[ 26/9/2018 ]
Scania acelera produção em São Bernardo ...

[ 26/9/2018 ]
Effa Motors planeja novos modelos e ampl...

[ 26/9/2018 ]
Autopeças brasileiras ganham espaço na A...

[ 26/9/2018 ]
De janeiro até a terceira semana de sete...

[ 26/9/2018 ]
Atlas da Acidentalidade aponta os piores...

[ 26/9/2018 ]
O perigo de comprar SUVs no Brasil...

[ 26/9/2018 ]
DAF começa a produzir caminhões na Austr...

[ 26/9/2018 ]
BMW faz alerta sobre lucro, culpa guerra...

[ 26/9/2018 ]
Audi lança serviço de assinatura que per...

[ 26/9/2018 ]
Projeto limita emissão de poluentes por ...

[ 25/9/2018 ]
Minas Gerais paga contrato de R$ 24 milh...

[ 25/9/2018 ]
Déficit das autopeças atinge US$ 4,48 bi...

[ 25/9/2018 ]
Apesar do cenário político, vendas de ca...

[ 25/9/2018 ]
Mercado reduz previsão de crescimento do...

[ 25/9/2018 ]
Mercado financeiro aumenta estimativa de...

[ 25/9/2018 ]
Petrobras reduz o preço da gasolina nas ...

[ 25/9/2018 ]
Veículos elétricos devem ter preços de c...

[ 25/9/2018 ]
Brasil reciclou cerca de 92 milhões de p...

[ 25/9/2018 ]
Randon, de Caxias, anuncia mudanças na á...

[ 25/9/2018 ]
Grupo Traton surge como um gigante em tr...




 

Data: 21/5/2018

Retomada econômica será a mais lenta da história
 
Para os economistas que avaliam dados sobre crescimento, está cada vez mais claro que o Brasil vive o mais lento ciclo de retomada econômica da história.

Ao analisar oito recessões brasileiras desde a década de 1980, a economia nunca demorou tanto para reagir, aponta análise do economista Affonso Celso Pastore, com base em séries históricas do PIB (Produto Interno Bruto).

Passados quatro trimestres desde o fim da recessão, a economia está apenas 2,2% acima do vale verificado no quarto trimestre de 2016.

Na recuperação de 1998, considerada a mais lenta, a economia, a essa altura, crescia 4,2% maior.

Os dados sobre os períodos de recessão e de recuperação são todos do Codace, o comitê que data os ciclos econômicos formado pela Fundação Getulio Vargas.

“A gente já vinha alertando para a lentidão da recuperação e agora todas aquelas projeções de crescimento de 3%, algumas de até 4%, foram por água abaixo e agora estamos mirando 2%”, comenta Pastore.

O diagnóstico dos especialistas é que existe uma associação de travas atua contra o crescimento do país.

Na ponta que faz a roda girar, o setor empresarial ainda não conseguiu se erguer. No setor industrial, apenas alguns segmentos, como automotivo, têm fôlego. A indústria de bens intermediários (cimento, tecido e aço), que responde por 60% da produção, tem desempenho ruim.

Fonte : Agora S. Paulo