[ 8/3/2019 ]
Governo cobra da Ford solução para fábri...

[ 8/3/2019 ]
Foton inaugura nova revenda em São Paulo...

[ 8/3/2019 ]
Venda de importados cai 3% em fevereiro...

[ 8/3/2019 ]
Em São Bernardo, trabalhadores da Ford f...

[ 8/3/2019 ]
Caminhões e ônibus lideram venda de veíc...

[ 8/3/2019 ]
Roberto Cortes tem audiência com o gover...

[ 8/3/2019 ]
Volvo vai limitar carros a 180 km/h a pa...

[ 8/3/2019 ]
Chevrolet Cruze deixa de ser fabricado n...

[ 8/3/2019 ]
Toyota anuncia aposentadoria de Steve St...

[ 8/3/2019 ]
BYD Europa fornecerá 30 ônibus elétricos...

[ 7/3/2019 ]
Trabalhadores da Ford convocam protesto ...

[ 7/3/2019 ]
Vendas de caminhões avança 66% em fevere...

[ 7/3/2019 ]
Mercado de veículos usados segue em alta...

[ 7/3/2019 ]
Mercado reduz expectativa de crescimento...

[ 7/3/2019 ]
Conceito de Indústria 4.0 chega à linha ...

[ 7/3/2019 ]
Programa de inclusão social de Resende g...

[ 7/3/2019 ]
Volvo FH540 assume liderança das vendas ...

[ 7/3/2019 ]
Etios despenca nas vendas com chegada do...

[ 7/3/2019 ]
Bugatti lança o carro mais caro da histó...

[ 7/3/2019 ]
Quem é Carlos Ghosn, executivo brasileir...




 

Data: 5/12/2018

“Aliança está a todo vapor”, diz presidente da Renault para a América Latina
 
O presidente da Renault para a América Latina, Luiz Fernando Pedrucci, aproveitou o evento de comemoração de 20 anos de produção no Brasil para comentar sobre a Aliança Renault, Nissan Mitsubishi, “uma pérola, uma jóia”, segundo palavras suas, que segue funcionando normalmente. “Até 2022, 80% das nossas plataformas serão comuns”, garantiu o executivo.

Sem citar nomes, Pedrucci comentou sobre o atual momento vivido pela Aliança, que teve o seu principal executivo, Carlos Ghosn, preso no dia 19 de novembro no Japão após ser acusado de supostas violações financeiras.

“2018 é o melhor ano da história dessa sinergia e a Aliança está a todo vapor”, garantiu o executivo em entrevista que concedeu nesta terça-feira, 4, antes do evento realizado na fábrica de São José dos Pinhais, PR, para comemorar as duas décadas da inauguração do local.

Antes mesmo de ser questionado sobre o assunto, Pedrucci adiantou-se para destacar a importância da Aliança para as três marcas envolvidas e o fato dela representar hoje “o maior fabricante de automóveis do mundo, com 10,6 milhões de unidades comercializadas em 2017”.

Segundo o presidente da Renault para a América Latina, o Brasil é um país exemplo de trabalho e de sucesso da Aliança. “Foi aqui no Paraná (São José dos Pinhais) a primeira fábrica conjunta Renault-Nissan”, lembrou. “E apesar de a Nissan ter hoje fábrica no Rio de Janeiro, continuamos compartilhando compras de peças e engenharia”.

Pedrucci ressaltou ainda que a Aliança é fruto do trabalho de 20 anos de muitas pessoas, com três empresas diferentes trabalhando juntas com foco na performance.

Seu objetivo é ter veículos e escala para enfrentar o que vem pela frente. Como costumo dizer, nos próximos dez anos o automóvel vai mudar mais do que mudou nos últimos 50. A Aliança permite diluir os investimentos e estamos funcionando normalmente. Cada empresa tem o seu CEO e ações separadas nas bolsas de valores”.

Com relação ao Brasil, o executivo comentou que ainda não há definições sobre ações conjuntas da Renault e Nissan com a Mitsubishi. “A entrada da Mitsubishi é recente e ainda não temos previsão de quando e como será a sinergia por aqui. Antes precisam ser tomadas decisões globais sobre produtos e compras”.

Fonte : AutoIndústria/Alzira Rodrigues