[ 24/9/2018 ]
Volkswagen pretende iniciar produção de ...

[ 24/9/2018 ]
Crise na Argentina desafia produção de v...

[ 24/9/2018 ]
Salão do Automóvel foca nos elétricos e ...

[ 24/9/2018 ]
Presidenciáveis rejeitam renovar subsídi...

[ 24/9/2018 ]
Jetta ganha traços mais esportivos na li...

[ 24/9/2018 ]
O maior acerto de uma montadora francesa...

[ 24/9/2018 ]
Governo alemão e montadoras continuam co...

[ 24/9/2018 ]
VWCO e Ambev somam forças em prol da mob...

[ 24/9/2018 ]
Salão do Automóvel 2018 terá atrações di...

[ 24/9/2018 ]
GM anuncia vencedores do Prêmio de Suste...

[ 21/9/2018 ]
Volkswagen já avalia alternativas para a...

[ 21/9/2018 ]
Rota 2030 deverá passar no Congresso em ...

[ 21/9/2018 ]
Veículos mais "limpos" evoluem, mas aind...

[ 21/9/2018 ]
Volkswagen trabalhará aos sábados...

[ 21/9/2018 ]
Preço do GNV sobe mais do que o da gasol...

[ 21/9/2018 ]
ANP libera mais R$706,6 milhões à Petrob...

[ 21/9/2018 ]
Diminui a confiança dos empresários da i...

[ 21/9/2018 ]
Jetta ganha traços mais esportivos na li...

[ 21/9/2018 ]
Ambiental restaura trólebus que reúne a ...

[ 21/9/2018 ]
Ônibus, responsável pelo transporte de 8...




 

Data: 13/6/2018

Em nome da aerodinâmica, câmera vai substituir retrovisor externo
 
Reduzir cada vez mais o consumo de combustível e, por tabela, o nível de emissões de poluentes, é uma das prioridades das montadoras. Além de investir em motores mais eficientes e materiais leves na construção dos veículos, as fabricantes apostam no aprimoramento da aerodinâmica da carroceria – até os espelhos retrovisores interferem nesse resultado.

Com o e-tron, a Audi deu um passo importante para eliminar esse “apêndice”. Sua versão final deverá ser o primeiro carro feito em série equipado, opcionalmente, com câmera no lugar do retrovisor. A previsão é de que o elétrico chegue às lojas da Europa neste ano.

Com câmeras em vez de espelhos, a largura do veículo diminuiu 15 cm. Isso contribui para reduzir o arrasto e aumentar a autonomia das baterias, segundo informações da Audi.

Grade de radiador ativa é outro recurso que vem se “popularizando”. Com o sistema, as aletas abrem em baixas velocidades para melhorar a refrigeração do motor e fecham quando a velocidade aumenta para privilegiar a aerodinâmica.

A tecnologia está em carros sofisticados, como o Jaguar I-Pace. Mas pode vir em modelos como o Chevrolet Spin.

A Porsche adotou essa solução na grade inferior do 911 e equipou o novo Cayenne com um defletor móvel na tampa de trás. A asa fica rente à carroceria a até 160 km/h, para privilegiar a aerodinâmica.

Acima dessa velocidade, a peça sobe 6 graus, para aumentar a pressão contra o solo e melhorar a estabilidade. No modo de condução mais esportivo (Sport Plus), a lâmina sobe para 12,6°. Quando o freio é pressionado com força entre 170 e 270 km/h, a inclinação chega a 28,2º. Nesse caso, a função é auxiliar a frenagem.

Além das mudanças visíveis, vários carros têm soluções invisíveis, como assoalho plano, com fechamentos nas áreas do motor e tanque, entre outras.

Com menos reentrâncias na parte inferior da carroceria, o ar flui melhor sob o veículo. Esse sempre foi um dos trunfos dos esportivos da Ferrari. Por isso, são raros os modelos feitos pela marca italiana que precisam de aerofólio para melhorar a aerodinâmica.

Banguela eletrônica

Para garantir bom desempenho sem elevar o consumo, o Porsche 911 tem um sistema que desacopla a embreagem em descidas. Nessa espécie de “banguela”, o motor “cai” para a marcha lenta, o gasto de combustível diminui e a agilidade é mantida, já que não se emprega o efeito freio motor.

Fonte : Jornal do Carro