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Data: 12/6/2018

Setor de motocicletas em recuperação
 
Os números ainda estão distantes dos melhores tempos, claro. Mas a indústria brasileira de motocicletas segue comemorando a inversão da curva que vinha apontando para baixo ano após ano desde 2011. Os resultados acumulados de janeiro a maio indicam que as projeções positivas da Abraciclo para 2018 se confirmarão.

A entidade que reúne as fabricantes de motos estima produção de 935 mil unidades e vendas internas no atacado da ordem de 850 mil em 2018. Se assim for, o setor registrará crescimento de, respectivamente, 5,9% e 4,3%. Não deixa de ser um alento, mas, para se ter ideia de quanto ainda falta remar, em 2011, período de recorde histórico, foram fabricadas mais de 2,1 milhões de motos e vendidas 2 milhões só no mercado interno.

A produção acumulada nos cinco primeiros meses do ano superou 444,5 mil motos, expansão de 19% sobre o mesmo período de 2017. Maio foi o quinto mês consecutivo de crescimento. Saíram das linhas de montagem no mês passado 96,6 mil motos, 24,3% a mais do que um ano antes e 9,3% acima do resultado de abril.

Marcos Fermanian, presidente da Abraciclo, entende que essa sequência positiva significa que “a recuperação do setor está praticamente consolidada”. “Tudo indica que as projeções serão revisadas para cima”, admite do executivo.

O fluxo de negócios também aumentou entre montadoras e revendedores. No atacado, foram negociadas 87,9 mil motocicletas vendidas em maio, expressiva alta de 29,6% sobre o mesmo mês de 2017 e de 12% com relação a abril. Nos primeiros cinco meses o crescimento foi de 16,1%, para 400,5 mil unidades.

Os números do varejo, porém, mostram que o cliente final ainda não está tão animado como os próprios fabricantes ou as redes de concessionárias. Os emplacamentos evoluíram tímidos 2,1% sobre maio do ano passado e chegaram a 81,2 mil. A média de vendas diárias ficou em 3.868 unidades, 7% maior na mesma comparação e pouca coisa superior à media diaria do ano, de 3.715 motos.

Fermaniam, contudo, pondera: “Na primeira quinzena de maio a média diária estava acima de 4 mil motocicletas, volume que acabou caindo no fim do mês em função dos impactos da paralisação dos caminhoneiros”.

Fonte : AutoIndústria