação e agora todas aquelas projeções de crescimento de 3%, algumas de até 4%, foram por água abaixo e agora estamos mirando 2%”, comenta Pastore.

O diagnóstico dos especialistas é que existe uma associação de travas atua contra o crescimento do país.

Na ponta que faz a roda girar, o setor empresarial ainda não conseguiu se erguer. No setor industrial, apenas alguns segmentos, como automotivo, têm fôlego. A indústria de bens intermediários (cimento, tecido e aço), que responde por 60% da produção, tem desempenho ruim.

Fonte : Agora S. Paulo